Notas iniciais
Voltei. Desculpem pela demora. Feriado de trabalho intenso por aqui,fiquei sem tempo para nada.
Nesse capítulo teremos algumas reviravoltas na história. Confiram.

Pov — Grissom

As semanas seguintes passaram num piscar de olhos. Também, pudera, aqueles dias haviam sido os mais maravilhosos de toda a minha vida. Havia saído quase todos os dias com Lindsey ou, como podia agora dizer sem me preocupar, com minha filha.

Filha... Palavra que saía de minha boca impulsionada de orgulho e felicidade.

Talvez, de todos aqueles dias, o único não muito agradável, e até um tanto constrangedor, foi quando apresentei Lindsey a Heather. Lindsey repudiou-a como a uma bruxa, cumprimentou– a de má vontade e trocou pouquíssimas palavras com ela. Heather tentou disfarçar com sorrisos amarelos e um "tudo bem", mas percebi que não suportara a atitude de Lindsey, mas não poderia culpá-la. Por outro lado,também entendia o ciúme dela, que antes mesmo de saber que era seu pai, já havia demonstrado insatisfação em saber que eu tinha uma namorada. Apesar que não seria difícil para ela, tendo Catherine como mãe, aceitar uma mulher tão altiva e arrogante, características que conhecia muito bem em Heather.

No entanto, ria ao me lembrar de quando tentei aproximá-las, levando as duas para jantar. Foi extremamente engraçado a maneira com que Lindsey se utilizava para irritar Heather,com atitudes, palavras e até mesmo uma taça de vinho que escapara"acidentalmente" de suas mãos e fora parar no vestido caríssimo de Heather, que ficava ainda mais irritada ao ver que eu ria das travessuras da,segundo ela, monstrinha, apelido que não aceitava que ela desse à minha filha. Para desgosto dela, havia deixado bem claro que não deixaria que ninguém insultasse a garota daquela forma. Heather tivera que engolir sua raiva e aceitar. Contudo, haviam sido dias encantadores.

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Era mais uma manhã como tantas outras. Dessa vez cheguei no horário. Decidi ter mais compromisso com o trabalho, afinal, tinha uma reputação a zelar. Catherine ainda não havia chegado, mas no dia anterior avisara que teria uma reunião pela manhã com seus representantes nos cassinos do pai, Sam Braun. Como a admirava por conseguir administrar carreira, filha e ainda os investimentos do pai, ainda que esse último lhe exigisse pouco tempo, já que tinha excelentes e confiáveis administradores e consultores.

Por volta das 11h00min a ouvi chegar. Foi direto para sua sala. Dez minutos depois ouvi batidas em minha porta. Mandei que entrasse. Ela se aproximou da mesa e pedi que se sentasse. Percebi que estava meio sem jeito:

- Darei uma festa lá em casa. Receberei alguns investidores estrangeiros interessados em aplicar capital no Eclipse. Gostaria que estivesse presente, mesmo sabendo que para você será um grande sacrifício, pois é avesso a esse tipo de evento. Mas saiba que para mim será muito importante sua presença. – ela disse me encarando nos olhos.

Dei um sorriso pensando no quanto seria prazeroso ir a essa festa e passar algum tempo ao seu lado longe do nosso ambiente de trabalho.

- Então, você vai? – disse ainda de pé na minha frente.

- Que dia será? –perguntei fingindo não ter muito interesse.

- Amanhã à noite. – falou animada.

- Amanhã? – perguntei.

- Seria no sábado, só que os investidores chineses só ficaram em Vegas até quinta feira. – disse me fitando.

- Grissom! – a voz de Nick cortou nossa conversa. Ele se aproximou com Greg logo atrás dele.

- Sim, algum problema? –disse me levantando.

- Então, Catherine já o convenceu a ir à festa? – Greg perguntou sorrindo.

- Ela sempre me convence,- pisquei.

- Vocês ainda fazem um bonito casal. – Nick mudou de assunto. Percebi que Catherine ficou vermelha. Greg e Nick se entreolharam com um sorriso.- Um belo casal, sempre. –Nick sorriu.

- Um belo casal de amigos.– ela completou. – Então, você vai? – disse me encarando com olhos suplicantes.

- Certo, irei. – disse sorrindo.

- Sério? Obrigada por aceitar. Nick e Greg preciso passar alguns relatórios para vocês. Me acompanham até minha sala? – ela completou e saiu com eles a seguindo.

Fiquei parado no meio da sala imaginando o que estaria por trás daquele convite, mas ansioso por descobrir...

