EmMusas - The Lost Canvas

5 Pequenas iniciativas


Notas iniciais
Pra vocês terem uma ideia de como imagino as musas: as de cima, Urânia, Tália e Calíope; as de baixo: Terpsícore, Clio e Mel! :D Só coloquei agora porque não sabia como inserir imagem aqui (pois é, de besta que não explorou antes). Mas agora tudo tem cores! :D Boa leitura, pessoal!

Capítulo 5

No dia seguinte, as musas receberam a informação de que o festival seria dali a três dias; ficaram logo felizes, pois ainda não conheciam o Santuário o suficiente para se envolverem numa programação. Calíope, incomodada por não ter meditado no dia anterior, pôs-se a procurar um lugar interessante para fazê-lo. Encontrou um recanto com árvores baixas, num dos espaços do jardim da 13ª Casa, mas não conseguira meditar da forma que queria, pois o ato remetia às lembranças de seu momento com Asmita, desconcentrando-a. De qualquer forma, ela insistiu.

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Na Casa de Aquário, Degél iniciava uma leitura, mas foi interrompido por Kárdia.

– Bom dia, treino no horário de sempre? – perguntou animado, Degél o olhou com incômodo.

– Talvez, preciso tirar um momento para acalmar a mente.

– Você babou um pouco por Clio, não? – aproximando-se do aquariano com um sorriso insinuante. Degél franziu a testa.

– Olha quem fala! Não pense que suas tentativas de me afastar não foram percebidas. – bufou, lembrando-se do que Kárdia havia dito sobre sua amiga.

– Bom, to perguntando porque vi sua amiga florista lhe observando do outro lado da rua, ela parecia ansiar pela sua visita. – passou os braços por trás da cabeça, relaxando o corpo. A informação fez Degél estacar.

– Por que não me disse?! – um pouco alterado e preocupado.

– Porque você me cortou de primeira quando sugeri.

– Claro! Pensei que quisesse apenas me afastar.

– Bom, teria matado dois coelhos numa só tacada realmente, mas enfim... Você se mostrou tão apto a ficar e não visitar sua amiga que eu deixei de lado. – Kárdia sem se importar.

Degél levou as mãos no rosto e massageou a testa no intuito de se centrar. Teria que resolver o caso, pois a última coisa que queria era deixar Redka chateada com sua desconsideração.

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Com poucos dias de distância do Festival, era visível a animação dos cavaleiros; eram poucos os momentos de lazer que tinham – não por ordem de Athena, ela até os incentivava a procurar outras formas de se entreterem, mas com a guerra próxima, isso diminuiu -, o festival seria muito bem vindo. Apesar da passagem rápida dos dias, os cavaleiros tiveram de intensificar os treinos, principalmente os cavaleiros de ouro – sobrando-lhes pouco tempo para passarem com as musas.

Sísifo, sempre que encontrava Urânia pelos campos, tratava de trocar assunto com ela, mas eram raros os momentos, pois ela preferia se manter nos arredores da 13ª Casa.

– Gostaria de um pouco de água para aliviar o calor, senhorita? – Sísifo brincou. Estava todo encharcado com o banho que havia levado de água, tinha esse costume depois de treinar arduamente. Urânia riu ao vê-lo em tais condições, mas aceitou um gole, um pouco acanhada.

Os dois estavam perto do coliseu, onde outros cavaleiros treinavam, ele havia saído para se encontrar com ela – uma pena que mal podia tocá-la.

– Obrigada, mas não aliviou muito, sinceramente. – comentou rindo timidamente. Sísifo quase enfartou com tamanha graciosidade da musa. Apesar de todo suado e molhado, ela tinha de admitir que ele estava sensualmente atraente. – Sísifo – ah, como ele gostava de ouvir seu nome por ela -, esse festival da vila... Como será?

– É só um evento beneficente, Urânia, nada de acompanhante, é algo mais informal e acolhedor. – ele sorriu. – Mas, se fosse, seria minha acompanhante?

A pergunta do sagitariano – e a forma pela qual ela foi feita – fizera Urânia corar imediatamente — e Sísifo se alegrar com as bochechas coradas da musa.

– Acredito que sim. – respondeu tímida e desviando o olhar.

– Bom, meu treino não terminou, mas, se quiser, posso acompanhá-la por um tempo. – com desejo que ela dissesse que sim.

– Não, cavaleiro, não se incomode. Apenas vim vê-lo treinar... – Urânia engoliu seco assim que admitiu, e sua expressão endureceu. Sísifo, por outro lado, não poderia ter dado um sorriso mais radiante.

– Apareça mais vezes, vai que me inspira a melhorar a técnica? – após o galanteio, voltou para o treino, fazendo a musa suspirar ao vê-lo correndo.

