Encontros, desencontros e novos encontros
31 Capítulo 31:
Notas iniciais
– Oi mãe. – Falou Anita entrando em casa, seguida de Meg, Marcelo e Ben.
– Ué já voltaram. – Vera respondeu, vindo da cozinha.
– É a gente achou melhor vir mais cedo. – Meg disse, sentando ao sofá.
– Eu estou assando um bolo, vamos tomar café depois então. – Disse Vera sorridente.
– Opa, já gostei da ideia. – Brincou Marcelo, bem- humorado.
– Ótima ideia Vera, bom eu vou tomar um banho primeiro. – Ben afirmou rindo.
– Primeiro! — Você quis dizer depois de mim, porque eu tava exatamente pensando nisso. – Recusou-se Anita a ceder.
– Mais eu falei primeiro, nem Vem. – Retrucou ele, vendo que perderia a paciência.
– Não vem você. – Anita esbravejou de volta, os outros apenas permaneceram olhando toda discussão, atentos.
– Deus do céu, sabe Anita, maldita hora, que esse outro asno aqui. – Falou apontando para o amigo. — Me convenceu a dar uma carona pra vocês duas, porque eu podia bem ter deixado as duas plantadas lá, igual as duas fizeram quando a gente vinha do aeroporto. – Ben falou, irritado.
– Hahaha, perdeu a oportunidade meu bem, tarde de mais, bobo você. – Anita disse em meio a gargalhadas.
– Ah bom, sei. – Ironizou Ben, revirando os olhos.
– Não fizeram mais do que a obrigação de vocês, já que vocês foram com o carro do Ronaldo. – Afirmou Anita cruzando os braços.
– Anita, sai da minha frente. Vai tomar essa droga de banho de uma vez. – Disse ele, sem paciência.
– Ah e muito obrigada, apesar disso não ter sido uma gentileza, só uma forma de você se livrar de mim. – Respondeu Anita, sorrindo maliciosa e já subindo as escadas.
– Mais um pra ela, vem cá, tá quanto o placar, hein amigão. – Marcelo alfinetou, debochado.
– Fica quieto você também, já basta a Anita, e essa mania infernal dela, de me tirar do sério. – Afirmou Ben ríspido.
– Foi mal. – Marcelo riu.
– Eu vou tomar um ar. – Disse Ben, saindo para fora.
– Mais gente, o que foi isso. – Vera não entendeu nada.
– Nada de mais, coisa de gente teimosa. – Justificou Meg, sorrindo, tentando aliviar a barra dos dois.
– É exatamente, e os dois são, não é, e como são. – Marcelo acrescentou.
– Vamos lanchar então. – Falou Vera.
– Claro, já que eles não querem sobra mais pra gente, diz aí Meg. – Marcelo respondeu já se sentando a mesa.
– É uma hipótese, mais não começa você também. – Disse Meg rindo.
– Entendido. – Falou ele de volta, com um sorriso bobo para ela.
– Bom Sidney, chegamos. – Disse Sofia, alegre, parada em frente ao portão do casarão.
– É, pois é, chegamos. – Sidney a olhava perdido. — Então tchau, beijo. – Falou ele beijando a bochecha dela.
– Tchau, e vê se não some. – A loira falou sorrindo, dando um selinho no garoto.
– Eu não vou sumir não, bom pelo menos, não por muito tempo, quando acabar tua folga a gente se vê, nem que seja no trabalho, certo. – Ele falou sorrindo contente, pela aproximação dos dois.
– Tem razão, mais não some, antes disso. – Afirmou ela, retribuindo o sorriso.
– Tchau. – Disse o garoto, entrando no portão da casa da mãe, Sofia ficou observando ele se afastar, com uma felicidade, que ela ao menos nem se quer sabia explicar.
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