Enlouquecendo O Internato
10 Altas confusões, brigas, tapas e beijos
Notas iniciais
Bem, pelo menos o capítulo ficou grande... '-'
Até mais meus amendoins,
Não esqueçam de comentar, please.
21 de Outubro de 2012, Domingo
TERCEIRA PESSOA POV’S ( Por Alle Stoll com modificações feitas por mim)
Alessandra chegou em casa feliz. Iria rever sua mãe, que ela tanto adorava. Sua mãe, Katy, era uma pessoa maravilhosa, mesmo depois do marido ter as abandonado. A mãe sempre se virou sozinha para cuidar da filha, nunca teve problemas, pois seus pais tinham lhe deixado uma fortuna, e sempre viveram bem. Alle e ela passavam quase todo o tempo juntas, conversando, brincando, rindo, comendo sorvete... Quando Katy a mandou para o internato, disse que era pro seu próprio bem, pois Alessandra tinha acabado de explodir o banheiro de sua ultima escola e tinha sido expulsa.
Quando passou pela porta não encontrou ninguém, o silencio dominava a casa.Achou estranho, pois Katy sempre estava a esperando quando voltava pra casa. Foi até a cozinha e tirou do freezer um grande pote de sorvete de menta, seu favorito, e depois pegou uma barra de chocolate amargo de um dos armários. Sim, ela era estranha, misturava todo o tipo de comida que se podia imaginar.
Ouviu um miado fraco vindo da sala, quase se esquecera de seu gato, Lu.
– Ai Lu, já ta com fome, é? — . Ele era o gato mais faminto que ela já vira. Foi até a geladeira e tirou de lá uma caixa de leite e depois despejou em um prato qualquer e colocou no chão. O gato foi correndo feliz tomar o leite. — Minha mãe vai me matar por usar um prato pra dar leite pra ele — Murmurou pra si mesma.
Ela subiu as escadas com intenção de ir tocar sua bateria, mas quando chegou a porta do seu quarto, viu um bilhete pendurado lá.
Alle tive que sair por causa de uns problemas com seu tio, volto logo.
Beijos, mamãe
Ela revirou os olhos, seu tio vivia dando problemas pra todo mundo, aquele velho bêbado. Quando abriu a porta, deu de cara com seu quarto mais limpo do que o normal. ‘Estranho! ‘ Pensou. ‘Eu nunca arrumo meu quarto, e disse pra ninguém mexer aqui... ‘ Mas logo ela viu o motivo da organização.
– ALLE — Gritou sua melhor amiga enquanto corria em sua direção, lhe dando um abraço apertado.
– Carrie, o que você ta fazendo aqui? – Perguntou, curiosa e ao mesmo tempo feliz, afinal Carrie morava em São Francisco e elas não se viam a três anos.
– Ah, eu e o idiota do Dylan viemos fazer uma visitinha pra você — E apontou pro outro lado do quarto. Parado ali estava Dylan, seu melhor amigo.
– Credo baixinha, que cabelo rosa é esse? — . Perguntou ele fazendo cara de nojo. — Pensei que odiasse rosa — Alle riu e foi o abraçar.
– Eu sei, ainda odeio rosa. Mas e daí? Eu acho engraçado mechas rosas no cabelo! — Exclamou.
– Ah é. Esqueci desse seu velho hábito de usar ou provar coisas que você acha engraçadas — Ele sorriu. Ela deu de ombros.
– Pois é, mas eu to pensando em pintar essas mechas de outra cor, tipo preto, eu amo preto. Dylan e Carrie riram. — Bem, quem quer sorvete? — . Perguntou erguendo o pote de sorvete que ainda segurava.
– Eu quero — Disse Carrie, e tomou o pote dela.
– Eu quero esse chocolate — . Disse Dylan.
– Haha, nem pensar, o chocolate é só meu. Se quiser vá buscar pra você lá em baixo — Ele fez biquinho, mas saiu em direção a porta.
Os três ficaram o resto do dia conversando sobre os três anos que tinham se afastado, desde quando Dylan e Carrie, que são irmãos, tinham ido embora para São Francisco com os pais. Contaram tudo que não tinham tempo de ter conversado por mensagens. E eles ficaram assim durante todo o resto do fim de semana...
DAENA POV’S ( Por Mrs Van Gates com modificações )
Eu estava no meu quarto, sentada em minha cama fazendo meus deveres do colégio. É, dever para o feriado ¬¬ Quando de repente a porta do quarto é aberta de rompante por meu irmão, Jason.
