Ensina-me a Amar
9 Memories
Notas iniciais
Oiiiii :D
Demorei não é mesmo? Eu sei disso, mas acontece que estou cheia de trabalhos para fazer e não tive tempo de escrever, desculpem por isso amores, mas agora estou de volta com um capítulo cheio de surpresas para vocês *¬*
Eu gostaria de agradecer a cada um de vocês pelos comentários maravilhosos que temos recebido ultimamente. Nós não respondemos todos por falta de tempo, entretanto, todos eles são apaixonantes e perfeitos *O*
Eu e a Gabi ficamos muito gratas a vocês por serem leitores tão maravilhosos, sem vocês não seríamos nada viu?!
Obrigada a todos que leem, comentam, favoritam e recomendam essa
história, pois é graça a vocês que ela ainda é postada *.*
> Leiam as notas finais
Memories are the finest of flowers
A bridge is all I have to get to you
Fear is what I feed to the cowards
You look like you've had enough
You said nothing is in the telephone wire
You've got nothing to hide
He says torture me, and I'll torture you
If love is forgiveness then I will be forgiven
***
Elena foi arrancada de seus devaneios ao ouvir alguém esmurrando a porta com força. Elena levantou-se lentamente e olhou-se no espelho, tentando reconhecer a pessoa que estava do outro lado. A garota lavou o rosto respirando fundo algumas vezes antes de finalmente ter coragem para sair do banheiro.
Ela abraçou seu corpo com força, caminhando em direção ao quarto de Damon. A garota abriu a porta e adentrou no grande recinto um tanto quanto temerosa. Por alguns instantes, ela apenas ficou parada, observando o rapaz, que dormia pacificamente. Ele parecia bem mais jovem daquela maneira, parecia mais humano.
Elena pegou-se pensando nas razões pelas quais Damon havia se tornado um homem tão frio. O que será que havia acontecido com ele? Aquela era uma pergunta que não saia de Elena. Ela apenas queria compreender a essência de Damon, queria saber o que havia na alma dele, seus medos, angústias, pois, ao olhar naqueles, Elena sentia a dor que Damon jamais fora capaz de esconder.
A jovem suspirou pesadamente e se retirou do quarto, sabendo que não deveria estar lá quando Damon acordasse. A jovem pegou sua bolsa e saiu do hospital sem sequer se despedir dos outros. Aquele dia havia sido um dos mais estressantes de sua vida, tudo o que ela queria era tomar um banho quente e dormir.
Ela ficou parada em frente ao ponto de táxi durante algum tempo pensando em como tudo estava tão diferente. Há três anos, sua vida era perfeita, não havia mais nada que ela pudesse querer. Ele a fizera a mulher mais feliz do planeta, ele a fez se sentir viva e inteira:
– Amor — ele murmurou em seu ouvido de forma doce. Sua voz soava de maneira sinfônica em seus tímpanos, fazendo-a ficar completamente arrepiada. Elena fechou olhos lentamente, sentindo o perfume suave dele adentrar em suas narinas, deixando-a inebriada. — Como você está? Está animada para nosso casamento?
– Tudo o que mais quero nesse mundo é me casar com você — ela disse passando meu polegar pelos lábios dele. – Você é a melhor coisa que já me aconteceu, Kol.
Ele, que a encarava carinhosamente, abriu aquele sorriso que sempre a tirava o fôlego, fazendo com que suas pernas ficassem bambas. Os olhos de Kol exerciam em Elena uma espécie de força surreal, eles conseguiam a aprisionar de uma forma incrivelmente intensa, verdadeira.
– E você é meu sonho, Elena Gilbert... Demorei tanto tempo para te conquistar, e agora você finalmente está aqui. — Ele disse com um sorriso maroto. — Eu te amo — aquelas palavras tornavam o dia da garota mais alegre e leve, aquela pequena frase, com apenas três palavras, fazia de mim a mulher mais feliz do mudo.
– E agora vamos ficar velhinhos juntos, os dois de mãos dadas em um sofá com colcha de retalho — Elena disse sorrindo para o noivo, que riu do comentário da jovem.