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Me olhei no espelho fechando os últimos botões da minha camisa. Assumo que estava um pouco nervoso para essa festa. Só eram convidadas as pessoas mais importantes de Vegas. Catherine seria a anfitriã como filha de Sam Braun. Era a pessoa mais popular do lugar, mesmo que a conhecesse antes de tudo isso e ela tenha sido minha namorada.

Nós nos conhecíamos há muito tempo, até que um dia terminamos nosso relacionamento e passamos a ser somente amigos, mas nessa noite estava decidido a reatar nosso relacionamento amoroso.

Ouvi meu celular tocar e suspirei impaciente. Tinha certeza de quem era: minha ex – mulher, Sara. Estávamos casados há quase dois anos por mais que eu não gostasse dela tanto assim. Já havia algum tempo que estava tentando encontrar um motivo para terminarmos, mas ela sempre dava um jeito de reverter à situação. Ela parecia sempre estar completamente apaixonada por mim e não percebia o fato de não ser correspondida da mesma forma. Na verdade, todo o pouco encanto de começo de relacionamento esvaiu – se assim que ela começou com suas crises de ciúmes. Sara era extremamente ciumenta, não podia me ver conversando com uma mulher sem fazer escândalo. E ela odiava Catherine de um jeito especial desde que soube que nos relacionamos no passado. Mesmo quando trabalhávamos todos na mesma equipe ela sempre arrumava uma maneira de implicar com Catherine. E quando a deixei em São Francisco e retomei meu trabalho no laboratório, as coisas ficaram piores. Ela nunca aceitou o término do nosso casamento. O real motivo da nossa separação será contado em outro momento...Atendi o telefone sem interesse:

Ligação On:

- Alô!

- Por favor, me diga que desistiu de ir à festa, Grissom.

- Como você sabe da festa? – indaguei.

- Está em todos os jornais de Vegas e sites. Por favor, Grissom, diga que não vai...

- Sara, não vou discutir sobre isso. Eu vou e ponto.

- Mas, Grissom...

- Nada de “mas Grissom”. Você não tem mais nada a ver com minha vida e o que faço dela.

- Essa não é uma festa qualquer, Grissom! É na casa daquela vadia da...

- Não fale assim dela,Sara.

- Ah, você vai defendê– la? Não ache que eu nunca percebi os olhares e sorrisinhos que ela sempre lançou para você. Mesmo depois de saber que estávamos juntos. Ela quer te roubar de mim.

Senti meu sangue ferver. Não agüentava mais aquela mulher.

- É claro que não interessa o que eu quero fazer, né, Sara? Caramba, eu não sou sua propriedade.

- Como assim? Você é meu marido! Não pense que vou deixar você ir a essa festa estúpida.

- Que bom que não preciso de sua permissão.

- Mas, Grissom...

Não ouvi mais nada, apenas desliguei o telefone na cara dela. Guardei o celular no bolso e saí de casa em direção a festa que já havia começado há algum tempo.

Minha casa ficava do outro lado da cidade e ao chegar próximo à casa de Catherine pude ouvir uma música alta ecoando pela rua. A letra falava sobre alguém que recordava o passado ao lado da pessoa amada. Seria uma premonição?

Heaven Bryan Adams

Oh — thinkin' about all our younger years
There was only you and me
We were young and wild and free
Now nothin' can take you away from me
We've been down that road before
But that's over now
You keep me comin' back for more

And Baby you're all that I want
When you're lyin' here in my arms
I'm findin' it hard to believe
We're in heaven
And love is all that I need
And I found it there in your heart
It isn't too hard to see
We're in heaven

Oh — once in your life you find someone
Who will turn your world around
Bring you up when you're feelin' down
Now nothin' could change what you mean to me
Oh there's lots that I could say
But just hold me now
Cause our love will light the way

And Baby you're all that I want
When you're lyin' here in my arms
I'm findin' it hard to believe
We're in heaven
And love is all that I need
And I found it there in your heart
It isn't too hard to see
We're in heaven

I've been waitin' for so long
For somethin' to arrive
For love to come along
Now our dreams are comin' true
Through the good times and the bad
Ya — I'll be standin' there by you

And Baby you're all that I want
When you're lyin' here in my arms
I'm findin' it hard to believe
We're in heaven
And love is all that I need
And I found it there in your heart
It isn't too hard to see
We're in heaven

Paraíso -Bryan Adams


Pensando nos nossos tempos de juventude
Só existia eu e você
Éramos jovens, selvagens e livres
Agora nada pode lhe manter longe de mim
Já passamos por isso antes
Mas agora já acabou
E você continua me chamando pra mais

