Quando cheguei em casa, vi que seria uma noite especial, então eu precisaria de tratamento completo!
Como todo mundo sabe, quando uma mulher resolve que é dia de SPA caseiro, são pelo menos 3h de trabalho. E assim foi!

Antes de ir para casa, passei em uma loja que amo e comprei uma calça jeans preta e justa até a canela, uma bata de cetim azul forte e uma jaqueta de veludo preta. Além disso, achei que também precisaria de um conjunto novo de lingerie preto e comprei um todo rendado, com a calcinha em forma de shortinho que deixava minha bunda um espetáculo. Com uma botinha de cano curto preta, maquiagem preta bem esfumada, e o cabelão loiro sexy ao redor do rosto, estava pronta para a guerra.

Ao entrar no restaurante, vi aquele belo par de olhos azuis encontrarem os meus. Caminhei até a mesa e esperei um pouco para que ele viesse puxar a cadeira. Como ele não o fez, eu sentei-me, um pouco frustrada.

– Olá, gata. Você está deslumbrante. – Ele disse isso num tom quente, pegando minha mão. Eu tirei rapidinho a minha mão da dele.

– Boa noite, lindo estranho. Como está? — Disse com um toque de humor para esconder a frustração.

– Hum... você é rápida. Mas creio que tocar as mãos seja apenas um gesto de carinho, mocinha.

– Você não me parece ser um cavalheiro para querer este tipo de gesto.

– Eu realmente não sou cavalheiro. Cavalheirismo é uma forma de pensar e agir muito machista para mim. As mulheres não são frágeis. Mas eu faço a linha do gentil. Gosto de cuidar. – E estendeu a mão sobre a mesa esperando que eu levasse a minha até ele.
E eu o fiz. Ele a ergueu e plantou um beijo carinhoso em meus dedos.

– Hum, isso foi muito bom, senhor estranho. Estou começando a gostar da parte do gentil.

Ele sorriu. Lindo. Divino. Aconchegante.

Tudo o que pedimos naquela noite foi de comum acordo, como um casal bem resolvido e adorei a sinergia que estava se criando entre nós.

Conversamos muito, rimos mais ainda. Ele realmente é muito gentil.

Na saída do restaurante, a dúvida: e agora? Vou dormir com ele?

– Eu poderia propor um brinde em minha casa? Eu realmente gostaria de mostrar a você o que é o céu Bianca. – Ele veio pertinho e beijou-me.

Faz tanto tempo que não fico com ninguém. Será que devo? Ah, minha leoa sexy resolveu tomar a frente da situação e em meio ao beijo eu soltei um – Vamos...

Ele mora em uma casa média porém bonita. Achei estranho um homem da minha idade morar sozinho em uma casa ao invés de apartamento. Mas confesso que gostei. Era tudo muito aconchegante, decorado em madeira rústica e com alguns detalhes nas paredes em tijolo aparente.

Vitor abriu um vinho e entregou-me a taça.

Sentamos no sofá e conversamos por mais muito tempo. Até que eu comecei a ficar sonolenta. Ele percebeu.

– Gatinha, venha. Vou te levar ao meu quarto para você dormir. Eu dormirei no de hóspedes.

Minha leoa não gostou nada da história e resolveu me acordar muito brava.

Levantei do sofá e o beijei.

– Eu ficaria muito mais feliz se dormisse comigo. – E envolvi seu pescoço com meus braços.

– Você estava com sono até cinco minutos atrás mocinha. – Passou os braços em minha cintura e ergueu-me um pouco, tirando meus pés do chão.

– A possibilidade de passar a noite sem esses seus olhos azuis em mim acabou tirando meu sono.

Fomos para o quarto. Ah, ele tinha uma cama linda de madeira que parecia ser muito pesada.

– Você é tão sexy... – Beijando minha orelha e meu pescoço, ele começou a tirar a jaqueta. Seus beijos eram suaves. Com dedos macios, ele começou a tirar minha blusa, ao mesmo tempo explorando minha pele. Tão suave. Desabotoou minha calça e deitou-me no colchão para poder tirá-la.

– Você quer me matar com uma calcinha dessa gatinha.

– Não, mas agora eu quero despir você. – Levantei da cama e comecei a tirar sua camisa azul céu que acentuava seus olhos. Fiz tudo muito devagar, explorando as curvas do seu peito. Enquanto escorregava-a, dei pequenos beijos em seu peito torneado e o ouvi respirar mais rápido. Abaixei e comecei a tirar sua calça e sua boxer, mostrando grande ereção. Hum. Olhei para cima, em seus olhos e comecei a chupá-lo devagar. Fazendo movimento com a mão para masturbá-lo ao mesmo tempo. Ele jogou a cabeça para trás e gemeu. Eu chupei, devagar, dando leves mordidas na ponta. Tudo com ele era devagar e intenso. Quando senti que ele ia explodir, ele puxou-me para cima.

– Não gatinha, ainda não é hora.

Ele tirou meu sutiã, terminou de tirar a calça e deitamos na cama. Ele começou um longo caminho de carícias. Começou com pequenas lambidas e chupões em minha orelha. Desceu por todo meu pescoço e ombros. Quando chegou nos seios ele foi gentil. Chupou cada um devagar e deu pequenas mordidas, deixando-me arrepiada. Desceu mordiscando minha barriga até chegar na calcinha.

– Eu realmente gostei disso... –Disse, passando o dedo nas bordas da calcinha. Virou-me de costas e começou a morder toda a minha bunda. Era excitante. Tirou a calcinha aos poucos.
Depois, virou-me novamente de frente. – Quero ver seu rosto. – Disse arfando. Devagar, ele entrou em mim. Ah, era tão bom, fazia tanto tempo. Com os dedos da mão esquerda enrolados em meus cabelos, ele ergueu minha perna direita segurando embaixo do meu joelho e começou a movimentar-se. Era diferente. Ele fazia círculos que atingiam os pontos certos e ao mesmo tempo bombava, forte. Eu entreguei-me. Gemendo. Bêbada pelo prazer.

– Ah, isso é tão gostoso Vitor...

– É, minha gatinha. Então goze pra mim. – Ele foi mais rápido e forte. Eu comecei a tremer. Agarrei suas costas. Ele também começou a vir. – Vem, gostosa, vem comigo agora! – E fomos, gozamos. Deliciosamente. Ah,fazia tanto tempo e foi tão gostoso. Ele deitou ao meu lado e puxou-me para o seu peito. Puxou a coberta sobre nós.

– Relaxe e durma minha gatinha. Você trabalha amanhã, que é sábado?

– Não... – numa voz muito sonolenta.

– Melhor. Durma, mocinha. – Ele beijou o topo de minha cabeça e, depois de muito tempo, senti-me segura e tranquila.

Notas finais
E aí amores?Será que agora ela será feliz? Será Vitor o homem da sua vida?