Aquelas memórias eram intensas demais para que ela suportasse, por isso, Elena obrigou-se a parar de pensar em Kol. A garota contou até dez em uma tentativa de se controlar e respirou aliviada ao perceber que estava finalmente chegando em casa. Quando o táxi parou em frente a um grande prédio a garota entregou algumas notas na mão do taxista e saiu correndo em direção ao hall de entrada do mesmo.
Quando entrou em seu apartamento, a garota deparou-se com Caroline, que estava sentada no sofá da sala assistindo televisão. Elena franziu o cenho e perguntou:
– O que você faz aqui?
– Eu vou passar alguns meses aqui com você, Lena — Carol disse dando de ombros. Elena olhou-a confusa e questionou:
– Mas porque?
– Porque você precisa de mim Elena... Então eu decidi vir ficar com você. — Caroline explicou com naturalidade. A morena sorriu um pouco e sentou-se ao lado da melhor amiga:
– Você é a melhor amiga que alguém poderia ter. Obrigada.
– Não precisa me agradecer, Lena. — Caroline disse dando de ombros. — Agora me conte tudo! Tem tanta coisa que não sei! — A loira começou a quicar no sofá diante da expectativa do que estava por vir. Elena começou a rir da atitude da melhor amiga, que apenas lançou-lhe um olhar furioso: — Conte logo, quero saber porque você voltou para os Estados Unidos.
– Bem... Na verdade eu voltei graças a um paciente... Ele é um major do Exército e eu não possuía o equipamento necessário para tratá-lo lá, por isso tivemos que voltar para cá — Elena disse dando de ombros.
– Fico tão feliz por você ter voltado, Lena! Nossa, eu senti sua falta amiga!
Elena apenas sorriu em agradecimento. Ela não sabia muito bem o que deveria dizer, mas sempre seria grata a Caroline por tudo o que ela estava fazendo. A morena não sabia o que seria dela sem sua melhor amiga.
– Elena... Caso você queira conversar, saiba que estou aqui — a loira disse com a expressão séria. Elena respirou fundo e murmurou:
–Obrigada, amiga. Agora eu preciso dormir — Elena disse levantando-se e sorrindo para a amiga. — Como você sabe, há dois quartos de hóspede aqui, escolha um deles. Boa noite.
– Boa noite, Elena. — Caroline disse suspirando pesadamente. Elena fechou a porta do quarto atrás de si e respirou fundo algumas vezes antes de tirar suas roupas e caminhar em direção ao banheiro. A garota abriu o chuveiro e sorriu ao sentir a água quente cair sobre seu corpo, relaxando sua musculatura.
O som da água era tranquilizante, deixava a garota completamente entorpecida. Ela fechou os olhos e estremeceu ao pensar no que havia dito a Damon mais cedo naquele mesmo dia. Ela se sentia péssima pelo o que havia feito e sabia que precisava se redimir com o rapaz, por mais que detestasse admitir, sabia que havia cometido um erro.
Elena saiu do banho depois de ficar lá por longos vinte minutos. A garota respirou fundo e colocou uma camisola qualquer e deitou-se na cama logo em seguida, a jovem estava tão cansada que pegou no sono rapidamente.
No dia seguinte, a garota despertou com o som da chuva batendo contra sua janela. Elena virou-se na cama e quase pulou da cama ao perceber que havia dormido por quase doze horas. Ela levantou da cama rapidamente e correu em direção a seu guarda — roupas, pegando a primeira roupa que apareceu na sua frente. Ela se arrumou rapidamente e pegou uma carona com Caroline, que estava indo para seu estúdio de moda, que ficava no mesmo sentido do hospital onde a morena trabalhava.
Elena entrou no hospital correndo. Ela jamais havia chegado atrasada ao trabalho, sentia-se péssima por causa disso. A garota invadiu o quarto de Damon completamente ofegante, fazendo-o encará-la com o cenho franzido.
