Estúdio de dança: Ritmo

Em uma sala de dança estava cheia de alunos alegres, pois sua professora iria finalmente anuncia quem ira representar o estúdio de dança na competição anual entre os estados.

Amélia. – Bem, o resultado acabou de sair, vai ser posto no mural. Mas antes de tudo, não é por que seu nome está na lista que você não fez o seu melhor, ou que não é bom o suficiente, isso não é verdade, pois cada uma é especial. Essa é uma das muitas razões que os alunos e alunas amam a loirinha.

Depois do anuncio a loira foi direto para o escritório, descansa um pouco, aqueles meses que se passaram, elas se esbarram poucas vezes na cidade, até mesmo quando a loira ia ao haras para passar o final de semana, ela evitava estar no mesmo ambiente que a morena. Ela não iria deixa a tradição que seus pais criaram junto com ela de ir todo fim de semana para o haras com a família, não daria esse gostinho a Mills.a morena não vai mais me ferir.

Quarto do Emma

Emma. – entre Regina. A loira sentia que a morena queria conversa sobre algo já algumas semanas. Porém a morena não dava o braço a torcer.

Regina. – Não há nada, só achei estranha a luz estar acessa à uma hora dessas. Então pensei que havia acontecido algo. Ela nem notou que entrou no quarto. O mesmo era bem organizado e tinha livros empilhados por todos os lugares.

Emma. – Estou sem sono, então resolve ler um pouco. Acabei perdendo a hora. Já falei que pôde fala qualquer coisa, não irei julga-la, só desejo lhe ajuda.

Regina. – Como pode querer isso mesmo depois de tudo que falei e fiz?

Emma. – Simples essa não é você de verdade, pelo menos não totalmente, ela é uma parte sua mais sozinha ela não te faz completa, é isso que tem que ver. Esse é o mecanismo de defesa para não se machucar. Então por essa razão lhe estendo a mão. Basta você esticar o braço, isso não vai lhe torna fraca, e sim forte. Então o que escolhe?

Mills vai até a loira e analisa de perto o rosto alvo tentando ver algum vestígio de falsidade ou qualquer coisa que lhe indique que aquilo será um erro, porém uma voz interior grita para que ela aceite a ajuda da mulher mais alta. Se sentindo derrota enfim agarra a mão delicada e quente.

Emma. – Fico feliz em pode ajuda-la. Puxou a morena dando um abraço quente depositar um delicado beijo na testa da morena. Regina sentiu seu peito se aquecer de tal maneira que não disse nada e saiu do quarto.

O que Regina não notou fora seus pais olhando por uma brecha da porta do quarto deles. Eles não têm ideia o que as meninas conversaram, mas torciam para que fosse algo bom, haviam notado que aos poucos a filha vem deixando à loira se aproxima sem nota.

Cora. – Nossas meninas parecem que finalmente começaram uma amizade, pelo jeito só a Emma para trazer um pouco de luz no mar de trevas em que nossa pequena amazona mergulhou. Abraçada ao marido cora rezou para que de agora em diante as coisas caminhassem para melhor, que um dia a filha caçula se permita ser amada novamente.

Henry. – Sim, minha rainha, ao que tudo indica Emma vai ajuda nossa pequena amazona a volta viver.

Só que ambos não sonhavam como isso iria ocorrer. Que nesse processo dois corações iram entra em conflitos. O que escolher dá voz ao coração ou a razão qual é mais segura, para duas pessoas que já sofreram uma grande desilusão amorosa?

—-------------------------------------//--------------------------------------[

Encostada na porta do quarto uma Regina com o coração a mil, tentava entende a reação de um simples a braço e o beijo que havia recebido da loira. Como um simples beijo na testa de forma tão delicada poderia desencadear tantas emoções, seria pelo fato dela ter passado tanto tempo mantendo as pessoas distantes que agora que ela permitir alguém se aproxima algo tão singelo parece ser algo maior? Foi até o banheiro e tomou um banho longo, para tentar por os pensamentos em ordem. Ainda tinha que ter uma conversar com a Amélia, pôr as coisas em pratos limpos. Porém a loira mais baixa não tem dado brecha para tal conversar. E muito menos sua esposa. Algo que ela nunca imaginou sua melhor amiga casada com uma mulher. Pelo que ouviu e viu, a mesma é muito feliz no casamento o que é mais importante.

A morena se afundou na banheira, tantas coisas mudaram todos aqueles que ela havia abandonado, seguiram com a vida da melhor forma possível, menos ela, o que de fato ela construiu em dez anos? Uma carreira exemplar cheia de vitórias, sem ninguém parar compartilhar. Só a solidão, amargura, raiva e dor, essas foram suas companhias na última década. Qual deprimente ela foi sem nota, perdeu tantas coisas, por anda. No fim não conseguiu cura as feridas. Será possível conserta as coisas? Lá no fundo era o que seu coração mais desejava.

