Em luta pelo amor
50 Final
Notas iniciais
CAPITULO L
sobre a mesinha central em meio aquele salão cheio de ricos arranjos a foto do homem que amava surgia imponente, sobre o canto uma pequena fita negra tornava triste a bela imagem do rapas sorrindo levemente com um ar de mistério e malicia, aquele fora uma foto doada pelo presidente de um dos muitos trabalhos que ren havia feito como modelo de revista, a passos vagarosos se aproximou da imagem depositando aos pés da mesma uma pequena caixa onde havia uma pequena e magica pedra azul, sua historia havia começado com aquele simples objeto seria justo que terminasse da mesma maneira.
–ren
deslisou os dedos um pouco trêmulos sobre o retrato sentindo as lagrimas brotarem em seus olhos.
–ren sinto tanto a sua falta, as vezes no meio da noite em acordo e penso estar ainda ao seu lado estendo minha mão no intuito de alcança-lo mas tudo o que posso tocar e o leito vazio ao meu lado, não importa o quanto eu almeje toca-lo minhas mãos são curtas de mais para alcança-lo no local onde você esta, embora tenha se passado quase nove meses desde que você se foi ainda sou incapaz de fazer com que minhas lagrimas parem de cair, em noites de cruel martírio minha mente vaga para as lembranças de nossos dias felizes, te vejo com kaoru em seus braços e ambos a me fitarem com um olhar radiante de felicidade mas tal qual uma lamina em brasa meu peito é atingido pela cruel realidade e mesmo sem desejar sinto as lagrimas banharem meu rosto ao recordar que você não esta ao meu lado.
Secou as lagrimas com as mãos, não sendo capaz de conte-las completamente
–ah ren, em que poderiam nosso sonhos de felicidade ser um ofensa aos deusas do destino que tão cruelmente o roubaste de mim? O que fizemos nós de errado para não merecer aquilo que tanta gente tem? meu coração anseia com louca esperança ver-te aqui ao lado de teu filho e juntos ambos a brincar e jogar felizes, se soubesse como minha mão deseja ardentemente tocar as suas, meu coração veementemente bate na esperança de poder revê-lo um dia, sabe ren desde que me vi apaixonada por você desejei que o meu destino fosse o mesmo que o seu.
–Naquela fatídica tarde quando o recebi em meus braços banhado em sangue do fundo do meu coração desejei receber em mim as tuas dores, queria poder dar-te minha força vital e meu sangue para compensar a sua que tão rapidamente se esvaia, queria que teu coração pulsasse ao ritmo do meu como tantas vezes ocorreu em nosso momentos de intimo amor, ve-lo sendo levado para o hospital e ali ver-te sendo afastado de mim foi para o meu coração o maior dos martírios, a cada instantes em que aquela maquina permitia que seu coração continuasse a bater o meu era aquecido pela esperança de que logo voltaria para junto de mim e do nosso filho.
Apanhou a foto entre suas mãos acariciando o rosto na fotografia
–meus dias desde que fostes levado para onde não pude segui-lo, tem sido de constante luta contra a dor que ameaça dominar-me, se não fosse por nosso pequeno bebe e nosso queridos amigos não sei se teria forças de seguir em frente, sabe meu querido ren apesar da dor que sinto em meu peito pela saudade os dias tem sido realmente divertidos, os bebes da moko san e do idiota do shotaro já nasceram é um lindo casal de gêmeos que ainda pequenos já são tão malandros, é divertido ver o sho baka correndo sofrendo para cuidar deles quando a moko san esta gravando ou ensaiando, kaoru adora os dois os gêmeos e ate tenta ajudar sho mas ele ainda é tão pequeno e acaba atrapalhando ainda mas.
