Doce Sacrifício
10 Capítulo décimo – O encontro
Notas iniciais
Tipo essas coisas vão sair da minha mente!! É muita entrega e exposição... O.o Mas okay, boa leitura. Se alguém estiver disposto a betar (é assim que se diz?) o hentai para mim, para que ele saia completo, eu ficarei... AGRADECIDA! T.T
O hentai está parcialmente escrito. Só precisa ser completado. Quero apenas as partes pervertidas XD as correções ortográficas eu faço. valeu? Beijos e boa leitura!
;)
Capítulo décimo – O encontro
Numa pequena Vila localizada no país do Fogo, situada no meio do caminho para chegar à Suna, por volta das dez da manhã, estava Temari acompanhada de uma pequena equipe de gennins responsáveis pela escolta da esposa do Kazekage. Era o local combinado para encontrar Hinata, que partira de Konoha no dia anterior. Estavam ali não havia muito tempo, numa pequena praça cheia de árvores que os protegiam do Sol.
– Quanto tempo será que ela vai levar para chegar? – Resmungou entediado um adolescente de aproximadamente doze anos, levando uma cotovelada de uma companheira da mesma idade e recebendo um olhar reprovador de outro gennin. Temari era muito temperamental, assustava bastante os ninjas recém-formados e naqueles dias ela parecia bastante aborrecida. Todo cuidado era pouco e os jovens ninjas tentavam a todo custo não irritá-la. Ela poderia explodir a qualquer momento.
– Chegamos aqui não faz meia hora e já está com pressa de ir embora? – Respondeu ela indiferentemente, o que deixou os jovens um pouco mais relaxados.
A loira olhava atentamente para os lados. Ela ainda não podia acreditar que Gaara se casaria com Hinata. Havia alguma coisa muito estranha nessa história ou ela estava apenas sendo implicante? Ela esperava que a qualquer momento uma moça qualquer surgisse, fosse até eles e dissesse que era a nova esposa do Kazekage e que já estava pronta para partir.
Foi pensando assim que ela reconheceu uma cabeleira negra que cintilava um belo tom de azul debaixo do Sol. – Não pode ser... – Temari sussurrou para si mesma.
– Veja. – Falou o mesmo rapaz que resmungara havia poucos minutos, apontando na mesma direção para onde os olhos da loira estavam voltados. – Aquela moça está usando uma bandana de Konoha no pescoço. Será que não é ela?
Ninguém se pronunciou. Temari apenas observava a morena procurando alguma coisa com a expressão despreocupada até que ela bateu os olhos no grupo de ninjas da areia e, após reconhecer a cunhada, caminhou tranquilamente em sua direção.
Gaara aguardava ansiosamente a chegada de Hinata e tentava distrair-se trabalhando em seu escritório. Era inútil. Não havia mais nada que pudesse ser feito. Já havia revisado, durante toda a noite, centenas de vezes os mesmos projetos para a melhoria de Suna relativos à saúde, empregos, moradias, construções, obras de manutenção etc, e fizera várias anotações à respeito.
Resignado, esfregou o rosto com as mãos apoiando os cotovelos sobre a mesa. Era difícil concentrar-se. Levantou-se e foi dar uma volta pela Vila.
Como o dia estava bom e não havia previsão de tempestade de areia naquela semana, as pessoas caminhavam normalmente sobre os túneis entre os grandes prédios, que apesar de não ser o recomendado, era permitido e alguns forravam o chão para colocar suas mercadorias, outros mais imprudentes montavam barracas.
As pessoas o paparicavam por onde passava e cada um oferecia um pouco de seus produtos. Ele se sentia desconcertado, mas seria falta de educação não aceitar. As crianças divertiam-se correndo uma atrás da outra, algumas ajudavam os pais a embrulhar as coisas que os clientes pediam, mas logo se cansavam e juntavam-se às outras. Umas, mais desinibidas, pediam a Gaara que fizesse alguma graça usando seu controle sobre a areia e até pediam-lhe que lhes ensinasse.
Apesar de ansioso pela chegada de Hinata, afinal Temari partira ao seu encontro havia uns dois dias e meio, o Kazekage sentia-se bem quando estava com as crianças. Elas lhe passavam um sentimento bom. Gaara lamentava que sua infância não tivesse sido alegre e divertida, por isso ficava por horas no meio delas vendo-as brincar e ficava satisfeito com a companhia delas.
