Down
32 Capítulo 32
Notas iniciais
Obrigada pelos reviews e pelos leitores novos.
E lá estava eu de volta aquele quarto, deitada na mesma cama que também costumava ser minha.
Ri da minha própria desgraça, nem uma promessa a mim mesma conseguia cumprir. Parecia que estava viciada naquele homem e algo me impedia de ficar distante muito tempo.
Era isso, vício. Estava viciada em Gil não havia nada que pudesse fazer a respeito. Respirei fundo por duas vezes antes de abrir os olhos e assim que os abri me deparei com ele. Estava sentado no sofá ao lado da cama com um dos braços apoiado no encosto e o outro no colo. Vestia uma calça de moletom cinza e uma camisa de botões aberto no colarinho de modo que deixava seu peito à mostra e um olhar malicioso que dizia claramente o que ele queria comigo. Em resumo, estava absurdamente sexy e eu sabia que estava perdida no momento em que pus os olhos nele.
- Achei que nunca mais acordaria. – disse sarcástico. – Te deixei cansada?
- Gostaria mesmo de não ter acordado. – respondi recuperando a compostura e evitando seu olhar.
- Arrependida? – perguntou se levantando do sofá e vindo na minha direção.
- Não, nem um pouco. Só que precisamos terminar essa conversa logo porque preciso ir para casa. – gaguejei, em seguida me levantando.
Achei melhor dar as costas a ele. Fingia observar o jardim pela janela e não percebi quando ele se aproximou.
- Para quê terminar essa conversa agora? Nós temos o dia inteiro. Estamos de folga hoje, se esqueceu? – me abraçou por trás e me deu um beijo suave, mas nada inocente no pescoço, fazendo – me fechar os olhos e prender a respiração.
Me afastei e quando consegui uma distância segura, perguntei nervosa:- O que quer de mim? Já teve o que queria. Me deixa em paz,ouviu? Em paz!
- O que eu quero de você? Tudo. Você é minha, Catherine, só minha e ninguém pode dizer o contrário.Se aproximou e com uma mão na minha cintura e outra em minha nuca, me puxou para um beijo calmo e possessivo. Retribui ao beijo e pus os braços ao redor do seu pescoço instintivamente. Ele desceu as mãos por minhas coxas e me puxou para seu colo fazendo com que entrelaçasse as pernas ao redor de sua cintura.
Me levou de volta para a cama e com cuidado deitou sobre mim. Desceu o beijo para meu pescoço fazendo com que gemesse e segurasse os lençóis com força. Abaixou um pouco a blusa dele que eu usava e beijou um seio enquanto acariciava o outro. Arqueava meu corpo e pedia por mais. Parou o que estava fazendo, para meu desagrado e arrancou a blusa que eu vestia.Tentei fazer o mesmo com a blusa dele, mas acabei po rarrebentar os botões. Puxei e o beijei com mais intensidade que antes. Desci a mão por seu abdômen e o acariciei entre as pernas, fazendo – o gemer alto. Tirou minha mão de seu membro, pois sabia que eu adorava quando ele dominava a situação e se posicionou entre minhas pernas, permitindo que sentisse sua ereção. Desceu o beijo para meu pescoço e seios fazendo com que gemesse alto mais uma vez e pedir por mais. Foi fazendo a trilha de beijos dos seios para a barriga e continuou descendo. Abriu minhas pernas e se concentrou em minha intimidade. Beijava,lambia e mordia me fazendo gemer cada vez mais alto. Senti todas as partes do meu corpo latejando e com um gemido cheguei ao clímax.
Inverti as posições, ficando assim por cima dele e fiz o mesmo. Se ele queria me enlouquecer, faria o mesmo com ele. Beijei seu pescoço e todo seu abdômen parando perto da calça. A tirei devagar, fazendo – o ofegar e implorar para que fosse mais rápido com aquilo. Desci a calça, me posicionei entre suas pernas e beijei sua coxa subindo lentamente. Ele ofegava, agarrava – se ao lençol enquanto continuava com os beijos. Alcancei a virilha. Beijei, lambi, fazendo com que ele se contorcesse na cama e implorasse alto e claro para que parasse com a tortura.
