Em luta pelo amor

15 Separação


Capitulo XV

"três meses depois"

As estrelas brilhavam suavemente como se com seu brilho buscassem amenizar a culpa que ele sentia naquele momento, não havia outra maneira de ter lidado com aquela situação, jamais poderia negar o pedido que kuu lhe fizera de devolver kuon a sua família, afinal foi por sua causa que um dia aqueles jovens pais tiveram de suportar a dor de ver seu filho partir sem qualquer promessa de retorno, por anos o jovem herdeiro hizuri havia simplesmente desaparecido, mas agora o destino o devolvia a seu lar, ironicamente isso ocorreu no momento exato em que o garoto estava disposto a lutar por sua própria felicidade.

Como gostaria que as coisas fosse de outra forma, queria ver ele sorrindo ao lado da garota que amava e assim juntos adentrarem a casa paterna, queria ver a vitoria de kuon contra seu próprio pai ao se consagrar o melhor ator do japão, gostaria de vislumbrar o sorriso gentil e verdadeiro que um dia vira brilhar na face da criança kuon, mas isso agora não passava apenas de um sonho seu.

O jovem que um dia protegera e que se mostrara um grande prodígio não passava agora de um sobra do que um dia foi, a tragedia que ocorrera meses atras felizmente não tomara a vida de nenhum dos dois jovens, sho tivera sua perna ferida e o braço quebrado, devido a sua vitalidade juvenil já estava completamente recuperado e assim retornou a suas atividades, lamentavelmente o outro não poderia fazer o mesmo, seu sonho de ser um grande ator estava interrompido e lory naquele momento temia que fosse para sempre.

–takarada san sua ligação foi completada

apanhou o telefone que o mordomo lhe entregava, esperou ate que o mesmo se retirasse para então iniciar a conversa

–kuu

–boss

–como ele esta?

–ele acordou

sentiu seu peito inflar de alagria ao mesmo tempo em que seus olhos eram umedecido de lagrimas, ren enfim despertara do coma em que esteve por três meses desde o acidente.

–os médicos disseram que ele ira se recuperar totalmente, fisicamente seu corpo não tera nenhuma sequela

apesar das palavras de kuu, lory pode sentir uma leve tristeza na voz do ator

–o que mais os médicos disseram?

–boss.

Kuu hesitou antes de prosseguir, sabia o quanto o presidente havia trabalhado para ajudar kuon a construir seu próprio caminho e agora todo esse trabalho estava simplesmente sendo esquecido, mas não poderia simplesmente ocultar isso dele.

–tsuruga ren não existe mas

–hum...

–talvez o kuon nunca mais volte ao japão

estranhou ouvir aquelas palavras de kuu

–o que realmente esta tentando dizer

–kuon teve um traumatismo craniano encefálico, devido a isso ele não consegue acessar dados de sua memoria

não sabia ao certo o que dizer a kuu naquele momento, por isso limitou-se a manter silencio permitindo assim que o ator prosseguisse

–devido a operação a lesão foi tratada, mas por motivos que os médicos pensam estarem relacionados ao lado emocional de kuon, ele não é capaz de se lembrar de sua vida como tsuruga ren, na verdade ele sequer se recorda da morte do rick.

Talvez essa tenha sido a maneira de kuon perdoar a si mesmo, se permitindo esquecer o acidente e toda a culpa com a qual conviveu todo aquele tempo

–kuu, estou feliz por isso

–hum...?

–ele jamais havia conseguido perdoar a si mesmo, talvez assim kuon possas voltar a ser o mesmo garoto alegre de antes.

–julie disse a mesma coisa, ela esta aos prantos por poder ter seu filho de volta, essa manha quando kuon a despertou e a chamou de mãe a vi sorrir como a tempos não

sorria

–e quanto a você, não ficou feliz quando ele lhe chamou de pai?

–na verdade não

–hum...pensei que seria o mais feliz agora que tem seu filho de volta

–boss me sinto como se estivesse roubando parte da vida dele, mesmo ele sendo o kuon de antes seus olhos não possuem o mesmo brilho que vi no olhar dele quando se despediu de mim no aeroporto.