– Você não sabe bater, não? — digo exaltada, me levantando da cama.
– Quieta pirralha! Não grita e muito menos fala nesse tom comigo — ele diz começando a revirar as minhas coisas.
– Para de desarrumar o meu quarto! — eu digo enquanto tento segurá-lo — para com isso, porra!
Ele me dá um empurrão que me faz bater com as costas no guarda-roupa com força, me causando uma dor tremenda. Meus olhos embaçam pelas lágrimas.
– Seu animal! Bruto! — tento gritar, mas minha voz some.
– Calada, já disse — ele diz enquanto continua revirando tudo – Porra, você não tem nada neste quarto que se aproveite.
– O que você quer?
– Nada que te interesse pirralha — ele disse indo até a porta
– Eu te odeio! Se não fosse meu irmão eu preferia que morresse. — Ele solta uma gargalhada e se chega perto de mim, agarrando meus cabelos e os puxando.
– Somos dois. Eu odeio ver essa sua cara de falsa e mesmo assim tenho que conviver com isso todos os dias.
Ele solta meu cabelo e sai a passos pesados do quarto. Eu choro o que tinha preso em mim, por todas as vezes que as nossas brigas acabam da mesma maneira.
TERCEIRA PESSOA POV’S ( Pela Arii com modificações)
Poliana estava no quintal de sua casa, cuidando traquilamente de sua cadelinha, Saphira, até que sua mãe, Miranda ( mais conhecida como Cruela Devill ) ela estava totalmente pronta passar aquele veneno tóxico dela e então fala, com uma voz ríspida:
–Vê se não mata a Saphira , Poliana.
–Eu?Matar a Saphira? você está pirando , por que eu mataria a minha yorkterrier ?
–Vai que você faça a mesma coisa que a senhorita fez quando tinha 10 anos.
–Eu nunca matei ninguém.
–E a sua irmã Annie , você sabe mentir muito bem , aposto que já saiu contando sua versão da história para você ficar injustiçada.
–Não leve o nome da Annie em vão eu nunca matei ela sempre fomos muito amigas , cúmplices fieis.
–Mas você tinha inveja dela.
–Nunca tive inveja da Annie , fazíamos uma boa dupla , apesar de sermos opostos bem distantes o fato dela ser minha irmã gêmea sempre me fazia sentir algo muito melhor dentro de mim.
–Você ficou super feliz quando ela morreu , finalmente você seria a filha predileta ! sempre foi assim a Annie era a anjinha enquanto você era a diabinha , eu preferia que você tivesse morrido no lugar dela , nem ia sentir a maior falta. – Poliana se levantou, com lágrimas ameaçando cair.
–Mãe, você é muito cruel por isso quando me perguntam se eu tenho mãe, eu falo que não porque você não tem coração , tenho esperado muito tempo para falar isso mas eu não aguento mais esse fato de você está sempre me chamando de malvada e falsa , você e o meu pai nunca acreditaram em mim , sempre achavam que eu tinha o demônio no corpo , para ser sincera nenhum de vocês dois acreditou que eu não sou só a garota revoltada , boca suja e sim alguém meiga , doce a única que realmente me conhece aqui é essa aqui a minha Saphira -Falou Poliana enquanto acariciava os pelos de Saphira.
Depois Poli deixou Miranda sozinha e foi brincar com Saphira e enquanto pensava em sua vida, o quanto sofrera por causa dos pais terríveis que tinha e pela falta que Annie lhe fazia, as lágrimas traiçoeiras correram soltas por seu rosto, seus pensamentos voltaram para os últimos acontecimentos: o que a mãe dela havia falado e como a mãe dela podia acusá-la de ter matado Annie , Poliana realmente estava triste. Ela havia percebido que Miranda era apenas um ser amargo , com um coração de pedra venenoso , que nunca deu a chance de Poliana mostrar que ela tem sim um lado meigo e doce.
GABRIELLA POV’S ( Pela liamda da Gaby Payne e editado)
Eu estava dançando e rodopiando pela minha floricultura com rosas vermelhas na mão, enquanto eu tirava uma a uma as pétalas e espalhava pela loja, deixando-as com um ainda mais natural, o cheiro do perfume delicioso da flor se espalhava pela loja. Foi quando ouvi a porta da floricultura e vi Liam Falls entrar junto com meu assistente, Ricardo – o último era meu BFF, por isso, rolava a fofoca de que nós namorávamos, o que era totalmente mentira, pois o Rih ( apelidos *-*) tinha uma namorada linda e totalmente legal, nós só cuidávamos um do outro, apenas amigos e nada mais.
