Emília & Bernardo... amor além da vida
3 Capítulo 3
Notas iniciais
Algumas horas mais tarde Emília esta dormindo ao lado de Bernardo, quando ela tem uma crise de choro, Bernardo acorda assustado e percebe que ela ainda dorme.
—Emília acorde, Emília. ..
Mas ela segue dormindo ele a abraça e o choro pará, ela se aconchega mais perto dele, soltando um suspiro, ele diz que a ama, e dorme também agarrada a ela.
Amanhece ele acorda e Emília não esta mais na cama no seu lugar uma rosa vermelha e um bilhete.
“Obrigada pelo jantar. ..pela noite linda...quando eu olho para o anel eu lembro que seus olhos brilham mais e que é através do seu olhar que sinto todo o seu amor por mim...eu te amo Bernardo
Eu te amo com todas as minhas forças.”
Sua Emília.
Ele sorri, lembrando da noite anterior, de como ela o surpreendia quando transavam, mas o choro dela no meio da noite o preocupa, talvez seja as últimas a tenham deixado a flor da pele, ele não podia negar que ela estava mais sensível, ele pega o travesseiro que ela usou sentido o perfume dela ele volta a dormir,pensando em o quanto amava aquela mulher.
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Emília vai para casa se arrumar para ir para a empresa, mas a todo o instante lhe vem na cabeça os momentos que teve com Bernardo, não pode deixar de sorrir.
Esta em seu quarto arrumando os cabelos quando Vitória passa pela porta.
— Mãe..mãe....- ela chama.
— Oi minha filha -diz Vitória lhe dando um forte abraço -Achei que você iria vir mais tarde.
—Eu vim me arrumar para ir para a empresa, mãe olha o que o Bernardo me deu.
Emília estende a mão para Vitória, com os olhos brilhando de emoção.
—Que lindo...lindo, mas ele já não tinha te pedido em casamento?
—Sim, mas ele disse que um pedido em meio a aparelhos e cama hospitalar não e nada romântico e que eu poderia estar sobre efeitos de remédios quando disse sim.-Emília da um risada — Bobo ele como se eu fosse dizer não.
—Ele me disse que iria te fazer uma surpresa mas não me disse qual.
—E foi uma surpresa e tanto, este anel era da mãe dele.
—Estou tao feliz por você...por vocês.- Emília olha bem para os olhos da mãe.
—Mas mãe você esta com um olhar triste, esta tudo bem?- Emília passa a mão no rosto de Vitória.
—Esta tudo bem sim… a Zilda nos convidou para a macarronada dela a noite vamos?
—Vamos sim eu saio da empresa e busco a senhora, esta bem?
—Sim, pode ser, você toma café comigo antes de sair?
—Sim já desço.- ela fica pensando o porque daquele olhar da mãe.
Vitória se dirige para porta, quando Emília a chama.
—Mãe
—Oi
—Eu te amo- diz Emília.
Vitória volta da um beijo e mais um abraço na filha.
—Eu também te amo minha filha, te espero la embaixo. — e sai do quarto.
Elas toma o café conversam alegremente.
Emília pega as suas coisas quando o seu telefone toca, Vitória vai para a cozinha quando volta percebe que Emília esqueceu seus óculos, vai até a porta quando ouve parte de uma conversa…
—… sim quero esse contrato da Ventura pra hoje no máximo amanhã. ...não.. tenho certeza …. não posso ficar com algo que não é meu…. já ..os herdeiros estão de acordo, minha mãe vai entender… sim pode anexar o casarão também ele faz parte do pacote. ...
Vitória não termina de ouvir a conversa volta para a sala quando encontra Solange.
—Esta tudo bem dona Vitória.
—Sim..sim você entrega os óculos para a Emília por favor...ela esta no carro
—Sim, mas a senhora te pálida, quer uma água.
—Não obrigada vou ao meu quarto.
