Notas iniciais
Feliz 2018!! :D

Depois de meses de espera finalmente trovão estará ao seu lado novamente, ele tinha se ferido no pequeno incêndio que acorreu nos estábulos. E devido a idade do mesmo, levou mais tempo para estar cem por cento para fazer uma viagem tão longa. Ela não aquentou a espera e foi até a cidade. Logo que estacionou a caminhonete pelo retrovisor viu Swan abraçada um homem moreno e alto do outro lado da avenida. Eles conversaram mais um pouco, logo em seguida o homem foi embora. A loira seguiu seu caminho, ela não sabia a razão de ter ficado incomodada com aquela interação.

Seguiu seu caminho até a cafeteria ali perto para espera o comboio que estaria trazendo seu fiel amigo. Depois de uma longa espera finalmente equipe chegou logo, verificou se ele estava bem, seguiram para o Haras. O cavalo estranhou seu novo lar, levaria um tempo para se habituar por essa razão a morena daria a ordem que só ela iria cuidar do cavalo, para evitar qualquer acidente com os funcionários, pois ele era bem marisco com gente desconhecida e já machucou um tratador do outro haras na Inglaterra, era melhor evitar acidentes.

Duas semanas depois

Regina tinha acabado de terminar o treino com equipe. Eles vinham demonstrando um compromisso com os treinos que a deixava contende. Ela via um belo futuro para eles. Dá uma olhada em trovão, quem saber da uma volta com ele. Assim que entrou nos estábulos ficou paralisada, pois um rapaz tentava tira trovão da baia, ele começou a empinar nas patas traseiras, o rapaz não era forte o bastante para conter um cavalo daquele porte, então o garoto foi ao chão e acabou soltando a corda e o cavalo não reconheceu o lugar não parou saiu em disparada pelo lado oposto. Mills que já estava com o rosto pálido do susto, perdeu a cor quando viu a Swan sair da penúltima baia, ela gritou, mas era tarde. Seu cavalo bateu com toda a força assim arremessando a loira longe. Suas pernas enfim descongelaram e correu para perto da loira.

Regina. – Emma! A loira estava inconsciente e então ela viu um corte profundo na lateral da cabeça, pois o cabelo dourado começou a se tingir de vermelho. Aquilo lhe assustou. Pesando rápido verificou se ela tinha alguma fratura exposta, não encontrou nenhuma pegou a loira no colo, ficou surpresa de ter conseguido. Já que a loira era mais alta que ela pensou que fosse um pouco mais pesada. Quando virou encontro o rapaz perto dela, lhe lançou um olhar mortal para o mesmo.

Luiz.- Regina o aconteceu, vi de longe trovão em disparada, aí meu deus o houve? Assustou-se com estado da Emma.

Regina. — Dei ordens precisas que ninguém além de mim, cuidaria do trovão, pois ele é bem arisco com pessoas estranhas, e esse moleque não obedeceu às ordens e agora uma pessoa se machucou, tente conter trovão, vou leva a Emma para o hospital, você garoto não pense que iremos ter uma conversar seria depois.

Luiz. — Fique aqui vou passar um chamado pelo rádio para trazerem o carro, quanto menos movê-la será melhor. Tudo aconteceu rápido com ajuda de Luiz conseguiu colocar a loira no banco de trás. Ela acabou indo junto com a Swan, para contínua a estancar o sangue, e Luiz foi dirigindo. Sua camisa já estava encharcada com o sangue a loira. Aquilo estava deixando mais preocupada. Finalmente eles avistaram o hospital e soltaram a respiração.

Três horas depois e nenhuma noticia da Emma, os dois já não conseguiam fica sentados. No fim do corredor uma loira vem na direção deles como um foguete e agarrou o braço do homem.

Dra.- O que aconteceu com ela? Fala-me logo homem de Deus. Era claro a angústia no rosto alvo.

Luiz.- Ela estava nos estábulos e um dos cavalos se assustou e saiu em disparada e acabou trombando nela. Regina estava na hora e a ajudou a trazê-la ao hospital.

Então a loira a olhou de forma estranha, seu rosto que expressava preocupação se tornou raivoso. Ela foi com tudo para cima da mulher mais baixar. – Como uma irresponsável como você trabalhar para o Henry? Se alguma coisa de ruim acontecer a Emma, vou acaba com sua raça. O ar ficou tão tenso que daria para corta com uma faca.