–ah...tem uma coisa que surpreendeu todos, amamiya san e o beagle estão juntos agora e segundo presidente amamiya san esta gravida, mas ainda esta tentando manter isso em segredo, por falar em presidente ele parece o mesmo de antes mas quem o conhece a algum tempo consegue perceber a tristeza nos olhos dele quando fala de você, embora tente esconder ele sente muito a sua falta ren, yashiro san também tenta parecer forte mas já o vi chorando no seu camarim ren, ele tem sido um grande amigo do kaoru e dos gêmeos apesar de não parecer yashiro san tem muito jeito com crianças assim como a shouko san, segundo a moko san o presidente parece estar armando alguma coisa para tentar arranjar uma namorada para o yashiro san e ela acha que essa pessoas possa ser a shouko san, eles ate ficam fofo juntos mais acho que o idiota do shotaro seria um obstáculos-lo já que aquele baka ocupa muito tempo dela.
Um sorriso triste surgiu nos lábios de kyoko
–ren, mesma que desde o fundo do meu coração eu deseje ir ao seu encontro eu ainda devo permanecer aqui, ah tantas coisa que preciso fazer meu amado ren, fiquei muito triste por saber que você sofreu em silencio por tanto tempo com aquela doença apenas para não me fazer sofrer, infelizmente o sofrimento é algo inevitável na vida das pessoas ele parece ser algo indispensável para si poder viver por isso meu amor não se preocupe com a dor que aflige meu peito nesse momento por sei que um dia essa dor vai passar e quando isso acontecer será por que uma vez mais estar em seus braços do homem que amo, as coisas nem sempre acontece como a gente espera mas cada pedra que surge em nosso caminho torna o caminho mais interessante e as pedras que pisamos tornam nosso pés mais fortes.
Abraçou o quadro junto ao peito
–aishiteru ren.
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por que afinal tinha de ir aquele evento ridículo, se kanae não o obrigasse ele certamente jamais participaria daquela palhaçada quem em sã consciência fazia um velório para enterrar um nome falso, principalmente quando a pessoa em questão além de estar viva ainda não estava presente.
Adentrou o salão daquela exagerada mansão do dono da lme revendo mentalmente as poucas palavras que teria de dizer já que segundo kanae o pai do tsuruga havia pedido a todos que dissessem umas poucas palavras de despedia as quais estaria sendo gravadas e seriam enterradas junto com o nome tsuruga ren, perdido em seus próprios pensamentos não percebeu a presença de mais alguém ali, foi somente após ouvir um fraco gemido é que viu kyoko próxima do suposto altar.
–kyoko
–a bolsa estourou, o meu bebe vai nascer
–vou começar a cobrar daquele presidente excêntrico por cada funcionaria dele que eu levar para a maternidade
–cala a boca e me ajuda logo baka
a tomou nos braços com a ajuda do estranho mordomo do presidente da lme levou a garota para o hospital, apor providenciar o papeis necessários pegou o telefone ligando para a pessoa que naquele momento cuidava dos seus bebes
–me desculpe quatro olhos mas irei demorar um pouco, aquela estupida entrou em trabalho de parto
–o que a kyoko chan vai ter o bebe?
–sim
–isso é obra do destino, fuwa san poderia me fazer um favor enquanto cuido dos seus filhos
compreendeu pela voz do empresario que aquilo não era um simples pedido e sim uma troca de favores, sorriu após ouvir o pedido de yashiro
–parece que finalmente você poderá ser feliz kyoko.
Adentrou o carro e segundos depois rumava com o mesmo em direção ao aeroporto para cumprir o favor que yashiro lhe pedira
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–dirija mais devagar
–minha mulher esta em trabalho de parto nesse momento, não pretendo perder o nascimento da minha filha como perdi o do meu filho por isso segure-se firme fuwa
–droga
gritou o fuwa sendo jogado contra a janela devido a curva rápida que o loiro ao seu lado
–tenho dois filhos lindo para criar não pretendo morrer agora por culpa de um cara que pensa estar em uma pista de formula 1
–não pedi que viesse comigo fuwa, agora cala a boca por que esta me distraindo
–eu não deveria ter atendido o pedido do quatro olhos de ir te buscar, mas infelizmente meus filhos pareciam estar se divertindo muito brincando com ele.