Kuu estava certo, mesmo que agora ren houvesse voltado a ser kuon, ele já não poderia ser o mesmo de antes, ainda que sua mente fosse incapaz de recordar seu coração sempre levaria consigo as lembranças deixadas pelas pessoas que ele conheceu e pelas coisas que viveu enquanto era tsuruga ren.

–como ela esta?

Foi chamado de seus pensamentos pela voz de kuu

–como esta minha filha, ela era muito próxima dele

–eu ainda não sei

–não sabe?

–não consigo ver através da atuação dela

–então ela já aprendeu a fazer isso

–é um talento natural dela eu acho

–o que disse a ela sobre o seu senpai?

–não pude dizer nada, ela ouviu quando expliquei ao yashiro san que ren fora se recuperar na casa de seus pais, precisei dizer ainda que ele estava suspenso de sua função como empresario de ren por tempo indeterminado.

–boss, ela deve estar pensando que ele nunca mais ira voltar

–é uma possibilidade não é?

Kuu sentiu um nó se formar em sua garganta enquanto lagrimas surgiam em seus olhos.

–boss e se eu trouxer a kyoko chan para viver aqui, ela é minha filha agora

–legalmente kyoko ainda é de menor você teria de assumir a guarda dela, acredito que a mãe dela não iria se opor mas, se for assim

–kyoko jamais se permitiria gostar do próprio irmão

–mesmo não sendo um laço de sangue, aquela garota iria respeita-lo como se fosse

–boss o que posso fazer por eles então

–ainda não sei, kuu quando percebeu que aqueles dois se amavam?

kuu secou as lagrimas antes de responder

–o modo como os olhos dela brilhavam a falar dele, e o modo como ele ficou preocupado com ela, sou um homem apaixonado por minha esposa por isso pude reconhecer facilmente aqueles sinais.

–eles estavam namorando

–hum?

–ren havia me dito que não queria que eu a afastasse dele

lory não podia conter as lagrimas que rolavam por seu rosto

–quando a chamei para conversar ela não me permitiu falar nada a respeito dela e de ren, tudo sobre o falou foi a respeito do trabalho, assim como ren acredito que a mogami san quer agora forcar toda sua força no trabalho para esquecer a dor que esta sentindo.

–boss cuide dela, cuida da minha filha como cuidou do meu filho por todos esses

anos

–você não precisa me pedir isso, ajudarei mogami san e se tornar a estrela numero um do japão.

–sim

kuu sorriu buscando afastar sua tristeza,

–quando kuon voltar eles serão o casal numero

–sim kuu

–demônio transmorfo

deixou o camarim seguindo para a sala onde sua empresaria estava, bateu na porta e entrou sem esperar a resposta de shoko se poderia ou não entrar.

–preciso saber onde a kyoko esta

–hum...sho

–shoko

ele se aproximou da empresaria usando sua voz mais doce afim de convence-la a realizar seu pedido

–pode descobrir onde a kyoko esta

shoko fitou o garota a sua frente, por que sho sempre agia daquela maneira doce quando vinha lhe pedir um favor que era quase impossível para ela, deixou um suspiro escapar dos lábios antes de apanhar o telefone.

–não sei se kyoko chan ira me atender

–ela já a considera quase como uma amiga shoko, certamente atendera

enquanto esperava a empresaria terminar sua conversa, seus pensamentos não paravam de pensar na conversa que a quase quatro meses havia tido com aquela garota chamada setsu, como poderia imaginar que aquela garota na verdade era kyoko, aquela estupida, como era capaz de se vestir daquela maneira tão reveladora?...., o pior era pensar que ela esteve com aquele cara o tempo todo vestida daquela maneira, ate onde aquela garota era capas de ir pelo bem de um papel?