Regina.- Quem você pensar que é para falar assim comigo palmito de dois metros.

Elsa.- Olhar aqui pintor de rodapé...

Dr.Willian.- Chegar! Dra. Elsa, que modos são esses, lembre-se ainda estamos em um hospital, sei que se preocupa com a Emma, mas isso não lhe dá direito de fica gritando no corredor dessa forma, isso vale para senhorita também, então tiro o sorriso do rosto.

A morena ficou com o rosto ainda mais fechado que antes, quem aquele loiro de farmácia pensar que é. – Olha como falar comigo.

Dr.Willian. – Veja bem senhorita, você estar no meu hospital, onde o ambiente já deixa claro que se teve fazer silencio, não é lugar para fica brigando como duas crianças mimadas. Luiz você poderia chamar a Cora, pois liguei para fazenda Esperança e me avisaram que Milena viajou as presas para NY. Preciso fala com alguém que seja responsável pela Emma.

Regina. – poderia me dizer como ela estar.

Elsa.- Até parece foi por sua culpa que ela estar aqui, pode me falar Willian.

Regina.- Por que ele lhe diria algo assim, nem da família da Emma você é.

Elsa.- Sou quase da família sim, pois a conheço a um bom tempo e somos amigas.

Regina por alguma razão estranhou a forma nervosa que a loira falou.- Isso não diz nada, somos colegas de trabalho..

Dr.Willian. – Já chega! Elsa vá fica com a Emma, ela acordou durante o exame e ficou muito agitada, precisei dar um calmante e agora ela estar dormindo, mas não deve demora a acordar, seria bom ter um rosto amigo por perto. Você jovem, pelo jeito é nova na cidade, porém a Elsa de fato é amiga da paciente e como médico da mesma sou eu que decido quem vai entra ou não no quarto. Só irei falar com os responsáveis legais dela, que será a Milena ou o Sr. e Sra. Mills. Luiz assim que Cora chegar peça que ela vá até meu consultório, pois vi que estava faltando um exame da Emma. Logo saiu deixando uma Regina furiosa para trás.

Regina.- Espera um pouco, Luiz porque o doutor disse que só diria alguma coisa a respeito do estado Emma para meus pais, geralmente só familiares tem essa informação, por mais que eles se amem como se fosse de fato da mesma família ainda sim, não são. Ela viu ele fica meio desconfortável com a pergunta.

Luiz.- Bem..

Nesse momento Cora adentra no corredor, assim que avista o dois vai de encontro a eles. – O que aconteceu? Ela estava muito nervosa.

Regina.- Ela estava nos estábulos, quando trovão fugiu assustado e acabou jugado-a longe quando trombou nela. Viu sua mãe fica branca como uma vela.

Cora. – Ela bateu a cabeça?

Regina.- Sim, e cortou a lateral esquerda. Se cora já estava nervosa o seu nível de nervosismo multiplicou por mil. Ela saiu praticamente correndo atrás do médico.

Regina.- Alguém poderia dizer o que da acontecendo aqui? Porém não obteve resposta. Uma hora depois Ruby e Amélia se juntaram a eles. Elas não dirigiram a palavra a ela, logo uma enfermeira os chamou, mesmo que ela não tenha sido chamada, foi junto, pois estava tão preocupada com a loira quando os demais.

No quarto estavam o médico que conversa com sua mãe que não tirava o olho da Swan, que ainda dormia, e a loira abusada estava sentada ao lado do leito e segurava a mão da Emma e fazia carinho nela.

Ruby foi para o leito como furação abraçando a amiga com força. — Não me assuste assim loirão. Ela recebeu um afago fraco da Swan. Pois ela ainda estava sobre efeito do calmante.

Emma.- Não foi nada demais loba, lembre vaso ruim não quebra fácil assim.

Cora.- Mi carino, não fale assim, todos que te amam ficaram assustados, não queremos que nada daquela volta acontecer.

Ela ouviu a loira suspira longamente, e vira o rosto para janela. Ela parecia muito abatida.

Regina.- Você não deveria estar lá, pelo menos não sozinha Swan, poderia ter sido pior. Ela se aproximou da cama. Então a loira virou na sua direção e ela ficou em choque, pois um par de esmeraldas brilhantes lhe encarava de volta.

