E Se... Eu e Você...
14 Capítulo 14
Notas iniciais
Espero que gostem do capítulo, tenho impressão que algumas pessoas vão gostar e outras vão odiar... ç.ç
Mais uma vez eu gostaria de agradecer a todos que deixaram reviews, muito obrigada, vocês são uns amores... e vcs leitores fantasmas, por favor, se manifestem... u.u
Gostaria de dedicar esse capítulo especialmente para a 'RukiaChan'... muito, muito obrigada... Eu quase surtei quando vi que vc tbm havia recomendado... o_________o
Boa leitura a todos.
Os dois dias seguintes Ian passou a maior parte do tempo fora do seu apartamento, por mais que desejasse ficar deitado olhando o nada e pensando no quão difícil será a sua vida longe do amor da sua vida.
Finalmente chegou o dia em que ele teria que viajar, não queria ir embora, mas não tinha escolha e no fundo ele achava que o irmão tinha razão, afinal, se depois de dois anos separados o Lucas ainda continuasse o amando, isso queria dizer que o quer sentia por ele não era apenas uma paixão de adolescente e ninguém mais poderia continuar jogando em sua cara o tempo todo que iria acabar sendo abandonado pelo namorado, isso sem falar que ninguém mais iria conseguir separá-los.
Levantou-se, tomou um banho e depois foi até a cozinha conversar com a Maria, a mulher já estava aflita com a possibilidade de ficar desempregada.
– Maria?! Será que podemos conversar?
– Claro Ian... Sobre o que quer falar comigo?
– Sobre a minha viagem e o seu emprego.
– Você vai me dispensar, não é mesmo?!
– Não, eu quero que você continue trabalhando pra mim, na verdade eu queria saber se você poderia vir aqui pelo menos uma ou duas vezes por semana para limpar e verificar se está tudo em ordem. Eu não quero deixar o meu apartamento abandonado.
– Por mim tudo bem Ian, mas nesse caso você vai reduzir o meu salário, certo?!
– Bem. Sim. Vai ficar complicado para eu pagar a minha estadia nos EUA, pagar o meu curso e ainda pagar o seu salário, por isso eu queria saber se você poderia continuar vindo aqui pelo menos uma ou duas vezes por semana e eu pagarei metade do que estou pagando hoje.
– É claro que eu posso fazer isso Ian, é o mínimo que eu posso fazer por você, afinal, em grande parte eu sou a culpada por você estar indo fazer essa viagem, não é mesmo?! – Falou com uma expressão triste no rosto.
– Não é culpa sua Maria. Se tem um culpado aqui, esse alguém sou eu. Eu não deveria ter me apaixonado pelo meu próprio sobrinho. – Tentou forçar um sorriso, mas o fraco sorriso que se apossou dos seus lábios não chegou até os olhos, pois os mesmos se encontravam sem brilho, sem vida.
– Ian... Eu sinto muito, de verdade... Eu deveria ter ficado na minha, ao invés de obrigá-lo a falar a verdade para o Daniel... Eu...
– Foi melhor assim Maria... Uma hora ele iria acabar descobrindo e sinceramente, acho que foi melhor ele saber por mim e pelo Lucas do que pela boca de outra pessoa, ou pior, já imaginou como ele reagiria caso nos flagrasse como você nos flagrou?!
– Ian. – Foi até o homem parado a sua frente e o abraçou forte. – Eu sinto muito, tudo que eu mais quero é que vocês sejam felizes. Me perdoa?
– Eu sei Maria. Está tudo bem. Você é e sempre será a minha amiga. – Disse, enquanto retribuía o abraço. – Agora eu preciso terminar de arrumar as minhas coisas. – Falou ao afastar-se da mulher, voltando para o quarto.
Faltavam apenas doze horas até chegar a sua hora de fazer o check in e embarcar... Só em lembrar-se disso já sentia um aperto no coração. Precisava se despedir 'dele'.