Os dias iam passando e mais um fim de semana em que a Amélia e sua família iam para o haras. Seria a primeira vez em que a Mills iria tentar uma aproximação com a loirinha. Ela viu ao longe quando a mesma saiu do carro e logo em seguida uma criança loira sair correndo em direção a casa. O que deixou a morena surpresa. Bem a pesar dela estar de volta há seis meses ela tem evitado a velha ex melhor amiga a todo custo. Logo em seguida viu a criança correr e se jogar nos braços da Emma, que o recebeu com todo carinho do mundo.

Ela se encheu de coragem e foi até onde estavam. Ela então viu uma morena muito alta ao lado da amiga, uma mulher muito bonita, ela lembrava alguém, provavelmente ela deveria conhecer a os pais da morena mais alta. Assim que sua chegada foi notada a morena lhe encarou de forma agressiva e se, pois de forma defensiva na frente da esposa.

Regina. – Boa tarde. A única a responder foi a Swan. Que ainda tinha a criança no colo. Então ela viu que era um garoto. Que não deveria passar de 5 anos.

Emma. – Boa tarde Regina. Pensei que você ainda estaria treinando com equipe. Foi até ela lhe dando o costumeiro beijo na testa. Coisa que agora a loira se habituou a fazer sempre, o que deixava a Mills sem jeito e ao mesmo tempo lhe aquecia o coração.

As outras mulheres olharam de forma meio torta para a cena. Porém nada falaram.

Regina. – Educação mandou lembrança! Falou com sarcasmo.

Emma. – Regina! Esqueceu o que conversamos? A loira lhe falou com tom de advertência.

Bufando a Mills se calou. Então olhou com atenção o garotinho no colo da Emma. Ele tinha cabelos loiros bem claros, semelhante aos da Amélia com a mesma idade. – Ele é seu filho? Perguntou diretamente a velha amiga.

A loira a encarou firmemente. – Olhar ela se lembra dos meros mortais! Mas respondendo sua pergunta, sim, ele é nosso filho. Antes que as coisas ficassem ainda mais tensas. Emma resolveu intervir.

Emma. – Regina esse é Alphonse meu afilhado, para os mais próximos é Al. Diz oi para amiga da dinda meu anjo! Então o garotinho olhou diretamente para Mills, com grandes olhos azuis cor de mar. Um olhar tão doce e meigo. Idênticos aos da mãe. Aquilo trouxe uma enxurrada de lembranças da infância e adolescência feliz que tinha compartilhado com a loirinha.

Regina. – Você é muito fofo sabia? Então lhe sorrio, ganhando em troca um rostinho todo vermelho e um sorriso tímido.

Al. – Obrigado, você também é linda como a dinda tinha dito. e escondeu o rosto na curva do pescoço alvo.

A morena olhou de forma curiosa para a loira que mesmo que ela não enxergue, seu rosto estava indo para todas as direções menos na sua. Aquilo de alguma forma a fez se sente bem, se alguém tão espacial como a Swan conseguiu ver algo de bonito na pessoa que ela é hoje, será possível resgata algo pedaço da antiga Regina. – Bem pequeno, gostaria que ela pudesse enxerga a beleza que ela tem. Vou deixa você e sua família se divertir tenho muita coisa para fazer, foi um prazer conhece-lo, você me lembrar de sua mãe nessa idade. Saiu não era o momento para ter essa conversa, viu que ainda era cedo para Amélia lhe dá a chance de falar. Seria paciente daria o tempo que a velha amiga precisa. Pois agora ela sabia o que a fez volta, desejava recupera todos que tinha perdido quando fugiu feito uma covarde. Emma lhe fez ver tanto e tão pouco tempo. Faria tudo ao seu alcance para recupera seu lugar na vida de todos que abandonou a dez anos, faria por merecer o perdão. Estava decidido.

Emma. – Lhe dê uma chance Mel, não precisa hoje ou daqui um mês, só lhe permita corrigir os erros. Sei que lá no fundo está feliz que ela tenha voltado. Abraçou a amiga que estava olhando o sol se por perto da piscina.

Amélia. – Sabe que ódio o fato de você está certa quase que todo tempo! Porém ainda é cedo demais.

Emma. – Só não deixe a oportunidade passar. Agora se anime vamos comer!

Amélia. – Quando você não tem fome Emma?

Emma. – Nossa, nem é tanto assim. Assim as duas foram para o casarão. Tudo tem seu tempo.