Duas Pestinhas em Minha Vida

5 Cicatrizes quase fechadas


Notas iniciais
Yo minna, como estão?! Meu deus Lala chan, amei muuuuuuuito a recomendação, obrigada mesmo! E não precisa se desculpar por nada, não faz ideia do quanto me deixou feliz, este capítulo vai pra você! Gente, confesso que fiquei meio receosa ao postar este capítulo porque ele é meio tenso, mas é importantíssimo pra história! Digamos que a trama a partir de agora vai se basear num fato deste capítulo e tenho medo que vocês não gostem. Mas espero mesmo que gostem (mesmo que me xinguem um pouco), e tenho grandes planos para essa fic, obviamente teremos muita comédia e confusão, mas a vida da Lucy não seria a mesma se não fosse um pouco agitada, não? Nos vemos nas notas finais!

Esses últimos três dias tem sido estranhos. Gildarts tem aparecido com frequência no Kurt Café e fico feliz que tenhamos ficado amigos, ele é uma pessoa muito divertida e sempre me trata muito bem, vive me contando histórias envolvendo meus pais, histórias que eu mesma não conhecia e de vez em quando fazia algumas perguntas a respeito de meu pai, o que definitivamente não é ruim, mas algumas atitudes dele me lembram meu pai. Eles são bastante super protetores, sabe? Outro dia mesmo Gildarts afugentou um cara que tentou me chamar pra sair no fim do expediente do mesmo jeito que meu pai afugentava os garotos de perto de mim desde criança, levou um tempo até para ele aceitar minha amizade com Jellal. Falando em meu pai, estou realmente preocupada com ele. Ele está chegando tarde em casa todos os dias e sempre com dor de cabeça, várias vezes balbuciando coisas sem sentido e vez ou outra amaldiçoando Daphne e dizendo que precisava logo dar um fim nisso. Mas esta noite foi diferente. Acordei de madrugada com ele chegando em casa, estava desorientado e fedendo a álcool, com certeza estava bêbado. Fiquei muito preocupada, meu pai não costumava ter problemas com bebida, os problemas do trabalho estavam tão sérios a ponto de faze-lo encher a cara e chegar em casa às 4 da manhã?

Erza também anda estranha. Ela mal tem falado comigo, com Levy ou com Juvia. Jellal então, nem se fala. Desde que Meredy chegou, Erza tem evitado muito os dois, mesmo com Jellal dizendo que não precisava ficar com ciúmes de Meredy, pois ela era apenas uma amiga e como ela era nova no país, ele se sentia responsável por ajudar ela, afinal, foi ela quem ajudou ele quando ele foi para o México. “E mesmo porque, os peitos dela não são a metade dos seus”. Ok, eu até iria defender ele, mas a surra que ele tomou depois deste comentário foi merecida.

Também vi Virgo com umas marcas vermelhas no corpo e ela não parava de sorrir, disse que se sentia bem se punindo às vezes, isso de longe foi o mais estranho!

Mas bom, com o pensamento positivo de que hoje seria um dia normal, tomei coragem para finalmente sair debaixo das cobertas. Como sempre, fui checar a correspondência antes de tomar café. Contas, contas, contas e mais contas, mas diferente de uns tempos atrás, isto não é mais uma visão assustadora. Desagradável, mas não assustadora. Nesses momentos me sinto profundamente agradecida à família Marvel, se não fosse por elas, eu poderia estar vivendo uma crise até hoje. Se nos livramos da dívida? Ainda não, ainda falta um pouco pra pagar, já conseguimos ter certos confortos de volta graças ao aumento do meu pai e boa parte da dívida ter sido sanada, graças aos martiriosos serviços de babá.

Pouco antes de sair de casa, vi Virgo entregando um remédio para meu pai enquanto ele arrumava a gravata em frente ao espelho da sala. Provavelmente ainda estava sentindo os efeitos da ressaca, mas isto não era desculpa para faltar ao trabalho. Com um último suspiro, dei uma última ajeitada no cabelo e saí de casa, indo em direção às escadas.

