Notas iniciais
Oi galerinha! Demoramos não é mesmo? Pois é, sentimos muito pelo atraso mas eu a Gabi, mesmo estando de férias, tivemos várias coisas para fazer.
Eu tive que ler um livro para o colégio e tive o curso do Inglês já que optei por fazer o módulo completo no mês de Julho e isso impossibilitou minhas postagens, aí quando o curso finalmente deu uma aliviada meu PC foi infectado e eu tive que mandá-lo para o conserto, ou seja, fiquei sem PC durante duas semanas. Agora que ele está de volta e nem posso usá-lo graças ao bendito inglês ù_ú
Mas enfim, vou deixar vocês lerem porque né, já tá na hora shausahsuash
Mais uma coisa, a Gabi escreveu 92% do capítulo, eu apenas fiz algumas modificações e escrevi algo mais no final okay?
> LEIAM AS NOTAS FINAIS!

I shot for the sky
I'm stuck on the ground
So why do I try?
I know I'm gonna fall down.
I thought I could fly
So why did I drown?
I'll never know why
Its coming down, down

Down — Jason Walker ft. Molly Reed

***

– Oh meu Deus! O segundo avião acaba da chocar-se contra a torre norte! – O som que vinha da TV, fez Elena parar imediatamente o que estava fazendo. A colher com cereal suspensa no ar. Torre norte... Oh meu Deus! Ofegou com a constatação.

Antes que pudesse realmente processar suas ações, levantou-se num pulo derrubando tudo em seu caminho. Chegou ao telefone, rapidamente discando o número mais que conhecido. Chamou duas vezes antes que alguém a atendesse.

– Residência dos Mikaelson. – Elena mal pode reconhecer a voz da governanta.

– Sra. Morrison, aqui é Elena. Posso falar com Esther? – Ela estava angustiada e esperou mais do que ansiosa até que sua sogra atendesse o telefone.

– Elena. – A voz chorosa de Esther fora o estopim de sua tormenta. Lágrimas banharam seu rosto.

– Por favor, me diz que ele não foi trabalhar. – Sua voz não passava de um mero sussurro estrangulado.

– Ele não me ouviu, Elena. – Um soluço alto foi ouvido e uma dor forte cortou seu peito. Era definitivo, seu Kol não voltaria para casa naquele dia. Não voltaria nunca mais.

Na noite anterior, Kol preferira ficar na casa de seus pais, depois do jantar de aniversário dedicado a sua irmã mais nova, Rebekah. Elena chegaria tarde do hospital, não conseguira trocar o plantão – e ainda ter o dia seguinte de folga – para acompanhá-lo.

Elena tratou de secar as lágrimas. Mais memórias. Elas permaneciam ali, enterradas, mas ali. Sempre voltavam juntamente com toda a dor. Mesmo tendo se passado muitos meses, a dor continuava a mesma. A ferida permanecia aberta e não sabia se algum dia cicatrizaria. Ninguém jamais substituiria seu amado Kol, e não, na verdade, não queria.

Veio à tona de seus pensamentos com o toque do telefone. Engoliu o nó em sua garganta antes que pudesse atender.

– Alô? – Perguntou com a voz ainda embargada.

– Poderia de falar com a Dra. Elena Gilbert? – Uma mulher respondeu. Elena tentou reconhecer a voz, mas não conseguiu.

– Sou eu, quem fala? – Sua voz soava mais calma e ainda assim temerosa.

– Sou representante do Monetary Bank Of New York, tenho que informá-la de que os pagamentos do aluguel de seu apartamento estão atrasados. – O ar fugiu de seus pulmões.

– Não, não pode ser. – Isso era impossível! Uma das partes boas de se fazer voluntariado na guerra era receber auxilio do governo, tanto para família como em suas despesas. – Eu tenho certeza que deve ter ocorrido algum erro.