–se não quer que o seus filhos fiquem órfãos cale a boca e me deixe dirigir, preciso de concentração para controlar o carro nessa velocidade.
–baka
disse o cantor ficando em silencio ate que o carro adentrou a quadra do hospital
–aposto que aquela estupida ainda esta recebendo soro
estacionou o carro só então fitando o cantor ao seu lado
–soro?
–é um tipo de remédio que aplicam para elas não sentirem dor, kanae ficou horas com aquilo no braço
–quer dizer que eu ainda posso ver minha filha nascer
–provavelmente
foi pego de surpresa quando o ator segurou sua cabeça e lhe deu um beijo na testa e deixou as presas o carro, por um momento se perguntou se havia ficado tão idiota quando os filhos nasceram, deu de ombros ao concluir que ele agira muito racionalmente quando akane e Aoí nasceram.
Correu para dentro do hospital chegando rapidamente a portaria onde logrou obter informações sobre kyoko, sem importar-se com o fato de era proibido correr pelos corredores do hospital seguiu para o quarto onde sua amada estava.
–kuon
sorriu ao ver a garota deitada na maca com uma barriga que ao seu ver estava enorme.
–você realmente esta aqui?
–sim
–por que nunca respondeu aos meus....
ficou aflito ao ver a expressão de dor no rosto dela e sua respiração ofegante quando a mesma pareceu diminuir
–kyoko você esta bem, se estiver com dor posso chamar alguém para
–eles virão logo para me levar, agora responda por que não mandou noticias
–eu respondi, mas com alguns meses de atraso
–hum...?
–ate uma semana atras ainda estava em uma clina finalizando o tratamento,
viu um brilho triste surgir no olhar de kyoko e decidiu que aquele não era o momento para falar sobre aquilo, não queria dizer a ela que devido ao ferimentos que recebeu de tina teve de passar por uma serie de procedimentos médicos e por fim um transplante de figado, infelizmente devido a dor lancinante que a doença causado pelas costelas quebradas ele foi mantido por meses em um coma induzido e somente a um mês atras quando seu corpo estava completamente curado foi que despertou, mas como precaução teve de ficar em observação por mais algumas semanas e somente agora pode retornar ao japão de onde fora levado para receber tratamento na América, uma vez que os médicos que o atenderam após o acidente teriam de acompanhar todo o procedimento para certificar-se que o mal de Wilson não causara sequelas permanentes no cérebro de ren, felizmente tudo estava bem agora.
–mas agora estou totalmente curado e pronto para assistir o nascimento do meu segundo filho ou devo dizer filha
–como sabe?
–li todos os seus e-mail enquanto voltava para o japão e quando voltar para nossa casa poderá ver que respondia a todos
o sorriso lindo iluminou a face de kyoko, mas foi logo substituído por um expressão de dor.
–tem certeza que quer assistir o parto kuon
–tenho sim kyoko
–sho desmaiou quando viu o sangue e foi deixado no chão ate o parto terminar
–não sou fraco com o fuwa
kyoko sorriu e nesse momento alguns enfermeiros adentraram a sala levando-a, ren seguiu com ela ate a sala de parto onde foi barrado na entrada
–o senhor é o que da paciente?
–marido
não pode controlar o sorriso que surgiu em seus lábios ao pronunciar aquela simples palavras
–gostaria de assistir ao parto
–sim por favor
–me acompanhe
não era a primeira vez que estava em uma sala de parto mas naquele momento não podia controlar a alegria que sentia por ter ren ao seu lado, mesmo apensar da dor que as contrações cada vez mais constantes lhe causava era impossível tirar o sorriso de seus lábios ao sentir a mão do homem que amava segurando a sua.