Cheguei à faculdade um pouco mais cedo que o normal, Juvia, Levy e Erza não estavam no local que costumamos nos encontrar antes de nos separarmos para as aulas. Decidi perambular um pouco para passar o tempo e quem sabe encontrar algum conhecido para conversar. Em pouco tempo, avistei Juvia e Gray e estava seguindo o impulso de me juntar a eles na conversa, mas quando vi que estavam mais próximos que o normal, com um clima se formando entre eles, como qualquer boa amiga, me aproximei discretamente e me escondi atrás de um bebedouro, para ouvir a conversa.

Juvia ria abertamente sobre alguma coisa que Gray havia falado. Era uma cena fofa de se ver, Gray falava calmamente, olhando sempre para ela com um olhar doce. Não sei como esses dois não assumiram nada ainda, são perfeitos um para o outro! Sem que Juvia percebesse, Gray começou a se aproximar mais dela, até que...

– Bom dia, Juvia! – um cara aleatório interrompeu os dois e a cumprimentou. Ele carregava um sorriso simpático, e para a infelicidade de Gray, era bastante bonito. Acho que já vi ele antes na biblioteca, mas não tenho certeza... De qualquer modo, eu queria matar esse cara! Como ele ousa interromper os dois!

E provavelmente, este era o mesmo pensamento de Gray, já que o mesmo fechou a cara, e sua expressão se endureceu mais ainda depois que Juvia respondeu com o mesmo sorriso.

– Bom dia, Aoi-kun!

– Você está muito bonita hoje. – Juvia corou com o comentário, mas nada respondeu, em vez disso, quem respondeu foi Gray.

– E está ocupada, vai procurar o que fazer! – Gray passou o braço por cima do ombro de Juvia e lançou um olhar ameaçador para Aoi. Assustado com a hostilidade de Gray, este apenas engoliu em seco e saiu sem dizer mais nada. Tanto Juvia quanto eu olhávamos para Gray chocadas, ambas com uma grande expectativa. Gray finalmente tomaria uma atitude? Finalmente?! Já estava ficando com dó de Juvia, ela não aguenta mais esperar por ele, e se tiver de esperar mais um pouco, é capaz de desistir.

Ele estava agora com o rosto mais próximo do dela e era possível ouvir seu coração pulsando daqui! Ou seria o meu? Ah, não importa. Mas não pude ver o que aconteceu porque uma mão realmente grande tapou minha visão e fui arrastada para longe dali. Pelo susto, eu ia gritar e espernear, mas a voz conhecida me impediu de fazer isso.

– É feio espionar os outros, ainda mais num momento como este! Você sabia, Bunny Girl?

– Eu sei. – admiti levemente emburrada, com ele tirando a mão de meu rosto e me soltando, já em outro corredor. – Mas não consigo evitar. Não me julgue por isso, faz muito tempo que quero esses dois juntos!

– Gee-hee, você não é a única, mas eles merecem um pouco de privacidade, não acha?

Bufei. Ele estava completamente certo.

– Como estão as coisas, Gajeel?

Gajeel não mudara nada nestes dois últimos anos. Não fisicamente, pelo menos. Agora cursava engenharia mecânica e suas notas eram impressionantes, uma tremenda reviravolta se compararmos com os tempos de colégio! Mas desde aquela época, andava meio sumido. Ele evitava manter contato com qualquer coisa que lhe lembrasse Levy e infelizmente, nós lembrávamos muito a baixinha.

– Melhores do que eu esperava. – seu celular vibrou em seu bolso e ele sorriu ao ver uma mensagem. Como toda boa curiosa, tentei espionar, mas apenas vi a resposta “te vejo logo mais”, mas não vi o destinatário. Gajeel estava saindo com alguém?! – Fiquei sabendo que foi atropelada na calçada por uma bicicleta, como consegue uma proeza dessas?!

Uma gota se formou em minha cabeça. Minhas desgraças correm rápido por aí, não?

