Notas iniciais
Oi, cupcakes! Antes de mais nada: esse é um capítulo BÔNUS. É pequeno justamente porque não há mais nenhum detalhe que eu deseje adquirir. Peço que não me odeiem no final porque tudo vai se encaixar depois, eu prometo. Boa leitura! (e falem comigo lá embaixo!)

POV Katherine/Cherrypie

Quero procurar um buraco para esconder meu rosto.

Arfo quando sinto o peso extra no colchão e quero gritar para que me deixe em paz, mas antes que eu possa fazer isso, sinto suas mãos subindo o tecido do vestido. Fecho os olhos e pressiono os lábios numa tentativa de não fazer sequer um ruído – não quero que ele ache que estou entregue a ele.

Apesar de estar.

Deixo que suba a saia do vestido a ponto de deixá-la em minha cintura; mal consigo respirar, mas não o impeço quando ele começa a brincar com o tecido da calcinha. Fecho os olhos com força quando ele desiste de brincar comigo e começa a puxar o vestido para baixo, a fim de retirá-lo.

Sinto frio quando ele é jogado longe e procuro algo para cobrir meu corpo, mas ele não deixa, porque envolve meu corpo no dele próprio, forçando-me a olhá-lo. Seus olhos estão mais escuros e ele não parece se importar com minhas bochechas vermelhas porque dá um sorriso e começa a me provocar roçando seus lábios nos meus.

– Não faça isso – suspiro – Não faça…

– Você quer que eu faça – ele afirma; arfo – Não quer que eu pare, quer?

– Não – luto para respirar; ele põe as mãos em conchas sobre meus seios e beija meu pescoço.

Fecho os olhos e solto um suspiro quando ele começa a passear suas mãos pelo meu corpo, brincando com minha pele, transtornando-me com arrepios constantes. Arfo quando ele finalmente chega ao tecido que ainda permanece em meu corpo; quero pedir a ele que o retire, que não haja mais barreiras entre nós, mas a voz fica presa em minha garganta e só o que consigo é mover os quadris em sua direção.

Seus lábios começam a trilhar uma rota de beijos pela minha barriga, descendo até meus quadris e, então, . Respiro com dificuldade quando ele beija sobre o tecido, provocando-me a principio; cravo minhas unhas nos lençóis e contenho um gemido baixo.

Ele ri ao ver minha expressão e quero arrancar o sorriso de seu rosto, mas não consigo me mover.

– Me diz que não quer – ele pede – Me peça para parar.

Balanço a cabeça em negação e vejo seu sorriso começando a se alargar; quero pedir a ele que continue, que nunca mais pare, mas, novamente, minha voz não sai. Ofego quando ele brinca com o tecido, retirando-o com lentidão; ergo as pernas e movimento-as para auxiliá-lo, o que arranca uma risada.

Porém, antes que ele faça alguma coisa, suas mãos começam a trabalhar em suas próprias roupas, retirando-as e deixando-me ver uma parte dele que nunca pensei poder conhecer: o desespero é palpável e ele parece irritado por não ter retirado suas próprias roupas antes; não me incomodo com seus olhares sobre mim porque olho para ele da mesma forma.

/POV Katherine/Cherrypie

Subo na cama já despido e provoco o corpo dela, brincando com meus dedos sobre o V entre suas pernas; ela fecha os olhos com força e solta um gemido. Deixo um sorriso transparecer em meu rosto antes de puxar uma camisinha do pote, mas, quando estou prestes a colocá-la, sinto suas mãos me envolvendo.

Arfo e encaro seu rosto; ela parece certa do que está fazendo quando começa a guiar-me para dentro dela. Sem pensar, continuo o caminho sozinho, deslizando para dentro dela. Lentamente, seu rosto se contorce e ela abre a boca para que um gemido escape. Apoio-me nos cotovelos e começo a brincar com seus cabelos enquanto faço movimentos já memorizados; ela procura meu rosto com as mãos e pressiona seus lábios contra os meus.

Não quero que acabe.

Faço os movimentos com lentidão e posso ver que ela não está acostumada com aquilo, porque começa a se mover em direção a mim quando me afasto, visando maior contato. Começo a acelerar um pouco, mas não muito para que não precisemos nos afastar tão cedo; as unhas dela começam a arranhar minhas costas e, céus, eu gosto disso.

– Olhe para mim – eu peço e ela obedece.

Suas pupilas estão dilatadas e suas íris consideravelmente mais escuras. As pálpebras tremulam e eu começo a aumentar a velocidade conforme seus gemidos vão ficando mais altos; seguro seu rosto com as duas mãos e pressiono seus lábios contra os meus com força e, quem sabe, até violência.

Ela crava suas unhas em minhas costas e eu deslizo mais uma vez para dentro dela, explodindo novamente, levando-a comigo. Suas costas são arqueadas e ela grita; beijo seu pescoço quando desabo sobre ela e descanso com a cabeça apoiada em seu ombro. Ela faz círculos miúdos com o indicador em minhas costas e beija meu ombro.

– É cedo demais para que eu diga? – questiono; ela ri.

– Para que diga o quê? – é a vez dela de questionar; ergo a cabeça e começo a encará-la.

– Eu amo você – digo com um quê de dúvida antes de inclinar o corpo para beijá-la mais uma vez.

POV Katherine/Cherrypie

Ele sai de dentro de mim e então se ajeita ao meu lado na cama e puxa-me para seu peito; deixo que acaricie minhas costas e meus cabelos até adormecer e, quando tenho absoluta certeza de que dorme, desvencilho-me de seu corpo. Cato uma calça jeans e uma blusa qualquer, calçando chinelos desço as escadas com rapidez.

Royal ergue a cabeça para mim quando pego o telefone e disco o número de um do último namorado da minha colega de quarto. Ele atende com a voz cheia de sono e eu peço que venha me buscar; digo a ele o endereço e ele diz que em meia hora estará aqui.

Começo a me sentir mal por deixá-lo depois de tudo o que fizemos… depois do que ele disse, mas não posso me permitir dizer a mesma coisa, por mais que esteja contrariando a mim mesma. Posso ouvir o rosnado de Royal quando começo a abrir a porta, mas não posso permitir a mim mesma que fique.

Dou as costas ao cão e vejo o carro dele começando a encostar; pulo para dentro do carro antes mesmo que possa sequer pensar em voltar. Olho para a janela do quarto dele no exato momento em que as luzes se acendem; ele aparece a janela e toca o vidro com a mão.

Meu coração parece rasgado em dois, mas peço a ele que acelere e não pare até chegarmos em casa.

Quando chegamos, eu me jogo nos braços dela, procurando o conforto que ela sempre consegue me dar; sou abraçada por ele também e, quando vejo, estou entre os dois, chorando e em desespero.

Tenho nojo de mim mesma e quero que ele venha atrás de mim, quero que venha me buscar e que me perdoe pelo o que fiz, mas não conto mais com isso.

Notas finais
NÃO ME ODEIEM! Eu fiz isso porque já era o planejado desde o início da fanfic, desculpem. Depois tudo melhora, e preciso de sugestões para continuar! O que vocês querem que aconteça entre os dois agora? Querem que ele vá atrás dela ou que ela volte de repente? Obviamente, tem de ter uma quebra de tempo, mas quanto tempo vocês acham necessário? Preciso mesmo das suas sugestões! Divulguem a fanfic, comentem, favoritem, acompanhem, recomendem, compartilhem com os amiguinhos e todas aquelas coisas que vocês já sabem! Espero vocês (e as suas sugestões) nos comentários!