Andou até onde estava o telefone e discou o número do celular da cunhada. Não sabia se ela iria aceitar ajudá-lo, mas não saberia a sua resposta se não arriscasse.
– Ian?
– Oi Carla! Tudo bem?
– Sim e você?
– Eu já tive dias melhores, mas vou sobreviver.
– Ian... Eu sinto muito... Eu tentei convencê-lo a mudar de idéia, mas você conhece o irmão que tem, quando ele enfia uma coisa na cabeça não há quem o faça mudar de idéia.
– Eu sei... Na verdade, eu queria te pedir um favor...
A mulher tinha uma vaga idéia sobre o que ele queria pedir, mas preferiu esperar ele continuar falando.
– Eu preciso vê-lo Carla, preciso me despedir dele, por isso eu lhe peço, ou melhor, por isso eu imploro... Me ajude, por favor...
– Ian...
– Carla, eu sei que eu não tenho o direito de te pedir isso e vou entender se você não puder me ajudar, mas eu realmente preciso vê-lo... Estou desesperado. – Falou com a voz embargada.
Carla sabia que não deveria enfrentar o seu marido, o amava e não queria brigar com o mesmo, mas também não podia deixar o cunhado viajar sem se despedir do Lucas, eles tinham esse direito e por esse motivo ela resolveu promover o encontro dos dois.
– Eu ligo para você daqui a dez minutos, preciso ver uma coisa primeiro, antes de te dar uma resposta definitiva.
– Ok! Eu aguardo.
Ian desligou o aparelho e em seguida sentou-se na cama, odiava esperar, principalmente quando estava ansioso por algo e nesse caso, ansioso era pouco, simplesmente não existia uma palavra perfeita para definir o que ele estava sentindo. Se ela não ligasse logo provavelmente ele iria enlouquecer.
Já estava quase ligando novamente para a cunhada quando o seu celular tocou. A ansiedade era tanta que acabou atendendo na primeira chamada.
– Alô.
– Ian, sou eu, Carla.
– E então? Você vai me ajudar?
– Nos encontre na casa da Débora às 14h00min. Não se atrase, pois não teremos muito tempo.
– Não irei me atrasar.
– Ok! Nos vemos mais tarde.
– Carla...
– Sim?
– Muito obrigado! Vou ficar te devendo essa.
– Não precisa me agradecer Ian, apenas aproveite a despedida e faça valer a pena o momento que estarão juntos.
– Eu farei, pode ter certeza.
Desligou o telefone e olhou a hora, ainda faltavam pouco mais de quatro horas para se encontrar com o namorado. “Essa espera será longa.” Pensou.
Estava morrendo de saudades e não estava mais agüentando esperar. Pegou um livro e tentou estudar, mas estava impossível se concentrar, acabou desistindo e voltando para a cama.
As horas se arrastavam e parecia que quanto mais ele olhava para o relógio, mais lentamente o maldito trabalhava. Ainda faltavam duas horas e meia e como não tinha nada para distraí-lo, acabou levantando-se, procurou uma roupa bonita, mas ao mesmo tempo confortável, foi até o banheiro, tirou a barba e tomou mais um banho.
Ainda faltavam duas horas para finalmente se encontrar com o Lucas, mas mesmo assim ele se arrumou e saiu, queria passar no shopping antes do encontro.
Quando chegou à casa da Débora, ainda faltavam vinte minutos para as 14 horas. Tocou a campainha e deu de cara com a prima da sua cunhada, a mesma estava sorridente, como sempre. Cumprimentou-o e pediu que entrasse... Ian estranhou o fato de a própria Débora ter aberto a porta, já que ela morava em uma casa enorme e vivia cercada de empregados.
– Eu dei folga aos empregados. – Disse, justificando a falta dos empregados, quando Ian a questionou sobre o fato dela mesmo ter atendido a porta e o interfone. – A Carla me explicou o que está acontecendo e me perguntou se tinha algum problema você e o Lucas se encontrarem aqui.