Ele sorria para mim, com seu típico tom malicioso no olhar, mas então seus olhos se nublaram e seu sorriso morreu aos poucos, voltando a falar em um tom sério. – Tenho que ir.

Olhei para o relógio e vi que já estava quase no horário da aula, e as aulas de Gajeel eram em outro bloco. Ele mal se despediu e já saiu em direção à saída do prédio. Não dei bola para isso, e me virei já tomando rumo à minha sala, mas então reparei para onde Gajeel olhava antes e compreendi sua reação. No final do corredor, Levy e Rogue se beijavam próximos à sua sala e estavam completamente alheios a tudo. Imediatamente mandei uma mensagem para Gajeel.

“Você ainda não superou?” A resposta veio em poucos segundos.

“Não me entenda mal, já superei faz tempo, mas não é legal ver sua ex namorada beijando outro cara”

Ex namorada é um termo meio otimista para Levy e Gajeel, afinal, eles nunca chegaram a firmar um compromisso sério, aliás, isto foi o principal motivo para o término desta relação complicada. Mas então pensei em Natsu. Eu juro que estou fazendo o melhor para superá-lo, mas ainda dói um pouco ver ele próximo de outras garotas de vez em quando no campus. Relacionamentos acabam, mas os sentimentos nunca os acompanham com a mesma velocidade.

“Eu entendo” foi minha resposta final.

[...]

Foi difícil me controlar para não perguntar nada a Juvia durante a aula, a curiosidade falava muito alto, mas ela não podia saber que eu estava espionando os dois! Evitei falar muito com ela ao longo do dia, Levy estranhou um pouco isso, mas não falou nada, já Erza nem passou o intervalo conosco, então não houve comentários por parte dela. Jellal e Rogue também não almoçaram conosco hoje, então consegui evitar alguns questionamentos, menos de Juvia.

– Você está mesmo bem? – Juvia me perguntou pela terceira vez enquanto andávamos em direção à saída. – Você está estranha.

– Estou sim, não se preocupe! – respondi rápido demais. Eu queria gritar “ME CONTE SOBRE VOCÊ E GRAY” mas não podia fazer isso, e estava sendo praticamente impossível controlar minhas palavras.

– Você está fazendo umas caretas estranhas, não quer ir ao banheiro?

O QUE?! Ela por acaso achava que eu estava com dor de barriga!?

– Não é nada disso! – neguei rapidamente e inventei uma desculpa qualquer. – É que esses sapatos estão me matando, sabe?

– Mas você usa eles quase sempre!

DROGA!

– É que eu bati o dedinho no canto dos móveis umas três vezes hoje, deve estar inchado, mas não se preocupe, hehe. – Sério, mas que desculpa esfarrapada.

– Isso é bem a sua cara, se você diz, tudo bem então...

Ela está claramente avacalhando com a minha cara. Mas melhor não contestar, eu podia acabar falando demais por isso. Finalmente chegamos aos portões e nos despedimos, tomando rumos diferentes. Hoje a saída estava um pouco mais tumultuada do que o normal, então tive que cortar caminho no meio das pessoas para finalmente poder tomar o rumo da minha casa, mas estaquei imediatamente ao ver algo.

Natsu conversava alegremente com uma garota. Mas não era uma garota qualquer, era Lisanna. Sei que não tenho mais nada a ver com a vida dele, mas dentre todas as garotas da faculdade, ele tinha que estar falando logo com Lisanna?! Ele não evita falar com as ex dele? O que está acontecendo? E não era só isso. Antes de ir embora, Lisanna o abraçou, praticamente se jogando em seus braços! Calma, Lucy! Você precisa superar isso! Você e ele não tem mais nada a ver, é isso! Siga em frente. Mas mesmo assim, ver ele abraçando outra garota desse jeito dói. E eu não posso fazer nada contra isso, e nem devo também. É como eu já disse antes, ele seguiu em frente, eu preciso fazer o mesmo! E juntando mais força do que achei que fosse precisar, finalmente consegui me dispersar no meio da multidão e seguir meu caminho. Precisava pensar em outra coisa, me distrair, e meu celular ter começado a tocar naquele momento caiu como uma luva!

