E Se... Eu e Você...
15 Capítulo 15
Notas iniciais
Queria mais uma vez agradecer a todos os que tem acompanhado a fic e deixado reviews, aos leitores novos que também deixaram reviews... vcs são uns amores...
Alguns leitores me abandonaram... (ç.ç) Cadê vc Hisa??? Saudades dos seus reviews...
Gostaria de agradecer especialmente a 'NekoLover' e a 'Hatake Slipas Cobain' pelas recomendações... capítulo dedicado especialmente a vocês... espero que gostem... 0________0
Desculpe se tiver erros ortográficos, pra variar eu não revisei o capítulo. ç.ç
É isso... Boa leitura.
– Então? Não vai me dizer qual é o outro presente?
Ian mais uma vez riu do namorado.
– Vamos Ian, fale logo ou eu vou acabar morrendo de curiosidade.
– Você é a pessoa mais impaciente e curiosa que eu conheço, sabia?!
– Pare de enrolar e fale logo, por favor... – Pediu com os olhos brilhando de curiosidade, iguais aos olhos do gato de botas no filme do Shrek.
– Odeio quando você faz isso com os olhos.
– Isso o que?
– Me olhar com esses olhos do gato de botas.
– Eu não faço isso. – Falou fingindo inocência.
– Sim, você faz, toda vez que quer alguma coisa de mim e o pior é que eu acabo fazendo o que você quer. – Falava enquanto fazia uma careta, fazendo o menor rir da sua cara.
– É bom saber disso, agora para de me enrolar. Qual é o outro presente?
– Eu.
– Hã?
– Eu sou o outro presente.
– Como assim?? Você já é meu, não tem como me dar você de presente duas vezes. – Falou de maneira convencida.
– Você além de teimoso, curioso e impaciente, também é muito convencido sabia?!
– Eu sei... – Disse com um pequeno sorriso nos lábios, fazendo o maior sorrir também.
– Eu sei que eu já sou seu, mas eu quero ser seu por inteiro, assim como você é meu por inteiro, quero que você me tenha de uma maneira que ninguém nunca teve e nunca terá, quero que esse dia seja inesquecível para nós dois. – Falou olhando nos olhos do sobrinho.
Lucas engoliu em seco, não podia acreditar no que estava escutando... “Eu devo estar com problemas de audição ou de interpretação, o Ian não pode estar dizendo que... Não... Eu ouvi errado...” Disse para si mesmo.
– Você está querendo dizer que...
– Que eu quero que você tire a minha virgindade, que sinta o que eu sinto quando estou dentro de você.
– Ian... Não precisa fazer isso para provar que me ama...
– Eu sei... Mas eu quero... Quero te dar algo que o faça lembrar-se sempre de mim, que o faça lembrar-se desse dia. – Dizia enquanto dava beijinhos carinhosos no pescoço do menor, fazendo-o ofegar, a pele arrepiar-se.
– Ian... – Parou o que ia falar quando sentiu o maior mordendo de leve o seu pescoço, fazendo-o gemer. – Hum... Isso é bom...
– Vai recusar o meu segundo presente? – Perguntou enquanto castigava o pescoço do menor, enchendo-o de leves mordidas e chupões, queria marcá-lo como seu.
– Não, eu não vou... Eu... Hum... Eu quero saber como é... Estar dentro de alguém... Como é estar... Dentro de você. – Falava com a voz entrecortada, o coração batendo acelerado. Afastou um pouco do tio e o olhou nos olhos antes de voltar a falar. – Tem certeza de que quer fazer isso?
– Tenho. – Falou antes de atacar os lábios do menor em um beijo urgente. Foi descendo os beijos até chegar ao membro do menor, dando beijinhos e lambendo-o por toda a extensão para em seguida abocanhá-lo quase por inteiro. Lucas ofegou e agarrou os cabelos do maior.
– Ô meu Deus... Eu amo... Quando você... Faz isso... – Estava tão excitado com o que o tio estava fazendo que não conseguia nem pensar direito, quanto mais falar.