– Não há erro, senhorita. – Elena respirou fundo tentando controlar as lagrimas. Isso nunca iria acabar? Desde que Kol morrera sua vida se resumia em problema sobre problema. – Compareça ao banco para regularizar sua situação em até 48 horas. Obrigado por sua atenção e tenha um bom dia. – Elena bufou com indignação quando a atendente desligou sem esperar sua resposta. Ter um bom dia? Com uma noticia dessa é um tanto difícil! Pensou.

Distraidamente passou os olhos pelo relógio e constatou que ainda daria tempo de ir ao banco antes de entrar no hospital.

Correu para o quarto com a intenção de arrumar-se. Por alguma razão inexplicável, sentia vontade de vestir algo bonito. Era como se pudesse prever que sua vida mudaria a partir daquele dia. Tirou de seu armário um vestido branco com pequenas flores cor de rosa. Como amava usar aquele vestido. Em épocas mais felizes, aquele era o seu preferido.Ótimo, é disso que eu preciso... Algo que me faça lembrar da época em que não havia problemas e tudo era um mar de rosas. Elena pensou.

Jogou o vestido sobre a cama, escolheu um conjunto de lingerie e um par de sandálias de salto de cor nude que não estavam ali há um dia atrás, assim como outros três pares de sapatos e outros cinco vestidos. Só havia uma resposta para o súbito aumento de seu guarda-roupa: Caroline.

Pela primeira vez em muito tempo, Elena tomou banho cantarolando. Secret Garden era uma de suas músicas preferidas de um de seus cantores preferidos. Aprendera, com sua mãe, a gostar de Bruce Springsteen. Era o amor platônico de Miranda.

Ao sair do banho, vestiu-se rapidamente. Encontrou uma grande quantidade de maquiagem em cima de sua penteadeira, que, com toda a certeza, era obra de Caroline. Com grande surpresa, percebeu que estava cansada de olhar-se no espelho e ver as grandes e profundas olheiras adornarem seu rosto. Maquiou-se de forma a mostrar sua beleza natural e esconder suas olheiras.

Escolheu uma bolsa e colocou seu jaleco dentro dela. Pegou as chaves de casa e saiu trancando o apartamento. Fez sinal para um taxi que, milagrosamente, parou de primeira. Deu o endereço do banco e em menos de quinze minutos descia em frente a ele. Pagou o taxi e entrou no banco.

Após muitas conversas e tentativas de negociações, Elena sentia-se frustrada ao voltar para o hospital. Nunca pensara que fazer um acordo seria tão difícil. Não sabia de onde tiraria tanto dinheiro para pagar os meses de aluguel atrasado. Talvez devesse ir até a junta militar e descobrir o que houve. Claro, um outro dia, ou se atrasaria para dar a medicação a Damon.

Damon estava deitado olhando para o teto. Sentia-se impaciente, odiava ficar parado, era como se estivesse inválido. Queria voltar a sua rotina. Mas sabia que havia muitas coisas para serem feitas antes disso. Suspirou pesadamente. Os médicos foram obrigados a imobilizar todo o lado direito de seu corpo, para que ele não rompesse a sutura do ferimento. Tentava concentrar-se em qualquer outra coisa que não fosse o incomodo em seu ombro.

De repente, a porta do quarto se abriu num rompante e Elena Gilbert passou por ela. Estava diferente. Parecia mais cheia de vida e determinação, mesmo que ainda pudesse ver que havia algo que a entristecia.

– Bom dia, Sr. Salvatore. Como se sente hoje? – Elena lhe olhou sorrindo brilhantemente. Por alguns segundos não soube o que responder. O raro sorriso da doutora o pegou desprevenido.

– Incomodado. Isso coça. – Reclamou de forma que fez Elena imaginar um garoto birrento.

