Dramione - House Of Night

13 Visita Indesejada 2


Notas iniciais
Como prometido, capítulo dedicado a Afrodite Malfoy por conta da recomendação linda que ela deixou pra fic!

Draco acordou com fortes batidas na porta do quarto. Levantou-se a contragosto e abriu a porta.

– Sim Winky?

– Sr. Malfoy tem uma mulher lá embaixo, diz que precisa falar com o senhor.

– Tudo bem Winky, diga que já vou.

– Com licença.

A empregada se retirou e Draco foi direto para o banheiro. Percebeu que ainda estava com a roupa do dia anterior e os sapatos. Os tirou rapidamente e entrou debaixo da água quente para conseguir relaxar.

Um tempo depois Draco estava, segundo ele próprio, apresentável para receber alguém. Desceu as escadas e desejou nunca ter feito aquilo.

– O que está fazendo aqui? — Perguntou ríspido.

– Soube do que aconteceu com seu pai, vim prestar condolências à família.

– Não precisava se incomodar, Parkinson. Não precisamos dos seus sentimentos.

– Você não mudou nada não é Draco? Mas confesso que esperava por essa reação sua.

– É muita cara-de-pau sua voltar aqui depois de tudo.

– Tudo bem, só estava de passagem pela cidade e quis ser gentil.

– O que realmente veio fazer aqui?

– Estava com saudades, Draquinho.

– Felizmente não posso dizer o mesmo.

– Uma pena, Draco. Estava realmente disposta a voltar para Londres por sua causa.

– Saia da minha casa, Pansy!

– Como quiser, meu amor. Só não me peça para voltar depois que eu for embora, de novo.

– E por que eu faria isso? Você é realmente muito engraçada, Pansy. — Draco riu com escárnio e a morena fechou a cara. — Eu não fiz isso quando você foi embora anos atrás, porque eu faria isso agora? Não perca seu tempo voltando aqui.

Draco virou-se com brusquidão e subiu novamente as escadas até seu quarto onde estava Narcisa. Abriu a porta com toda calma do mundo e viu sua mãe dormindo serenamente. Sorriu internamente, era bom vê-la tão tranquila depois de tudo, mesmo que fosse apenas dormindo.

Voltou ao quarto de hóspedes e deitou-se na cama. Agora era o momento em que todos os tipos de pensamentos invadiam sua mente. Não poderia mentir para si mesmo dizendo que a visita de Pansy depois de todos esses anos não o havia afetado. Ela ainda era linda e arrogante mas não era a mesma que havia conhecido a anos atrás, não mesmo. Era doloroso pensar em Pansy, por mais que não quisesse, era totalmente prejudicial à saúde. Draco havia começado a beber e fumar para esquecê-la; não que tenha funcionado, apenas deu a ele dois vícios inúteis e destrutivos. Esperava que ela nunca mais voltasse a aparecer, e que ele possa viver em paz sem a presença dela para atormentá-lo.

Ainda tinha outra coisa para se preocupar: A empresa da família. Seu maior pesadelo havia se concretizado, ele teria que assumir o cargo da presidência querendo ou não. Isso lhe causava tremores só de pensar. No momento, o prédio inteiro estava de luto e boa parte dos funcionários haviam recebido folga. Draco não sabia como faria dali para frente. Mas sabia que tinha que fazer.

Deixou esses pensamentos de lado e passou a pensar na única pessoa que o confortava no meio disso tudo: Hermione. Ela era, sem sombra de dúvidas, uma pessoa especial. Draco sentia-se completamente atraído por ela, mas tinha plena certeza de que não estava apaixonado e que o sentimento era recíproco. Tem pouco menos de uma semana que eles começaram a se ver e parece que já fazem anos. Não conheciam as histórias um dos outros mas ainda tinham muito tempo para isso. Hermione era uma pessoa incrível, linda e inteligente. Ela era perfeita, para ele.

Sentou-se na cama atordoado e passou a mão pelos cabelos desgrenhados. Olhou-se no espelho da cama e viu o quanto sua aparência estava precária. Tentou arrumar os cabelos e a roupa amassada mas logo desistiu. Tornou a deitar na cama e com os olhos fechados tentou não pensar em Pansy.