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Tália e Terpsícore passavam mais tempo juntas do que o normal, talvez por serem as mais animadas com a estadia no Santuário. Melpomene fazia questão de ficar nos arredores da 13ª Casa, assim como Calíope, apenas Urânia desceu algumas vezes para explorar os terrenos. Clio nem era comentada, pois seu trajeto se limitava à biblioteca do Santuário e à vila.

Nesse dia, Tália desceu sozinha as doze casas, pois não quis esperar Terpsícore sair do banho. A maioria das casas se encontrava sem seu protetor, portanto, a descida foi rápida. Ela optou por subir nas árvores perto da clareira que havia visitado no primeiro dia, talvez até entrasse na cachoeira que a completava. De cabeça para baixo na árvore, pôde ver alguém se aproximar.

– Você atrapalhou meu susto, garota. – aquela voz meio arranhada da qual se lembrava muito bem envolveu o ar à sua volta.

– Ué, o que fiz para isso acontecer? – cruzou os braços, ainda de cabeça para baixo, e fitou Manigold com ar de desimportância.

– Se pendurou desse jeito. Garanto que se te assustasse daria de cara no chão. – ele cruzou os braços também e se aproximou dela, ficando à altura de seu rosto. Observou a cicatriz que servia de ponto de incomodo em sua visão. Tália riu.

– Me subestima, cavaleiro?

– Não, só não sou tão louco para fazer uma musinha, filhinha do papai Zeus, se machucar por minha culpa. Ainda tenho umas almas para assustar antes de morrer nas mãos dos deuses. – brincou, mas não havia muita graça em suas palavras. Tália sorriu maleficamente com a resposta e soltou suas pernas da árvore.

Manigold congelou, mas descongelou rápido para poder amparar a queda da musa atrevida.

– Não brinque comigo desse jeito, garota! – com ela nos braços. Tália se desprendeu do cavaleiro, dando uma cambalhota e parando em pé na sua frente, sorridente.

– Cadê seu senso de humor? – ela riu da expressão de raiva dele.

– Decidiu tirar folga depois disso. – emburrado.

– Você acha que eu cairia fácil? Faço isso desde sempre, cavaleiro. – com as mãos na cintura. Manigold bufou, não entendia sua preocupação com a musa.

– Então, da próxima vez, quero vê-la parando em pé desse jeito, mas que tal caindo daquela árvore? – apontou para uma bem mais alta, vitorioso.

– Perfeito! Que tal agora? – Manigold arregalou os olhos.

– Me diga uma coisa, musinha. Por acaso conseguiu essa cicatriz caindo de uma árvore? – por mais provocativa que fosse a pergunta, havia uma curiosidade em saber realmente o motivo.

Tália paralisou e logo péssimas lembranças invadiram sua mente. O canceriano pôde ver sua expressão mudar.

– Essa piada acaba aqui. – Tália disse séria, inspirou fundo e saiu.

Manigold não entendeu nada, mas sentiu uma tremenda vontade de segui-la. Talvez não a tivesse machucado com o susto, mas seria possível tê-la machucado com a pergunta? A curiosidade só aumentou.

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Nesse dia que antecedia o festival, pela primeira vez, Terpsícore descera as doze casas sozinha. A descida até Câncer ocorrera tranquilamente, o cavaleiro protetor não se encontrava – uma pena, pois a musa o achara tão simpático...

Ao chegar na próxima casa, ela estacou. Novamente, sentia a tensão por ter que atravessar a Casa de Gêmeos, tão obscura e sombria, quase desistiu de seguir em frente, mas o fez. Não que o cavaleiro tivesse sido rude nas outras vezes, mas ele era diferente, o simples fato de estar lá a assustava. Ainda não sabia quem era, mas tinha certeza de que era apenas um, por mais que apresentasse dois nomes. Mal se lembrava deles, inclusive...

– Com licença? – Terpsícore anunciou sua chegada, depois de respirar fundo, pelo menos, três vezes. Foi caminhando ao longo do corredor, observando tudo à sua volta e sentindo toda a energia pesada que emanava do local, até encontrar a sala do cavaleiro. Não havia ninguém, para seu alívio.

Talvez tivesse se preocupado demais, o cavaleiro não parecia estar ali. Caminhou mais um pouco até avistar um espelho. Fitou-se, ajeitando os cabelos loiros, e acabou espirrando devido à poeira do cômodo no qual o espelho estava, curvando-se. Ao se reerguer, congelou. O cavaleiro de gêmeos estava atrás dela, os dois refletidos no espelho.

– Respire, Terpsícore. – ele a prendeu com os braços. – Ou vai acabar desmaiando. – sorriu, deixando o dente pontiagudo à mostra. Num impulso, ela se soltou dele; tapava a boca com as mãos na intenção de evitar o grito que queria sair.