– Bom, não posso fazer nada quanto a isso. – Ela dá de ombros. – Me refiro a dor. Sentiu algo durante a noite? – Ele nega com a cabeça. – Bom, então vamos começar com a medicação em capsulas, tudo bem? – Damon assente. – Volto em alguns minutos. – Elena deu as costas para ele. Um movimento que fizera seu vestido mexer-se e chamar a atenção do Major. Bom, ela tem belas pernas. Pensou com um sorriso malicioso. Droga, Damon, pare de admirar as pernas da mulher que você prometeu infernizar!

Damon se remexe desconfortável e nota um pequeno papel caído próximo aos pés da cama. Curioso, levantou-se vagarosamente e com muito cuidado abaixou-se para pegar o papel. Voltou para sua cama deitando-se outra vez. Analisou a imagem com o cenho franzido. Uma foto da Dra. Gilbert sorrindo largamente ao lado de um homem moreno de olhos verdes. Ela parecia tão descontraída e alegre. Diferente da mulher estressada e mandona que conhecera há alguns dias. Ele vira a foto e lê o que fora escrito atrás.

“Prometo te amar e te fazer feliz por todos os dias da sua vida...

Casa comigo?

Com amor,

Kol Mikaelson”.

Seus olhos se arregalaram com o choque. A Dra. Gilbert é casada? Era a pergunta que se passava em sua mente. Porque tinha a impressão que conhecia aquele homem de algum lugar?

No mesmo instante a porta se abriu e Elena passou por ela trazendo uma bandeja com quatro copinhos. O sorriso dela morreu ao vê-lo segurando sua foto.

– Onde conseguiu isso? – Sua voz soou fria. Muito diferente de minutos atrás.

– Estava no chão. Então, a Dra. Turrona é casada? Quem diria que alguém a aguenta. – Damon sorri debochadamente. O corpo de Elena ficou tenso e seus olhos lacrimejaram.

– Devolva, isso não te pertence. – Ela pede num sussurro. Sua garganta se fechou por conta das lágrimas. Com movimentos rápidos, Elena arranca a foto das mãos do moreno. Damon apenas sorriu com a atitude da garota a sua frente.

– Oh, então ele te deixou, não é?

– Não, ele não me deixou, major. – Sua voz soou ácida e ao mesmo tempo quebradiça. – Ele... Ele... – Damon nunca a vira tão frágil e nunca poderia imaginar o que estava por vir – Ele morreu. – Ao mesmo tempo em que Elena tentava conter um soluço os olhos de Damon arregalaram-se outra vez. Nunca, em todos os seus quase trinta anos poderia estar preparado para ouvir aquilo. – Ele morreu no atentado ao World Trade Center. Assim como seu irmão. – Por alguns segundos Damon segurou a respiração. Droga, ele deveria infernizar a doutora, queria que ela estivesse nervosa, não queria vê-la se debulhar em lágrimas.

– Eu... Eu sinto muito... – Ele murmura se sentindo culpado.

– Eu sei o quanto sente. Estamos quites agora, não é? – Ela sorri sarcasticamente. – Tome seus medicamentos. – Ela lhe entregou os copinhos e após certificar-se de que havia tomado, deixou a sala.

O bipe de Elena apitou. “Venha à sala de reuniões” piscava na tela. Elena andou apressadamente pelos corredores enquanto sacava as lágrimas. Quando chegou ao primeiro andar, já havia se recomposto. Bateu na porta duas vezes e esperou.

– Entre. – Sam, o encarregado, respondeu. Sam não estava sozinho. Um homem moreno de olhos azuis trajando uma farda com muitas medalhas penduradas em seu peito estava sentado em uma das cadeiras da grande mesa. – Sente-se. – Elena fez o que lhe foi pedido e esperou em silencio. – Elena Gilbert, esse é o General Principal Alaric Saltzman. Ele é o comandante da brigada do Major Salvatore. – Sam fez as devidas apresentações em seguida retirando-se da sala por ser chamado no autofalante.

– Então... – Elena rompeu o silêncio que se instalou. O olhar intenso do General a deixava desconcertada. Nunca soube lidar com olhares extra.