– Isso já está ficando chato! — Draco murmurou para si mesmo. — Garota infernal!

Em tão poucos dias havia acontecido tanta coisa que ele não conseguia nem se lembrar. Sua vida inteira mudara num piscar de olhos. E agora ele não sabia o que fazer.

Draco foi tirado de seus devaneios pelas batidas na porta do quarto. Irritado levantou-se e abriu a porta.

– O que foi agora? — Perguntou entredentes sem realmente olhar para a pessoa que havia lhe perturbado.

– Hum, só queria saber como você estava.

Draco finalmente teve sua atenção atraída para a mulher à sua porta. Ou ele estava ficando louco de vez, ou Hermione estava realmente ali na porta de seu quarto.

– Hermione? — Draco perguntou confuso. — Como entrou aqui?

– A empregada, Winky o nome dela eu acho, me trouxe até aqui. — Ela respondeu tímida e ele piscou os olhos algumas vezes se recusando a acreditar.

Ele abriu mais a porta dando espaço para que ela passasse e adentrasse o cômodo.

– E então, sente-se melhor?

– Sim.

Hermione olhava em volta, admirando o quarto impressionada.

– Por que não atendeu minhas ligações? — Ela perguntou de repente o encarando. A expressão confusa de Draco se intensificou e ele saiu a procura do celular.

– Eu atenderia se soubesse onde ele está. — Draco falou enquanto revirava os bolsos da calça até finalmente achar o bendito celular. Olhou no visor e havia pelo menos 3 chamadas perdidas dela. — Desculpe.

– Não tem problema. Só fiquei preocupada, por isso vim aqui.

– Fique à vontade.

– Belo quarto. — Hermione disse sentando-se na cama desarrumada.

– Obrigado.

Draco sentou-se na cadeira da escrivaninha de frente para ela e ficou encarando-a durante um longo tempo.

– Sua mãe está aqui?

– Sim, dormindo. Finalmente ela parou de chorar. Eu já não aguentava mais vê-la assim. — Draco suspirou longamente.

– Deve ser difícil.

O quarto ficou num silêncio meio constrangedor.

– Acho melhor ir embora. — Hermione disse sem graça.

Draco a observou levantar e caminhar até a porta. Levantou-se de súbito e segurou seu pulso.

– Fica. — Pediu num sussurro.

Hermione virou-se para ele e como na noite anterior, se aproximou. Eles estavam tão perto que podiam sentir o hálito um do outro. Draco soltou o pulso de Hermione e envolveu sua cintura cuidadosamente. Seus frios olhos cinzas eram incapazes de desviar dos olhos castanhos dela. Seu cheiro era inebriante, uma mistura de morango com perfume feminino. Aproximou ainda mais o rosto do dela e com uma demora torturante, a beijou.

Os lábios de Draco chocaram-se contra o dela. Ele tinha um gosto inconfundível de menta, uísque e cigarro. Hermione levou as mãos até a nuca dele fazendo um leve arrastar de unhas por ali e o puxando para que aprofundassem mais o beijo.

O beijo era calmo mas intenso. Todos os dois sentiam-se inexplicavelmente necessitados um do outro e tentavam transmitir isso durante o beijo. Depois de um bom tempo, Hermione separou os lábios do dele ofegante em busca de ar e sentiu os lábios dele pressionarem o seu pescoço; as mãos dele passeando pela extensão da espinha dela.

Sem conseguir se controlar, Hermione puxou Draco pelos cabelos até grudarem os lábios de novo num beijo urgente. Era loucura, ela sabia, mas não conseguia se controlar. Estava terrivelmente atraída pelo loiro que a beijava naquele momento e não conseguia negar isso para si mesma. Ele era tão incrivelmente diferente de Rony de uma forma indiscutivelmente melhor; sorriu entre o beijo.

Draco não sabia qual o pensamento que a fizera sorrir naquele momento, não tinha condições de entender seus próprios pensamentos, quem dirá o dela. Havia esperado tanto por aquele momento que não conseguia distinguir a realidade da sua imaginação. Apertou as mãos que pousavam na cintura dela apenas para ter certeza de que ela estava mesmo ali e quando sentiu ela reagir ao seu toque, seu interior explodiu em uma boba felicidade.