– C-Certo, cavaleiro... Hãn... – não conseguiu se lembrar do nome. – Poderia me dizer seu verdadeiro nome?

– Defteros.

– Você j-jura? – a musa tremia, sem saber exatamente o motivo. Talvez fossem os olhos azuis do cavaleiro, que pareciam olhá-la com um alvo; talvez fosse seu jeito misterioso e sombrio que não revelava um traço sequer de sua personalidade legítima; ou talvez a voz aveludada e sedutora. De qualquer forma, o coração dela se juntou à tremedeira.

– Não sou de juramentos. – aproximou-se, observando cada movimento singelo da musa. – Mas, para você, eu juro. – novamente sorriu, dessa vez com malícia.

– D-Defteros, posso passar, certo?

– Você sempre pode, mas percebo que demora em fazê-lo.

Terpsícore não teve tempo de falar, foi encostada, violentamente, numa das colunas da sala, e tinha o rosto do cavaleiro quase colado ao seu.

– Talvez você hesite em passar por essa casa — Defteros começou, desfrutando de cada arrepio da musa. -, admito que seu aspecto não é convidativo para uma musa como você – a olhou de cima para baixo, deixando bem claro seu olhar lascivo. -, mas acredite, bela musa, essa casa é mais segura comigo dentro. – a maldade nos olhos dele era quase gritante.

– Duvido muito disso, cavaleiro. – Terpsícore quase enfartou ao perceber que liberara tais palavras. Já morria de medo de falar qualquer coisa para aquele ser tão incomum e agora falara a pior delas. Defteros, ao contrário, sorriu radiante.

– Ótimo, duvide mesmo, será mais divertido. – afastou-se dela. — Agora saia daqui, Terpsícore, e não se esqueça de respirar.

Como uma presa assustada, ela correu para fora da terceira casa. Defteros não poderia ficar mais satisfeito, ou sim, mas teve de tomar um banho gelado.

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– Como ele pode aguentar todo esse fardo? – Melpomene perguntou a si mesma, por mais que estivesse com Clio em seu quarto. A musa da história notara o ar distraído da musa da tragédia desde que chegaram ao Santuário.

– O Cavaleiro de Peixes, pelo visto, é destinado a tal coisa. Não cabe se questionar agora, não mudará nada. – respondeu, mesmo sabendo que a pergunta não fora para ela.

Mel estava deitada em sua cama, fitando o teto e pensando na troca de flores que fizera com Albafica. Clio, sacando de imediato o interesse da irmã, decidiu ficar mais tempo com ela no quarto; tinha saído da biblioteca do Santuário apenas para pegar um lápis, mas parou no quarto seguinte quando viu Mel aflita.

– Melpomene, não tome as dores do cavaleiro.

– Inevitável, ele é tão interessante...

– Mas não pode se aproximar de ninguém, certo? – Clio se levantou e iniciou um carinho nos cabelos da irmã no intuito de agradá-la.

– Certo. Mas sinto que temos algo em comum, não sei...

– Você acha que carrega um fardo porque vê sua representação dessa forma, mas não é verdade. Isso sim você poderia mudar.

– Não acredito nisso, ou pior, não consigo pensar nessa mudança. As pessoas me veem assim, então é porque sou assim.

– Deixe de falar besteira, Melpomene. Você sabe como as pessoas veem Tália e nem por isso ela se entrega dessa forma. O problema não são elas, é você. – com isso, Clio andou até a porta. – No fundo, todas nós sabemos o motivo de estarmos aqui, e se podemos mudar algo nessa instância, então uma mudança íntima é mais do que possível. – e deixou o quarto, rumo à biblioteca.

Melpomene permaneceu intrigada com os pensamentos acerca de Albafica. A conversa sobre mudanças fazia sentido, mas não sabia o sentido que devia tomar para iniciá-la. O que quer que houvesse em Albafica não seria ponto forte o suficiente para argumentar contra a sua mania de distância, então o processo teria de ser gradual. Sim, pela primeira vez, Mel se sentiu determinada. Levantou-se e se dirigiu à Casa de Peixes.

– Melpomene. – recebendo a musa assim que a sentiu por perto.

– Quero conversar com você. – ela se sentou numa pedra que antecedia o jardim de rosas dos fundos. Albafica estranhou. – Como você se sente?

Não foi difícil entender a pergunta, o pisciano sabia a que ela se referia.

– Não quero falar sobre isso, Melpomene. – respondeu, as expressões duras de seriedade, mas ela não se intimidou.

– Por quê?

– Porque não lhe diz respeito, muito menos lhe importa. – a grosseria repercutiu nela de forma complicada. Melpomene se sentiu chateada com o tom de voz, e acabou expressando. Albafica se preocupou com ela, não queria chateá-la, porém preferia manter distância até nesse âmbito. – Perdoe-me – um pouco mais calmo. -, apenas prefiro manter as coisas dessa forma. — e ninguém nunca havia se importado o bastante para lhe perguntar isso, portanto não sabia o que dizer.