Ian riu ao ouvir o que o menor havia dito. Amava vê-lo tão entregue.
Continuou sugando o membro do menor ao mesmo tempo em que introduziu um dedo em seu orifício, fazendo-o gemer um pouco mais alto e abrir as pernas ainda mais, dando total acesso ao tio.
– Isso amor, geme pra mim... Geme o meu nome... Desceu um pouco mais a boca, lambendo os testículos do menor enquanto o masturbava e fazia movimentos de vai e vem com um dos dedos dentro do garoto, em seguida voltando a dar atenção ao membro totalmente ereto.
– Ian... Eu vou gozar... – Disse enquanto tentava afastar a cabeça do namorado do seu membro, mas o mesmo apenas ignorou as mãos que tentavam empurrar a sua cabeça. Levou as mãos até as nádegas do garoto, segurando com força, impedindo-o de se afastar... Queria sentir o gosto dele, saber como era... Nunca havia feito isso antes e estava curioso para provar o sabor do seu pequeno.
Lucas agüentou o máximo que pôde, mas era impossível se segurar por muito tempo, quando os lábios que tanto amava estavam em sua ereção, fazendo-o ir às nuvens e voltar.
– Ian... Eu não agüento mais...
– Então goza amor, goza pra mim, goza na minha boca... – Pediu antes de voltar a abocanhar o pênis do menor.
Ian sentiu jatos quentes jorrarem em sua boca, ao mesmo tempo em que percebia o corpo do namorado ficar tenso e em seguida relaxar por completo... Achou o gosto diferente, mas ainda assim maravilhoso. Levantou a cabeça, fazendo uma trilha de beijos pelo corpo do garoto, foi subindo até chegar eu sua orelha.
– Você é delicioso... – Disse enquanto mordia de leve o lóbulo da orelha do menor. Lucas apenas acariciou os cabelos do tio... No momento o garoto não estava em condições de formular nenhuma frase sequer, respirava pesado e tentava controlar a as batidas do coração e a respiração descompassada. Ian o beijou nos lábios novamente, fazendo com que ele sentisse o gosto do próprio esperma.
– Eu te amo e quero ser seu por inteiro, agora. – Falava enquanto mantinha os lábios ainda colados ao do menor.
Lucas mudou de posição com o tio, ficando por cima do mesmo... Começou a beijar os pontos mais sensíveis do maior, queria provocá-lo, deixá-lo louco de desejo. Beijou os lábios e depois foi dando beijos molhados pelo pescoço, por vezes alternando entre beijos, chupões e leves mordidas...
Continuou fazendo o mesmo processo por todo o corpo do maior, fazendo-o gemer feito louco, fez questão de demorar um pouco mais nos mamilos. Ian pedia por mais e quando o garoto o tocava ou beijava algum ponto extremamente sensível, ele faltava gritar de prazer. O menor começou a masturbá-lo com uma das mãos enquanto continuava a beijá-lo.
– Lucas... Huuum... – Não conseguiu prosseguir com o que estava falando, pois justo nessa hora o garoto começou a dar vários beijinhos no membro do maior, fazendo-o delirar com o contato dos lábios do menor... Era a primeira vez que o garoto fazia tal coisa e Ian achou que iria morrer de tanto prazer, não que ele nunca tenha recebido sexo oral antes, apenas nenhum havia o feito ir à lua e voltar, porque era assim que ele se sentia, como se tivesse ido à lua e voltado.
– Lucas... Deus... Para ou... Eu vou gozar... Em sua boca. – Disse ofegante.
– Pode gozar... Também quero sentir o seu gosto. – Falou e logo em seguida voltou a abocanhá-lo, fazendo o tio chegar ao ápice ao mesmo tempo em que segurava os cabelos do sobrinho.
– Nossa! Onde você aprendeu a fazer sexo oral desse jeito? Quem te ensinou tão bem? – Perguntou alguns segundos depois, a respiração ainda descompassada.