Emma.- Claro a culpa é minha senhorita Mills, por tentar ser menos inútil ou tentar não ser um fardo para os outros. A morena estava presa naquele mar verdejante que não prestou atenção nas palavras da Emma.

Emma entendeu o silencio da Mills como se ela tivesse concordado com suas palavras. Ela mas uma vez se sentiu como no dia que acordou no hospital, uma inútil será que sua família tinha razão que ela não passava de um fardo para se carregar. – Quero fica sozinha. Sua voz saiu baixar e rouca.

Ruby.- Nada disso, a única pessoa que tem que sair é a idiota da Mills. Só ai a Mills voltou a si.

Emma.- Quero fica sozinha Ruby. Seu tom mudou.

Ele soou estranho para Regina, pois desde que a conheceu nunca tinha a ouvido falar com um tom mais alto. – Seria melhor alguém fica com você, a bancado foi feia..

Emma.- CHEGAR! Todos se assustaram com o grito. – Parem de me tratar como se eu fosse de vidro, que ao menor empaqueto se quebra. Não sou mais criança! Quero fica só, quero todos fora! Ela gritava a plenos pulmões. Regina era a que mais estava assustada com a reação explosiva da Swan. Os demais só suspiraram profundamente, pois eles sabiam que eram os fantasmas do passado batendo a porta e trazendo sentimentos ruins. O clima ficou ainda mais tenso quando notaram que ela sangrava pelo nariz.

Dr.Willian. – Melhor saírem, ela não pode passar por mais estresse. Todos concordaram e saíram.

Ruby. – Está feliz Mills? A morena mais alta emburrou a menor pelo ombro. Ela estava furiosa com a Mills mais jovem.- Mesmo depois de a Emma tentar ajudar ainda vem e falar que a culpa foi dela? Você não sabe a vontade que estou agora de arrebentar sua cara.

Regina.- O quê? Não disse isso! Falei que ela pelo menos quando fosse aos estábulos ir com alguém, é um lugar perigoso para alguém como ela, sem alguém para lhe guia para evita algo do tipo. Sei que ela é bem independente, não quero dizer o que ela pode ou não fazer, só que é perigoso e fiquei preocupada.

Ruby.- Faça-me rir, você preocupada com alguém é a pior piada, torça para nada de pior acontecer com a Emma, porque se não vou fazer da sua vida um inferno.

Regina.- Quem você acha que é para me ameaça desse jeito, você não tem esse direito. As duas estavam a ponto de pular no pescoço da outra.

Cora.- Chegar! O importante que ela está fora de perigo, mas por vias da dúvidas, ela ficara em observação por hoje, já desmarquei meus compromissos na prefeitura, Luiz vá até a fazenda e peça a Lucia uma muda de roupas para Emma. Os demais vão para casa, qualquer coisa aviso. Mesmo contra gosto ruby e Mel foram embora.

Elsa.- Vou mudar meu turno e ficarei de plantão hoje para fica de olho na Emma, até depois Cora. As duas de abraçaram. Antes de sair à loira lançou um olhar atravessado para Regina.

Cora.- Vá embora regina.

A Mills ficou de boca aberta de surpresa. – Como assim?

Suspirando cora olhar bem o rosto da filha. – Olhar a Emma não está no melhor momento, ela não vai deixar ninguém entra lá além dos médicos, pelo menos por hora, não faz sentido você fica aqui, além do mais já falou demais por hoje, fico feliz em saber que vocês estão se aproximando para uma amizade, porém existem coisas a respeito da Emma que você não sabe tais coisas que a machucaram e que ela levou anos para conseguir pelo menos esquecer, para pode seguir em frente, mas há momentos que os fantasmas do passado vem lhe assombra, e ela se isolar de todos até de se mesma isso é perigoso e por tanto fazemos de tudo para que ela não se lembre dessas coisas. Hoje ela foi puxada para lembranças ruins não só pelo acidente, mas também pela sua frase, que pode ter sido verbalizada com intenção de demonstra cuidado e preocupação, infelizmente soou de outra forma para ela.

Regina.- Não tive essa intenção. Olhou uma ultima vez para o quarto onde a loira estava e foi embora. Luiz a esperava. Por uma hora eles não falaram nada.