–sho, kyoko chan está no meio de um trabalho agora

–onde

–na TBM, mas você não pode ….

não ouviu o resto das palavras de shoko, deixou a sala tão logo ouviu o local onde ela estava, não sabia em que estúdio ela estava ou o que estava fazendo lá, mas uma vez na emissora ele a encontraria

–kyoko chan, obrigada pelo bom trabalho

–hikaru senpai, yuusei senpai, shinishi senpai, obrigada por cuidarem de mim

–esse especial de fim de ano esta ficando realmente muito bom, isso graças a sua ajuda kyoko chan

–obrigada hikaru senpai

–gostaria de almoçar com agente kyoko chan?

–obrigada yuusei senpai, mas preciso voltar a LME, tenho outro trabalho a tarde

–kyoko chan tem trabalhado muito ultimamente

–hum...?

hikaru corou ao perceber que acabara de falar demais, afinal era estranho que ele soubesse algo sobre a vida dela que fosse além daquilo que ela lhes contara.

–precisemos de uma copia da sua agenda para conseguir conciliar a gravação do

especial do bou,

hikaru agradeceu mentalmente yuusei por haver explicado a situação sem torna-la estranha.

–kyoko chan, vamos almoçar em um restaurante hoje, se quiser podemos lhe dar uma carona

–obrigada senpai mas estou bem

–se precisar de qualquer coisa kyoko chan, pode nos dizer esta bem?

–obrigada hikaru senpai

os rapazes se despediram seguindo seu caminho, kyoko seguiu para seu improvisado camarim para retirar a fantasia, nunca imaginaria que três meses atras tsuruga ren estava ali naquele estúdio procurando por ela e agora era ela quem procurava por ele.

Mas onde procurar? Só após saber que ren fora se recuperar na casa dos pais e poderia não voltar tão cedo, era que se dava conta que não sabia nada sobre ele, suas conversar quase sempre se resumiam em assuntos do trabalho, nunca perguntara nada a ele sobre sua família, na verdade sempre pensara que ren fosse tão sozinho quanto ela.

Sentiu seus olhos umedecerem, tão logo rolou a primeira lagrima ela a secou, havia dito a si mesma que não se permitiria ser tão fraca assim, se fosse alguém mas forte teria sido capaz de reagir ao seus sequestrador, se fosse menos ingenua teria desconfiado daquele homem logo que se aproximou pedindo informações, se ren havia saído ferido era culpa sua e por isso merecia passar pelo sofrimento que passava agora.

Por diversas vezes havia ligado para o celular dele mas a resposta era sempre o silencio, enviara e-mail e mensagens mas nunca recebia qualquer resposta, naquela noite após ter sido resgatada pela policia soube do acidente de ren e sho, seguiu para o hospital tão rápido quanto foi possível, nunca pensou que seu peito fosse capas de sentir tanta dor quanto sentiu ao ver ren inconsciente e ferido naquele leito hospitalar.

Se soubesse que aquela era a ultima vez que o via ela teria usado de todas as suas forças para vencer a tontura que se apossou dela e a fez desmaiar, como desejava ter tido a chance de estar ao seu lado, de segui-lo e comprovar por si mesma que ele estava realmente bem, porem tudo o que tinha agora eram as palavras do presidente de que ren estava bem e decidira passar um tempo com os pais que não via há muito tempo, ao menos esse foi o pronunciamento oficial do presidente a toda a imprensa.

Já havia retirado a fantasia e levava a mesma para ser guardada quando sentiu sua visão tornar-se turva e suas pernas fraquejarem, tentou se amparar no carrinho que usava para transportar a fantasia, mas o mesmo se moveu, sua queda era agora inevitável.

–estupida

nem precisou ver para saber quem era a pessoa que evitara sua queda

–obrigada

a ajudou a ficar em pé estranhando o fato dela o ter agradecido ao invés de responde-lo de modo agressivo como sempre fazia, a atitude da garota porem não era a única coisa estranha naquele momento, a face pálida e a visível falta de equilíbrio dela era algo que ele nunca vira antes, nem mesmo nas poucas vezes em que kyoko adoecera.

–hei, o que tem de errado com você estupida?