O garoto deu um sorrisinho conspirador antes de responder.
– Digamos que eu tive um ótimo professor.
– Quem? – Ian perguntou, sem conseguir esconder o ciúmes.
– Você fica ainda mais lindo quando está com ciúmes, sabia?
– Eu não estou com ciúmes. Agora responde logo. Quem te ensinou?
– Você. Quem mais poderia ser?! – Falava enquanto tentava inutilmente esconder o sorriso de divertimento por causa do ciúme do namorado. – Agora vamos esquecer esse ciúme bobo e voltar ao assunto original... Eu vou fazer você sentir exatamente o que eu sinto quando você está dentro de mim, vou te fazer delirar de prazer.
– Eu estou contando com isso. – Falou com um sorriso safado no rosto.
Voltaram a se beijar apaixonadamente, as mãos percorrendo os corpos suados, causando arrepios em ambos.
– Deita de barriga para baixo. – Sussurrou no ouvido do maior.
Ian virou-se, fazendo o que o menor pediu... Em seguida sentiu o garoto subindo sobre seu corpo, as mãos acariciando o seu dorso, lembrando-o da segunda vez em que se beijaram, quando quase tiveram a primeira noite de amor... Os seus lábios beijando nuca do maior, logo em seguida fazendo uma trilha de beijos molhados pela coluna, descendo até chegar às nádegas, onde ele fez questão de fazer uma massagem sensual e em seguida dar beijos, mordidas e chupões, sim, chupões... Ele queria deixar a sua marca no lugar mais inusitado possível, acabou sorrindo com esse pensamento...
Continuou a provocar o maior, agora lambendo da maneira mais sensual possível, fazendo o namorado gemer e pedir por mais. Queria torturá-lo da mesma maneira que ele havia feito consigo, por isso continuou provocando o maior com os lábios e principalmente com a língua... Parou o que estava fazendo apenas para pegar uma almofada e colocar em baixo do quadril do maior, fazendo com que a bunda ficasse empinada.
Abriu as pernas do Ian o suficiente para ficar entre elas e para ter uma visão privilegiada do que tanto ansiava... Pela primeira vez ele iria ficar com alguém dessa maneira, nunca tinha estado dentro de ninguém antes e isso o estava deixando nervoso... A ansiedade era grande? Sim, mas a vontade de dar prazer ao seu amado, de satisfazê-lo, era maior que qualquer outra coisa.
Passou o dedo indicador na fenda entre as nádegas, fazendo uma corrente elétrica percorrer pelo corpo do mais velho, arrepiando-se instantaneamente com aquele simples toque. Ian também estava nervoso, afinal, era a primeira vez que fazia algo do tipo e embora odiasse admitir, estava morrendo de medo de doer, sempre foi fraco quando o assunto era dor, mas agora ele não ia voltar atrás, iria até o fim. “Não deve ser tão doloroso assim. Se fosse, o Lucas não ficaria sempre tão animado para fazermos amor.” Pensou, antes de sentir a língua do garoto lambendo o seu orifício, fazendo-o ofegar, o coração perdeu o ritmo dos batimentos, voltando a trabalhar de maneira frenética, a respiração descompassada e o corpo arrepiado.
Respirava pesado e seu cérebro não conseguia formar nenhuma frase coerente, parecia que estava vazio, sem sinapses. Era esquisito se sentir assim, mas ao mesmo tempo era muito bom sentir a língua do “seu” menino lambendo-o daquele jeito tão íntimo.
Estava extasiado com o poder que a língua e os lábios daquele garoto tinham sobre o seu corpo. Ele simplesmente mandava em seu corpo com apenas um toque. Era surreal... Loucura, uma loucura muito boa, mas ainda assim, loucura... Insano.
Sentiu certo incômodo quando o menor introduziu um dedo em seu orifício, alguns segundos depois introduziu outro e depois outro... A dor era incômoda, mas nada que não pudesse suportar... Sabia isso não era nada, comparado ao que viria depois.
