Dramione - Jogo do Prazer
40 Capítulo 39 - Até que a morte nos separe...
Notas iniciais
*Juro Solenemente Que Não Pretendo Fazer Nada de Bom*
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2 dias havia se passado.
O cruzeiro já havia feito sua segunda parada e continuava, destino Final seria Irlanda, onde ficariam por um mês, o que não estava muito alegrando Hermione já que ela não saia da enfermaria.
Pansy, Theo, Blas, Harry, Gina, Luna e Astoria iam todos os dias lá, tentavam tirar Hermione e dar uma animada nela, mas em vão. Ela se recusava de sair do lado do loiro, que respirava por aparelhos e até agora não havia acordado.
A lua de mel pra Hermione não existia mais, mas ainda tinha esperança em Irlanda, no castelo hotel que ficariam e nos vários lugares que visitariam. Mas se Draco não acordasse não sairia de jeito nenhum daquele cruzeiro.
Eles haviam decidido não avisar os pais do ocorrido, preferiam deixar tudo ali, mas casa se passe 1 semana, Narcisa seria avisada.
Ronald estava preso, não podia receber visitas, e quando parassem na França seria mandado para o Ministério, onde por lá decidiriam o que iriam fazer com ele.
– Eu realmente não entendo o que deu no meu irmão, ele não é mais o mesmo! — Gina chorava ao colo de Pansy.
Luna e Astoria estavam no quarto sentadas a frente delas.
– Eu também não entendo Gina... Não entendo mesmo... — Harry chegou no quarto.
Ele como Gina estava abatido, Ronald havia tido uma recaída de "Hermione" e ninguém entendia porque, ele estava tão bem no dia do casamento.
– Hermione havia dito para Gina que ele tinha surtado quando viu a marca da mão de Draco no pulso dela. — Theo falou sendo seguido por Blasio que sentou ao lado de Luna passando o braço ao redor dela e deitando-a no peito. — Acho que foi apenas uma questão de cuidar dela.
– Tentando estupra-la?! — Pansy falou irritada.
– Onde está Mione? — Blasio perguntou tentando sair do clima tenso que ficou depois do que Pansy havia dito.
– Não quis sair... Levei comida para ela, chamei ela pelo menos para ir na piscina... Mas ela não quis de jeito nenhum. — Astoria falou deitando a cabeça ao ombro de Harry que havia sentado ao seu lado. — Tenho medo da noticia que possamos receber.
– Eiii calma! — Harry a abraçou com força. — Não vai acontecer nada com Malfoy, ele é forte e ja passou por muito mais coisas.
Harry encarou todos que entenderam o olhar dele.
– Com certeza — concordaram todos, mas ao fundo tinham muito medo do que poderia acontecer com Draco.
Um silencio percorreu o quarto. Estava a noite e hoje não teria festa.
– Cara a lua de mel deles acabaram. — Nott falou balançando a cabeça.
Outro silencio, que foi interrompido por um gritinho de Gina que levantou a cabeça do colo de Pansy rapidamente a assustando.
– Ou talvez não! — ela gritou e todos a encararam. — Daqui a algumas semanas estaremos em Irlanda e lá pode realmente começar a lua de mel deles, sabe estaremos em um puta castelo, com nossos amigos de Hogwarts e cacete como eu não pensei nisso antes! — Gina falou levantando da cama, todos a encaravam sem entender completamente nada.
– Gina espera! Porra você é louca? O que você esta tentando dizer com isso? — Pansy falou com seu jeito serio de sempre.
– Pensem comigo, lá é o pais dos casais apaixonados, o castelo que vamos ficar é um castelo bruxo, que só pode ser visto por bruxos, e é o lugar perfeito para nós fazermos aqueles dois ficarem juntos perceberem o que sentem um pelo outro!
– Não acho que você esteja certa... Draco está em coma... Levaram Ronald sabe-se lá para onde... quando chegarmos ele será levado para o Ministério de Magia da Irlanda, e com certeza milhares de paparazzi estarão esperando o casal apaixonado descer do cruzeiro para o fim da lua de mel, ou você se esqueceu que todos os jornais sabem que esse cruzeiro vai parar em Irlanda? E principalmente quando eles souberem o que Ronald fez, Narcisa, Molly e Lauren com certeza apareceram lá e isso não será bem... uma lua de mel legal.
Gina sentou emburrada na cama detestava concordar, mas Pansy havia quebrado bonito sua teoria.
– Se pelo menos Draco acordasse... — Astoria falou suspirando fundo.
– Pelo menos sabemos uma coisa... Ele está fora de risco.