– Eu espero não estar incomodando e desculpe por te meter nessa confusão toda.
– Não está me incomodando Ian... É um prazer ajudá-lo, afinal, eu sempre gostei muito de você, sempre te achei um rapaz educado e inteligente... Saiba que eu estou torcendo muito por você e o Lucas, acho que vocês dois formam um casal muito fofo.
– Obrigado Débora.
A mulher apenas deu-lhe um sorriso gentil. Ela estava feliz em ajudá-lo... Sempre foi uma romântica incorrigível e quando a Carla lhe contou o que estava acontecendo, fez questão de ajudar... Faria tudo que estivesse ao seu alcance para os pombinhos aproveitarem algumas horas juntos, antes de se separarem.
Quando Lucas chegou da escola e ouviu a Carla dizendo que iriam sair, tentou argumentar, deu milhares de desculpas para não sair de casa, mas bastou ela pronunciar o nome do Ian e dizer que se ele não fosse iria perder de vê-lo antes do mesmo viajar, bastou pronunciar tais palavras e o garoto concordou em sair de casa na mesma hora.
Ao chegarem à casa da sua prima, Carla avistou o carro do cunhado parado em frente ao jardim, deu um sorrisinho de canto. “É a primeira vez que ele chega na hora marcada.” Pensou consigo mesma.
Ao olhar para o adolescente ao seu lado, observou que o mesmo parecia impaciente, pelo que ela pôde observar, no que dependesse dele, aqueles portões já teriam virado pó.
Os portões foram abertos e eles finalmente entraram.
Antes mesmo de terminar de estacionar o carro ela viu a porta da casa sendo aberta e Ian sair de dentro com uma cara de criança, prestes a conseguir o brinquedo que tanto desejava.
Ao avistar o namorado saindo de dentro da casa, Lucas abriu a porta do carro e correu em sua direção, abraçando-o forte, sendo correspondido de imediato. Sentiu braços fortes rodearem as suas costas, uma das mãos do maior desceu até a sua cintura, puxando-o para mais perto, colando os corpos. Os lábios beijando toda a extensão do rosto do menor, até finalmente chegar aos lábios.
Começou com um beijo doce e inocente, mas como sempre, bastaram alguns segundos para que o beijo se tornasse urgente e desesperado, era como se a vida de ambos dependesse daquele beijo.
– Estava morrendo de saudades. – Disse o adolescente, ofegante.
– Eu também estava morrendo de saudades amor. – Disse o mais velho, com a voz falha, devido à falta de ar.
Voltaram a se beijar de maneira intensa, como se só existisse os dois naquele ambiente, parando o beijo apenas ao ouvirem alguém tossir, numa tentativa de chamar a atenção do casal. Afastaram-se um pouco, mas sem perder o contato. Ian aproximou-se da cunhada para cumprimentá-la, trazendo consigo o sobrinho, pois ainda estavam abraçados.
– Oi Carla. – Cumprimentou-a, um sorriso de orelha a orelha. – Muito obrigado por trazê-lo, por estar nos ajudando. Eu nunca poderei agradecê-la o bastante.
– Não precisa agradecer, afinal, você é o meu cunhado favorito.
– Hum... Eu sou o seu único cunhado.
– Ops! É verdade... – Disse com um sorriso nos lábios, fazendo todos rirem consigo.
– Hã! Eu não sei o que vocês dois tem em mente para fazerem enquanto estiverem juntos, mas se quiserem ficar mais... Hum... Digamos, à vontade, podem usar um dos quartos de hospedes... Você conhece a casa Ian, podem ficar a vontade.
– Obrigado Débora. Prometo que quando eu voltar dos EUA, trarei um presente bem bonito e caro para você.
– Hum... E eu, não ganho nada? – Carla perguntou, fingindo se sentir injustiçada.