Mais uma vez se separaram em busca de ar e Draco encostou sua testa na dela. Ainda de olhos fechados e arfante, Draco mantinha Hermione presa em seus braços. Ele abriu os olhos e teve um vislumbre de um sorriso no rosto de Hermione; se permitiu sorrir também. Desgrudaram as testas e finalmente se encararam. Hermione o olhava tão profundamente que ele chegou a cogitar a possibilidade de ela estar vendo até a sua alma.

Soltou lentamente os braços envolta dela e deu um passo para trás. Continuaram se encarando durante algum tempo e Hermione sentiu seu rosto esquentar. Nenhum dos dois sabia o que falar. Foi Draco quem se pronunciou primeiro.

– Fique para o jantar.

Hermione pensou em recusar mas não havia motivos para isso. Seus filhos nem estavam em casa, Gina havia passado lá mais cedo para levá-los para dormir na casa da avó. Se voltasse para o apartamento, ficaria sozinha. E bem, não poderia simplesmente fugir de Draco depois do que aconteceu.

– Tudo bem.

Draco e Hermione desceram para a sala de visitas e deram de cara com Narcisa.

– Mãe? — Draco chamou a mulher que estava de costas para eles.

– Oh meu filho, soube que estava com visitas e não quis incomodar.

Narcisa deu uma olhadela do filho para Hermione o que a fez corar até a raiz dos cabelos.

– Mãe, essa aqui é Hermione e Hermione, essa é minha mãe, Narcisa.

– É um prazer conhecê-la. — Hermione falou sincera.

– O prazer é todo meu querida. Fique para o jantar, está bem? É sempre bom ter alguém a mais na mesa, principalmente depois que ela ficou tão vazia. Agora vou deixá-los a sós. Desculpe ter que conhecê-la dessa forma.

– Sem problemas. — Hermione sorriu minimamente. — Ela parece estar indo bem.

Draco concordou.

– Ela também é muito bonita. — Hermione falou enquanto olhava alguns porta-retratos que tinham em cima das mesas.

– É, tive a quem puxar. — Draco falou presunçoso e Hermione virou-se para ele gargalhando.

Inconscientemente se aproximaram e Draco a segurou nos braços. Estava prestes a beijá-la de novo quando um pigarro vindo da porta os assustou.

– Blás? O que faz aqui?

– Você não atende o celular, vim ver se não tinha morrido. — Blás falou rindo.

– Bem vindo ao clube. — Hermione falou.

– Ha-ha-ha, vão lá e montem o clube do Draco não atendeu o celular vamos à casa dele saber se ele está vivo.

Os dois riram descontroladamente do loiro o que chamou a atenção de Narcisa.

– Blás querido, ficará para o jantar também? Não aceito não como resposta!

– Sem dúvidas tia Cissa. Quem recusa comida?

Narcisa riu gostosamente e se retirou deixando os três a sós.

– Como você está? — Blás perguntou e Draco fez uma careta.

– Cara, se você me perguntar mais uma vez como eu estou eu juro que você nunca mais verá a luz do dia.

– Ai Draquinho, não seja tão grosso. — Blás fez voz feminina e fingiu-se de ofendido. Hermione não conseguia parar de rir.

O apelido que Blás havia dito, desencadearam lembranças de horas atrás, quando Pansy aparecera em sua sala como se nada tivesse acontecido. Balançou a cabeça evitando pensar nisso agora. Essa era uma conversa para somente ele e Blás depois de alguns copos de uísque.

Os três sentaram-se no sofá e conversaram durante um longo tempo.

– Vocês já estão namorando? — Blás perguntou depois de alguns segundos de silêncio. Hermione olhou para ele indignada e Draco estava prestes a pular no pescoço dele. — Ah qual é gente, não me olhem assim, apenas queria saber.

Ele emburrou a cara vendo que não receberia resposta.

– Mas já se pegaram que eu sei! — Blás falou rindo. Hermione que estava ao seu lado, deu-lhe um belo tapa no braço. — Ouch! Tu é fortinha em Hermione. Cuidado com ela Draco. — Outro tapa, Hermione já estava vermelha de vergonha.