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Hermione estava deitada a poltrona tentando se concentrar no livro, mas de jeito nenhum conseguia, apenas pensava no dia que Ronald invadiu seu quarto e quase matou Draco.
Ela suspirou. Como Ronald havia virado aquilo? Parecia quando estava perto daquela Horcrux de Voldemort.
Ela desviou seu olhar para a porta a abrir, Neville Longbottom ao lado de Lilá Brown entravam. Desde que tudo havia acontecido eles sempre iam lá ver como Hermione estava.
– Todos já sabem... pensamos em desmentir, mas será impossível. — Neville chegou falando abraçando Hermione.
Ela retribuiu o abraço, mas logo se soltou, havia implorado para o amigo ver se todos sabiam e agora já sabia a resposta.
– Não vai me surpreender nada se Narcisa aparecer aqui, alias, aposto que todos os jornais já sabem. — ela revirou os olhos.
Draco deu um grunhido, todos olharam para ele, mas nada aconteceu e ele apenas continuou a respirar.
– Isso está acontecendo o dia inteiro... tenho esperança que ele irá acordar ainda essa semana.
– Que Merlin te ouça, alias, daqui a alguns dias chegamos m Irlanda... — Lilá sorriu e abraçou. — Qualquer coisa da um grito que venho correndo.
Hermione concordou e sorriu. Neville a abraçou novamente e minutos depois apenas ela e Draco se encontravam lá.
Ela sentou novamente ao lado da maca e olhou para o loiro, que tinha a respiração suave e os olhos fechados.
Ela rezava por ele está só dormindo.
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Pansy se encontrava a suíte das meninas, estava sozinha, todos decidiram ir ver como Draco estava, mas ela não, ela não conseguia tirar uma pessoa de sua mente e estava irritada com isso.
Se encontrava completamente sozinha desde que tudo havia acontecido, repassou tudo que havia acontecido todos esses meses em sua mente, e a raiva começou a aflora. Ela estava de saco cheio.
–SEU IDIOTA RONALD BABACA WEASLEY! — Falou alto socando um travesseiro. — Como você pode fazer isso com DRACO! — ela gritava e socava ao mesmo tempo.
Estava com raiva do ruivo, muita raiva, e pensava que se olhasse para o rosto dele o encheria de socos como estava fazendo com o travesseiro.
Gritou alto, um grito agonizante que estava guardado em sua mente. Se jogou na cama de cabeça pra cima com a respiração ofegante.
– EU TE ODEIOOOO! — Gritou de novo e percebeu que chorava, ficou mais irritada ainda. Pegou o travesseiro que socava e jogou longe, não atingiu nada. Sem ainda descontar sua raiva viu o primeiro abajur e o jogou longe, que se estraçalhou ao chão.
Gritou de novo, mas agonizante ainda se ajoelhou ao chão acabada.
Tentava descontar toda sua raiva de algum jeito, mas não conseguia, na verdade nem sabia porque sentia aquela raiva extrema de Ronald... Na verdade ela sabia. Ele era um babaca, o pior dos babacas, o babaca mais babaca de todos.
Alguém abriu a porta.
Ela olhou com a respiração ainda ofegante, Hermione a encarava com os olhos arregalados.
– Mione?
– Pansy... eu ouvi seus gritos de longe... porque você está gritando... eu... — ela foi interrompida por um abraço forte de Pansy.
– Hermione porque ele fez isso? Porque ele tinha que machucar o Draco? — Pansy chorava.
E quando Hermione percebeu chorava junto.
Não entendia o porque da amiga esta daquele jeito, mas a entendia. Porque se perguntava a mesma coisa.
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POV Hermione.
Eu catava os cacos de vidro do chão. Havia poucos minutos que eu havia chegado e não havia nem um pouco gostado da cena que vi.
Arrisquei olhar novamente para Pansy, e ela estava na mesa posição. Com a janela aberta, fumando.
– Sabe se eu falar que...
– Fumar faz mau? Vai entrar por um ouvido e sair pelo outro. — Eu revirei os olhos, ela daria com certeza uma ótima Malfoy.
Malfoy? Droga! Pensei nele de novo!
Poucos minutos atrás, Blasio e Luna haviam chegado e me expulsaram praticamente de lá, falaram que eu necessitava de um banho e aproveitar um pouco o cruzeiro, eu achei que eles não tinham razão, mas quando ouvi os gritos de Pansy, eu sabia que outra pessoa precisava de mim.
Acabei catar os cacos de vidro, apontei minha varinha para eles.
– Reparo. — falei e logo o cacos voltaram a parecer um abajur.
Me virei para Pansy com os braços cruzados, ela me olhava.
– Eu ja falei Granger, não era nada.