Aos poucos a sensação estranha foi diminuindo e começou a sentir prazer naquele ato... Era diferente, mas ainda assim, muito bom, realmente era uma sensação muito boa... Agora entendia porque o garoto gostava tanto. Protestou baixinho quando o menor retirou os dedos, ele queria que continuasse, estava achando muito gostosa as sensações causadas pelos dedos do Lucas.
– Calma... Agora vem a melhor parte. – Lucas sussurrou no ouvido do maior. – Vira de barriga pra cima, eu quero olhar pra você. – Pediu, mais uma vez sussurrando no ouvido do maior.
Mais uma vez Ian fez o que o menor pediu, naquele momento ele faria qualquer coisa que o garoto pedisse, não sabia o que estava acontecendo com o seu cérebro, pois ainda não conseguia pensar direito e pra dizer a verdade, pensar era a última coisa que ele queria naquele momento. Sentiu o pênis do menor entrando em si, a dor era dez vezes maior que a dor causada pelos dedos do menor, mas ele agüentou sem reclamar, gemendo o mais baixo possível.
– Eu te machuquei? – Perguntou o garoto, com uma expressão preocupada no rosto.
– Não. Você nunca me machuca. Eu estou bem, não se preocupe... Apenas me dê um segundo para eu me acostumar com você dentro de mim.
– Ok!
Voltaram a se beijar, um beijo urgente e apaixonado, como a maioria dos beijos que trocavam... Lucas levou uma das mãos até o pênis do tio, começando a masturbá-lo, fazendo-o gemer ainda mais, mas dessa vez de prazer, causado pelos toques do menor...
Alguns segundos depois Ian já não sentia mais dor e movimentou o quadril, dando o sinal verde para o namorado se movimentar. No início ele achou tão esquisito quanto havia achado quando os dedos do menor estavam dentro dele, mas pouco depois, tudo que ele sentia era prazer, muito prazer.
Gemia descontroladamente, pedindo por mais, principalmente quando o garoto atingia exatamente onde estava localizada a sua próstata. A sensação era maravilhosa. Agora sim ele entendia o porquê de tantos homens gostarem de serem passivos, era uma sensação diferente ser preenchido por outro homem, mas ao mesmo tempo, era maravilhoso, o prazer em ser masturbado ao mesmo tempo em que sentia o sobrinho entrando e saindo de dentro de si era algo indescritível... Passou as pernas em voltar do quadril do sobrinho, diminuindo ainda mais a distância entre ambos...
Os beijos sempre presentes, tanto que já estavam ofegantes, mas mesmo assim continuavam se beijando enquanto o sobrinho continuava com o ato. Atingiram o ápice juntos, ambos praticamente gritando o nome um do outro.
Lucas caiu sobre o peito do maior, ficando naquela posição, o menor ainda dentro do Ian. Respiravam com dificuldade e o coração parecia que ia sair pra fora do peito de tão rápido que batia.
Ficaram naquela posição por um tempo, até que Ian sentiu algo quente e molhado cair em seu peito, moveu a cabeça do menor até que ficasse em uma posição em que ele pudesse olhar nos olhos do garoto.
Assustou-se quando viu que o namorado estava chorando, os olhos vermelhos... As lágrimas manchando o rosto perfeito... Isso o assustou, não entendia o porquê dele estar chorando depois do que havia acabado de acontecer entre eles. Para Ian aquilo havia sido algo mágico e estava feliz por ter dado aquele presente ao menor, aliás, para ele, o presente também foi para si mesmo, pois o que ele sentiu foi algo único e verdadeiro, durante todo o ato ele se sentiu a pessoa mais feliz desse mundo, no entanto, ver o seu pequeno com aquela expressão de dor, de tristeza, acabava com qualquer felicidade que pudesse ter.
– Lucas??? O que foi? Porque está chorando assim? Eu fiz algo de errado?