– Você não ganhará um presente cunhadinha linda, mas sim dois... – Disse com um pequeno sorriso no rosto.
– Acho bom... – A mulher respondeu com um largo sorriso.
– Vem. – Ian disse ao namorado, puxando-o pela mão.
– Ian.
– Sim?
– Vocês têm duas horas, depois eu terei que levar o Lucas para casa ou o Daniel vai acabar desconfiando.
– Ok!
Andaram até um dos quartos de hospedes. O quarto era bem espaçoso, com uma cama de casal enorme, também possuía um banheiro com banheira de hidromassagem, além de TV, DVD, aparelho de som e tudo de mais moderno.
Assim que fechou a porta do quarto Ian atacou o sobrinho, estava morrendo de saudades e tinham pouco tempo para ficarem juntos, queria aproveitar cada segundo ao lado do garoto, beijava-o de maneira faminta, as mãos percorrendo cada milímetro do corpo do menor.
Prendeu o menor contra a porta, beijando-o primeiramente nos lábios, em seguida fazendo uma trilha pelo maxilar até chegar à orelha, mordendo o lóbulo da orelha do namorado para em seguida enfiar a língua no ouvido do menor, fazendo-o estremecer, a pele arrepiar-se, deixando-o ainda mais excitado.
Ao sentir a língua do tio invadindo o seu ouvido, Lucas não conseguiu conter o gemido preso na garganta, o seu membro que já se encontrava totalmente animado, ficou a ponto de explodir.
– Ian, você está me enlouquecendo aqui. – Disse em meio a um gemido baixo.
– A intenção é essa... – Respondeu com um sorriso no rosto, voltando a beijar o pescoço do menor.
Lucas sentiu as mãos ávidas do tio levantando a sua camisa, enquanto voltava a fazer mais um trilha de beijos, mas dessa vez em direção ao seu pescoço. Ele levou as mãos até o pescoço do tio, acariciando a nuca, logo depois subindo uma das mãos até os cabelos do mais velho, como ele amava aqueles cabelos, era lisos e extremamente macios, se pudesse passaria horas acariciando-os.
Sentiu os lábios do maior descendo pelo seu corpo, passando pelo ombro, clavícula, até chegar a um dos mamilos, sendo estes sugados com carinho.
– Ian... Hum...
– Faz amor comigo?
– Sempre... Que você... Quiser... – Disse entre gemidos.
Ao ouvir a resposta do menor, Ian rapidamente tirou a sua camisa, jogando-a longe, em seguida tirou a própria calça e cueca, ficando completamente nu... Voltou a beijar o menor, tirando-o do transe que se encontrava, olhando descaradamente para o belo corpo do tio, os olhos brilhando de desejo.
– Você é perfeito. – Disse o menor, assim que pararam o beijo para poder respirar.
Ian riu com a afirmação do pequeno.
– Não, você é perfeito, e eu te amo... Muito... Eu te amo mais que tudo nesse mundo, e não importa quanto tempo fiquemos separados, não importa o que as pessoas vão pensar ou dizer, eu sempre vou amar você, sempre vou desejar você e nunca, nunca vou desistir do nosso amor, mesmo que as pessoas rejeitem o nosso sentimento, mesmo que o Daniel continue sendo contra... Ainda assim, eu sempre serei seu... E sabe por quê? Porque o meu coração agora pertence a você. Porque você é o amor da minha vida. Porque você é a minha alma gêmea.
– Eu te amo Ian, e ninguém, nem mesmo o tio Daniel vai tirar esse sentimento de dentro de mim... Eu vou te esperar, mesmo que você demore dois, dez ou vinte anos, ainda assim, eu irei esperá-lo. Eu te amo... – Disse, antes de voltar a beijar o tio de maneira desesperada.
Sentiu quando o maior começou a tirar a sua calça e cueca, o deixando também nu. Sempre ficava envergonhado quando estava nu na frente de alguém e com o Ian não era diferente, sentiu a face queimar quando o maior olhou para o seu corpo nu, os olhos cheios de luxúria.