– Oi Gaby — Ricardo se aproximou, e eu, meio desastrada como sou, acabei tropeçando em meus próprios pés e caindo encima dele, o impacto foi tão grande que nós caímos no chão. Ricardo e eu começamos a rir. Olhei para cima, Liam continuava aqui, o que era estranho, nós mal nos falávamos. O que ele estava fazendo na floricultura? Ele não parecia ter gostado muito de nossa cara, pois estava fazendo uma cara muito estranha. Ele se aproximou e me ajudou a levantar.
– Obrigada – murmurei, cabisbaixa, ficando vermelha.
– De nada – sua voz estava estranha, meio ríspida. Ele me arrastou para longe do Rih, que agora estava arrumando alguns vasos de flores nas prateleiras e nós ficamos conversando por um tempo. Percebi que Ricardo se retirou e vi que Sophie ( inventei o nome ok, Gaby? Espero que não se importe) o estava esperando do lado de fora, ela estava rindo. Do que ao certo, eu não sabia.
– Desculpe ser rude, mais o que veio fazer aqui? – perguntei, tímida. Não era lá uma pergunta muito educada.
– Hmmm... eu... eu vim... comprar flores pra minha mãe. É, sabe. Pra fazer uma surpresa a ela. – falou Liam, meio enrolado. Eu sorri, era uma coisa fofa de se fazer. Ele olhou ao redor e pegou algumas rosas brancas, eu fui até o balcão e fiz um buquê bem arrumado, lhe entregando em seguida.
– Nossa, essas são as minhas flores preferidas – comentei. Liam então deu um extenso sorriso.
– Que bom, então, são pra você – Ele disse e me estendeu o buquê. O peguei, boquiaberta.
– Mais não eram pra sua mãe...? – perguntei, confusa.
– Não, boba. Aquilo foi só uma desculpa. Eu vim aqui para ver você. Eu sou apaixonado pro você, Gabriella, desde a primeira vez que eu te vi – murmurou ele, com uma voz extremamente romântica, ele se aproximou ainda mais de mim e me beijou. E nesse momento, poderia acontecer a Terceira Guerra Mundial e eu não ia nem notar...
TERCEIRA PESSOA POV’S ( Por Giovanna Marques, com modificações)
Santana tinha acabado de chegar em casa.
Sua mãe estava na consulta com a psicóloga,ela ainda não tinha superado a morte do marido e do filho, mais já tinha melhorado muito a ponto de poder ir sozinha para sua consulta.
Sant aproveitou para sair um pouco, estava um dia lindo. Pegou seu inseparável caderno de desenho, alguns lápis e foi para o parque perto de sua casa. Sentou-se em um dos bancos de lá e começou a desenhar tudo que achava interessante, aos poucos os rábicos foram se transformando em desenhos, copias perfeitas do objeto original. Estava tão distraída que não viu a chegada de um garoto que se sentou ao seu lado.
– Você nunca muda não é mesmo?- ele falou, Santana virou-se, aquela voz era extremamente familiar.
– Alex!- ela gritou largando o caderno e abraçando um de seus únicos amigos na cidade.
– Quanto tempo hein, Sant? – Alex falou a observando — Não te vejo há dois anos. Nossa, você mudou muito!
– É verdade, você também mudou. Ah, como vai Kat?- perguntou Santana, Kat era sua melhor amigo.
– Bem está vindo para cá agora – ele deu de ombros.
Ela tinha uma queda por Alex quando mais nova, isso acabou causando muita briga entre ela e Kat, que também gostava dele.
Enquanto esperavam por Kat, eles acabaram conversando durante o resto do dia inteiro, Kat ligou avisando que não poderia vir, mas disse que obrigaria Sant a ir fazê-la uma visita antes de ela voltar para o Internato. No final das contas eles relembraram os velhos tempos, contaram de suas novas vida um pro outro entre outros. Quando já era noite foram numa sorveteria, numa não, na sorveteria que aconteceu o primeiro beijo de Sant, o beijo que nunca deveria ter acontecido entre ela e Alex.
