Notas iniciais
reta final da fic,

CAPITULO XLIX

ainda não podia acreditar em tudo o que o presidente acabara de lhe contar, sua mente não podia simplesmente acreditar que a namorada de rick após tantos anos tenha vindo da América ate o japão no intuito de se vingar dele, cerrou o punho com força sentindo suas unhas ferirem levemente a palma sua mão, sempre estivera disposto a aceitar a punição pelo crime que cometera mas jamais permitiria que seu filho fosse envolvido nisso, deixaria que ela tivesse sua vingança mas somente depois de entregar seu filho a salvo nos braços de kyoko.

–ren

despertou com a voz do presidente, que o fitava preocupado

–o seu celular esta tocando

apanhou o aparelho sentindo um frio correr por sua espinha ao reconhecer a voz, que um dia tão veementemente o chamava de assassino.

–tsuruga san, ou devo dizer hizuri kuon

–tina

–ah que surpresa saber quem eu sou, estou curiosa agora descobriu sozinho quem eu havia vindo para o japão ou aquele presidente intrometido lhe ajudou, alias agradeça a ele pelo seu filho ter sido sequestrado

apertou o celular como se naquele momento estivesse apertando o pescoço daquela mulher.

–se ele não houvesse começado e investigar sobre minha vida eu teria tido tempo de planejar seu assassinato, mas quando meu tempo se tornou drasticamente curto tive de escolher o método mais simples

–se fizer algo ao meu filho eu irei mata-la, com minhas próprias mãos

–ora, eu deveria começar a tremer de medo agora, não?

–rick foi um ótimo treinador, por isso sabe bem do que sou capaz não sabe tina san

a voz cheio de sarcasmo de ren provocou um calafrio ate mesmo em lory

–não pronuncie o nome do rick seu assassino maldito, alguém como você não tem o direito de chama-lo pelo nome.

As palavras gritadas pela mulher do outro lado da linha em nada lhe afetaram, o ódio que sentia da sequestradora de seu filho o cegava a medida em que continuava aquele conversa.

–o que quer para devolver meu filho?

ouviu o riso feminino que apenas fez seu sangue ferver ainda mais

–então agora o maldito hizuri egoísta, pensa em mais alguém além de si mesmo, não se preocupe aquele idiota esta sendo bem cuidado pelos dois cãozinhos de guarda daquela estupida, ao que parece eles são bem obedientes

–cãozinhos, reino?

–aquele cantorzinho estupido e sua namoradinha achavam mesmo que poderiam fazer algo contra mim, felizmente um deles ainda esta em condições de fazer aquele maldito bebe calar a boca

–se machucar o meu filho...

–eu já sei, você ira me matar

o riso debochado soou novamente no telefone

–acho que ainda não compreendeu a situação kuon, o bebe e esse dois inúteis estão em minha mãos agora e se você não fizer tudo o que eu mandar, irei acabar com a vida deles um após outro e então irei ate o seu apartamento onde sua esposa e sua mãe estão e acabei com elas também, isso não seria tão divertido mas apenas o fato de saber que você sofrera para sempre com a culpa e a dor da perca já seria algo satisfatório.

–diga logo o que quer

–você sabe que eu quero você, somente você se alguém mais vier sera o fim do seu filho.

–onde?

–ah esta com tanta presa de morrer kuon, no momento certo lhe direi o local, por hora sofra com o medo de perder a pessoa que você mais ama na vida.

A ligação foi finalizada, afastou o celular do ouvido passando a olhar o registro de ligações recebidas foi com surpresa que viu o numero do celular de kuu, certamente o mesmo havia sido roubado durante o sequestro, se aquela maldita mulher tomara o cuidado de ligar do celular que não era o seu era por que o mesmo seria logo jogado fora para que ao ser rastreado o mesmo não denunciasse sua posição.

–ren era ela não era?

–sim, aquela mulher esta mesmo com o kaoru

–o que ela quer? Se for dinheiro posso providenciar a quantia que for necessária, estou disposto a por toda a minha fortuna a sua disposição.

