Dungeoneer - Interativa
26 Esse capítulo é só uma desculpa pra escrever saliência
Notas iniciais
Após um dia inteiro de intensa caminhada e conselhos tortos da Loren Raisen (quase) todos estavam dormindo. No meio da noite, Sony acordou dando um pulo de susto, sentindo algo percorrendo o seu corpo.
– Fica calmo, sou eu – disse Loren, sorrindo e passando levemente as unhas no peito do rapaz, por baixo da sua roupa.
– Oi Loren, está tudo bem com você?
– Está, mas pode ficar melhor.
Loren beijou a boca do seu namorado e foi correspondida. Aos poucos os beijos foram ficando mais intensos, com suas línguas se encontrando sensualmente e os dois amorosamente trocando baba. Como já deu para perceber, a loira é bem safadinha e suas mãos eram extremamente bobas, percorrendo as costas, peito, pescoço, coxas e até deu aquela apalpadinha básica na bunda do garoto.
– Ô Loren, isso tá bom, mas se alguém acordar...
– Relaxa gatinho – ela dá um rápido beijo nele – tá todo mundo dormindo, é só não fazermos muito barulho que ninguém vai escutar.
A mão dela ficou mais boba ainda e foi parar no menininho do Sony. Ele se segurou para não gemer com o toque daquela mão quente e macia, que o acariciava deliciosamente. Preciso dizer que em pouco tempo o menininho dele ficou feliz, em pé e querendo brincar?
A Loren sorriu maliciosamente com a reação que provocou e começou a lamber e dar leves mordidas no pescoço do namorado, que ficou todo arrepiado. Ele a segurava com mãos geladas e suadas no quadril da loira, que logo o deitou no chão e subiu em cima dele, fazendo movimentos pra lá de indecentes.
– Loren, é que...
– Calado, estou há meses esperando por isso e não é agora que vou parar.
Mas logo ela parou, ao perceber que o hamster do Sony estava acordado e olhando fixamente para o que os dois estavam fazendo.
– Hamlet, eu pensei que você estava dormindo – disse Sony, sem graça.
Loren saiu de cima do Sony, se aproximou do rato vouyer e o pegou pelas orelhas. Sem dizer palavra alguma, abriu a bolsa de espaço infinito da Baquistócrona e o colocou lá dentro, fechando a bolsa logo em seguida.
– Onde paramos? – perguntou a loira.
– O que eu ia dizer era...
– O que foi, não está gostando? – Loren fez uma carinha triste que poucas pessoas já viram.
– Não é isso, estou adorando, é que...e se você engravidar? Não dá pra saber o que seria o filho de uma humana de outro mundo com um meio-humano-meio-hollow.
– Ah, então é esse o problema? Eu conheço pelo menos onze maneiras de se fazer isso sem o risco de engravidar.
– Nossa, eu só consigo pensar em duas!
– Então eu tenho nove coisinhas pra te ensinar.
Ela o jogou novamente no chão sem nenhuma delicadeza e tirou sua calça, podendo verificar que menininho do Sony já estava animado novamente. Ela ficou muito feliz ao ver isso, então o segurou forte, mas não a ponto de machucá-lo, e ficou fazendo aquela musculação que todo garoto adolescente fica horas praticando, porém de forma bem lenta, deixando o rapaz totalmente louco.
Após ter deixado o garoto bem bonzinho e comendo na mão dela, Loren levantou sua saia e, sem tirar a calcinha, começou a rebolar, friccionando o seu playground no menininho do namorado. Ambos estavam muito excitados, e Sony, já ficando mais saidinho, bolinava a cintura, bunda e seios da sua fogosa amada.
Enfim, ela colocou sua calcinha pro lado e continuou com os mesmos movimentos de antes, porém agora não havia nenhuma barreira entre suas coisinhas. O menininho parecia gritar “mãe, quero entrar no playground”, e obviamente o playground estava pronto para receber essa visita.
Sony a segurou forte pelo quadril e estava tudo pronto para iniciar o mergulho, mas Loren lembrou do compromisso de não engravidar e, com sua sabedoria infinita, sabia que o garoto não conseguiria se segurar por muito tempo. Assim, mesmo estando louca de desejo, saiu de cima dele.
O meio-hollow, embora não tenha reclamado, ficou decepcionado com a saída da loira de cima dele, todavia ela não o deixou desamparado por muito tempo. Ela chegou seu rosto bem lá pra baixo, segurou a coisinha do Sony e o lambeu vagarosamente, fazendo-o pulsar. Passou a língua em toda sua extensão, sempre muito atenta aos pontos mais sensíveis que o fazia estremecer. Enfim o colocou na boca e o sugou com vontade, como se fosse...sei lá, pense em alguma coisa muito gostosa.
