Doce Sacrifício

11 Capítulo onze - Enfim sós


Notas iniciais
Olá!!! Eu sei que nem demorei muito para postar, mas enfim... rsrsrs Aqui está. O capítulo anterior ficou curtinho, não é mesmo? Então... É por que ele era um só capítulo com esse. É que eu estava com esperanças de conseguir escrever um hentai, então dividi o capítulo em duas partes para não deixar de postar. O problema é que não deu para escrever um hentai. Eu não consegui. Infelizmente. Tem ecchi, pelo menos, foi o máximo que pude fazer sem usar artifícios como clichês bisarros que vemos constantemente em hentais mal-escritos. Acho que de ecchi em ecchi algum dia chego a um hentai. Mas isso vai depender de experiência.
Então boa leitura e me desculpem pela demora. Eu juro que não desisto da fic, mesmo que eu demore muito... rrsrsrss Beijocas!

Capítulo onze – Enfim sós

– O que você estava fazendo aí dentro? Porque não se vestiu? Está tentando ficar doente? – Bufou ele preocupado esfregando os braços e as costas dela para que o atrito a aquecesse.

– Me deram isso para vestir e disseram que eu devia esperar você. – Gaguejou ela, por causa do frio, com uma voz manhosa aconchegando o rosto no pescoço de Gaara. Ela usava uma lingerie branca quase apenas de renda, deixando partes estratégicas de certa forma visíveis e um longo colar de grandes pérolas adornando seu pescoço; ela não sabia bem para quê, mas supunha que era apenas um símbolo de pureza. Haviam maquiado os olhos claros dela com uma pintura preta como os habitantes de Suna e como o próprio Gaara costumavam usar, destacando seus olhos azulados. – Eu fiquei no banheiro por que está menos frio do que aqui fora, por causa do vapor do chuveiro.

– Por que você não pegou uma roupa minha? – Disse ele, alisando a cabeleira negra dela.

– E-Eu não queria que você se aborrecesse por eu mexer nas suas coisas... – Gaara enrijeceu-se depois de ouvir isso; como acontecia sempre que ficava profundamente irado. Seus irmãos logo se afastavam temendo pelas suas vidas quando ele estava desse jeito. Mas Hinata não se dera conta de que o aborrecera.

– O que você achou que eu faria? – Perguntou com uma voz sombria. Sentiu-se muito ofendido. Não era como se ele fosse matá-la por pegar uma blusa de malha e uma calça de moletom.

Assim que ouviu a voz de Gaara, Hinata percebeu que o desagradara; pensou no que dizer para acalmá-lo e fingir que não notara sua raiva.

– Eu só achei que ficaria chateado se eu mexesse em alguma coisa que não devia. Não pensei que faria nada... Por quê? – Respondeu com uma voz inocente, levantando o rosto para olhá-lo nos olhos com uma expressão meiga. Hinata era uma boa manipuladora e ele caíra no truque sentindo-se quebrar por dentro como se fosse feito de cristal. A morena ficara aliviada ao notar isso. Ela prestaria mais atenção de agora em diante para não dar a entender que tinha medo dele, até por que, para dizer a verdade, ela realmente não tinha. Bem... Ela não o conhecia e não sabia o que esperar, então, de certo modo, o temor que tinha era natural e nada pessoal.

Gaara tocou a bochecha rosada completamente convencido pelo que ela lhe dissera. Alisou com o dedo polegar os lábios pequenos e carnudos. Como ele sentira saudade de beijar aqueles lábios! De se perder naqueles olhos amendoados, aquela cor esbranquiçada. Parecia totalmente fora da realidade sentir o que ele estava sentindo por alguém que ele mal conhecia. Por um momento ele temeu que tal encantamento se acabasse com o passar do tempo. Gaara definitivamente não permitiria que isso acontecesse.

– Você é minha esposa agora. – Sussurrou ele, beijando-a em seguida, segurando o rosto macio com as mãos. – Tudo o que eu tenho agora é seu. – Continuou a dizer baixinho, beijando-a suavemente, passeando com as mãos pela cintura fina até roçar de leve nos seios fartos. A sensação do toque quente dele sobre sua pele ainda fria por baixo do grosso casaco, a distraía e não permitia que ela desse importância a outra coisa que não fosse a própria excitação. – Você tem total liberdade para mexer em tudo o que há nesse quarto. Exceto nas coisas sobre a escrivaninha, pois são documentos importantes que pertencem à Suna.