– Cara, quantos anos você tem?

– 27, por que?

– Porque parece ter 15! — Draco falou rindo.

– 15? Parece que tem 13! — Hermione falou também rindo.

– Engraçadinhos... Mas agora, deixando o romance de vocês de lado. Preciso de um conselho.

Draco e Hermione ergueram a sobrancelha esquerda ao mesmo tempo.

– Cara que maneiro, vocês levantaram a sobrancelha ao mesmo tempo e... Tá, deixa eu falar: Não sei mais o que fazer em relação à Astoria. — Ele falou sério e ao mesmo tempo triste.

– Pede logo ela em casamento. — Blás ignorou o amigo.

– Quem é Astoria? — Hermione perguntou curiosa.

– A futura esposa dele. — Draco respondeu.

– E o que aconteceu?

– Nós brigamos, de novo. Faz uma semana que ela não atende minhas ligações.

– Já experimentou ir na casa dela ao invés de ligar? Leve flores ou algo que ela goste. Diga que sente muito pela briga, diga coisas bonitas à ela. Qualquer mulher se derrete por um cara romântico e atencioso.

Blás a olhou incrédulo.

– Cara, se você não quiser mais nada com ela, pode passar pra mim tá bom? — Blás falou e Hermione riu envergonhada. Não conseguia se sentir ofendida com nada que o moreno falava, ele era hilário.

– Acho que não vai dar cara. — Draco falou e olhou para Hermione fazendo ela esconder o rosto com as mãos de tanta vergonha.

– Olha só cara, não tô muito afim de segurar vela aqui não. Se comporte! — Blás falou igualzinho a um pai.

Os três pareciam adolescentes e mal se lembravam que o que tinha os levado até a Mansão Malfoy fora a morte do pai de Draco.

– O jantar está servido! — Winky anunciou.

Blás levou as mãos acima da cabeça e gritou: — Até que enfim, estava morrendo de fome!

Correu para a sala de estar deixando Hermione e Draco para trás aos risos.

Sentaram-se à mesa e algum tempo depois Narcisa juntou-se a eles.

– E então Hermione, onde foi que você e Draco se conheceram? — Hermione, Draco e Blás se engasgaram com a comida ao mesmo tempo. Afinal, todos sabiam aonde eles tinham se conhecido.

– Foi num... Foi por acaso na verdade, nós nos esbarramos na na... — Narcisa prestava atenção em Hermione agora e ela não conseguia parar de gaguejar. Olhou para Draco e depois para Blás pedindo ajuda mas nenhum dos dois se pronunciou.

– Nós nos esbarramos numa rua aqui perto, duas vezes seguidas, aí começamos a conversar e a nos conhecer e agora estamos aqui. Foi bem por acaso mesmo. — Ao concluir seu discurso Hermione sorriu para Narcisa que sorriu de volta.

– Ah, os melhores encontros são por acaso meus queridos. Tive um quando era mais jovem, eu devia ter uns 16 anos, mas infelizmente ele só estava no bairro para passar as férias de verão com os tios. Nunca mais o vi.

– Nunca me contou isso mãe.

– Eu nunca contei isso para ninguém, filho, bom contei para vocês agora. — Ela riu levemente e todos voltaram suas atenções à comida.

O jantar terminou sem mais perguntas, vez ou outra Blás fazia alguma gracinha e todos riam.

– Já está tarde, então eu vou indo. — Blás falou.

– Já? — Hermione perguntou fingindo que ia chorar. — Não vá!

– Desculpe amore mio, preciso começar a planejar minha chegada triunfal na casa de Astoria amanhã.

– Amore mio? Que coisa mais cafona. — Hermione falou em tom de desdém fazendo os dois homens rirem.

– Já estão assim é? Se conheceram a apenas algumas horas...

– Você sabe que eu não perco tempo né cara?

– Tá, tá, vai logo. — Draco falou para o amigo, rindo.

– Tchau Draco, — Eles apertaram as mãos. — tchau Hermione.

– Tchau querido. — Hermione se adiantou para dar um abraço em Blás.