TERCEIRA PESSOA ( Por Hector Carvalho, modificações)
Hector esta com alguns amigos na pista, sim, vocês leram bem, no meio da pista, pode até parecer idiotice, mais eles estavam fazendo uma séria aposta de quem pulava mais alto. Até que uma cara, que eles nunca tinham visto, chega de repente e bate na porta da casa de uma amiga, sim tem uma menina no meio do ‘bando’, Eliza. Hector e companhia interrompem a “ séria competição” e se escondem perto da janela, e acabam vendo coisas que eles não queriam, mais em resumo, eles descobrem que era com esse “carinha” que a mãe de Eliza, traia o esposo. Após esta, muito traumatizante, descoberta, a maioria dos garotos queriam contar a novidade para os país, só que Hector propõe uma ideia, digamos, mais interessante:
–Que tal se nós déssemos uma lição nesse cara para ele nunca mais voltasse aqui? – Os garotos concordaram e o “plano” ficou assim:
Como o pai de Eliza iria ficar a noite fora eles esperavam a mãe e o amante dormirem, para poderem prosseguir com o plano, primeiro, Hector foi “produzido” para ficar idêntico ao Sr. James ( o pai de Eliza )e conseguiram uma fita de gravação antiga de James com as seguintes falas:
– "amor cheguei"
– "quem é ele ?!"
– "você me traia ?"
– "acabou tudo "
Com tudo programado, eles esperaram o momento em que a mãe da garota e o amante iriam fazer umas coisas, no mínimo... inapropriadas para menores de 18 anos. E soltaram a primeira fita:
–Amor cheguei !- Hector entra no quarto e ela o olha com espanto.
–Amor! – Fala a mulher, assustada. A fita rola de novo.
– Quem é ele?!- A mulher suava em bicas agora.
–E-e-e — Ela não completou, porque a fita voltou a ativa
–Você me traia?- ela gaguejou, mas respondeu
– Sim — como Hector era bom ator deixou uma lágrima rolar pelo rosto, e de novo a fita
–Acabou tudo- dito isso, Hector saiu correndo.
O resto dos garotos assistia tudo ás escondidas e estavam morrendo de rir quando Hector e Caio, um dos garotos, que estava rodando a fita, saíram correndo da casa. Ai, foi que a crise de risos ficou mais intensa, Hector, em meio a crise de risos, falou:
–Foi bem melhor do que ter contado para seu pai — mas como alegria de troll dura pouco, a mãe de Eliza descobriu tudo, mas, só não contou nada a ninguém, com medo de perder o marido.
TERCEIRA PESSOA POV’S ( Pela Victoria Silva, editado)
Victoria chegou em casa extremamente feliz, para sua mais extrema felicidade, Matthew Horn, que infelizmente era seu vizinho, aquele garoto de cachos que tirava onda com tudo tinha ido visitar com seus amigos, então, ela não o teria infernizando sua vida durante todo o fim de semana. Mais, como infelizmente, a felicidade não dura muito, Vicky teve a terrível surpresa de descobrir que Matt também tinha ido para casa ao vê-lo saindo de casa no domingo de manhã. Revoltada, Vicky, vai para seu quarto e aproveita para conversa com sua amigas pela Internet, passa algumas horas conversando com Cherrý e Valerie, a última com um humor ótimo hoje já que a mãe tinha viajado. Ela mal percebeu mais tinha passado a tarde inteira ali. Quando finalmente encerra a conversa, Vicky sai do quarto e procura pela mãe. Achou estranho, ela não estava em lugar nenhum. A garota foi para a sala e ficou assistindo algum canal qualquer na TV quando sua companhia toca. Ela se levanta e vai atender, e dá de cara com uma das pessoas que ela menos queria ver hoje, ou em qualquer outro dia: Matthew.
– O que você quer? – perguntou Victoria, com a voz irritada.
– AI que mal humor é esse? Vim saber se você viu a minha mãe por aí, sabe, é que eu to com fome... – ele diz. E invade, literalmente, a casa, traçando a porta atrás de si por cuidado – Mãe! Mãe, a senhor tá aqui? – ele grita.
– Sua mãe não está aqui garoto! É melhor você ir embora antes que eu... – Vicky começa a falar quando, de repente, as luzes se apagam e eles ficam na completa escuridão: havia faltado luz. — Ah meu Deus! Victoria se encosta na parede, procurando desesperadamente pela porta, mais quando a acha, descobre que está trancada. Sua mãe havia levado a chave; — Eu não vou ficar aqui sozinha com você! – grita ela. Matthew ri. – Ta rindo de quê, garoto? Estamos trancados aqui e no escuro... – ela começa, mais é interrompida por Matthew que estava perto demais.
– Shhh – ele murmura, antes de encostar os lábios nos dela.
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