– Uhm... – Suspirou Hinata, afastando-se dois passos em seguida, deixando o marido confuso com o distanciamento. Ele tinha feito ou dito algo errado? – Eu... Eu deixei tudo para trás. – Disse ela segurando com força o tecido do casaco que a cobria; como se buscasse segurança nisso. – E vim para cá apenas com a roupa do meu corpo... Praticamente... – Balançou a cabeça rapidamente como se estivesse se retificando, já que ela havia trazido coisas como escova de dentes, roupas íntimas e armas. – Fico feliz em ouvir de você coisas tão gentis... – Continuou. Gaara a observava atentamente. A voz suave dela era agradável de se ouvir. – Estou mais tranquila agora, estando totalmente aos seus cuidados. E... Eu confio o suficiente em você para dividir contigo a única coisa que eu tenho no momento... – Ao dizer isso, Hinata deixou cair o casaco aos seus pés, deixando seu corpo exposto com apenas a calcinha e o sutiã brancos que transpareciam a pele alva e rosada por baixo da renda e aquele belo colar de pérolas envolto em seu pescoço.

Gaara sorriu com leveza admirando-a dos pés à cabeça. Sua atenção estava dividida entre os seios fartos, a cintura fina e as pernas bem torneadas. Ele aproximou-se lentamente de Hinata, até estarem tão próximos que ele podia sentir o cheiro do cabelo dela.

A menina fechou os olhos ao sentir os lábios dele sobre os seus. Um contato longo e úmido. Ele separou seus lábios dos dela apenas para admirá-la um pouco mais. Deslizando com uma das mãos pelo rosto dela, apreciando a pele macia, estendendo a carícia até o seio, tateando-o; ele a encarava querendo analisar suas reações, notando como ela mantinha os olhos fechados e como sua face corava com o susto, devido à atitude repentina dele.

A sensação era de um prazer indescritível, mas Hinata continha um impulso de tirar a mão boba de si. Nunca permitira que ninguém chegasse a esse ponto, nem mesmo o primo. Mas como ela estava casada e como ela lhe dissera que ele poderia tê-la, então tentou apenas desfrutar do contato.

Gaara passeou com os olhos pelo corpo dela um pouco mais, antes de atraí-la pela cintura para beijá-la de novo; um beijo, porém, mais profundo, mais molhado, lento. As bocas se saboreavam com cuidado, como se estivessem tentando se lembrar de onde se conheciam.

As mãos de Gaara acariciaram a pele desnuda da cintura até a parte de trás da coxa de Hinata, voltando para os glúteos, massageando-os e pressionando o corpo dela contra o seu, erguendo-a até que suas intimidades ficassem na mesma altura, de modo que se friccionavam, permitindo que Hinata apreciasse a extensão do efeito que ela tinha sobre Gaara, o que a excitou ainda mais.

Ao sentir que seus pés não tocavam mais o chão, ela envolveu o corpo de Gaara com suas pernas e ele dirigiu-se até a cama, com a garota em seu colo que beijava e mordiscava seu pescoço.

Estavam aos beijos até chegarem à cama, quando Gaara separou-se dela para despir-se, sobrando apenas sua cueca boxer.

Hinata não pôde deixar de apreciar a visão do tórax e ombros largos, os músculos definidos com suavidade sob a pele clara e o abdômen perfeito. Era estranho para ela estar numa situação em que ela não precisava se conter, nem reprimir seus desejos.

Não pensaria mais no primo por quem era apaixonada. Ia se entregar de corpo e alma a Gaara, seu marido e seria feliz ao lado dele. Por que ela podia sentir, de alguma forma, que Gaara já pertencia a ela, que era louco por ela, que faria qualquer coisa por ela.

Podia sentir isso no rastro de beijos ardentes que ele deixava pelo seu pescoço até a barriga, antes de arrastar com os dentes a calcinha branca pelas pernas dela. Podia sentir isso na pele dele que se eriçava sob seu toque ao menor contato e no modo como ele se deliciava com os seios macios, sugando-os entre beijos e mordiscos, extasiando-a.

Hinata soube naquele momento que aquele rapaz poderoso a escolhera e essa consciência a deixou eufórica de modo que, mesmo assustada, excitou-se com a ideia de ser desejada de tal forma. Talvez fosse apenas uma fantasia sua, mas era bom pensar que Gaara gostava mesmo dela desse jeito. Não podia ser à toa que ele a tocasse com tanto desejo, mas tanto cuidado.

Naquela noite, Hinata dormiu nos braços de Gaara pela primeira vez.

Notas finais
Então... Espero que tenham gostado, por que eu gostei bastante de escrever. O próximo capítulo já está sendo processado (rsrs). Beijos e muito obrigada por lerem, seus lindos! *---*
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.