–ótimo sera agora mogami san
respirou profundamente buscando dentro de si toda a força que precisava, sentiu a mão de ren apertar a sua e após ver o sorriso no rosto de ren concentrou toda sua força para trazer ao mundo sua filha, sentiu o corpo relaxar e o coração bater mais forte quando o som do choro preencheu a sala.
–gostaria de segura-la
abriu os olhos tentando afastar o cansaço que sentia, voltou seu rosto em direção de ren e da enfermeira que naquele momento ofertava ao rapaz sua filha.
–eu posso
–claro é a sua filha
sorriu ao receber em seu braços aquele pequeno ser
–meu nome é kuon hizuri sou o seu pai sabia
viu os olhos verdes do seu amado a fitarem e uma palavra deixar os lábios dele antes de ser tomada pelo cansaço
–obrigado.
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–por que ele esta demorando tanto
–kuu ele é o pai é normal que demore, alias o que faz aqui não deveria estar gravando agora
–o diretor me deu a tarde de folga por causa do velório boss
–ainda não entendi kuu san, por que o senhor fez um velório para o ren quando ele ainda esta vivo
–e por que de hoje em diante tsuruga ren não existe mais, marina chan
–hum?
–a partir de hoje ren usara somente o seu verdadeiro nome de kuon hizuri
–ah..o vovô me falou sobre isso
–malia
com um sorriso nos lábios a agora adolescente maria correu para junto de yashiro que após deixar os filhos de sho com shouko seguiu para o hospital com o pequeno kaoru que agora era pego no colo por maria.
–acho que ren ira gostar de rever o filho após nove meses da ausência
–obrigado yashiro san
o rapaz de cabelos loiros adentrava a sala de espera com um sorriso enorme em seus lábios
–ren sama
–maria acho que kuon que ficar com o filho agora
–sim vovô
a garota deixou o pequeno no chão
–malia
–ele já esta falando e andando
–os filhos crescem rápido demais kuon
–pai, presidente, yashiro e maria chan, obrigado por cuidarem do meu filho, da kyoko e do bebe por todo esses meses
os quatro responderam um pouco envergonhados e logo cada um encontrou uma desculpa para deixar ren a sós com o filho.
–kaoru
o pequeno que a passos curtos seguia para a porta querendo seguir maria, voltou-se para o rapaz ajoelhado ao seu lado.
–tio sho
kuon sentiu-se temeroso ao ver o pequeno correr em sua direção e esticou os braços para ampara-lo temendo que o mesmo caísse porem isso não aconteceu, sentiu o pequeno chocar-se junto ao seu peito, quando o vira pela ultima vez meses atras kaoru apenas gatinhava e murmurava palavras sem sentido agora porem ele já era capas de correr daquela maneira e falar mais claramente.
–não sou o tio sho
pegou o pequeno nos braços
–sou o papai lembra
–pa...papai
–sim, papai
abraçou o pequeno sentindo o calor do filho junto ao seu peito enquanto o mesmo repetia a palavra papai.
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sorriu ao se despedir do ultimo de seus visitantes naquele dia que não era outra senão moko san, sua filha agora em sentia-se ainda cansada mas não queria que a filha ficasse longe de si, queria mante-la ainda que adormecida junto de si foi então que ouviu a porta do quarto abrir lentamente e a voz da qual já sentia grande saudade ecoou pelo quarto despertando a bebe em seu braços
–mamãe
podia sentir que o filho desejava correr para junto da mãe, mas o manteve em seus braços e se aproximou da cama
–se aproximem ela esta acordada agora
o pequeno esticou o corpinho para a frente a fim de fitar melhor a pequena bebe nos braços de sua mãe
–aane e Aoí
–não meu amor, essa é sua irmãzinha
sorriu ao ver a mulher e os filhos diante de si, jamais imaginaria que a no dia mais doloroso de sua vida quando recebera a noticia do sequestro do filho seria tambem o dia em que a existência de sua pequena filha passou a ser real, nunca havia acreditado em ditos popular mas era certo no seu caso após uma tormentosa tempestade em fim chegava a bonança, o caminho para alcançar aquela felicidade havia sido difícil mas ao ver a aquela tão bela cena diante de si não podia deixar de sentir que sua árdua luta fora recompensada com muito amor, por isso tudo havia sido em luta pelo amor.