– Claro que não, eu só escuto gritos seus, e quando abro a porta você está chorando e o quarto esta revirado... se isso não é nada eu não sei o que é!
– Sim você sabe, um ataque de Pansy Parkinson só isso. — Ela deu uma ultima e longa tragada no cigarro e o jogou pela janela, me olhou irritada.
– Por favor Pansy eu sei que tinha mais coisas, não seja criança.
– Não tinha!
– Claro que tinha!
– NÃO TINHA CACETE!
– ENTÃO ME EXPLIQUE O QUE ACONTECEU AQUI?!
– EU ACHO QUE EU GOSTO DO RONALD É ISSO! AH QUE PORRA! NÃO ACREDITO QUE EU DISSE ISSO! — Pansy deu um chute na escrivaninha fazendo-a revirar e cair estraçalhando tudo no chão.
Eu não percebi que eu estava com os olhos arregalados até ela me olhar com a respiração ofegante.
– Pronto satisfeita! Sim, eu transava com ele, ele gemia seu nome no meio da transa, mas eu não me importava, eu só queria estar la sentindo ele me beijando e me apertando, e depois que ele decidiu acabar com todo o plano eu também decidi, mas não só por causa de vocês e sim dele também, e eu pensei que ele estava mudando e que se ele visse eu mudando talvez eu teria uma chance, mas NÃO! ELE TENTA TE ESTUPRAR E QUASE MATA MEU MELHOR AMIGO! — Pansy falava rápido, e eu não podia acreditar no que escutava
Ela se jogou na cama com o rosto entre as mãos. Eu ainda a encarava com os olhos arregalados, e só despertei quando ouvi o soluço dela. Pansy chorava, chorava de verdade.
Eu corri até ela e a abracei.
Ela continuou na mesma posição, até passar alguns minutos se virar e me abraçar também. E pela primeira vez eu entendia Pansy, entendia por tudo que ela tinha passado, entendia por ela ser desse jeito, fumando sempre, brigando com todos e não ligando para nada.
Pansy havia tido seu coração quebrado muitas vezes, e o único caco que havia sobrado, Ronald destruiu. Como ela mesma havia dito para Luna.
Ela havia desistido da vida, desistido de tudo!
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POV Autor.
Gina estava sentada a piscina, tentava pensar em alguma coisa sem ser seu irmão. O sol penetrava todos seus poros, ela queria esquecer o que tinha acontecido dois dias atrás, mas não conseguia... E se culpava mais ainda de estar deitada na cama com Nott em vez de ter ido salvar Hermione e Draco.
– Serio mesmo que você ainda está assim caladona? — Ela abriu os olhos.
Theodore Nott a encarava, estava sem camisa e bloqueava o sol dela, ela sentou quando ele se sentou a ponta da cadeira de sol.
– Eu não estou calada.
– Claro ruiva, e eu não sou o maior pegador de Hogwar... AI! — Ela deu um tapa forte ao braço dele. — Desculpa estava só tentando descontrair o ambiente.
– Claro... e falando isso você com certeza vai conseguir. — Ela bufou nervosa.
Ela e Theo continuavam a mesma coisa de sempre, era como se nada tivesse acontecido dois dias atrás, e isso que a irritava, ele agia como se nada tivesse acontecido, como se ele não tivesse tirado sua virgindade.
– Ruiva você está me ouvindo?!
– Perdão... eu estava...
– Pensando no seu irmão não é?
– Claro.- mentiu.
– Olha sabe eu estava pensando em uma coisa... porque você não desce e vai ver ele? Podemos perguntar para Lalau onde ele está e...
– NÃO! Eu nunca mais que ver Ronald na minha frente! — ela levantou furiosa segurando sua toalha e voltando a colocar seus óculos escuros. — Eu nunca mais quero que você diga que ele é meu irmão ok!
Gina virou de costas e saiu. Nott ficou boquiaberto, sabia que ela estava irritada, mas nunca havia visto ela falar daquele jeito com Ronald.
Ele mexeu no cabelo nervoso.
– Problemas com a ruiva? — Ele olhou Harry se aproximava rindo.
– Serio Potter, eu não sei como você aguentou.
– Primeiro, eu e Gina terminamos formalmente sabíamos que não ia dar certo, segundo ela é como uma irmã para mim e mesmo eu nunca tenha visto vocês dois ficarem é claro que você gosta dela...
– OQUE? — Nott gritou fino, arrancando gargalhadas de Harry e de um moreno que havia se aproximado.
– Serio eu sempre soube, mas nunca pensei que você sairia do armário em um cruzeiro e ainda na frente de Potter. — Blasio gargalhava. — Cara eu acho que eu vou mijar nas calças.