Sony não conseguia acreditar que aquilo estava acontecendo, era a coisa mais prazerosa que ele já havia experimentado. Ele percebeu que não agüentaria muito e que logo chegaria ao clímax, então tentou tirar seu menininho lá de dentro, mas Loren o segurou, não deixando que ele saísse, e o olhou para cima com um olhar muito, mas muuuuito pervertido. Ele segurou o quanto conseguiu, mas enfim, despejou o seu chantilly...é só uma comparação, eu sei que o gosto é bem diferente...não que eu já tenha provado.
Depois de terminar o serviço, Loren foi deitar ao lado do rapaz, porém ele a segurou e dessa vez, ele é quem a jogou no chão.
– Nossa gatinho, que pegada, onde aprendeu isso?
– Lugar nenhum, é instinto mesmo!
Ele começou a beijar e mordiscar o seu pescoço, fazendo a garota ficar toda arrepiada. Ele foi descendo, levantou sua blusa deixando seus belos seios a mostra. Ele já os tinha visto quando sua armadura foi quebrada durante torneio, mas agora estava bem perto e ele não apenas veria, como os teria ao seu alcance. De fato, o garoto os acariciou e deu leves beliscões nos mamilos, fazendo a Loren gemer baixinho.
Mesmo já tendo, âhhnn...esvaziado o tanque, Sony estava excitado e feliz em poder proporcionar esse prazer a sua namorada, então abocanhou seus seios e sugou os biquinhos, começando devagar e foi aumentando a intensidade aos poucos. Loren se segurava para não gemer alto e acabar acordando todo mundo, o que acabaria com a brincadeira.
Depois de ficar um bom tempo brincando com os seios – e que seios – o rapaz desceu mais, beijando e lambendo a barriga e cintura da mulher. Desceu mais um pouco, chegando às suas coxas, e instintivamente ela abriu as pernas. Sony entendeu o recado, então ele começou a lamber o playground. Loren segurava forte o cabelo do seu namorado com uma das suas mãos e tampava sua própria boca com a outra, a fim de abafar o som dos gemidos que nesse momento já era impossível de não saírem da sua boca. Pouco tempo depois ela...hum, ela...gozou (fiquei sem metáforas).
Minutos depois, relaxados e vestidos, eles ficaram deitados olhando as estrelas, com a Loren apoiando sua cabeça no peito do rapaz.
– Isso foi incrível, nunca imaginei que você faria um oral tão bem feito.
– Obrigado, a senhora Braqui me ensinou umas coisas.
– Ah, como assim? Quer dizer que você e a Bráqui...
– Não, claro que não, eu a vejo como uma irmã mais velha. Ela me deu aulas teóricas, lembro de uma vez que ela veio e me disse – ele começou a imitar a voz da Braqui – “Sony, um dia você será fisgado e por mais que tente fugir não vai conseguir, então, se quer deixar uma mulher sexualmente feliz, faça isso”, e então ela me contou o que e como fazer.
– Agora entendi, sendo assim sim. Amanhã eu agradeço a ela.
– Loren, posso te fazer uma pergunta?
– Claro, o que quer saber?
– Como é o seu mundo, aquele lugar que chamam de Terra?
– Ah, é legal. Nós vivemos em casas e às vezes em apartamentos, geralmente com um pai e uma mãe e irmãos se for o caso. Quando crianças, entramos na escola e vamos lá aprender coisas todo dia até uns dezoito anos mais ou menos. Eu, a Beah e os meninos estamos no último ano, o que quer dizer que ano que vem ou estudamos muito e entramos numa universidade ou então levantamos a bunda e vamos procurar um emprego.
– Que diferente, conte mais.
– Os animais não falam e não existem monstros nos atacando por aí, o máximo que pode acontecer com a gente é ser atropelado ou tomar um tiro em um assalto.
– Hum...e você tem família?
– Quer saber se tem algum pai bravo? – ela ri, mas logo depois fica séria – eu tenho uma mãe...e queria muito saber como ela está, ela deve estar louca com o meu sumiço, ela ficou muito protetora depois que meu pai morreu.
– Nossa...não precisa falar mais nada se não se sentir a vontade.