epilogo
fitou o grupo reunido no jardim da agora mansão hizuri, comprada por kuon e kyoko, a redor da grandiosa toalha de pequinique as julie, kyoko kanae, chiori e shouko sorriam conversando animadamente, não longe dali maria brincava com o bebe de chiori em seus braços enquanto kaoru agora com seis anos cuidava de sua linda irma sakura de apenas quatro anos, akane a aoi de tambem quatro anos e do pequeno rikaru de tres anos o primeiro filho de reino e chiori.
a poucos passos de onde estava os pequenos dois guardiões os vigiavam constantemente sem contudo demonstrar abertamente sua evidente vigilancia ja que kanae e kyoko havia proibido os dois de sufocarem os filhos com excesso de cuidados, enquanto fingiam indiferença ao que os filhos faziam sho e kuon conversavam, pela expressão no rosto dele podia facilmente deduzir que ambos falavam dos filhos e das sua amadas esposas.
mas adiante junto a mesa onde estava o que sobrara de comida reino e yashiro se viam quase obrigados e ficar junto de kuu e os mantinha presos em com suas historias sobre ren , yashiro as ouvia para conhecer melhor o amigo ja reino certamente as usaria para provocar ren ja que os dois nunca pareceram se interder realmente, embora ele tinha a certeza de que ambos ja se consideravam algo muito proximo de amigos.
–takarada san, trouxe o documento que o senhor me pediu
deixou de lado o binoculo com o qual espiava a mansão vizinha e voltou sua atenção ao envelope que sebastian lhe trouxera.
–takarada san, se queria estar la, por que recusou o convite
–não conseguiria me divertir la estando tão ansioso por isso
disse lory pegando o envelope e o abrindo, seu coração batia acelerado, suas mãos suavam sentia-se como um adolescente apaixonado que recebia uma carta de sua amada, embora não fosse algo tão romantico o papel em suas mão tinha o poder de mudar sua vida.
–takarada san
chamou o fiel mordomo vendo o homem diante de si empalidecer e apos alguns momentos sorrir com um misto de alegria e melancolia, viu quando o mesmo se levantou e caminhou ate a janela acendendo então um de seus tipicos charutos.
–no fundo eu sempre senti isso
fitou com o binoculo o jardim vizinho encontrando facilmente o alvo desejado.
–o seu sorriso e mesmo sua expressão furiosa sempre me lembraram dela, a unica mulher com quem me envolvi apos a morte de minha falecida esposa.
–takarada san
–sebastian
voltou-se para o mordomo com um sorriso na face
–abra meu melhor champanhe vamos comemorar, afinal não é todo dia que se descobre que a atris numero um do japão e tambem a garota mais meiga e inocente do pais é sua filha.
–como?
sorriu ao ver pela primeira vez algum tipo de expressão na face do moreno a sua frente
–takarada san, mogami san é sua
–filha mas esse sera nosso segredo meu fiel sebastian, a unica familia que ela precisa é essa que conquistou por seu próprio esforço, um dia quem sabe se ela precisar de um pai, so então contarei a ela, ate la deixarei que kuu cuida da minha filha como cuidei do filho dele.
sorriu ao fitar a mansão ao lado de onde uma musica arabe podia ser ouvida, jamais poderia agradecer ao presidente tudo o que ele lhe fez no momento em que se encontrava em desespero ele a havia lhe estendido a mão, kuu e lory podia não ter nenhuma ligação de sangue com ela mas em seu coração ele preenchiam o espaço agora não mais vazio de um pai.
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