Notas iniciais
Espero que gostem... mandem sugestões e críticas sempre.

De acordo com muitos, a vida é feita de escolhas, certo? Eu escolhi, a muito tempo, ser feliz. E olha só pra mim, tudo continua a mesma merda. Eu só queria ser uma garota normal, daquelas que apenas se preocupam se a saia vai combinar com a blusa sabe? Mas não, eu nasci diferente dessas. Engraçado. Hilário.

[ 07/12, 10:30 A.M. ]

Abro os olhos lentamente e bocejo, olho para os lados e o quarto ainda estava escuro, olho o relógio na parede e são 10 horas. Ela não me acordou? Nossa, tratamento vip. Penso entre sorrisos enquanto eu me levanto e caminho até o banheiro. Escovo os dentes, faço minhas necessidades e vou tomar um banho. Fico de baixo do chuveiro durante 15 minutos, depois saio e me enxugo, dessa vez rapidamente. Visto minhas roupas íntimas e procuro outra roupa legal: short jeans, suéter lilás e sandálias. Prendo meus cabelos em um coque, desço as escadas e vou para cozinha. Lá estava cheio, tias, primas, super entusiasmadas. Me abraçam e eu fico paralisada com aquilo. Essa realmente é a minha casa? Pergunta minha deusa interior. Haha, acho que erramos de casa. Brinca ela novamente enquanto eu comprimento todos.

– Quinze anos prima, como se sente? — Pergunta Judith.

– Ótima. — Respondo tranquilamente enquanto faço pão com geleia para mim.

– Imagino... Me lembro dos meus quinze anos, mamãe fez um bolão, lembra mãe? — Ela olha a tia Jenna e a mesma ri.

– Sim, claro, que festão! — Jenna diz.

Fico ali com elas, conversando e brincando, eu me sentia bem por incrível que pareça. Quem dera ser assim sempre não é? Pergunta minha deusa interior e eu suspiro, enquanto como meu pão com geleia. Afasto meus pensamentos e curto o momento. Assim que termino de comer olho em volta e não encontro meu pai, me levanto e as deixo conversando, super alegres. Vou até a sala, escritório, porão... Aonde está você, velhote? Pergunto a mim mesma. O encontro no jardim, caído no chão perto da piscina. Corro até o mesmo e ele dorme feito bebê.

– Ei, ei, acorde! — Grito literalmente, mas ele não acorda. Está morto? Oh meu Deus, está morto! Grita minha deusa, afasto os pensamentos e tento acorda-lo. — Richard, acorde! Richard! — Grito.

[ 5 Anos Atrás — Richard ON ]

Bebi mais do que o normal. Três tequilas, 4 vodcas, 6 uísques, 2 caipirinhas, 1 cerveja. Ainda estou de pé, wow! Penso. Andava cambaleando pelas ruas escuras e frias dali, com uma garrafa de vodca na mão. Acho que deixei cair minha dignidade lá atrás. Chego em casa, abrindo a porta furiosamente. Vejo Margret, minha esposa, vendo TV enquanto Lizzy, filha postiça brincando. Jogo a garrafa no chão e fecho a porta.

– ESTÁS LOUCO, SEU NOJENTO? — Margret grita enquanto se aproxima.

Empurro a mesma no chão e dou socos e chutes diretamente em sua cara. Lizzy, estava encolhida atrás da poltrona. Me aproximo dela e a pego pelo braço.

– Sua vadiazinha de merda. — Grito com ela e ela só chorava, isso me deixa com raiva.

Olho para o chão e Margret estava desmaiada, jogo Lizzy no sofá e tiro minhas calças em seguida a cueca, revelando meu órgão. Lizzy grita porém tampo sua boca com a mão esquerda enquanto a direta arranca seu vestido rosa. Passo a mão por seus seios, que ainda estavam em crescimento. Desço a mão até sua vagina. Oh... Que delícia! Fico totalmente excitado. Encosto meu pênis em sua vagina.

[ Atualmente — Richard OFF ]

– Seu porco, acorde! — Minha mãe grita com ele e o mesmo acorda aos poucos.

Fico afastada delas, apenas observando, me abraçando fortemente. Isso era perturbador. Escuto um grito vindo da cozinha e todos correm para lá, menos Richard que estava jogado no chão. Karmen, minha prima de 12 anos, havia se furado com a faca, sangrava muito.

– Vamos levá-la ao hospital! — Todas falavam ao mesmo tempo.

Minha mãe pega a chave do carro e todos seguem para o hospital, ficando sozinha em casa. Vou até a janela e Richard estava entrando na casa.

– Aonde estão... as vagabundas? — Ele diz, embriagado.

– Karmen se feriu, foram ao hospital. — Digo friamente.

Ele coloca a garrafa de vodca no balcão e se aproxima de mim, me pressionando na parede.

– Estamos a sós? — Ele segura meus braços com uma mão.

Me beija, ferozmente, tento gritar mas é impossível. Ele arranca meu suéter e revela meus braços cheios de cortes. Ele nem se importa, continua a me beijar e a passar a mão em meus seios. Dou um chute no seu saco e saio correndo até meu quarto, aonde me tranco, pego um casaco e pulo a janela.

Notas finais
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