–nada que seja da sua conta shotaro baka

–vejo que voltou ao normal, sua demônios transmorfo

–sho...ta...

viu a garota levar a mão ao lábios, piscou algumas vezes sem acreditar que a própria kyoko havia evitado gritar seu verdadeiro nome, se aproximou inconscientemente a fim de verificar que a cena era mesmo real, arrependeu-se amargamente do seu ato

–kyoko estupida, esse sapatos eram novos

–foi você que ficou na minha frente

–existem uma coisa chamada banheiro, por que não pensa em usa-lo idiota

–não tive tempo de chegar lá, tinha um idiota na minha frente

–VOCÊ NÃO TERIA TEMPO DE CHEGAR LA NEM SE QUISESSE, ESTUPIDA

–ISSO NÃO ASSUNTO SEU SHOTA...

–NEM PENSE EM VOMITAR EM MIM DE NOVO ESTUPIDA

kyoko o empurrou e correu para o banheiro não muito longe dali, quando por fim a garota deixou o local, sua aparência estava abatida e suas pernas tremulas, os enjoos haviam se tornado algo realmente incomodo.

Retornou ao local onde sho estava, em sua mão traziam um rolo de papel com o qual planejava limpar o chão que havia sujado, ajoelhou-se próximo para não correr o risco de cair, já estava para começar a limpeza quando cena diante de si a fez enjoar novamente

–estupida, se ficar ai vai continuar a passar mal

–não vou deixar isso como esta

–va se lavar, eu cuido disso

–hum...

–VA LOGO, NÃO FIQUE AI ME OLHANDO COMO COM ESSA CARA DE IDIOTA

–O ÚNICO IDIOTA AQUI É VOCÊ SHOTA...

viu a garota retornar ao banheiro, com o papel em mão limpou os sapatos

–vamos

sentiu seu braço ser agarrado tão logo deixou o banheiro, mesmo com seus protestos sho continuou a puxa-la ate que estivesse diante do carro do cantor.

–o que fez como o resto do papel

o loiro apenas olhou com desdenho para a garota, ela realmente pensou que ele havia limpado aquilo, tudo o que fez foi jogar tudo o papel sobre aquilo, apenas ocultando a sujeira

–sho você limpou, não limpou?

Kyoko viu suas palavras serem totalmente ignoradas

–entre

ordenou o loiro

–não tenho tempo para você agora sho baka, preciso voltar a LME

–eu sei, vou lhe dar uma carona

ela o fitou com desconfiança

–quebrei um braço e tenho uma cicatriz na minha bela coxa por ter ido resgata-la, o minimo que pode fazer é confiar um pouco mais em mim.

a expressão triste que se fez presente na face da garota o levou a se arrepender de seu comentário, jamais devia ter mencionado aquele dia, sabia pelos jornais que desde o acidente aquele cara havia simplesmente desaparecido, kyoko naquele momento devia estar se sentindo novamente usada e abandonada.

–me desculpe

–não precisa fazer isso

–hum?

–não precisa se desculpar, se algo assim ocorre-se comigo sei que iria ajudar no meu

resgate

kyoko fitou o cantor sem acreditar muito nas palavras dele

–NÃO IRIA AJUDAR A ME RESGATAR KYOKO ESTUPIDA?

–POR QUE EU FARIA ISSO, VOCÊ FOI O CARA QUE SEMPRE ME USOU E JOGOU FORA

–BAKA

–O ÚNICO BAKA AQUI É VOCÊ

–DEVO SER UM BAKA MESMO, JA QUE AINDA ME IMPORTO COM UMA ESTUPIDA COMO VOCÊ

–EU NÃO PEDI QUE FIZESSE ISSO, NÃO PRECISO DA SUA COMPAIXÃO IDIOTA

–NÃO É COMPAIXÃO ESTUPIDA É....

o som alto do celular impediu sho de continuar, atendeu a contra gosto, por que alguém sempre interrompia quando ele estava preste a dizer a ela o que sentia

–sho onde você esta?

–shoko, cancele todos os meus compromisso dessa tarde

–hum...sho por que você..

–vou desligar

a empresaria guardou o telefona após ouvir a chamada ser interrompida, sho realmente agia como uma criança as vezes.

–a LME é para o outro lado baka

sentiu vontade de esganar o loiro que simplesmente ignorara suas palavras, apanhou o celular, ainda faltava uma hora para o seu próximo trabalho

–onde estamos indo?