– Cala a boca Blas! E eu naõ sou gay!
– Então me explique esse gritinho histérico.
– Potter estava falado que eu gosto da Gina.
Blasio parou de rir e olhou indignado de Harry para Theo.
– E porque ele grito?
– Porque não é verdade! — ele quase gritou. Será que era difícil de entender que ele só gostava de Gina como... como...
– Olha cara desculpa! — Blasio agora estava serio. — Se você não gosta da Gina se explique agora porque fica correndo atrás dela! Não quero que a faça sofrer!
– Eu estou com Blasio! — Harry falou serio.
– Falou o cara que a fez chorar. — Nott falou nervoso, mexeu nos cabelos novamente.
Harry se levantou ficando cara a cara com Nott, Blas que estava ao lado dele se levantou também, não deixaria uma briga rolar ali, bem na piscina.
– Olha aqui, eu não a fiz chorar de proposito eu apenas tinha visto ela e Blas se beijando e eu realmente achava que gostava dela, mas eu percebi que Gina é como minha irmã, e se você é como eu e a vê apenas como uma irmã, deixe bem claro, porque EU não vou admitir ela ser magoada por você! — A voz de Harry era fria, oq ue pela primeira vez deixou Nott asssustado, mas ele não abaixou a guarda e sim continuou sério.
– Epa! Epa! Chega disso! — Blas se colocou no meio os afastando. — Se as duas meninas já pararam de se encarar, eu concordo com o Potter, serio cara não quero ver a Gina mau, mas eu sei que você não faria isso porque nós três sabemos que você está amarradinho nela, e que só não admite porque não quer perder a fama, mesmo a gente não estando mais em Hogwarts.... — Blas se virou para Harry. — Vamos Potter, ele precisa pensar.
Harry concordou e seguiu Blas. Nott voltou a se sentar, agora não estava frustrado e sim confuso.
O que realmente estava sentindo pela Gina? E a noite passada pela primeira vez, havia significado algo a mais? Não, não podia, Gina era só sua irmã, que confiou nele para tirar a virgindade dela, como ja havia feito com muitas de Hogwarts... Mas ela parecia ser diferente... Aqueles beijos, e toques parecia ter algo a mais do que só sexo...
Parecia... amor!
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Hermione olhava para Pansy, a amiga havia dormido a algum tempo, Luna estava ao seu lado e encarava Pansy também.
Ela havia decidido contar para Luna tudo que havia acontecido, o que parece que não surpreendeu a loira, que apenas olhou para Pansy com lágrimas nos olhos.
– Precisamos fazer ela perceber que ainda há sentido em viver. — Foi o que Luna disse e depois as duas ficaram em silencio apenas encarando a morena que dormia.
Hermione pensava em tudo, desde que Pansy lhe pediu desculpas até hoje quando ela chorou em seus braços. Se sentiu culpada por ela estar daquele jeito, se sentiu culpada por Draco estar em como, se sentiu culpada por tudo estar daquele jeito de cabeça para baixo.
Levantou rapidamente do sofá, murmurou algo ininteligível para Luna e decidiu sair dali.
Sua cabeça estava a milhões, sentia que tudo era sua culpa, talvez se não existisse, Draco poderia estar com Pansy, Ronald estaria com Lilá ainda, e Pansy não estaria sofrendo.
Mas e Blasio e Luna, Theo e Gina , Harry e Ast? Eles teriam se conhecido sem ela no mundo. Daphne poderia estar viva se ela, Harry e Rony não estivessem perto da casa que ela morava no dia que procuravam Horcrux.
Merlin colocaria ela no mundo para todos sofrer?
Ela entrou na enfermaria. Draco continuava do mesmo jeito de quando ela havia saído.
Com lágrimas nos olhos ela chegou perto dele segurando com suas duas mãos a mão dele... Sussurrou:
– Draco, eu sei que nós não somos conectados... eu sei que não somos o melhor casal do mundo... eu sei que tudo isso foi arranjado... e sei também que não sou Daphne... Eu nunca me imaginaria aqui, nunca pensei em um futuro depois que fiquei sem meus pais por algum tempo, mas com você aqui agora eu penso no meu futuro, eu consigo enxergar algo a mais, mesmo eu achando que não faço parte desse mundo... Eu me sinto uma otária falando isso, mas eu não quero que você vá... talvez sem você eu fique como Pansy e não ache uma razão para continuar viva... Por favor Draco fica comigo...
Ela abaixou a cabeça ainda chorando.
– Na saúde e na doença até que a morte nos separe...
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*MalfeitoFeito*
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