Enchanted

1 Prologue: Fainting


Notas iniciais
OLAAAA! Primeiro, bem vindos!!! Cara, faz tanto tempo q eu não posto uma fic... Enfim, algumas coisinhas antes de começar: tentem sempre ler as notas finais e iniciais, eu costumo postar avisos importantes nelas, tipo quando vou poder postar, motivos de demora, essas coisas. Bom, aí vai o prólogo, espero q gostem!

Prologue: Fainting

Sofia’s POV

Suspirei, terminando de ajeitar a maquiagem. Minhas três melhores amigas, Ana, Luma e Isadora, haviam tido a brilhante — sintam meu sarcasmo — ideia de ir a uma festa à fantasia em um clube. Eu não estava com a menor vontade de ir, mas aquelas três sabiam ser bem persuasivas quando queriam.

Pelo menos elas haviam me dado uma desculpa para me vestir como era meu sonho. Desde pequena, eu sempre havia sido apaixonada pela Renascença. Era fascinada pelos artistas, obras, costumes, modo de vida... Tudo sobre aquele tempo me encantava. Consequentemente, eu ia fantasiada de nobre da época.

Meu nome é Sofia Toledo. Eu tenho 16 anos e minha vida é uma mesmice. Não que ela seja ruim, eu tenho excelentes amigas, uma família boa, não posso reclamar das minhas notas, não tenho nenhum verdadeiro problema, mas é isso. Não há mais nada.

Meu celular apitou com uma mensagem de Isa. “Estamos na sua rua, pode descer”. Coloquei o aparelho dentro da bolsa e desci, trancando o apartamento.

Meus pais e minha irmã haviam saído com alguns amigos e me deixado em casa esperando a carona. Apertei meu pingente inseparável em um gesto automático. O couro macio que substituía a habitual corrente era estranho à minha pele, mas o toque do metal frio em forma de coroa era familiar e me acalmava.

Poucos instantes depois de chegar à calçada, o conhecido carro preto estacionou próximo de onde eu estava. Abri a porta, deparando-me com Ana ironicamente vestida de anjo, Isa fantasiada de pirata e Luma de soldado. No volante, Mathilda usava roupas normais. Agradeci mentalmente que ela não ficaria conosco na festa. Quanto a como iríamos, não havia muita escolha já que nenhuma de nós tinha idade para ter carteira de motorista e ela era a única que nos levava.

As meninas elogiaram minha roupa, mas reclamaram que eu havia sido previsível demais na escolha. Apenas revirei os olhos para elas. Fomos batendo papo durante todo o caminho. Após aproximadamente 10 minutos, chegamos ao clube, que se encontrava consideravelmente cheio e a música estava bem alta, quase ensurdecedora mesmo do lado de fora.

– Tentem não se matar ai dentro – Disse Mathilda.

– Nossa, você se preocupando com a gente, que milagre é esse? – Perguntou Luma.

– Não estou me preocupando – Respondeu a mais velha com uma careta – Só não quero levar a culpa se acontecer alguma coisa.

– Isa, sua irmã é uma criatura tão amável... – Comentou Ana conforme nos afastávamos do carro.

– Pois é. – Concordou a mesma – E ela consegue ser ainda mais amável comigo.

Revirei os olhos. Andamos seguindo o fluxo de pessoas fantasiadas e logo estávamos dentro da festa. Arranjamos uma mesa em um canto do salão e nos sentamos.

– Luma, vem comigo – Chamou Ana, já puxando a outra pela mão – A gente já volta!

Suspirei. Uma meia hora depois, eu havia dançado umas sete ou oito músicas com as meninas, mas saí da pista de dança e voltei a me sentar. Não estava me sentindo bem. O volume da música estava fazendo minha cabeça doer e eu sentia uma estranha tontura. Fechei os olhos por alguns instantes, mas de nada adiantou. Peguei o saleiro e virei, fazendo uma careta quando o sal caiu embaixo da minha língua, achando que talvez pudesse ser uma queda de pressão. Não seria tão anormal assim. Só que aquilo só fez piorar o enjoo. Talvez se eu pudesse tomar um ar...

Levantei-me e comecei a me dirigir para a saída, mas fui parada.

– Aonde você pensa que vai? – Perguntou Isa com uma expressão nada contente.

– Vou lá fora. Não estou me sentindo bem – Ela estreitou os olhos, desconfiada – Eu não vou fugir. Minhas coisas estão todas bem aqui, eu só quero tomar um ar fresco.

– Você está pálida. Já tentou sal? – Balancei a cabeça afirmativamente – O que você tem, exatamente?

– Tontura, enjoo e dor de cabeça. – Falei – Posso ir agora?

– Vai lá.

Atravessei a multidão em direção à saída. Quando finalmente consegui me afastar da música e das pessoas, suspirei aliviada. Logo em seguida, uma forte onda de tontura e náusea abateu-se sobre mim e apoiei-me em uma mureta próxima. Aquilo era muito estranho. Digo, pressão baixa não era, eu tinha comido, não bebia...

Senti minhas forças se esvaírem e comecei a cair, minha visão escurecendo. Ouvi passos apressados ao longe e logo alguém me segurou, impedindo que minha cabeça batesse no chão. Um par de olhos verdes preocupados foi a última coisa que vi antes de mergulhar na inconsciência.

Notas finais
OMG, por que será que ela desmaiou? E quem será o dono desse par de olhos verdes? Será que ele vai ser importante? Se tiverem teorias, mandem nos reviews! Eu adoraria saber o q vcs acham que aconteceu e vai acontecer! Enfim, espero que tenham gostado! Até o próximo capítulo! Bjs mil CrazySweety