Não reconheci o número de cara, mas atendi mesmo assim, podia ser algum amigo meu sem crédito, usando o celular de outra pessoa.

– Alô?

Lulu? Ah, que bom que é você! Sabe, por um momento, fiquei com medo de ter sido enganado...

– DAN?! – acabei gritando, sem querer, chamando a atenção de muita gente que estava por perto. – Como conseguiu meu número?!

Aquela sua amiga baixinha me passou! Muito legal ela, aliás.

Nota: Matar Levy assim que a encontrar.

– O que você quer?

– Ah, eu ganhei dois ingressos pro cinema hoje e queria saber se você gostaria de ir comigo!

Cinema? Não me importaria de sair um pouco, mas justo com o Dan? É assustador o modo como ele se empolga comigo durante as aulas, fora delas isso já seria um pesadelo!

– Fica pra próxima, tem aquele trabalho enorme pra semana que vem, lembra? E estou bastante enrolada com ele, desculpa mesmo.

Ah, tudo bem então. E que tal...?

Nem o deixei continuar a frase e desliguei o aparelho. Grosseria? Claro, mas eu realmente não estava a fim de aturar isso agora, tudo o que eu mais queria no momento era chegar em casa e matar a Levy-chan. Ora essa, passar meu número pra esse louco? O que ela tinha na cabeça?!

[...]

Milliana já havia se adaptado bem ao Kurt Café, apesar de ainda ser bastante estabanada. De vez em quando ela ainda se atrapalhava um pouco, mas eu diria que ela estava aprendendo bem rápido. As coisas melhoraram um pouco desde que ela começou a trabalhar lá, o movimento aumentou pouco graças a seu constante bom humor. O que era exagerado, de vez em quando.

– Milliana! Não tente fazer malabarismo com xícaras de café! – adverti enquanto a levantava do chão, completamente encharcada e com vários cacos da louça espalhados. Por sorte o estabelecimento estava com apenas 3 clientes no momento. – O que tinha na cabeça?

– Desculpa, eu me empolguei, hehe. – ela ajeitou o uniforme e mesmo suja, parecia estar completamente renovada. Que energia, hein? – Vou buscar uma vassoura, volto num segundo! – se retirou.

– Francamente...

Nesse momento, Erza apareceu, entrando pelas portas com uma expressão desanimada, mas logo a mudou depois de ver a bagunça no chão.

– Que bagunça é essa? Você tem de ser mais cuidadosa, Lucy!

– Mas eu não...!

– Er-chan?

Nossa atenção foi voltada para Milliana que nos olhava com um brilho nos olhos e uma vassoura na mão.

– Milliana!

Erza esqueceu completamente da bronca que me dava e correu para abraçar a garota, que praticamente pulou em seu colo. Ué? Estou perdendo alguma coisa aqui?

– Quanto tempo! Como você cresceu! – Erza falou com um tom de voz que eu não ouvia há muito tempo, completamente embargada.

– Digo o mesmo, mas você não mudou nada!

Abri um sorriso ao ver isso. Estava ficando raro ver um sorriso no rosto de Erza e decidi não interromper, ela precisava desse momento. Mas esse sorriso morreu em pouco tempo. Naquele momento entrava pelas portas do Kurt Café, Meredy acompanhada de uma pessoa que eu não via desde o colégio, e este também não mudou nada, Lyon Vastia.

– Oi Erza! – a rosada gritou assim que a avistou.

– Meredy... – ela murmurou com a voz trêmula. Então se voltou para mim e Milliana com a franja cobrindo os olhos, nos impedindo de ver sua expressão, mas sua voz entregava o incômodo. – Eu lembrei que preciso ir, até mais.

– Mas Er-chan, você não vai querer seu bolo de morango? – Milliana perguntou já com o pedaço cortado em um prato.