–obrigado presidente, mas ha somente algo que ela quer

–hum?

fitou o moreno diante de si, embora houvesse uma raiva mal contida no olhar de ren havia em seu rosto uma expressão melancólica, que fez lory compreender o que tina queria e perceber também que ren já tomara sua decisão.

–você não pode estar pensando, em se entregar facilmente a uma maluca.

–o que faria presidente, se fosse a maria chan no lugar do kaoru?

viu o presidente baixar os olhos parecendo enfim compreender que se fosse preciso dar a vida pelo bem do seu filho ele faria isso sem hesitar mesmo sabendo que isso traria uma grande dor ao coração de kyoko e dos seus pais, o toque do celular em seu bolso chamou sua atenção, o atendeu sem ver o numero porque tinha quase certeza que a voz que ouvira seria da maldita mulher que roubara seu filho surpreendeu-se porem ao ouvir a voz masculina, devido ao modo como as palavras estavam sendo rapidamente ditas não pode reconhecer de inicio a pessoas que lhe falava mas com o passar dos segundos compreendeu quem era.

–fuwa

–o que descobriu?

–hum...como sabe que eu...

–você é o pai, é obvio que estaria fazendo de tudo para resgata-lo, diga logo o que descobriu e em que posso ajudar

–como descobriu sobre o sequestro?

–seu agente estava preocupado e ligou para o seu apartamento, kanae esta com a kyoko agora, seu empresario esta resolvendo o problema com a sua agenda e a da kyoko já aquele idiota do beagle também não apareceu para trabalhar, agora me diga logo como posso ajuda-lo

–obrigado fuwa, mas trarei meu filho de volta sozinho, a única coisas que peço a você é que mantenha sua palavra

–hum? O que você...

ouviu a ligação ser encerrada, o que ren quisera dizer com manter sua palavra, guardou o celular no bolso ao que parece teria mesmo de ir ate o hospital, teria de falar com o homem que kyoko chamava de otou san, só esperava que o mesmo não fosse tão pouco simpático como ren.

**********

–duas semanas

já fazia duas semanas desde o pequeno kaoru havia sumido, kyoko havia sido levada para o apartamento dos hizuri onde estava sendo cuidada por julie e kanae, odiava ver a expressão sofrida da garota os olhos ambares tão cheios de vidas estavam opacos, havia pequenas bolsas negras abaixo dos mesmos e sua face sempre vivida estava pálida e sem vida, mas ela não era a única que sofria, embora tentasse parecer forte não havia meio de não perceber o quanto o ator agora a sua frente estava sofrendo, os punhos cerrados demonstravam a raiva mal contida que o ator sentia devido a falta de noticias do filho.

Não saberia naquele momento descrever o que sentiu ao se aproximar de ren agora parado na porta do quarto de kaoru, viu o moreno passar as mãos pelos cabelos e só então pode perceber o tremor que havia nas mãos de ren, a doença estava avançando a olhos vistos, sua dor talvez não fosse somente pela ausência de kaoru mas também pela maldita doença que ameaçava tomar conta do ator, sabia porem que de nada adiantaria dizer ao moreno que ele precisava se internar por que sabia que o mesmo não o faria antes de kaoru haver voltado.

–tsuru...

o som do celular ecoou pelo apartamento, com dificuldade devido o tremor de suas mãos ren atendeu a chamada, quando a mesma se encerrou o ator apanhou a chave do carro de cima da mesa de centro da sala e seguiu rumo a porta desaparecendo pela a mesma, por um momento pensou em retornar para o seu apartamento mas a expressão transtornada na face de ren o deixara apreensivo, por isso tão logo deixou o apartamento apanhou o carro a tempo de ver o automóvel de ren dobrar a esquina, não gostava de dirigir em alta velocidade mas precisava fazer isso para alcançar o moreno, estavam a quilômetros do carro de ren quando viu o carro do moreno parar junto a um velho e isolado templo, estacionou o carro apenas observando as ações do moreno.

