Doce Pecado

18 Raiva & Amigos?


Notas iniciais
Hey, Julie aqui! Boa leitura!

No dia seguinte, às 10:26 da manhã...

P.O.V Do Freddie

A Sam parou o carro à poucos metros longe da minha casa, tirei o cinto e me virei para ela. A loira estava calada apertando o volante, ela estava olhando para frente e parecia estar querendo me evitar. Suspirei e repousei a mão esquerda em sua coxa, dando um leve aperto que fez ela se remexer incomodada, afastou minha mão e se virou para mim.

— Cai fora, Benson! Vai logo correndo para os braços da sua querida esposinha. — Disse irritada.

— Qual é o seu problema? Foi você quem me sequestrou. O que houve? Eu fiz alguma coisa que...

— Cale a boca e saia do meu carro, agora! — Ordenou num tom raivoso.

Então, ela me expulsou do carro e saiu em alta velocidade. Fiquei perplexo observando seu carro sumir de vista. O que eu fiz de errado?

Me encaminhei para a minha casa, e antes de apertar a campainha tive que formular uma história convincente para contar à Melanie. Finalmente toquei a campainha, a porta foi aberta e fui recebido pela Melanie que pulou em cima de mim me abraçando com força, ela chorou de alívio e eu apenas retribuí seu abraço.

Minutos depois...

Ela acreditou na história que inventei, eu me senti péssimo mentindo para ela. Melanie não merecia ser enganada, mas eu não poderia dizer que a maluca da sua irmã mandou me sequestrar.

— Eles te confundiram com o ator que fez aquela série famosa da Nickelondeon? — Carly perguntou descrente, ela estava desconfiada.

— Sim. — Respondi encarando a minha aliança. — Eles perceberam que eu não era o tal de Kress e me soltaram. Três fãs malucas mandaram sequestrar o cara e eles me pegaram por engano! — Menti.

— Graças Deus não fizeram nada com você. Eu fiquei com tanto medo, amor. — Melanie me abraçou novamente, me apertando enquanto beijava meu rosto.

Carly continuou me olhando desconfiada, desviei o olhar e beijei a cabeça da Mel que não queria me soltar.

[...]

— Eu te amo! — Melanie disse sorrindo, me deu três selinhos demorados e subiu no meu colo.

Estávamos sozinhos em casa, no nosso quarto e eu estava sentado na cama.

— Também te amo! — Fui sincero, fitei seus olhos azuis e enrolei uma de suas mechas lisas em meu dedo.

E por meros segundos senti falta das mechas onduladas da Sam, ontem à noite ela dormiu em cima de mim enquanto eu mexia em seus cachos, sentindo o delicioso perfume do seu shampoo.

Ambas tem olhos azuis, mas não o mesmo tom e muito menos o mesmo brilho ou o olhar. Melanie tem olhos azuis quase no tom celeste e a Sam tem olhos azuis mesclado em cristalino com acinzentado.

Soltei sua mecha e a puxei pelo queixo, lhe dei um selinho demorado. Ela se ajeitou no meu colo passando as pernas ao meu redor, s imediatamente senti falta do beijo da Sam. Melanie beija bem, mas não se compara a outra loira.

[...]

Olhei para o seu corpo despido diante de mim. Seios medianos, curvas delicadas, é um corpo bonito, mas eu estava lutando para não pensar no corpo da diaba loira. Os seios da Sam são maiores, ela tem mais curvas e uma bunda grande e perfeita. A Melanie tem uma bunda pequena, é bonita mas não chega aos pés da irmã. Puta merda,.o que está havendo comigo? Estou prestes à transar com a minha mulher e não paro de pensar na minha cunhada.

Preciso urgentimente tirar a Sam da minha cabeça ou eu vou ficar louco. Louco, e exatamente isto. A Sam sabe me enlouquecer, estou fudido, tenho que parar de pensar nela. Mas está sendo impossível, meu corpo a deseja. Eu a quero como nunca quis qualquer mulher antes, já estou louco para vê-la novamente.