– Dra. Gilbert, tenho que lhe dizer que ouvi coisas excelentes ao seu respeito. Tanto aqui no hospital como nos postos de socorro. Notas extraordinárias durante a graduação e ao invés de uma residência comum em um hospital, resolveu fazer residência na guerra, ajudando os outros. Alguma razão em especial para isso? – Droga, será que não poderia passar nem um único dia sem ter que lembrar-se do porque ir para a guerra? A dor em seu peito não era o suficiente?

– Minha utopia sempre fora ajudar os mais necessitados e eu vi na guerra uma oportunidade de realizá-la. – Sua voz estava murcha, sem emoção. Não conseguia deixar de pensar que havia algo de muito errado na súbita aparição do superior do major.

– Um sonho muito nobre, devo dizer. – Ele estava debochando dela? – E suponho que o fato de seu noivo ter morrido em um dos ataques de onze de setembro tenham influenciado, não é? – Elena comprimiu os lábios e respirou profundamente.

Não choraria ali, já se humilhara demais em frente a Damon, não faria isso outra vez em frente ao General Saltzman. Então, sem poder responder, Elena apenas sacodiu a cabeça afirmativamente.

– Bom, cada um lida com a dor de uma forma diferente — ele deu de ombros com descaso. – Tenho uma proposta para a senhorita. – Elena esperou que continuasse sem proferir nenhuma palavra. — Como pode perceber, o major não é a pessoa mais fácil de lidar. – Ela sorri com ironia. – Ele sairá do hospital em alguns dias e precisará de repouso, mas já foi descoberto que isso não será possível sem supervisão. Então lhe proponho que cuide dele enquanto o tratamento médico durar. – Elena estava pronta para recusar no segundo em que ele terminara de falar. – E te recompensaremos com uma grande quantia que será depositada em sua conta todo mês. Isso, é claro, se não recusar. – Ele sorri.

– Deixe-me ver se entendi. O senhor quer que ele more comigo, é isso mesmo? — Ela questionou incrédula. Tudo bem, era uma ótima proposta, mas será que Elena seria capaz de aguentar Damon Salvatore?

– É exatamente isso — o comandante disse com um sorriso no rosto.

– Eu não sei, preciso pensar. – Ela murmura. Aceita o dinheiro para pagar o aluguel e assim continuar com seu apartamento e assim aturar o homem mais irritante que já conhecera ou ser despejada para manter seu orgulho intacto? Ela não sabia exatamente o que deveria fazer, sentia-se confusa. Respirando fundo, a morena murmurou:

– Eu poderia responder isso amanhã?

Alaric a encarou com a expressão séria e disse:

– Tudo bem, amanhã estarei esperando sua resposta.

Elena assentiu e levantou-se rapidamente, sentindo sua cabeça girar com aquele amontoado de informações que lhe apossavam a mente. Ela saiumda sala e caminhou pelos corredores, analisando sua pasta e vendo o que faria no resto do dia. Bem, Damon não precisaria da assistência dela então ela decidiu fazer algo que há tempos não fazia, tirar um folga.

Ela caminhou em direção a sala do diretor do hospital e pediu a ele o resto do dia de folga, o que ele concedeu sem hesitar. Ela saiu correndo do hospital enquanto telefonava para Caroline:

– Alô? — A outra questionou sorrindo.

– Carol, sou eu, Elena. Você está livre agora?

– Estou sim amiga, eu acabei de sair do estúdio. Aconteceu alguma coisa?

– Na verdade, aconteceu sim, você pode ir para a casa para conversarmos?

– Claro, estou indo agora mesmo! — Caroline disse desligando sem sequer despedir-se da amiga. Elena sorriu e chamou um táxi que passava ali no momento. As ruas estavam vazias aquela hora da manhã e Elena não sabia porque Caroline havia saído do estúdio tão cedo, mas preferiu pensar nisso depois. Logo Elena chegou em casa e sorriu ao ver que amiga já esta a lá.