– Você consegue ficar ainda mais lindo e sexy quando está com vergonha... Adoro esse seu rosto todo vermelho.
– Ian... Para de tentar me deixar envergonhado e me beija... Eu quero sentir você dentro de mim. – Sussurrou no ouvido do maior, deixando-o louco.
– Céus... Você me enlouquece garoto... Olha o estado em que você me deixa... – Falou enquanto pegava a mão do menor e colocava sobre o seu pênis.
Gemeu alto quando o menor apertou levemente o seu pênis e em seguida começou a masturbá-lo. Aquele simples ato do namorado o deixou tão excitado que quando o menor se deu conta, já estava no colo do tio, sendo carregado até a enorme cama, coberta com uma colcha grossa e feita com um tecido extremamente macio. Pôde senti-la ao ser deitado na mesma com delicadeza, tendo o seu corpo coberto pelo corpo do maior, que deitou sobre si, beijando cada milímetro do seu corpo, tocando-o, acariciando-o.
Foi descendo os lábios até a virilha, chegando bem próximo ao pênis do menor, mas sem tocar na parte mais íntima, queria deixá-lo louco de desejo, queria que aquele dia fosse inesquecível para ambos... Continuou a sua exploração com os lábios, passando pela coxa, perna, tornozelo, chegando ao pé... Fez todo o processo novamente, mas de maneira inversa, dessa vez na outra perna. Foi subindo lentamente até chegar onde tanto amava, abriu as pernas do menor e foi beijando aquela área tão sensível, passando a língua, mas sem tocar no orifício que o deixava louco.
– Ian... Por favor... Não me... Torture assim... – Falou ofegante... Aquele processo estava enlouquecendo-o... Precisava tê-lo logo dentro de si. A impaciência do menor só fazia com que deixasse o maior ainda mais excitado e feliz, tão feliz que foi impossível esconder o sorriso.
– Não seja tão impaciente, a espera vai valer à pena, confia em mim...
– Paciência... Nunca... Foi... Meu forte... – Ian apenas riu com a resposta do mais novo.
A voz saiu um pouco trêmula, devido aos efeitos, causados pelos lábios e língua do namorado, que nesse momento se encontrava no seu ânus... Deixando-o louco... Se o mais velho continuasse lambendo-o daquele jeito, iria acabar gozando...
– Ian... Por favor... – Implorou com uma voz rouca de desejo.
O maior subiu os lábios até o pênis do mais novo, passando a língua pela glande enquanto introduzia um dedo em seu ânus, apesar de sentir um certo desconforto, o menor não expressou sentir dor, fazendo com que o mais velho introduzisse mais um dedo, ao mesmo tempo em que envolvia completamente o pênis do menor com os lábios, sugando-o sem o menor pudor.
Continuou chupando-o enquanto fazia movimentos de vai e vem dentro do menor, fazendo-o gemer um pouco... Alguns segundos depois introduziu o terceiro dedo, ouvindo-o gemer um pouco mais alto, mas sem demonstrar dor, Ian sabia que ele devia estar sentindo um certo desconforto, mas também sabia que logo o seu pequeno iria gemer por estar sentindo apenas prazer e nada mais.
Voltou a movimentar os dedos dentro do garoto, ouvindo-o gemer ainda mais alto, respirando com certa dificuldade, devido à excitação.
– Ian... Agora... Por favor... – Pediu, em meio a gemidos...
Sem conseguir se segurar mais, Ian fez o que o garoto pediu, substituindo os dedos pelo seu pênis, que naquela altura já estava quase explodindo de tanta excitação, estava completamente duro, penetrando o menor sem nenhum problema, ao mesmo tempo em que o beijava.