– Tudo bem, cavaleiro, podemos conversar no festival. – Mel tentou.

– Não vou ao festival, Melpomene. – a informação fez a musa se encolher, sabia que ele não costumava sair e treinava afastado dos demais cavaleiros, mas não ir ao festival era um pouco dramático. Ela franziu a testa para ele. – Espero não ter que explicar o motivo. – devolvendo a franzida.

– Não está... Exagerando um pouco, Albafica? – perguntou cuidadosamente.

– Não. – ele lançou um olhar agressivo para ela, como se tivesse que responder uma pergunta absurda. E, de certa forma, era, pois a musa não fazia ideia da fatalidade de seu toque. E, também, nunca descobriria. Albafica voltou para dentro de sua Casa, deixando a musa sozinha.

Melpomene percebeu que não conseguiria prolongar a conversa e, mais chateada, voltou para a 13ª Casa.

Albafica não entendia o conflito interno que sentia. Ninguém nunca havia insistido em trocar palavras com ele, pois, geralmente, conseguia afastar qualquer um com sua grosseria – mas apenas para defender o outro de sua maldição. Essa musa tola parecia não entender a seriedade que envolvia todo o caso. Entretanto, por mais incomodado que estivesse com ela, não pode deixar de valorizar sua atitude. Pela primeira vez, sentiu a sensação de sua importância para além de Cavaleiro de Ouro de Peixes – uma sensação adorável.

~

Calíope, cansada de meditar embaixo da árvore, decidiu esticar as pernas e usufruir das atenções que recebera no dia anterior. Sentia-se fortalecida em energias quando percebia sua beleza valorizada, ainda mais quando encantava seus admiradores com seu canto. Desceu as doze casas no intuito de encontrar o mar, porém, não apenas isso. Chegando na Casa de Virgem, decidiu passar sem se anunciar.

– Calíope?

A musa parou, finalmente o cavaleiro anunciou sua presença. Um sorriso maldoso apareceu, quase passou sem falar com ele, mas, por mais incomodada que estivesse, não deixaria de ser educada e elegante.

– Olá, cavaleiro de virgem. – cumprimentou ela, observando Asmita meditar. Novamente, parara para observar a beleza incomum do virginiano.

– Olá, musa da poesia épica, ciência e eloquência. – respondeu ele, lembrando-se da apresentação da musa. Sabia que ela o corrigiria caso falasse apenas a primeira representação, e não teria paciência com o lado esnobe da musa. Calíope se animou com as palavras dele.

– Gostaria de falar comigo? – virando-se para ele e se aproximando. A pergunta saíra amavelmente, pois seu bom humor fora alimentado, mas o fato de Asmita não abrir os olhos para vê-la ainda a intrigava.

– Sim. Na verdade, gostaria apenas que meditasse num local mais afastado das doze casas. – disse neutro e calmo. A musa que, definitivamente, não esperava por essa, fechou a cara em desgosto.

– Você não pode estar falando sério.

– Pela minha face, acredita mesmo que não estou?

– Por que eu atenderia esse pedido insolente? – com visíveis sinais de mau humor iniciando. Asmita permaneceu imóvel em sua posição de lótus.

– Porque está atrapalhando minha meditação. E, caso não saiba, ela é indiscutivelmente valiosa para esse período de guerra.

– Ah, nem imagino de que forma, cavaleiro! – aproximou-se mais ainda de onde Asmita meditava. – Pois saiba que não vou parar de meditar. – era claro, não admitira tais ordens, ainda mais ditas por ele.

– Não foi isso que pedi, Calíope.

– Ótimo, pois não é isso que terá! – a voz mais alta incomodou brevemente o cavaleiro, mas este permaneceu calmo. – Com licença. – Calíope se dirigiu à saída, porém a porta foi fechada pelo cosmo de Asmita. – O que significa isso?!

– Não deixarei que saia até que cheguemos a um acordo.

– Não farei acordo algum com você, abra essa porta! – pediu gritando.

– Acredite, musa – Asmita, por incrível que pareça, sentiu-se levemente alterado pela teimosia da musa. -, melhor colaborar, estamos os dois perdendo tempo com essa discussão desnecessária.

– Asmita, abra essa porta! – o cavaleiro nada fez. – Muito bem, disseram-me que sua casa era o melhor lugar para se meditar, então — caminhou em direção a Asmita –, enquanto não abrir essa porta – sentou-se ao lado dele, em posição de lótus. -, meditarei com você!

Asmita estava surpreso, não só pelo atrevimento da musa, mas pela falha em sua própria abordagem; queria afastar a musa de si e agora a tinha ao seu lado...

Notas finais
Correr, Terps, corre!