Querida você é tudo que eu quero
E quando você está deitada em meus braços
Quase não consigo acreditar
Que estamos no paraíso
E amor é tudo o que eu preciso
E encontrei em seu coração
Não é tão difícil de ver
Que estamos no paraíso

Oh -uma vez na vida você encontra alguém
que vira a sua vida de ponta cabeça
que te anima quando você está mal
Agora nada poderia mudar o que você significa pra mim
Há muita coisa a dizer
Mas apenas me abrace agora
Pois nosso amor irá iluminar o caminho

Querida você é tudo que eu quero
E quando você está deitada em meus braços
Quase não consigo acreditar
Que estamos no paraíso
E amor é tudo o que eu preciso
E encontrei em seu coração
Não é tão difícil de ver
Que estamos no paraíso

Eu esperei a tanto tempo
Para que algo acontecesse
para o amor chegar
Agora nossos sonhos se tornam reais
na felicidade e na tristeza
Eu estarei lá com você

Querida você é tudo que eu quero
E quando você está deitada em meus braços
Quase não consigo acreditar
Que estamos no paraíso
E amor é tudo o que eu preciso
E encontrei em seu coração
Não é tão difícil de ver
Que estamos no paraíso

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=mlnSwyvLEH0

Chegando lá encontrei a casa lotada de pessoas conversando,dançando e bebendo. Já que não tinha companhia fui atrás de uma bebida. Já conhecia a casa nova de Catherine, muito luxuosa, provavelmente adquirida com afortuna que herdou do pai. Ela merecia viver num lugar como aquele...

Comecei a pensar no minúsculo apartamento que dividimos tempos atrás e no quanto poderíamos ter sido felizes se não fosse minha estupidez. Tratei de afastar aqueles pensamentos e virei um copo inteiro de alguma bebida forte que estava por ali, em seguida pedindo ao garçom que reabastecesse meu copo. Não tinha nada para fazer ali mesmo até que ouvi uma voz conhecida atrás de mim:

- Não é possível que depois de tanto tempo você ainda fique escondido pelos cantos nas festas.

Me virei e senti minha nuca arrepiar – se ao vê – la. Estava linda, maravilhosa.

- Parece que algumas coisas nunca mudam, não é? – eu disse sorrindo ao vê – la em seu vestido preto, curto e justo que deixava seu colo nu.

- Nunca mesmo – ela comentou me olhando de cima a baixo me fazendo corar um pouco. Incrível o efeito que aquela mulher tinha sobre mim.

Eu ri e tomei mais um gole da tal bebida. Senti minha garganta secar. Mais um gole.

- Está gostando da festa? – ela perguntou chegando perto de mim e alisando minha camisa, com um sorriso torto muito sexy.

- Agora estou. – eu disse, e ela sorriu ainda mais, chegando mais perto de mim, ficando a centímetros do meu rosto. Senti o perfume dela invadir meu pensamento, mas fui interrompido por alguém que gritava pelo nome dela da sala de estar. Ela revirou os olhos.

- Nos vemos por aí, Gil. – ela disse, piscando pra mim e mordendo os lábios, saindo de lá. Respirei fundo e bebi mais. Afinal, a cada segundo eu ficava mais confuso.

Algumas horas de festa se passaram, e ela tinha ficado ainda mais animada e lotada de pessoas já muito bêbadas. Eu a havia visto várias vezes nas últimas horas, e todas essas vezes ela fazia questão de lançar um de seus sorrisos arrasadores e enigmáticos, para deixar minha cabeça ainda mais bagunçada. Nesse momento ela dançava muito sexy com Vartann e olhava diretamente pra mim, que deveria estar parecendo o maior idiota a secando daquele jeito. Mas o que eu poderia fazer? Era impossível não olhar.

Acordei do meu transe quando ela saiu de lá, e revirei os olhos, impaciente. Tinha que falar com ela. Corri até a cozinha onde os garçons organizavam suas bandejas e virei duas doses de tequila de uma só vez. Senti a bebida descer queimando por minha garganta, mas aquilo não era nada perto do que eu sentia a cada vez que ela me olhara naquela noite. Respirei fundo e decidi ir procurá-la de uma vez, perguntar o que estava acontecendo.

Saí da cozinha em direção à área da piscina, mas antes que pudesse chegar até lá fui puxado para dentro da despensa. O lugar era um pouco apertado e razoavelmente escuro, mas não precisei de nem mais um segundo para saber de quem era aquele sorriso torto.