Subiu as presas as escadas o mais rápido que pode sentindo seu coração apertar a cada passo imaginando o que encontraria no topo da escada, o que viu porem fez lagrimas brotarem em seus olhos, a mulher que um dia o chamara de assassino com tanta furia agora tinha kaoru em seus braços e apontava uma arma para a cabeça do seu filho.

–vejo que realmente veio sozinho, não sei dizer se você é corajoso ou muito ingenuo

viu dois homens se aproximarem saídos da porta agora aberta do templo, ambos eram altos e fortes mas em outros tempos já havia enfrentado oponentes assim evencera, em geral músculos demais tornavam os movimentos mais lento e velocidade é um fator muito importante em uma luta.

–se estiver pensando em enfrenta-los hizuri aconselho que pense melhor, afinal posso me assustar com a luta e meu dedo pode acabar apertando o gatilho sem querer

compreendendo a ameaça relaxou o corpo sentindo então um soco atingir em cheio o seu estomago fazendo o liquido escuro deixar seu lábios.

–isso foi nojento, é a primeira vez que vejo alguém vomitar algo tão horrível, você parece estar podre por dentro hizuri será que esses dias de ausência do seu bebe o prejudicaram sua alimentação sempre tão farta, mas a qual segundo rick você sempre se recusava a comer.

–deixe o meu filho em paz, ele não tem nada haver com isso tina

a mulher se aproximou ainda com kaoru nos braços

–sabe qual era o maior sonho de rick, ele queria ter uma família, queria ter filhos comigo mas adivinha graças a você hizuri isso nunca ira acontecer.

A um sinal dela sentiu seu rosto ser atingido por um soco e logo após cair ao chão sentiu um chute atingir o seu corpo loga abaixo de sua costela, tentou se levantar mas um chute o fez cair para em seguida sentir seus braços sendo pisados enquanto em uma de suas mãos o salto agulha perfurava algumas camadas de sua pele.

–você me roubou o direito de ser mãe, jamais poderei carregar em meu ventre o filho do homem que eu amava, e agora você me pede para deixar o seu filho em paz, era para você morrer naquele dia não o rick, esse bebe jamais deveria haver nascido por isso quando ele deixar de existir o destino que foi mudado naquele dia retornara ao normal.

–faça o que quiser comigo, mas não machuque o kaoru

–não irei machuca-lo, não ainda primeiro irei me divertir muito com você e só após deixar que seu bebe assista a sua morte é que pensarei no que fazer com ele embora o mais provável é que o matarei apenas para me divertir vendo aquela estupida morrendo pouco a pouco com a dor de perder seus amados.

–tina..

gritou vendo a mulher se afastar com o bebe

–por favor

viu a mulher voltar-se para trás com um sorriso debochado nos lábios e se reaproximar alguns passós.

–o grande e orgulhoso kuon hizuri me pedido por favor,

a risa estridente rompeu o silencio do templo abandonado

–olhe para você esta tremendo de medo e implorando por um favor meu, mas não se preocupe a vida desse bebe idiota não chegara ao fim antes dele poder presenciar a dolorosa morte do pai dele, quero ve-lo kuon hizuri morrer banhado em sangue e dor quero que seus olhos contenham o brilho opaco da morte e ouvi-lo gemendo ao se agarrar a vida, tentando sobreviver assim como foi com rick, só estou pensando ainda se deixarei que morra nos braços daquele estupida ou naquele no chão do velho salão do templo enquanto os ratos e os insetos cercam sua carcaça ansiosós por devera-la.

–deixe o meu filho...

o chute atingiu novamente sua costela o fazendo se calar ao mesmo tempo em que cuspia um liquido escuro pelos lábios.

–levem-no daqui e não esqueça de oferecerem a ele um tratamento melhor do que o do cantor afinal aquele idiota ainda consegue se mover

–sim tina san

seus mercenários se afastaram levando arrastado o jovem ator cuja a aparência era de um homem muito próximo da morte.

–quanto a você bebe estupido, vai voltar para suas junto daqueles dois e esperar quietinho o momento em que serão eliminados.