Vitória sobe as escada para o seu quarto abalada pelo o que ouvi seus pensamentos a mil não crendo que Emília iria se desfazer da Ventura e do palacete, que depois de tudo ela não tinha mudado, ela não podia acreditar naquilo, esses pensamentos a apavorava.
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Emília esta na Beraldini quando batem a sua porta.
— Pode entrar.- ela diz sem tirar os olhos dos papeis que lê.
Lívia entra com um buquê rosas vermelhas.
—Sabia que logo cedo a senhora estaria aqui.
—Que rosas linda minha filha presente do Filipe?
—Não minha mãe.
—De quem, então?
—Não são para mim, são para a senhora, toma.
Emília pega o buquê já sabendo de quem é, olha o bilhete e ao ver a letra tem certeza que se trata de mais um agrado de Bernardo.
“Você me deu o presente mais lindo que eu poderia ganhar … Você. ..você pra sempre em minha vida….era tudo o que eu poderia querer….você disse que sente meu amor através dos brilho dos meus olhos e sei disso quando olho o seu lindo sorriso… te amo
Sempre te amarei”
Seu Bernardo
Emília se perde em seus pensamentos e nem ouve Lívia chamando.
—Mãe. .. mãe.....a senhora esta me ouvindo- Lívia toca o braço de Emília.
—Oi Lívia. ..o que foi
—To aqui te chamando, onde a senhora estava com a cabeça.
—Eu… eu estou aqui.
—Sei, mas me diz e esse anel ai.
Emília olha para o anel e se lembra do momento em que viu a Bernardo de joelhos,e saí um longo sorriso de seus lábios.
—Perdi ela de novo...mãe...mãe- diz Lívia sorrindo da cara de boba que a mãe esta.- Mãe...
—Oi minha filha.
—O anel
—A sim o anel...Bernardo me deu ontem, me pediu novamente em casamento, foi lindo
—To vendo, a senhora mais perdida, mais avoada que eu quando o Felipe me pediu em casamento. Falando nisso tenho mil coisas para fazer, e ainda tem a macarronada da dona Zilda, a senhora vai ir.
—Sim a sua avó me falou, saio daqui e busco ela.
— Carola entra na sala cheia de pastas
—A hora do recreio acabou -diz Lívia saindo da sala
—Carola você coloca em um vaso para mim e deixa ali já mesa perto da porta por favor.
—Sim dona Emília.
Emília se joga no trabalho, mas de vez em quando seus olhos param ou no anel ou nas rosas e ela se deixa levar por alguns segundos.
Mais tarde o telefone de Emília toca ela nem precisa ver quem é pois já sabe.
—Oi meu amor
—Oi minha Emília, recebeu as rosas?
—Sim e são as mais lindas que já vi.
—Você diz isso sempre, que horas você vai sair eu te pego, quero te levar em um lugar
—E que Bernardo hoje tem o jantar da sua tia e vou levar minha mãe.
—Então você já sabia?
—Minha mãe me disse pela manhã.
—Então eu levo as duas, pode ser,te pego e depois pegamos a Vitória.
—Sim me pega la pelas 18h.
—Combinado então, eu te amo
—Também te amo- Emília desliga o telefone e se joga de novo no trabalho.
Quando volta da sala de reuniões depois de uma videoconferência percebe que grande parte dos funcionários foram embora, com exceção dela, Carola e alguns pouco.
—Carola que horas são?
—19H dona Emília.
—Meu deus to atrasada, dispensa quem ainda esta por ai e pode ir também.
—Mas dona Emília ficou alguns detalhes…
—Carola amanhã, pode ir vou em minha sala pegar as minhas coisas.
—Espero a senhora?
—Não pode ir.
Emília entra em sua sala sem entender como pode perder tanto a hora, procura o seu telefone e vê muitas mensagens e ligações de Bernardo, algumas de Lívia e de casa, resolve ligar para o Bernardo, assim que ouve sinal de chamada ouve um telefone tocando já sua sala, ela olha para trás e o vê sentando em uma das poltronas, ela desliga o telefone e sorri para ele, que levanta e caminha em direção a ela.
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