Luiz. – Não leve a serio o que a Ruby falou, ela é muito protetora com a Emma. As duas e conheceram em um momento da vida que haviam perdido pessoas que elas amam muito. se fortaleceram juntas, são como irmãs. Assim como você tem feridas causadas por pessoas que confiava e amava tanto, a Emma também passou por algo parecido.

Regina.- Só que ela escolheu não deixa isso a transforma em alguém ruim, ou morta por dentro. Ela então olhou pela janela perdida em memorias.

Luiz.- Você não é uma pessoa ruim Mills, só precisa encontra o caminho de volta para casa, se permitir viver de novo, sem amarras do passado, não é tarefa fácil, você não estará sozinha nisso, a não ser que queira, pois a Emma está disposta a lhe ajudar a caminha de volta para casa.

Regina.- Duvido que depois de hoje ela vá olhar na minha cara. O resto da viagem foi em silêncio.

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Milena. – Não vou repetir isso de novo Alec, Miguel será meu representante de agora em diante na empresa, não quero saber se você ou seu pai aceita ou não. Ela não aguenta mais esse discursão sem sentido. – Que seja a primeira e ultima vez que tive que vem aqui para resolver esse tipo de coisa. Lembre-se, tenho mais da metade dessa empresa.

Alec. – Claro, que sempre vai favorecer seus netos favoritos não seria a primeira vez. O moreno estava com o rosto vermelho de tanta raiva. Pois ao ver dele foi desrespeitado na frente dos acionistas.

Miguel. – É melhor fica de boca fechado, você não tem o direito de fala o nome dela, não depois do que fez. Miguel é o filho mais velho de James irmão gêmeo de David pai de Alec e Emma. Ele é uma pessoa que na maior parte do tempo é bastante calmo, mas quando o assunto é a prima qual é tem como uma irmã, ela perde o controle.

Alec.- A pobre Emma, por falar nessa como andar a ceguinha. Falou com deboche.

Miguel. – Hora seu filho da p..

Milena.- Já basta Miguel, ele nunca vai aprender mesmo, não vale pena bate nele. Espero que um dia você veja as coisas de outra forma Alec. Infelizmente você tem muita coisa do seu avô. Esteja avisado se você ou seu pai volta a atrapalhar o trabalho do Miguel aqui na empresa, irei tomar minhas providencias e vocês não iram gosta. Só espero que se acaso a vida fora-lhe ensina algo, seja capaz de aprender, só não espere que a vida vá passar a mão na sua cabeça como seus pais fizeram a vida toda. A vida não costuma ser tão afável.

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Dr.Willian.- notei algo estranho quando foi olhar os exames da Emma do início do ano, para comparar com os de hoje depois da pancada, porém não encontrei a ressonância magnética, e lembro que ela sempre faz o checape completo. Ela sabe que temos que fica de olho. Notou algo estranho nela?

Cora.- Não ela tem estado normal, ela ainda faz terapia com a minha nora, pelo menos duas vezes no mês. Ao menos até o início do ano, ela falou que estava bem, que gostaria de parar, então a Milah não viu problema, mas elas combinaram que pelo menos uma vez a cada dois meses elas se encontrariam para conversar.

Willian.- Não irei discutir isso com ela agora, por que ela se encontra agitada, mas tente descobrir a razão dela não ter feito o exame.

Cora. – Certo, vou até a cantina, sei que ela não deixa ninguém entrar lá agora. Depois da hora do jantar cora foi até o quarto da Emma.

A morena encontrou a loira com o rosto virado para janela, ela não sabia se ela estava ou não acordada. Tirou o, sobretudo e foi até a cama. Vendo que ela já tinha acordado. — Está melhor mi Hija? Não obteve resposta.

Tirou os sapatos e deitou ao lado da loira. Ela não iria falar nada, sabia o que ela precisava naquele momento era colo de mãe, seria isso que daria a sua menina de fios dourados. A loira se aconchegou no peito da Mills, ficou ouvindo o coração batendo de forma ritmada. Então logo de ouviu uma voz mansa cantando uma canção de nina em espanhol. A junção da canção e do cafune que recebia da matriarca da família Mills, ela começou a chorar deforma silenciosa, até que aos poucos foi abrandando até para.

Notas finais
então?