- Me procurando, Gil? – perguntou, mordendo os lábios,encostada na parede da despensa e fazendo com que seu peito se estufasse um pouco, dando ainda mais saliência a seus seios fartos por baixo do vestido preto decotado. Senti minha nuca se arrepiar.
- Me procurando, Catherine? – eu perguntei, juntando todas as minhas forças pra tentar não demonstrar o quanto aquele momento estava abalando minha sanidade mental. E física. Ela riu baixinho e deu um passo à frente,chegando bem perto de mim. O cheiro que sua pele exalava me inebriava, e eu quase não conseguia mais segurar minhas mãos e meu corpo, que me diziam para agarrá-la de uma vez.
- Tenho que assumir que estava. Afinal... – ela disse bem baixinho, passando a mão de leve por minha camisa semi-aberta – Essa roupa te deixa muito sexy.

Respirei fundo e colei nossos corpos,encarando-a firme.
- O mesmo pra você. – eu disse, mordendo os lábios enquanto olhava descaradamente para seu decote, agora tão perto e tão mais tentador do que antes – Você está linda.

Ela riu mais uma vez. Aquela risada que me deixava ainda mais de quatro por ela.
- Você também... – ela sussurrou, me empurrando com seu corpo até uma cadeira que estava do outro lado da despensa. Fez-me sentar nela e colocou cada uma de suas pernas de um lado de minha cintura, sentando-se de frente pra mim em meu colo. Não me contive mais e apertei as coxas dela, agora tão acessíveis, desde os joelhos até em baixo do vestido. Ela puxou meus cabelos e roçou seus lábios nos meus.

– Você se lembra da nossa primeira vez, Gil?
Eu ri de leve, pensando na ironia do momento.
- Como é que eu poderia esquecer? – eu perguntei, descendo pelo pescoço dela em beijos e mordidas leves .Dei um chupão em seu pescoço e a ouvi gemer de leve, o que me fez ficar ainda mais excitado. Ela puxou minha cabeça para que eu a encarasse e sorriu safada. Nesse momento ela começou a fazer movimentos para cima e para baixo, pressionando sua vagina contra meu membro,que já não aguentava mais ficar preso dentro das calças. Apertei com força a parte de dentro de suas coxas e gemi baixinho, o que a fez ficar ainda mais animada e aumentar os movimentos, criando uma pressão enorme em meu membro. Puxei-a pelos cabelos e finalmente uni nossos lábios, algo que havia esperado por tanto tempo. Era um beijo quente e desesperado, cheio dos sentimentos mais sórdidos possíveis.

Ficamos nos beijando por um longo tempo até não aguentarmos mais e nos separarmos, sem fôlego. Ela tirou seu vestido, jogando-o no chão e deixando à mostra seu sutiã meia taça preto que me deu água na boca. Não me aguentando mais, me levantei, segurando forte sua cintura, e a empurrei contra a parede, beijando-a ardentemente enquanto apertava com toda a força seus seios por cima do sutiã. Sorri ao ouví-la gemer e pedir por mais, então procurei o fecho daquela coisa e, depois de algumas falhas tentativas, ele já estava no chão,deixando à mostra seus seios incríveis. Comecei a beijá-los e chupá-los acariciando-os, enquanto ela arranhava minhas costas através de minha camisa que, a este ponto, já estava toda aberta.

- Aposto que a sua mulherzinha sem sal e sua amante não te causam o efeito que eu causo... – ela comentou no meu ouvido,e eu a olhei nos olhos.
- Ninguém nunca mexeu comigo como você. E nunca mexerá. – eu disse, e ela sorriu safada. Me perguntei o que ela tinha em sua mente naquele momento, mas não demorou muito para que eu sentisse sua mão em meu membro, por cima da calça.