–ao hospital

–hum...?

–você esta doente não esta?

–não é da sua conta

–se tornou da minha conta, quando você destruiu meus sapatos importados novos

–foi você quem se colocou no meu caminho, sho baka

viu o cantor estender a mão na direção dela, sem contudo desviar os olhos da janela

–me pague o valor total deles e a deixou ir

–não

voltou sua atenção para a garota ao seu lado

–você estragou, você paga

–não posso gastar dinheiro a toa

–ESTA DIZENDO QUE O MEU SAPATO NOVO IMPORTADO É UM DESPERDÍCIO DE DINHEIRO

–E NÃO É, A MUITO SAPATOS BONS E BARATOS AQUI MESMO NA CIDADE

–NÃO ESTA SUGERINDO QUE UM ASTRO COMO EU COMPRE PORCARIAS EM LIQUIDAÇÃO, ASSIM COMO VOCÊ ESTÁ

–MINHAS ROUPAS SÃO DE LIQUIDAÇÃO MAS SÃO MAIS BONITAS QUE AS SUAS, SEMPRE CHEIAS DE PENA COMO SE FOSSE UM FRANGO

–O ÚNICO FRANGO AQUI É VOCÊ, QUE USA AQUELA FANTASIA RIDÍCULA

–BOU NÃO É RIDÍCULO, FOI O MEU PRIMEIRO GRANDE TRABALHO PELA LME

–E O MEU PV SUA ESTUPIDA, FOI UM GRANDE SUCESSO DE VENDAS E VOCÊ RECEBEU UMA BOA GRANA

–DO QUE ADIANTA SE FOI TEMPORÁRIO, BOU PELO MENOS É PERMANENTE

–POSSO PAGAR O DOBRO DO QUE VOCÊ GANHA NAQUELE PROGRAMA

sho já estava sacando a carteira quando simplesmente deteve-se

–esta precisando de dinheiro kyoko?

–hum...

–você sempre foi assim, trabalha muito mesmo estando doente

–não estou doente

–você esta mais magra e pálida sem mencionar a crises de vomito

–isso não é doença idiota

–o que é então estupida

–nada que seja da sua conta

–nunca via alguém saudável com uma aparência tão feia quanto a sua

–quem você esta chamando de feia seu idiota

kyoko estava para responder ao loiro quando o carro parou frente ao hospital

–vamos estupida

–não

–vamos

–NÃO

–VAMOS OU TE LEVO A FORÇA

–SE FIZER ISSO IREI GRITAR

–SE GRITAR EU TEREI DE FAZE-LA SE CALAR

–VOCÊ NÃO CONSEGUIRIA

sho se aproximou dela rapidamente deixando seus rostos milímetros de distancia

–quer correr o risco kyoko

havia um sorriso malicioso nos lábios do loiro, que a fez compreender bem o que sho estava tentando lhe dizer.

–estou gravida

viu os olhos de sho ficarem levemente maiores, mas no segundo seguinte os mesmos estavam cerrados enquanto o loiro tinha uma crise de risos

–deveria ser comediante ao invés de atris, kyoko

–o único palhaço aqui é você baka

–eu disse comediante estupida

falou o rapaz já recuperado

–fuwa san

o motorista chamou atenção do cantor que se aproximou do banco da frente

–não posso estacionar nesse local por muito tempo

–sim

sho voltou-se para kyoko

–vamos estupida

–ja disse que não estou doente idiota, eu estou gravida e isso não é doença sho baka

viu o loiro simplesmente congelar, cansada daquela situação pediu ao motorista que a levasse para a lme, como sho estava paralisado após ouvir as palavras da garota decidiu por seguir as novas ordens.

O carro parou frente a lme, kyoko desceu e o mesmo seguiu rumo a casa do cantor, já estavam próximo de sua moradia quando sho enfim saiu de seu tupor.

–onde ela esta?

–kyoko san foi deixada na LME

–hum...

–perguntei ao senhor e fuwa san concordou

–aquela estupida, usando truques como esse para me enganar