– Amanhã eu conto pra vocês como foi lá com Astoria.

– Tá beleza, cara.

Blás saiu pela porta de madeira e sumiu na escuridão do lado de fora da casa, alguns instantes depois puderam ouvir ele sair cantando pneu pela rua.

– Vou te levar em casa mas primeiro preciso de um banho.

– Tudo bem.

Os dois subiram as escadas até o segundo andar e pararam na porta do quarto onde estiveram antes. Draco pegou uma muda de roupa limpa ao passar pelo seu quarto e entrou no banheiro.

– Juro que não demoro.

Hermione assentiu e sentou-se na cama ainda desarrumada. Depois de alguns minutos de espera, se permitiu deitar com a cabeça no travesseiro de Draco. Involuntariamente levou o nariz de encontro ao travesseiro e aspirou o cheiro dele. Sentiu o cheiro de um perfume amadeirado masculino e o inconfundível cheiro de tabaco. Perdeu a noção do tempo que passou sentindo o cheiro dele e por isso se assustou quando a porta do banheiro se abriu.

Draco saiu devidamente vestido e com os cabelos sensualmente bagunçados e molhados. A blusa preta contrastava com a cor de sua pele e cabelos mas o deixava incrivelmente mais lindo. Hermione se levantou da cama e foi de encontro a ele. Não tinha certeza do porque fizera aquilo, mas agora se encontrava a alguns centimetros de distância dele. Os cabelos loiros caíam livremente pelo rosto dele e ela levou uma mão até eles, os penteando com os dedos pra trás. Draco fechou os olhos instantaneamente ao sentir o toque dela.

Hermione inclinou-se sobre ele e selou os lábios dos dois. Draco, num gesto rápido enlaçou a cintura de Hermione e a puxou mais para perto. Deram início a mais um beijo urgente e de tirar o fôlego. Draco passeava com as mãos pelas coxas da morena enquanto ela lhe fazia carinhos no pescoço. Draco a puxou pelo quadril fazendo com que ela envolvesse as pernas em sua cintura, caminhou a passos largos até a cama e deitou-se por cima dela sem quebrar o beijo. Sabia que não iriam além disso mas tinha que manter o autocontrole intacto e isso agora era uma tarefa muito difícil.

Desgrudaram as bocas apenas alguns centímetros e Draco jogou-se ao lado dela na cama. Os dois olhavam para o teto enquanto tentavam controlar a respiração descompassada.

– Acho melhor me levar em casa. — Ela virou o rosto para ele e riu; logo ele a seguiu.

Draco se recompôs, tentando disfarçar a elevação no seu baixo ventre enquanto Hermione abria a porta do quarto e saía. Desceram as escadas e deram de cara com Narcisa outra vez.

– Vou levar Hermione em casa, volto logo. — Draco anunciou.

– Tchau Hermione, espero que volte mais vezes. — Ela lançou um olhar cúmplice ao filho o que fez Hermione corar pela milésima vez naquele dia.

– Tchau Sra Malfoy, foi um prazer conhecê-la.

– Me chame de Cissa e foi um prazer conhecê-la também.

Hermione acompanhou Draco até o carro e entrou no lado do passageiro. Seguiu-se um silêncio confortável até chegarem na porta do prédio de Hermione. Desceram do carro e se despediram.

– Tchau Hermione.

– Tchau Draco. — Ele a puxou de encontro a ele e eles trocaram um beijo terno e rápido. Ela separou-se dele e com um aceno de mão entrou no prédio.

Já era tarde da noite então não havia ninguém pelos corredores do prédio. Entrou no elevador e saiu no corredor de seu apartamento. Entrou em casa e largou-se no sofá da sala.

Seus pensamentos eram incoerentes e confusos. Depois de um tempo, Hermione conseguiu pensar em algo que fizesse sentido. Apenas uma coisa fazia sentido em sua mente confusa:

Ela já tinha se viciado nos beijos de Draco Malfoy. Nem Rony a havia feito se sentir tão atraída dessa forma.

Notas finais
Finalmente o tão esperado primeiro beijo né meninas? hahaha Espero que tenham gostado do capítulo e da forma como está se desenrolando a história. Beijosssss ♥♥♥