- Por... Favooor!!! – implorava entre gemidos.
- O que você quer, amor? – perguntei de modo cínico.
- Me chupa, por favor!
Atendendo as suas súplicas, comecei. Lambi da base até aponta e o suguei enquanto o masturbava com uma das mãos. Ele gemia e implorava por mais enquanto acariciava meus cabelos. Acelerei os movimentos e quando senti que ele estava quase lá, parei. Posicionei minhas pernas em cada lado e fui descendo, sentindo cada centímetro dele entrando em meu corpo.
- Mas porque voc... – aaaahhhh... – gemeu alto quando me sentiu descendo. E quando já estávamos completamente encaixados, comecei a me movimentar. Me movimentava devagar entrando e saindo lentamente, mas ele queria mais e inverteu as posições, sem sair do meu corpo.
Me penetrou cada vez mais fundo e mais rápido. Gemíamos alto e sem medo algum de sermos ouvidos pelos vizinhos e numa estocada mais funda chegamos ao clímax ao mesmo tempo.
- Catherine!
- Gil! — Continuamos assim até nossa respiração se normalizar. Ele acariciou meu rosto e me beijou, mas dessa vez de forma calma e apaixonada. Saiu de dentro do meu corpo, mas permaneceu por cima.
Quanto percebi o que tinha acontecido novamente me amaldiçoei internamente por não ter resistido, por me deixar ser usada novamente. Tentei empurrá- lo, mas ele impediu.
- Não, Catherine! Por favor, escute o que eu tenho para te dizer. Eu deixo você ir embora depois se quiser, mas agora, só me escute, por favor. – falou e como sentiu que estava mais relaxada, continuou:- Eu sei que agi de forma errada com você. Te abandonei por duas vezes, te tratei mal, me casei com Sara. Também comecei um relacionamento com Heather, mas juro que foi somente para te provocar. Queria que sentisse ciúmes. Mas percebi que não sei viver sem você ao meu lado. Prometo que se você me perdoar e voltar para mim, te faço a mulher mais feliz do mundo e ao lado de nossa filha, seremos uma família.
Depois de pensar muito calmamente sobre as palavras dele,tomei uma decisão.
- Eu te perdoo com uma condição.
- E qual é? – perguntou ansioso.
- Me beija. –respondi sorrindo. Com um sorriso maior ainda, me beijou e quando paramos para respirar ele disse a frase que tanto esperava:
- Eu te amo, Catherine. Muito!
- Eu também te amo. Muito! Muito! – disse enquanto o beijava. Enroscados, nos braços um do outro, ele se deitou ao meu lado e senti seus dedos começarem uma leve carícia. Seus dedos passeavam pelo meu pescoço e a curva do meu seio. Sua língua quente provava — os e mordiscava — os, levando – me mais uma vez ao prazer. Ele intensificou o ritmo e eu o agarrei pela cintura quando chupou meu seio mais intensamente enquanto brincava com o outro.
- Gil, você... vai... me enlouquecer.
- É esse o propósito. – disse sorrindo maliciosamente.
Lambeu meu pescoço me fazendo ir ao limite quando sua língua deslizou pela linha sensível atrás da orelha. Riu divertido do efeito destrutivo que exercia sobre mim. Destrutivo e avassalador. Como ele conseguia ter tanto fôlego depois do que acabamos de fazer a pouco?Sem notar, minhas unhas deslizaram pelo seu dorso e o arranharam por puro deleite e capricho. Estávamos cansados e suados e após doses de carinho extremo,enroscamos nossas pernas e dormimos abraçados.Depois pensaríamos no que faríamos com Lou e Heather...
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