Notas iniciais
~le desvia dos avadas~ ~le desvia dos crucios~ #Impedimenta [impedimenta é pra criar uma barreira de proteção né? esqueci pra que serve] Olá, peço mil desculpas pela demora, eu tinha muita coisa pra fazer e estava totalmente sem nenhuma criatividade, então...
Esse capítulo é para duas lindas leitoras que me mandaram lindas recomendações, a Laís Felton Malfoy e a BibiaGrangerMalfoy, espero que gostem desse capítulo micro, mas é o que tem pra hoje.

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Previa: _É Granger pra você. – disse seca – Não tem o direito de dizer o que disse. Draco não teve escolha quando se juntou a Voldemort, ou ele se juntava a ele ou sua família morreria. O que faria se fosse com você? Provavelmente deixaria que sua família morresse, não é? Covarde como é. Sim, só um covarde diria uma coisa dessas a um aluno. – ele ficou chocado, é claro. Todos ficaram.

Capítulo 45 — Odiando ele.

Capítulo 45 – Odiando ele.

POV. HERMIONE GRANGER

Nossa primeira aula, naquele dia, seria de D.C.A.T. com o professor Robert, Draco não gostava nem um pouco dele, nunca gostou na verdade, para ele o único professor de D.C.A.T. que prestou foi o Snape. Mas, depois daquele episódio no Três Vassouras, foi que ele passou a odiá-lo ainda mais.

Eu gostava dele, era um bom professor e explicava tudo muito bem.

_Não acredito que é a aula daquele paspalho! – disse Draco, já com raiva. – Se ele tentar alguma gracinha com você, eu juro por Merlin, que eu...

_Epa! Vamos parar? – o interrompi – Eu não estou namorando com você? – essa era uma pergunta retórica, mas ele respondeu mesmo assim.

_Está. Só que acontece que eu...

_Acontece que você é o meu namorado, e o único que amo. Então, nada que ele faça ou diga vai mudar isso, ouviu bem? – disse dando-lhe um selinho. – Quantas vezes terei que dizer que sou apenas sua? E você apenas meu?

Ele apenas sorriu e passou o braço pelos meus ombros, abraçando-me.

Assim que chagamos na sala o professor começou a escrever algo na lousa, então sentamo-nos e ficamos esperando a aula começar. Com todos os alunos já na sala o professor iniciou a aula.

_Bom dia a todos! – desejou a nós – Iremos aprender sobre as maldições imperdoáveis...

_Aprendemos isso no quarto ano. Acho que somos bem grandinhos para aprender outra coisa. – disse Draco, já o provocando.

_Já que acha isso, senhor Malfoy, posso ensiná-los a como reconhecer um Comensal da Morte...

_Jura? – interrompeu Draco novamente – Em primeiro lugar: Comensais estão basicamente extintos. Em segundo: já sabemos disso.

_Oh! Mais é claro, me desculpe. Havia me esquecido de que era um, na verdade sua família inteira era, estou enganado? – perguntou ele cruzando os braços e olhando-o com cara de deboche – Inclusive seu pai irá receber o julgamento final depois de amanhã não é? E a doida da sua mãe ficou internada a pouco tempo, não é?

_Ora seu... – Draco levantou de sua cadeira empunhado sua varinha.

Como eu estava do lado do Draco me levantei para ficar entre ele e o professor.

Com certeza o professor havia passado dos limites, eu e a sala inteira percebeu isso.

_Seu o que? Você traiu todos os seus colegas quando escolheu se juntar a ele, você envergonha os bruxos de sangue-puro, ou melhor, envergonha todos os bruxos. – e foi naquele momento em que passei a odiar ele.

_Se disser mais uma palavra eu juro que irá se arrepender. – disse entredentes – Aconselho a fechar esse poço de imundice que chama de boca! – eu estava muito nervosa.

_Mione? – perguntou espantado com a minha reação.

Ele queria que eu fizesse o que? Desse risada de tudo que ele havia dito? Mesmo que fosse da Pansy Parkinson que ele estivesse falando eu reagiria daquele modo, ou quase igual. Ele não tem o direito de falar essas coisas.

_É Granger pra você. – disse seca – Não tem o direito de dizer o que disse. Draco não teve escolha quando se juntou a Voldemort, ou ele se juntava a ele ou sua família morreria. O que faria se fosse com você? Provavelmente deixaria que sua família morresse, não é? Covarde como é. Sim, só um covarde diria uma coisa dessas a um aluno. – ele ficou chocado, é claro. Todos ficaram.

Peguei minhas coisas para sair da sala, e Draco fez o mesmo. Porém na porta virei para o professor e disse:

_O único bruxo que nos envergonha é você. – disse – Ah! E outra coisa. A senhora Malfoy não é louca. Ela é a mulher mais corajosa que já conheci, e me orgulho de namorar o filho dela.

Notas finais
Espero que tenham gostado e que me perdoem pela demora.