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–kyoko chan

fitou a mulher ao seu lado os olhos sempre gentis e amáveis agora demonstravam preocupação

–mo

moko san, desejou gritar como sempre fazia mais a dor em seu peito lhe impedir de falar, foi então que as lembranças das ultimas semanas voltara a sua mente a as lagrimas voltaram a rolar de seus olhos

–mo você não pode ficar assim,

–kanae tem razão estupida

seus olhos fitaram a pessoa que naquele momento adentrava o quarto, viu sho se aproximar da cama com uma sacola a qual ofereceu a ela, mesmo sem vontade abriu a sacola encontrando dentro alguns potes de pudim, não sabia se naquele momento sho estava agindo como o idiota que sempre foi ou estava apenas rindo de sua dor.

–quando houver terminado poderá acompanhar a policia ate o local onde esta o kaoru

–hum...o que você disse?

–se comer tudo poderá ir buscar o seu filho

–sho isso é verdade.

–eu tenho cara de alguém que brincaria com algo assim

por um momento kanae esperou que uma discussão se iniciaria entre sho e kyoko, surpreendeu-se porem ao ver que tão logo sho terminara sua frase kyoko passou a devorar os pudins de dentro da saco-la e com um animo que a tempos não via na amiga viu a garota deixar a cama correndo para o banheiro a fim de se lavar e se trocar para buscar o filho, aproximou-se então do pai dos seus filhos disposto a mata-lo se aquilo fosse algum tipo de brincadeira.

–sho se estiver enganando e mo eu...

foi silenciada por um ardente beijo que a tempo não recebia, ao se afastarem um lindo sorriso brincava nos lábios do loiro.

–tsuruga o encontrou, a policia esta indo para la agora.

–então é verdade.

–sim, logo o baixinho vai estar de volta.

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abriu os olhos um pouco confuso por não se lembrar de haver adormecido, fitou a garota encostada em um canto da parede com o bebe em seus braços, sua pele tão saudável e linda estava pálida e o belo formato de seu rosto levemente deformado devido ao regime de fome que estava passando felizmente kaoru estava saudável ainda o pouco de comida que recebiam era dado quase todo ao pequeno que não perdera o apetite, podia imaginar claramente a expressão de kyoko ao descobrir que seu filho fora alimentado a macarrão instantâneo, pão e água por todos esse dias, ele que sempre se preocupara por fazer as pessoas se alimentarem corretamente sofreria ao saber que seu filho não tivera esse tipo de alimentação equilibrada.

–reino kun

sorriu ao ver a garota abrir os olhos, ela parecia tão cansada mas ainda assim pegou o pequeno adormecido que estava em seu colo e se aproximou dele, por seu andar incerto podia perceber os efeitos que a desnutrição causava na garota, sabia que sua situação era ainda pior que a dela já que sentia claramente que alguns ossós do seus corpo estava quebrados, mesmo se tentassem um fuga agora não conseguiria sair dali sozinho, mas chiori e kaoru poderiam se salvar.

–como se sente

–me sentiria melhor com um beijo

disse tentado parecer o mesmo de sempre pretendo com isso fazer a expressão preocupada dela amenizar um pouco, viu a garota colocar o bebe suavemente deitado no chão e então se aproximar dele, sentiu então o toque suave dos lábios dela junto ao seus em um beijo casto e amoroso, quando a mesma se afastou podia ver os lábios dela tingidos de vermelhos, mesmo com os lábios dele sangrando ela não sentira nojo de beija-lo por alguma razão esse ato trouxe alento ao seu coração.

–kaoru

como em resposta aos gritos que naquele momento ecoavam pelo templo vindo do que parecia ser o salão principal, kaoru começou a chorar desesperadamente

–o que houve kaoru

–é o tsuruga

–hum...

com pavor chiori percebeu os gritos de dor que era abafados pelo choro de kaoru

–por que o tsuruga san esta aqui

–ele era o objetivo dela desde o começo, kaoru foi usado apenas para trazer o tsuruga ate aqui

–o que essa mulher tem contra o tsuruga san

–ela esta se vingando por algo que ele não teve culpa.