— Aaah! Devagar, amor... — Melanie gemeu manhosa.

Fechei os olhos, parei de penetrá-la e saí de cima dela. Ela fez uma careta de dor e colocou a mão direita entre as pernas, meu membro ainda estava duro e latejante.

— Te machuquei? — Perguntei ofegante e preocupado.

— Não. Mas me deixou toda dolorida... — Respondeu puxando o lençol para se cobrir.

— Desculpe! — Falei saindo da cama.

Rumei para o banheiro, tive que me aliviar no banho e mais uma vez pensei na Sam cavalgando em mim como uma verdadeira deusa do sexo. Melanie é delicada demais, só gosta do tradicional. Sam gosta de dominar, experimentar posições e sabe fazer sexo oral me levando ao paraíso, coisa que minha mulher nunca fez.

[...]

P.O.V Da Sam

Ao chegar no apartamento do Ryan fui recebida calorosamente e como sempre não recusei seus beijos. Acabamos parando no sofá, ele sentado comigo em seu colo, e eu só queria tirar o Benson da minha cabeça. Ele estava rondando em minha mente com pesistência e eu queria esquecê-lo. Na verdade, eu estava com raiva dele, não deveria ficar tão puta mas realmente fiquei e ainda estou.

Ontem depois de uma longa noite de sexo selvagem ele desabou exausto e adormeceu rapidamente. Continuei acordada, tomei banho e quando voltei para cama ele já estava num sono profundo. Mas aconteceu algo que me deixou com muita raiva, tive vontade de esganá-lo ali mesmo...

Ele disse o nome da Melanie, pronunciou o nome da querida esposa enquanto dormia. Devia estar sonhando com ela ou simplesmente a desejando, ele já estava saciado e simplesmente veio com essa? Chamar pela esposa que ele traiu sem ao menos se arrepender depois, ou talvez ele tenha se arrependido?

— O que foi, Sam? — Ryan perguntou segurando meu rosto, nossas bocas estavam à poucos centímetros de distância.

— Nada. — Menti.

Quebrei a distância entre nossas bocas, o beijei com vontade. Suas mãos começaram a percorrer pelo meu corpo, me acariciando e apertando sem nenhum pudor. Rebolei em cima do seu membro, pressionando nossas intimidades, sentindo ele endurecer abaixo de mim.

Fomos interrompidos pelo barulho da campainha tocando,.paramos de nos beijar.

— Nossa Pizza chegou! — Disse me fazendo sair do colo dele.

Ryan foi atender a porta e eu sentei no sofá. E realmente era o entregador de Pizza, peguei o controle que estava em cima da mesinha de centro e liguei a TV.

— Incrível. Você não é bagunceiro. — Falei admirada olhando ao nosso redor, seu apartamento estava bem organizado.

— Eu tenho cara de bagunceiro? — Perguntou colocando as duas caixas de Pizza em cima da mesinha.

— Na verdade,ntem sim. — Respondi fazendo ele rir.

— Vou buscar refrigerante para a gente. — Avisou e eu assenti.

[...]

— Você come muito, isso é impressionante. — O cretino achou graça quando peguei minha quinta fatia de Pizza.

— Vou levar isso como um elogio! — Murmurei.

— Eu gosto do seu apetite. — Revelou me fazendo rir.

Repousei minhas pernas sobre as suas, Ryan estava todo relaxado no sofá concentrado em devorar sua fatia de Pizza. Ele também come muito e estávamos assistindo American Horror Story.

— Gosta de TWD? — Perguntou de repente.

— Claro. Eu amo TWD! — Falei ainda de boca cheia.

— Você é incrível, sabia? É linda, legal e tem bom gosto. — Me elogiou.

— Você também. — Fui sincera.

