Notas iniciais
Olá gente! Eu sou a Clara Marques e vim trazer uma fanfic pra vocês (Obvio!) Como eu disse nos avisos, esta fic também está disponível no Spirit, se quiserem ir lá ver, podem ir.
Eu sinceramente, espero que gostem!

Boa Leitura!

Mais um dia na movimentada cidade de São Paulo, se você olhasse de perto... Veria o verdadeiro terror escondido em cada esquina, basta não saber e sim sentir. A cada minuto alguém é assaltado, refém, preso, interrogado, voltando bêbado sem ser tão tarde, estressado, atrasado, cansado... e ainda por cima mortos.

Porém, Março de 2014 marcou a cidade paulista. Bem próximo da estação da Luz, caso não me engano, a policia barrava os curiosos através de suas viaturas brancas. O restaurante Bresno acabara de ser um cenário de terríveis assassinatos.

A noticia se espalhou mais rápido que sal em água. A mídia apareceu apressados como urubus na ambição de terem chance de audiência, afinal, este é o seu trabalho, ganhar a custas das desgraça alheia. Me chame de insensível, mas deixo de mentir?

Entre tantos curiosos, algumas pessoas imploravam para os oficiais deixarem passar a entrar no restaurante. Quanto mais a policia ignorava, mais as pessoas suplicavam aos prantos á ponto de se ajoelhar e conjurar o nome de Deus. Um carro cinza estacionou de trás da aglomeração, e das portas de carona surgiram um homem engravatado e uma mulher engomada desde o ultimo fio de cabelo até o salto alto de couro. Assim vós apresento o sr. Bresno e sua esposa. Ele como se pode entender, é o dono do recinto e quis logo saber o que houve. A sra. Bresno transmitia palidez e insegurança ao entrar ali, algum pressentimento ruim? Todos presentes não sabiam o que dizer sobre sua imagem na porta e sim quando finalmente pisou no chão do Bresno. Nem dera um minuto que ela voltara a prantos e soluços. Esta cena rendeu grandes visualizações na internet, acreditem, é incrível que quando vemos o horror frente a frente ficamos expostos ao mundo carentes de ajuda. Esta era a situação da senhorita Bresno, precisava de todo apoio possível pra esquecer a cena da sua cabeça.

Mas como esquecer o corpo jazido da própria filha?

Perante a tanta injustiça, aquelas pessoas que se destacavam na multidão badernaram mais ainda. Um pequeno descuido de um oficial foi o suficiente para que elas e outras curiosas entrassem. As curiosas se arrependeram de entrar, tiraram fotos possíveis ou gravaram a situação devastadora do Bresno. Já então os que se diziam parentes da vitimas então... Que situação drástica de se ver, dava certa agonia ao ver as lágrimas de mães.

O delegado confirmou cinco corpos jazidos no recinto, e juntou as informações que os parentes deram. O que valia no momento era a identificação, depois veio outra prioridade: O fato.

O próprio sr Bresno afirmou que estava fora quando foi informado do ocorrido. E que sim, estava acontecendo a festa de dezessete anos de sua filha: Emilia Bresno.

Então o restaurante mais requintado da região foi cenário de aniversário e de mortes, pelos relatos, sim. Mas a decoração também não mentia, principalmente pelo bolo alto de merengue com as velas de números um e sete. Agora o sangue e o fedor de carcaça penetrou nos pisos pretos e cinzas e nas paredes firmes de madeira, só para lembrar do que houve.

Agora, se voltarem a olhar todo o restaurante, perceberão que no meio das janelas, uma jovem olha preocupado pelo local. Não é só de espanto pelo cenário, e sim outra coisa... Onde estaria o corpo de sua irmã que estivera momentos antes do assassinato?

Notas finais
Gostaram? Odiaram? Não esqueçam de comentar e me dizer o que acharam. Sei que está pequeno, mas é só o Epilogo, então não se preocupe. Um beijo e até logo!