– Relaxa amor, não tenho mais problemas em tocar nesse assunto. Sabia que eu sou adotada? Minha primeira lembrança é de estar na rua perdida, eu devia ter uns seis anos mais ou menos, minha mãe me encontrou e perguntou pela minha casa ou família, mas eu não fazia ideia de onde eu morava, de quem eram meus pais ou mesmo qual era o meu nome. Percebendo isso, ela me levou pra casa, me deu comida, banho, me vacinou e vermifugou e depois de ajeitar os tramites burocráticos, virei oficialmente sua filha, com nome e tudo, e de quebra o marido dela também virou meu pai. Logo que entrei na escola conheci a Beah e foi amor a primeira vista. Eu enfiava a porrada em qualquer um que a fizesse chorar, e ela sempre foi uma amiga fiel e divertida. Quando meu pai morreu, quando eu tinha doze anos, fiquei muito deprimida, mas com a ajuda dela consegui superar, além disso, foi nessa época que eu conheci o Kon e o Junpei, a falta de noção deles me fazia dar altas gargalhadas fazendo eu me sentir melhor. Resumindo é isso.
– Obrigado por dividir um pouco da sua história comigo.
– Porra, acabamos de colocar coisas na boca um do outro e você continua cheio de formalidades? Eu já falei demais, agora quero saber sobre você.
– Sobre mim? – o garoto ficou vermelho – bom, não tenho muito o que falar de mim.
– Claro que tem, você deve tido uma família não é? No dia que nos conhecemos, lembro da Bráqui ter falado que você não tinha pra onde ir e ela te deu um lar, em troca você a ajudava em casa não foi isso?
– Foi...bem, vou te contar. Como já disse rapidamente uma vez, meu pai era um hollow e minha mãe humana, e como para o amor não há barreiras, eles se casaram, ela engravidou e eu nasci com aparência humana, então levávamos uma vida normal – ele suspirou e continuou.
Imaginem uma música dramática.
Até aí tudo bem, mas um dia, um bando de guerreiros armados com espadas invadiu nossa casa. Meu pai começou a lutar com eles, enquanto minha mãe correu comigo para o quarto e trancou a porta. De lá, pude ouvir a luta entre os homens e o meu pai, e ele chegou a abater dois deles, mas infelizmente, acabou sendo morto pelos outros. Ainda ouvi o líder deles dizer “Já acabamos com o monstro adulto, agora só falta o filhote”. Nesse momento a minha mãe, desesperada, arrastou a cama, revelando uma espécie de portal no chão, ela então me deu um beijo e disse “Entre aí...mamãe te ama”.
Eu não entendia bem o que era e não queria deixá-la, foi então que ela me empurrou e caí no portal, indo parar em uma floresta escura e amedontradora. Logo após o meu transporte, a passagem desapareceu, e fiquei sozinho e assustado em um local estranho. Algumas horas depois, um hollow enorme e cheio de tentáculos se aproximou de mim, e mesmo não tendo sido o primeiro que tinha visto, fiquei com medo e achei que seria devorado ali mesmo. Porém, em vez de me comer, ele veio falar comigo.
– Nossa, como você cresceu, pequeno Vlade. Não vou perguntar como estão seus pais já que eles me disseram que só o mandariam para cá caso algo de muito ruim acontecesse a eles. Você está com uma cara péssima, deve estar com fome.
Depois de me dar alguma carne misteriosa, ele me contou que era meu tio, e ao longo dos dias, ele me contou sobre como meus pais se conheceram e decidiram se casar, e que os outros hollows o renegaram por conta disso, mas que agora eu passaria a morar com os outros da nossa espécie e viver como eles. Nos primeiros meses fiquei morando na floresta com ele, que saía pra caçar e eu cozinhava o que ele trazia, aliás, eu aprendi a cozinhar, lavar e arrumar com a minha mãe.
Um dia, ele veio até mim e falou que convenceu o rei dos hollows a me receber em um tal de Eco Mundo. Isso não queria dizer nada pra mim, eu sequer sabia que existia um rei, mas já que isso era importante pro meu tio eu aceitei ir com ele. Após alguns dias de caminhada, chegamos a um castelo enorme e sinistro, onde havia uma placa na frente escrito “Eco Mundo”. Assim que entramos eu descobri o porquê desse nome, o local era tão grande e tão oco que qualquer som lá dentro fazia eco. Enfim conheci o tal rei, e assim como eu, ele tinha uma aparência humana. Sem levantar do trono, ele falou com um tom irônico.
– Então você que é o filho de um hollow com uma humana ana ana ana? – eu acenei com a cabeça confirmando, então ele continuou – Bem, você sabe que nós comemos humanos não é é é?