- E que efeito, hein? – tive que segurar um gemido alto quando a senti abrir rapidamente minha calça e colocar sua mão por dentro de minha boxer,acariciando de leve meu membro. Logo ela começou a fazer movimentos rápidos, me masturbando. Alguns instantes depois, me deu um selinho e se agachou em frente a mim. – Vamos ver se o “gilzinho”mudou desde a última vez em que o vi...
Sorri inconscientemente quando a vi abaixar minha boxer e sorrir pervertida ao dar de cara com meu membro totalmente ereto. — Uau! – ela disse, piscando pra mim, e voltou a me masturbar, dessa vez mais rápido. Me segurei na cadeira, tentando não cair com tudo no chão de tanto prazer. Não demorou muito até que eu sentisse sua língua habilidosa lambendo a inteira extensão do meu membro, e logo sua boca o tinha por completo. Puxei sua cabeça para incentivá-la a fazê-lo mais rápido, e ela o fez, acariciando meus testículos com uma das mãos. Ela deu algumas mordidinhas de leve e eu gozei em sua boca, respirando fundo, sem acreditar no tamanho prazer que sentia no momento. Senti minhas pernas amolecerem por um momento, mas só de olhar para ela mais uma vez uma chama reacendeu-se dentro de mim. Não importava o quanto eu tivesse dela, eu queria mais. Puxei-a de volta em pé e beijei-a com força. Nossas línguas estavam em sintonia e exploravam cada canto da outra. Ela arranhava minhas costas e apertava a minha bunda, e eu podia sentir suas unhas compridas se cravarem na minha pele. Porém, nenhuma dor. Só prazer. Apertei sua bunda e suas coxas até ouvir mais um gemido, e logo vi que era hora de retribuir.Coloquei minha mão por baixo de suas pernas e puxei sua calcinha para o lado,passando meus dedos por sua vagina já molhada. Ela apertou minha nuca em sinal de aprovação, e eu fí-lo com mais frequência, até que a penetrei com um dedo. E com dois dedos. Ela puxava-me com força contra seu corpo, e eu sorria com o resultado. Penetrei-a o mais rápido que pude, e retirei meus dedos, tirando sua calcinha fio dental preta transparente em tempo recorde. Senti minha ereção aumentar e a retirei, enquanto sorria pervertida.

Empurrei-a para cadeira onde tudo começara e a sentei ali, ficando ajoelhado e segurando suas pernas, lambendo de leve sua vagina. Ela segurou meu cabelo com força e empurrou minha cabeça para frente, e penetrei minha língua com força, ora mordiscando seu clitóris, ora dando leves beijinhos. Assim ela gozou em minha boca, dando um alto gemido que me excitou ainda mais, se é que isso era possível. Nossos olhares se encontraram cansados, mas muito longe de saciados.

Levantei minha ereção em direção à vagina dela, roçando-a de leve,fazendo-a revirar os olhos. Ela se levantou e colou nossos corpos e deu alguns chupões em meu pescoço, enquanto eu brincava com seus seios. Mordeu minha orelha e sussurrou:
- Você quer me deixar louca, é Gil?– ia responder “Você é que me deixa louco”, mas a senti me masturbar mais uma vez. Sorri e a deitei no chão, subindo sobre ela e penetrando-a de leve, com medo de machucá-la. Ela se contorceu de prazer e eu comecei os movimentos de entra-e-sai com mais força,até que cheguei a um ponto em que ela deu um alto gemido e me puxou pra baixo,beijando-me com força. Estávamos cansados e suados, mas não ligávamos. Aquele momento era impagável. Tirei meu membro de dentro dela e me deitei em seu lugar, puxando-a para sentar-se em cima de mim e começar os movimentos. Eu a vi pulando em cima de mim, com seus seios acompanhando-a e sua expressão de prazer e me senti realizado. Havia esperado por aquilo por tanto tempo. Ela abriu os olhos e me viu encarando-a, e sorriu sincera com isso. Algo me dizia que ela também havia esperado por aquele momento. Penetrei-a com a maior força que pude e senti um enorme prazer, acompanhado do corpo dela se jogando sobre o meu. Havíamos atingido o clímax. Juntos.

-Você não tem noção do tanto esperei por isso. – eu disse, segurando seu rosto e beijando-a de leve.

- Eu também. Muito. – ela disse, sorrindo adiante, me fazendo sorrir ainda mais. Ficamos nos olhando como dois bobos apaixonados até que ouvimos a maior gritaria lá fora, deveriam estar fazendo algum tipo de joguinho de bebida ou coisa assim. Nos levantamos e colocamos nossas roupas de volta, parando para rápidos beijos a cada peça de roupa. Estava abotoando minha camisa quando a senti me abraçando por trás.
- Não estou a fim de voltar pra essa festa. – ela disse, mordendo o lóbulo da minha orelha.
- Vamos para minha casa? –perguntei, me virando pra ela e envolvendo-a com meus braços. Ela sorriu e deu uns pulinhos.
- Vamos! Lou voltou para o DP, está de plantão. Vou pedir a Lily e ao Jerry que cuidem do resto da festa para mim – ela disse, abrindo a porta da despensa e me puxando pra fora da casa.

Roubei uma garrafa de tequila do balcão de bebidas e seguimos para minha casa, nos agarrando no meio da rua dentro do carro. Não podia medir a minha felicidade naquele momento. Depois de tanto tempo, eu finalmente podia externar o que sentia por aquela mulher. Chegando em casa, segurei pela cintura e a trouxe para o meu colo,levando-a para o meu quarto. É, a festa tinha me saído melhor que a encomenda.

Notas finais
Por enquanto é isso, espero que tenham gostado.
Aguardo reviews. Beijos!