O ruivo ficou na rua até o fim da tarde, quando os estudantes da academia ninja voltavam para suas casas, então ele decidiu finalmente voltar e tomar um banho para relaxar.
Ao chegar à torre do Kazekage, onde eram resolvidos os assuntos políticos de Suna e onde Gaara e seus irmãos tinham cada um sua própria suíte, pois assim seria mais cômodo para ele, o rapaz notara um ar estranho no local, um discreto corre-corre; achou suspeito.
Enquanto subia as escadas para chegar ao andar onde se localizava seu quarto, deparou-se com Temari descendo um pouco ranzinza.
– Gaara! – exclamou ela sobressaltada. – Onde você estava? Estivemos te procurando. Achei que você estaria esperando ansioso quando chegássemos.
– Há quanto tempo chegaram? – Respondeu ele sentindo seu estômago apertar-se e o coração acelerar, mas parecendo bastante calmo aos olhos de Temari.
– Faz umas duas horas... Hinata está no banho agora, provavelmente... – Disse a loira revirando os olhos ao pronunciar o nome da cunhada. Gaara ergueu uma sobrancelha sem entender o motivo do desdém, mas não estava com vontade de fazer perguntas naquele momento. Pelo menos não para a irmã. Ele simplesmente desapareceu diante dos olhos dela.
Ao chegar ao seu quarto Gaara pôde ouvir os ruídos de movimento dentro do banheiro. Não queria apressá-la. Hinata devia estar cansada da viagem e um pouco estressada por causa da areia e do calor. Então ele simplesmente dirigiu-se ao quarto do irmão.
– Gaara? – Murmurou Kankurou ao atender a porta e dar de cara com o irmão caçula. – O que está fazendo aqui?
– Vim tomar um banho. – Respondeu ele entrando no quarto, abrindo o armário de Kankurou e procurando suas próprias roupas.
– Tá... E por que você não faz isso no seu quarto? – Respondeu ele com um tom irônico na voz, o que sempre deixava Gaara irritado.
– Por que Hinata está tomando banho... – Respondeu ele com o rosto vermelho e a cara fechada.
– Uhm... – Murmurou com um sorriso malicioso. – Então por que você não se junta a ela? Vocês estão casados agora, podem fazer coisinhas de adultos... Sabia?
– Kankurou... Cale. A. Boca – Respondeu Gaara sério, recolhendo suas roupas e uma toalha e entrando no banheiro sem nem sequer fechar ou encostar a porta.
Kankurou entrou no banheiro e ficou sentado no vaso sanitário enquanto Gaara tomava uma ducha rápida.
– Agora é sério, Gaara... – Disse Kankurou com uma voz preocupada, o que deixou o Kazekage curioso. – Sabe, quando um homem e uma mulher se sentem atraídos um pelo outro...
– Saia daqui Kankurou! – Rugiu Gaara tentando controlar-se. Ele queria mesmo falar sobre sexo com Gaara como se ele tivesse 9 anos de idade e não soubesse de nada? E se ele não soubesse de nada, essa era uma boa hora para ensinar?
O jovem saiu do banheiro rindo. Gaara terminou o banho dentro de 20 minutos. Enxugou-se, vestiu-se e secou bem os cabelos até que a cor escura, devido à água, retornasse à tonalidade vibrante de vermelho sangue.
Ele caminhou até seu próprio quarto, ouvindo no caminho um “boa-sorte” vindo de Kankurou deitado em sua cama.
Ao abrir a porta deparou-se com seu quarto vazio. Estaria ela no banheiro ainda? Provavelmente estava muito nervosa. Gaara caminhou até a porta; pensou em bater até que ouviu um gemido de lamento e tentou abrir a porta.
– Hinata? Está tudo bem? – Perguntou preocupado girando em vão a maçaneta.
Assim que ouviu a voz do marido, Hinata destrancou a porta e entreabriu-a timidamente. Ela estava com o rosto pálido. Tremia e batia os dentes. Gaara tirou seu casaco e envolveu o corpo seminu da garota, puxando-a em seguida para os seus braços.
Notas finais
AH... Eu sei que está muito curtinho o capítulo, mas é só para vocês saberem que não desisti da história. E para vocês saberem também que preciso de ajuda para escrever o hentai...
:(
Obrigada por lerem...
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