– Então amiga, o que houve? — Caroline questionou sem sequer esperar que Elena dissesse algo. A morena riu e sentiu ao lado da loira, em encarando-a com um sorriso diferente:

– Lembra que eu havia lhe dito que vim para os EUA por causa de um soldado americano?

– Lembro sim.

– Então, o comandante da tropa dele requisitou minha ajuda, pediu que ele ficasse comigo até estar completamente curado.

– Como assim? O que ele quis dizer com ter sua ajuda?

– Basicamente, ele quer que esse soldado venha morar conosco. Acontece que meu banco ligou informando que o aluguel do apartamento não é pago há meses e eu não tenho dinheiro o bastante para pagá-lo.

– E eu também estou no vermelho, o estúdio não está lucrando como antigamente e eu gastei toda minha grana com a reforma do seu apartamento e com meus novos modelistos — Caroline disse sorrindo para a amiga.

– Por isso achei que nossa melhor opção é que ele venha morar aqui, até ele estar completamente curado.

– E quanto tempo leva para ele se curar?

– Três meses no máximo. Mas o exército só vai aceitá-lo de volta quando completar seis meses de repouso — Elena disse com um suspiro pesado. Como ela iria aturar Damon durante seis meses? Ele a deixaria louca antes disso, certamente! Mas ela precisava fazer isso. — Eu vou aceitar.

– Tudo bem — Caroline disse dando de ombros. A loira levantou-se e disse:

– Mas me diga algo de extrema importância, esse tal soldado é bonito? — Havia um sorriso malicioso nos lábios da loira que encarava Elena com um olhar brincalhão.

Ela ficou encarando a amiga por alguns instantes pensando na resposta apropriada para aquela pergunta. Ela sabia que estaria mentindo se dissesse que Damon não era bonito. Ele era realmente lindo, ela precisava admitir isso.

– Sim, ele é muito bonito — a morena assumiu encarando Caroline e mordendo o lábio inferior. Não acreditava que realmente havia assumido aquilo. A loira encarou a amiga com um sorriso diferente e disse:

– Bem, já que nós duas estamos sem fazer nada poderíamos ir ao Shopping assistir a um filme.

– Eu acho uma excelente ideia! Que filme podíamos assistir?

– Now You See Me? — A loira indagou franzindo o cenho. Elena assentiu e levantou-se rapidamente, pegando seu celular e analisando os horários do filme.

– Bem, tem um uma sessão às duas da tarde. Podíamos comprar algumas coisas para casa, almoçar e depois assistir o filme, pode ser?

– Pode sim, eu só vou me arrumar.

Depois de quinze minutos as duas saíram de casa conversando animadamente sobre os últimos acontecimentos de suas vidas.

No hospital, Damon encarava as paredes completamente entediado. Ele balançava seu pé ritmadamente, um clássico sinal de ansiedade enquanto encarava o teto branco do hospital. Sentia-se preso ali, na verdade, sentia-se preso dentro de seu próprio sofrimento, sentia-se completamente perdido.

Todas as vezes que tentava recomeçar sua vida, esquecer seu passado doloroso algo dentro dele o impedia, o impedia de seguir em frente. Ele estava se afogando naquele sofrimento e ninguém seria capaz de salvá-lo...

Notas finais
Oi, voltei ( :
Gostaram do capítulo? Damon indo morar com Elena... Será que isso irá dar certo? o_o
Bem, mais importante que isso é essa crítica que pedi em um site, queria que vocês dessem uma lida e dissessem o que acharam, se vocês concordam com o que ela disse: http://sweet-madness-sm.blogspot.com.br/2013/06/cf-ensina-me-amar-beatriz-gabriele.html
E depois vejam essa: http://www.perfect-design-pd.com/2013/06/critica-de-fanfic-ensina-me-amar.html
E vejam a diferença entre as duas, por favor.
Bem, espero que tenham gostado do capítulo ( :
Não esqueçam de comentar :3