Sentiu o mais novo abraçá-lo forte, arranhando as suas costas, o grito de dor sendo abafado pelo beijo. Parou de se mexer assim que percebeu que o menor estava sentindo dor, era sempre a mesma coisa, toda vez que faziam amor o seu namorado sentia dor, pois ele era um pouco avantajado e isso o não ajudava muito na hora da penetração, não gostava de ver o seu menino sentir dor, pelo contrário, se dependesse dele, o mais novo não sentiria outra coisa que não fosse prazer e amor.
– Desculpa amor... Eu não queria machucá-lo... – Falava enquanto distribuía beijos pelo rosto e pescoço do menor, voltando a masturbá-lo com uma das mãos.
– Eu estou bem... Você não me machucou.
Aos poucos a dor foi passando e o Lucas começou a se mexer em baixo do tio. Ao perceber que o menor já não sentia mais tanta dor, Ian começou a se mexer dentro do namorado, fazendo movimentos lentos, aumentando gradativamente.
Sem paciência e quase chegando há mais um orgasmo, Lucas pediu ao tio que fosse mais rápido, já estava quase entrando em combustão espontânea, sendo prontamente obedecido.
Poucos minutos depois os dois atingiram o orgasmo juntos.
Ian Beijou o sobrinho novamente, dessa vez de maneira doce, acariciou a face e os cabelos do menor, em seguida se declarando mais uma vez.
Continuaram na mesma posição por mais alguns segundos, apenas olhando nos olhos um do outro, até que o Lucas pediu para que ele saísse de cima de si, pois estava sendo esmagado pelo corpo do tio. Ian riu, em seguida saindo de cima do menor, deitando ao seu lado, puxando-o para que deitasse sobre o seu peito.
Ficaram alguns minutos calados, curtindo o momento, até que o Lucas resolveu quebrar o silêncio.
– Está pensando em que? – Perguntou o menor, a curiosidade falando mais alto.
– Em nada demais, apenas que eu quero te dar dois presentes, para que se lembre sempre de mim.
– Presentes?
– Sim. – Respondeu o maior, sorrindo de maneira suspeita.
– O que você está aprontando?
Ian apenas riu, levantando-se em seguida. Foi até a sua calça e pegou uma caixinha preta, coberta com um tecido de veludo. Entregando ao garoto que no momento olhava para a caixa retangular com um olhar curioso, tentando imaginar o que tinha na tal caixa.
– Abra.
Lucas abriu a caixa e se surpreendeu com o que tinha dentro da mesma.
– É lindo. – Disse enquanto pegava a corrente de ouro, com um pingente com o formato de um “I”.
– Eu também comprei uma pra mim. – Falou enquanto mostrava a sua corrente, pendurada em seu pescoço... Era igual a do Lucas, mas ao invés de uma letra “I”, o seu pingente era um “L”. – Eu pensei em comprar dois anéis, um pra mim e outro pra você, mas eu achei que isso seria forçar a barra com você e eu não queria fazer isso.
– Não seria forçar a barra, eu pertenço a você, assim como você me pertence, mas eu confesso que eu amei a corrente e o pingente... É simplesmente lindo, perfeito. Obrigado. – Falou enquanto beijava o mais velho. – Mas você disse que tinha dois presentes, qual é o outro? – Perguntou, sem conseguir esconder a curiosidade.
Ian riu ainda mais, diante da curiosidade do mais novo.
Notas finais
O lemon ficou uma M**** né... eu sei, eu não levo jeito pra escrever lemon, mas eu juro que dei o meu melhor para escrevê-lo... ç.ç
Espero o review de vcs falando o que acharam do capítulo... #Medo.
Aaaaaahhh!! Se alguém quiser recomendar, eu ficarei imensamente feliz... e vcs, leitores fantasmas, se quiserem deixar a opinião de vcs nesse capítulo, eu juro q os perdoou por estar me assombrando desde o primeiro capítulo da fic... u.u kkkkkkkkkkkkk
É isso... espero que tenham gostado...
bjo bjo bjo
bjo bjo bjo
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