– Não... – Negou, balançando fortemente a cabeça. – Você não fez nada de errado, é só... Eu não quero que você vá embora... Eu não quero perder você... Não vou suportar ficar longe de você... Eu não vou... – Disse enquanto baixava a cabeça, escondendo-a na curva do pescoço do maior.
– Ei... Olha pra mim Lucas... – Falou enquanto mais uma vez puxava a cabeça do menor para que pudesse olhá-lo. – Você não vai me perder. Eu prometo que vou voltar pra você... Eu sei que vai ser difícil, pra nós dois, mas nós vamos conseguir Lucas, vamos provar para todos que o nosso amor é maior que a distância e/ou qualquer preconceito. Nós vamos ficar juntos... Pode ter certeza disso. – Beijou levemente os lábios do menor e depois começou a se levantar. – Agora é melhor a gente tomar um banho e colocar a nossa roupa porque daqui a pouco a Carla bate na porta te chamando para ir embora.
Após um banho demorado, com direito a muitos beijos e carícias, os dois finalmente foram atrás da Carla e da Débora.
– Até que enfim, já estava começando a achar que vocês dois haviam fugido. – Carla falou em tom de brincadeira, mas logo depois ela viu a expressão triste nos rosto do garoto, os olhos vermelhos entregando que ele havia chorado. – Lucas? Está tudo bem?
– Sim... Não precisa se preocupar, eu apenas tive uma crise de choro por causa da viagem do Ian... – Tentou sorrir, mas tudo que tinha vontade de fazer era chorar, mais uma vez.
Ian abraçou forte o namorado, enquanto beijando os seus cabelos.
– Nós temos que ir Lucas, daqui a pouco o seu tio chega em casa e vai ficar uma fera se perceber o que eu fiz.
– Tudo bem. Eu não quero que se meta em encrenca por minha causa.
– Mais uma vez, muito obrigado Carla. Obrigado por tudo. Nunca vou poder pagar o que você fez por mim e pelo Lucas hoje.
– Não precisa agradecer Ian. Espero que faça uma boa viagem.
– Obrigado.
Os dois se abraçaram e a mulher entrou no carro. Lucas e Ian se abraçaram forte, numa tentativa de diminuir a dor que estavam sentindo pela separação forçada.
– Eu te amo, nunca se esqueça disso... Eu te amo e vou voltar pra você. – Falou o homem, segurando o rosto do menor com as duas mãos, enquanto o enchia de beijos, deixando por último os lábios que tanto amava. Iria sentir saudades daqueles lábios com sabor único e viciante.
– Eu também te amo Ian... Eu te amo muito e vou esperar por você, não importa quanto tempo você demore... Eu vou sempre esperá-lo. – Disse antes de se afastar e entrar no carro.
Ian viu o carro com o amor da sua vida se distanciar, queria correr atrás, mas sabia que não podia. Sentiu a visão ficar embaçada e as lágrimas descerem pelo seu rosto. O medo de perdê-lo era tanto que chegava a doer em seu coração com antecipação.
– Vai dar tudo certo Ian, no final tudo sempre dá certo e se ainda não deu, é porque ainda não chegou ao final... Vocês ainda vão ficar juntos, você vai ver.
– Ele é muito jovem Débora, eu tenho medo dele encontrar outra pessoa e acabar me esquecendo... Morro de medo de perdê-lo.
– Levando em consideração tudo o que a Carla me contou e o que eu vi hoje, eu acho muito difícil você perdê-lo... Vai por mim, eu sei o que estou falando... O meu sexto sentido nunca falha.
– Espero que você tenha razão.
– Eu tenho... Eu sempre tenho.
Notas finais
Podem ser sinceros... ficou horrível né?!?! Eu sabia... cryyyyyyy...
Vou ali me jogar da ponte e depois eu volto... Adeus mundo cruel... fuiiiiiii...
Mas antes de pular da ponte... olha abaixo o link da minha nova fic.
https://www.fanfiction.com.br/historia/195235/Amizade_Colorida
Agora eu fui... Adeus...
bjo bjo bjo
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