–o que podemos fazer por ele reino

–rezar.

No salão principal do templo o chão negro agora era salpicado por manchas de sangue que deixava os lábios feridos de ren, o sorriso estridente da mulher ecoou após o intenso grito de dor provindo do ator a sua frente que estava agora amarrado diante de si, o belo corpo do moreno estava agora coberto de hematomas , seus pulso presós sangravam devido as algemas que o prendiam , todo o corpo dele tremia a deixando extremamente satisfeita com o resultado de sua tortura

sentiu ao toque de um mão em seu queixo e sua cabeça ser forçada para cima, abriu o único olho que ainda podia enxergar alguma coisa vendo diante de si sua cruel algoz

–seus sofrimento não é nada comparado a dor que eu senti, por isso continue resistindo ao menos ate que aquele bebe maldito esteja aqui

viu a mulher dar uma ordem aos dois capangas que a acompanhavam

–tem certeza tina san

–olhem para ele, acham que poderá me machucar, ele mal consegue respirar.

–tem razão tina san, vamos busca-los

–estamos a sós agora hizuri san, quantas mulheres não desejariam ficar a sós com o grande kuon hizuri ou tsuruga ren, soube que você se tornou muito famoso no japão, mas eu não tenho um gosto tão refinado assim o único prazer que sinto em ficar ao seu lado o que o seu sangue correndo pela sua pele me proporciona.

–meu filho o que fez com ele

–não se preocupe você logo ira ve-lo, decidi que sera mais divertido matar meus três reféns na sua frente e ve-lo sofrer com a culpa enquanto luta por sobreviver ao seus próprios ferimentos.

O simples ato de respirar causava um dor dilacerante em seu corpo, mas ela não se comparava a dor que sentia ao imaginar seu filho sendo ferido e ate mesmo morto.

–aquele inúteis por que estão demorando tanto, não quero que você morra antes daqueles três mas tudo bem vou tratar de mante-lo bem acordado

disse a mulher apanhando uma faca deixada ao chão com a qual passou a distribuir pequenos corte pelo corpo do ator, que naquele momento sentia sua consciência desaparecer lentamente enquanto com toda a força que ainda lhe restava desejava que seu filho fosse salvo das garras daquela mulher, seu corpo já não era capaz de sentir dor e o pouco de razão que lhe sobrara era agora vencida pelas trevas.

–ren

kyoko entregou o filho que tinha nos braços no colo de sho e correu para junto do corpo todo ferido de ren que naquele momento era liberto das algemas pelo policial, segundos atrás ao ver aquela mulher ser baleada por negar-se a soltar a faca sentiu compaixão por ela mas agora o ódio tomava seu coração e se ela já não estivesse morta ela mesma a mataria.

–ren

abraçou o corpo inerte do amado sentindo o quanto o mesmo estava frio e sangrando.

–ren

sentiu as gotas quentes que caiam sobre seu rosto, a voz carregada de desespero de sua amada chegavam ao seu coração como palavras desconexas de um sonho, por um momento pensou haver aberto os olhos e visto sua linda kyoko diante de si, mas certamente aquilo não era mas do que uma alucinação de alguém a beira da morte.

–me desculpe

sentiu o peso em seu peito se tornar menor ao ver ren abrir os olhos e o fitar com um fraco sorriso em seus lábios

–ren

viu o lábios de sua amada de moverem mas suas palavras não chegavam ate ele.

–eu nunca quis ficar longe de você, me perdoe por manter tudo em segredo eu só queria proteger a vocês dois, mas acho que não sou forte o bastante para isso

grossas lagrimas rolavam dos olhos ambares

–não chore, o sorriso fica melhor nos seus lábios, me perdoe por deixa-la tão triste...

as palavras de seu amado foram interrompidas pelo sangue que agora saia de seus lábios.

–aishiteru kyoko

–REN...REN..POR FAVOR REN ABRA OS OLHOS, POR FAVOR REN.

Notas finais
esse é o penultimo capitulo, espero que gostem