– Desculpe por ter entrado assim, é que eu preciso dar sua injeção e lhe avisar que logo você irá conseguir sua alta — Elena sorriu para o rapaz ao conseguir recuperar seu folego. Damon abriu um sorriso torto para a morena mas não disse nada, apenas ficou esperando que Elena se movesse, entretanto, a garota não conseguia parar de encará-lo, e sequer sabia a razão por isso. Elena balançou a cabeça para se concentrar e pegou o remédio que deveria aplicar em Damon.
– Pronto — ela disse depois de aplicar a injeção no rapaz. — Como você está se sentindo hoje? — A jovem perguntou educadamente. Damon revirou os olhos e disse, dando de ombros:
– Estou bem... Quando terei minha alta? — Ele questionou encarando Elena, que ajeitou timidamente uma mecha de seu cabelo atrás da orelha.
– Se tudo der certo, creio que você tenha alta no final de semana, contanto que não fique levantando e fazendo esforço. — Ela adicionou sorrindo ironicamente. Damon bufou e disse, áspero:
– Tudo bem. Você pode pegar minha carteira, por favor? — Elena obedeceu e entregou à ele a carteira. — Está esperando o que para sair do quarto? — Damon bradou fazendo com que a jovem tremesse. Elena respirou fundo e retirou-se do quarto em silêncio.
Damon abriu a carteira e pegou a foto Polaroid de seu irmão. Ele havia tirado aquela foto quando Stefan ainda era pequeno, e a guardava dentro da carteira para lembrar-se do rosto de seu irmão. Damon respirou fundo e pegou o telefone ao seu lado, após discar o número tudo o que Damon pôde ouvir fora isso:
"Olá, aqui é o Stefan, eu não posso atender agora, espere o "bipe" para deixar seu recado".
Damon nunca teve a força necessária para cancelar a conta da operadora de Stefan. Ele sempre precisou da voz suave de seu irmão nos momentos difíceis de sua vida. E, novamente, ele discou o mesmo número, recebendo como resposta a mesma mensagem. Ele sentia sua garganta fechar, enquanto seus olhos ardiam, mas ao mesmo tempo, Damon sentia-se aliviado por finalmente poder ouvir a voz de seu irmão.
Depois de ligar cerca de cinco vezes para o celular de Stefan, o rapaz finalmente desligou o celular, jogando-o sobre e cama. Ele sentia o torpor misturar-se a seu sangue, correndo por suas veias, causando nele uma sensação maravilhosa. Ele encostou sua cabeça no travesseiro, lembrando de todos momentos que viveu ao lado de Stefan:
– Dam! — Stefan disse puxando a blusa do mais velho nervosamente.
– O que foi Stef? — Damon questionou virando-se na cama e bocejando.
– Eu tive um pesadelo, posso dormir aqui com você? — Stefan pediu fazendo um bico enorme. Damon sorriu para o pequeno e disse:
– Claro, pode subir — com certa dificuldade Stefan conseguiu subir na cama, deitando ao lado do irmão. Damon afagou os cabelos do menino e começou a cantarolar a canção de ninar predileta do menino, sabendo que ele logo dormiria.
– Pode dormir Stef...
– Mas o monstro vai querer me pegar! — O pequeno disse escondendo seu rosto no peito de Damon, que apenas sorriu e murmurou, como uma espécie de confidência:
– Eu estou aqui para te proteger, nada vai lhe acontecer comigo aqui.
– Você promete?
– Eu prometo Stef, prometo que sempre cuidarei de você e não deixarei que nada de mal lhe aconteça... Eu prometo.
Notas finais
Olá novamente *-------*
Primeiramente, eu gostaria de avisá-los de uma coisa: Quem tem alguma música que quer que nós coloquemos é só nos avisar no review que daremos um jeito de inclui-la *-*
Segundo, não sei se esse capítulo ficou muito bom mas decidi postá-lo graças a minha demora, mas me digam se vocês acham que há algo que deva ser melhorado okay?
Terceiro, OITO RECOMENDAÇÕES *O*
Nossa, eu nem sei o que dizer, acho que terei um treco aqui, de verdade '-'
Vocês são os melhores leitores do planeta! Muito obrigada por tudo! Seus lindjos :3
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