– Desculpa, eu preciso ir.

Ela passou reto por Meredy que ficou sem reação por uns instantes, provavelmente tentando entender o que estava acontecendo, já Lyon definitivamente não entendia nada.

– Quanto tempo, Lucy. – Lyon me cumprimentou por educação.

– Olá Lyon.

– Ah, já se conheciam? – Meredy perguntou com visível empolgação. – Como Magnólia é pequena! Achei que encontrar algum conhecido fora da faculdade fosse como encontrar uma fagulha no palheiro!

– Uma agulha no palheiro. – Lyon a corrigiu.

– E não é a mesma coisa?

– Definitivamente não. – respondeu rindo. Achei fofos eles juntos, ele estava sendo bem atencioso com ela, certamente uma boa companhia. – Pode nos dar o cardápio, Lucy?

– Claro!

[...]

Fiquei a volta inteira para casa pensando em Erza. Entendia o lado de Jellal em se sentir responsável por Meredy já que foi ela quem o acolheu no México. Áries havia feito a mesma coisa comigo na Alemanha e eu certamente faria o mesmo caso ela viesse para Fiore algum dia. Mas então o que Meredy podia ter feito a Erza para ela ficar daquele jeito? Não acredito que Jellal tenha traído ela, ele não é assim, e acredito também que Meredy não seja, ela parece ser simplesmente uma garota alegre que gosta de fazer amizades. O mostro verde do ciúmes de Erza poderia ser tão grande? Isso estava me preocupando de verdade. Por falar em ciúmes, também foi inevitável pensar um pouco sobre a cena de Lisanna e Natsu, mas logo tratava de expulsar esses pensamentos.

– Estou em casa! – anunciei enquanto entrava e largava os sapatos do lado da porta. Nesses últimos dias tem sido atoa, já que quando chego, Virgo já foi embora e Jude ainda estava no trabalho.

– Olá Lucy, como foi no trabalho? – incrivelmente, fui recepcionada por meu pai.

– Pai? Em casa a essa hora? Está tudo bem?

Me sentei a seu lado no sofá com o coração na mão, se ele tivesse vindo pra casa por ter passado mal no trabalho, eu ficaria desesperada, mas me acalmei ao ver um sorriso em seu rosto. Não um sorriso forçado como ele vinha me dando todas as manhãs, mas um sorriso sincero.

– Está tudo ótimo! Tive um ótimo dia de trabalho, Daphne não apareceu! Não deu nenhum sinal de vida, não tive interrupções, fechei novos contratos e o dia foi bastante produtivo, me sinto ótimo, filha!

– Bom saber! Quer que eu prepare alguma coisa?

– Estou ótimo, não se preocupe.

Me levantei e fui em direção à cozinha, afinal, estava com fome, mas me interrompi meu caminho ao ouvir batidas na porta. Estranhei, não costumávamos receber visitas neste horário e ninguém havia interfonado. Ao abrir a porta, me deparei com Igneel, Gildarts e uma mulher desconhecida, todos vestindo o uniforme da ERA, a agência de Serviço de Investigação Criminal de Fiore. O que eles estavam fazendo aqui, ainda mais vestidos assim?

– Queremos ver Jude Heartphilia. – Igneel disse com voz firme e expressão dura.

– C-Claro. – dei passagem a eles tentando entender o que estava acontecendo. A mulher imediatamente sacou a arma e se posicionou, Igneel e Gildarts fizeram o mesmo.

MAS O QUE ESTÁ ACONTECENDO AQUI???!

Tanto eu quanto meu pai olhávamos para os três com os olhos arregalados sem entender nada do que estava acontecendo.

– Jude Heartphilia. – Gildarts começou. – Você está preso por assassinato e ocultação do cadáver de Daphne Blake.

Notas finais
Tenso, não? Esperavam por isso? Podem ser sinceros, acho que já estou ficando meio previsível... Bom, espero que tenham gostado! Nos vemos nos comentários!