– Sei, mas com todo respeito devo dizer que também sei que isso não é necessário, o meu pai comia comida normal, só no natal que ele comia um humanozinho assado, e só bandidos didos didos – respondi a ele.
O rei riu, e falou.
– Muitos anos atrás já vieram com essa ideia pra cima de mim, mas quer saber, vamos continuar comendo humanos a vontade, é muito mais gostoso do que bois, porcos ou baratas. Não vou discutir esse assunto com um moleque, mas vou ordenar que você seja treinado com os outros, agora vá que eu tenho mais o que fazer zer zer zer.
Meu tio me levou até um grande salão, onde um hollow muito grande e feio treinava outros que pareciam filhotes. Os dois conversaram qualquer coisa e então, começou o meu treinamento. Fiquei naquele castelo por um ano, aprendi a abrir esses portais que você conhece, descobri também que quando eu fico muito irritado, aquela máscara se forma e eu perco o controle de mim mesmo, como se eu fosse outra pessoa. Enfim, tudo era aceitável com exceção da comida. Eu me recusava a comer pessoas e sobrevivi esse tempo todo caçando e comendo os ratos do castelo.
Um dia houve um jantar de comemoração da passagem minha e dos outros garotos do nível hollow aprendiz um terço para hollow aprendiz dois terços, na presença das famílias dos formandos, do professor e do próprio rei. Quando vi aqueles humanos sendo servidos em espetos eu quase vomitei e disse que não ia comer, deixando todos os convidados perplexos e agitados. Antes que o caos se instaurasse no Eco Mundo, o rei se levantou, algo que raramente acontecia, então todos ficaram em silêncio.
– Bom, um líder piedoso deve aceitar o livre pensamento dos seus súditos – o rei deu um sorriso caloroso para mim e então prosseguiu – mas como eu não sou um líder piedoso, ofereço cem humanos ao molho pardo pra quem matar esse moleque insolente ente ente ente.
Todos começaram a me atacar de uma só vez, e eu felizmente antes de ser trucidado, consegui abrir um portal e fugir, no desespero acabei indo parar em um lugar que estive de passagem quando era criança, mas isso não importa, qualquer lugar seria melhor do que aquele castelo. Passei muito tempo vivendo nas ruas de uma cidade imunda, onde eu sobrevivia comendo ratos, até que um dia cacei um hamster branco todo pintadinho, e quando ia devorá-lo, ele me olhou com seus olhos redondos e brilhantes e começou a falar “Hamlet, Hamlet”. Incrivelmente eu entendi o que ele estava dizendo, então o poupei e nos tornarmos companheiros como você já sabe, o que importa é que nós dois ficamos mendigando pelas ruas até que um dia vi uma mulher ruiva passando com uma bolsa de compras e eu pedi comida para ela. Era a Braquistócrona, e ela me perguntou se eu sabia cozinhar e eu disse que sim, então ela apenas me falou “Então prove”
Eu improvisei uma fogueira, peguei uma lata e cozinhei alguns dos ingredientes que ela me deu, e quando ela provou, comeu tudo e disse
– Garoto, se eu não fosse comprometida eu te pedia em casamento, mas você topa vir morar comigo? Eu sou péssima em tarefas domésticas, você faz essas coisas pra mim e terá uma casa, cama confortável, água, comida, tudo o que precisar.
Eu aceitei e morei com ela durante dois anos, até o dia em que eu parti com vocês.
Loren segurou a cabeça do rapaz e a apertou forte contra os seus seios, o acolhendo.
– Você teve uma vida bem mais difícil que a minha, prometo que vou te fazer muito feliz.
– Eu estou feliz, e farei o que for necessário pra te ajudar a voltar pra casa.
Os dois relaxaram e acabaram adormecendo juntos.
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Em algum lugar, Kenta andava apressado enquanto consultava um mapa.
– Finalmente estou chegando, não acredito que perdi dez dias seguindo a orientação daquele tal de Zaraki Kenpachi, mas enfim me achei. Floresta das Amazonas, aí vou eu!
Ele caminhou até chegar a uma praia, e seguindo o mapa, encontrou um lugar na areia marcado com um Q.
– Estranho, não vejo nenhuma floresta e muito menos amazonas, será que era um mapa pra outro mapa? Não importa, vou cavar.
Ele pegou sua espada e a usou como se fosse uma pá, cavou bastante até encontrar um grande baú de madeira, onde estava escrito “One Piece”.
– Que merda, esse troço não tem nada a ver com a Floreta das Amazonas. Só de raiva vou enterrar de novo.
Ele enterrou o baú e foi embora sem rumo certo e muito puto.
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