Emília & Bernardo... amor além da vida
4 Capitulo 4
Notas iniciais
—Você esta aqui- diz Emília sorrindo.
—Estou ...estou a um bom tempo.
—Desculpas- ele chega bem perto dela e abraça, ela coloca os braços em volta de seu pescoço.
—Parece que o meu destino é sempre te esperar… Esperar pra te conhecer. ..esperar pra te conquistar. ..esperar você voltar da Itália. ..esperar você acordar...esperar os segundos para te beijar- ele a beija com suavidade e vai aprofundando o beijo até que a deixa sem fôlego- Eu te amo.
—Assim você me faz mais culpada,porque ao invés de uma cara de bravo você me recebe com o sermão mais lindo que ouvi — ela passa a mão pelo rosto dele segura em seus cabelo e o beija seu rosto, sua boca, seu pescoço- Também te amo.
Ele para ela no meio de um beijo, a solta e vai até a porta e fecha, e volta até ela a abraça e a beija, então a segura e senta a na mesa.
—Bernardo aqui não — fala Emília, quando percebe o que ele quer, ela diz sem muita firmeza na voz-Meu amor aqui não.
—Porque não — diz Bernardo entre um beijo e outro.
—Pode entrar alguém.- ela não eixa de corresponder ao seus beijos.
—Mas você mandou todo mundo embora- ele coloca a mão por dentro da saia dela, que fecha os olhos por um momento, ao sentir o toque dele — Eu fechei a porta.
—Mas...mas...- o prazer em sentir o toque dele não a deixa pensar.
Bernardo tira a mão de baixo da saia dela e começa a desabotoar a blusa dela.
—Bernardo...
Ele a cala com um beijo.
—Olha nos meus olhos e diz que não- ela olha pra ele e não diz nada, ele sabe que ganhou a batalha.
Ele a beija e ao mesmo tempo desliza a mão por baixo da saia dela novo e tira sua calcinha, ela prende ele com sua pernas colocando-as em volta da cintura dele e termina de tirar a camisa dele, ele a segura de uma forma que consegue levar ela para o pequeno sofá sem parar de se beijarem, ela abre a calça dele. Bernardo sobe a saia dela e a encaixa em cima dele .
Algum tempo depois de se saciarem, ela continua sentada encima dele com a cabeça apoiada em seus ombros tão ofegante quanto ele, que alisa as costas dela com carinho, quando o telefone dela toca.
—Não atende — pede ele ao seu ouvido, beijando seu rosto.
—Tenho que atender — com relutância ela se levanta ajeitando a saia e pega o telefone é Lívia, atende o telefone e o encaixa no ouvido e começa a ajeitar a blusa- Oi minha filha … Sim já estou indo ...tive um imprevisto na Beraldini- olha para Bernardo que esta terminado de se arrumar e sorri, nem acredita na loucura que fizeram -....Vou passar em casa tomar um banho rápido e logo mais eu chego… ta bom aviso sim ao Felipe do seu atraso beijos.
—Acabou a brincadeira- fala Bernardo atirado no sofá, rindo — O que você está procurando Emília.
—Não to achando — e continua a procurar.
—Mas o que seria.- ele levanta.
—A minha...a minha calcinha — ela fala sussurrando.
—Porque você ta sussurrando — ele imita o tom da voz dela.
—A sei lá ….você quem tirou deveria saber onde esta.-ela se vira para ele.
—Não ...não sei — fala com a cara mais deslavada possível.
—Bernardo. .. ..esta com você só pode..me devolve- estende a mão para ele, que a puxa para seus braços.
—O que Emília eu não peguei nada.- ele a beija.
—Ai ..ai… Estamos atrasados e você de brincadeira, mas dessa vez não ...não vou cair, não quer me devolver tudo bem vou sem — pega a bolsa e se dirige ao elevador, ele vai atrás com a cara de um menino travesso.
Já no carro Emília diz que Lívia iria se atrasar e pediu para avisar o Felipe, por que ele tinha saído cedo e não tinha levado o celular.
Chegando ao casarão Emília e recebida por Solange.
—Boa noite dona Emília.
—Boa noite Solange, minha mãe onde está, no quarto?
—Não, ela não esta, ela…
—Já foi para casa de Zilda?...me atrasei demais- e olha para Bernardo -Vou subir e me arrumar rápido — começa a subir as escada
—Não ela foi embora -diz Solange .
Emília para na escada olha de Bernardo para Solange e desce uns degraus, sem acreditar no que ouviu.
—Como assim "foi embora".
—Ela arrumou as malas pediu o motorista e saiu.
—Simples assim, não aconteceu nada, ela não disse nada- Emília esta um pouco apreensiva, mas controlada.
—Não pouco depois da senhora sair, ela se foi.
Emília sobe as escadas correndo e entra no quarto que Vitória vinha ocupando, encontra o armário e gavetas vazias a única peça que encontra é uma camisa que ela usava pela manhã, ela pega e sente o perfume de sua mãe e desaba na cama.
Bernardo encontra Emília em lágrimas com a camisa no rosto… senta ao lado dela abraça e beija o topo da cabeça dela.
—De novo ela me abandonou -fala entre lágrimas e suspiros lembrando de quando sua mãe foi embora quando ela tinha sete anos, se agarra a ele.- Me deixou, de novo.
Bernardo a abraça mais forte
—O motorista diz que deixou ela na casa de dona Zilda,
—Ela não pode fazer isso comigo, mas dessa vez eu não tenho 7 anos — ela levanta deixa a camisa encima da cama, limpa o rosto com as mãos- Vou me arrumar e vamos para a casa da tua tia.
—Mas meu amor será uma boa ideia.
—Eu não posso deixar que ela faça isso, não sem saber o porque, não vou perdê-la.
Ela sai vai para o seu quarto toma uma rápido banho, se veste e se penteia.
Quando desce volta a ser a Emília decidida e objetiva.
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