— Eu sei que sou lindo. — Disse todo convencido.

— Não. Mas você também é legal e tem bom gosto. — Falei pegando minha lata de Coca.

— Então,nnão sou bonito? — Perguntou fingindo um tom de tristeza.

— Sabe que é seu filho da mãe e ainda pergunta? — O olhei e ele achou graça. — Sabe, Ryan, valeu por ser um bom amigo. Eu sempre quis um amigo gay, mas acabei ganhando você. — Falei e ele parou de rir.

— Amigo... — Pronunciou essa palavra como se tivesse dirigindo-a. — Somos amigos. — Disse com desânimo.

— Sim. Amigos! — Arfimei.

— Certo. — Ele deu um pequeno sorriso e voltou a atenção para a TV.

[...]

— Vou dormir aqui. — Avisei. — Me empresta uma camisa. — Pedi.

— Claro. Para você eu empresto até minhas cuecas.

— Engraçadinho! — Dei um leve soco no seu ombro.

— Estou falando sério. — Disse se jogando na cama.

Rumei para o banheiro, tmei banho e voltei para o quarto usando apenas uma camisa do Ryan que ficou um pouco grande em mim, gostei dela.

Ele estava deitado de olhos fechados apenas usando uma calça de moletom cinza, me joguei ao seu lado. Ficamos em silêncio por um bom tempo, até ele resolver puxar assunto.

— Eu quero fazer as pazes com o Freddie, mas ele não quer conversar comigo. — Disse começando a fazer cafuné na minha cabeça.

— Fui o pivô da briga entre vocês, vou conversar com o Benson. Não quero que sejam inimigos! — Falei sendo sincera.

— Valeu, Sammy.

Me ajeitei na cama me deitando de lado, ficando de costas para ele. Fechei os olhos sentindo ele me abraçar pela cintura, me senti relaxada e segura em seus braços. Ryan era uma boa pessoal, um cara muito legal e eu estava gostando dele,sl sabia que nossa amizade fora do comum iria durar muito.

[...]

Alguns dias depois, sábado,às 15:52 da tarde...

P.O.V Do Freddie

Estava na sala vendo TV, a Melanie chegou toda arrumada e parou na minha frente. Ela já estava de saída, ia sair com a Carly. Todo final de semana elas vão ao salão ou no shopping,ne eu ia passar a tarde sozinho já que minha mulher provavelmente só chegaria à noite, lá pelas sete horas.

— Tchau,nbebê! — Ela me deu um selinho de despedida.

— Tchau! — Sorri para ela. — Vai torrar o seu cartão no shopping? — Perguntei brincando.

— Talvez. — Ela sorriu ajeitando a bolsa no ombro.

Acompanhei ela até a porta, e antes de ir ela me deu mais um selinho. Voltei para o sofá, me joguei no mesmo voltando a minha atenção para a TV, estava passando um jogo de Basquete.

E não demorou muito para eu ouvir o som da campainha tocar, fui atender a porta. Me deparei com a loira que entrou me empurrando, fechei a porta e me virei para ela.

Desde daquele dia que fui expulso do seu carro nunca mais tínhamos nos visto. E eu estava louco para vê-la e principalmente fodê-la com força, eu queria ela gritando o meu nome...

— Está sozinho em casa? — Sam perguntou desligando a TV, que ousadia.

— Estou. — Respondi sem sair do lugar.

— Ótimo. — Sam sorriu satisfeita com minha resposta. — Precisamos conversar, querido cunhadinho. — Disse ela se aproximando.

Havia uma certa frieza no seu tom de voz, seu sorriso mesclava maldade e malícia. E algo me dizia que ela veio atrás de mim com segundas intenções como sempre, mas seu olhar parecia ameaçador.

Notas finais
Eita, Benson tcs tc tcs Só quero ver o que a Kely vai aprontar no próximo haha #AmoSyan Comentem! Bjs