Doce Pecado

19 Conversando: Embaixo da cama


Notas iniciais
Olá, galera! Kely aqui! Tudo bem com vocês? Espero que gostem do capítulo! Boa Leitura *-*

— Precisamos conversar. — O furacão loiro veio em minha direção e agarrou a gola da minha camisa, me jogando no sofá. Não sei porque ainda me surpreendo com sua força.

— Por quê? — Perguntei.

— Ryan! — Ela respondeu, somente.

— Eu acho que não temos que conversar, não sobre o Ryan — Falei.

— Nosso único assunto é somente sobre o Ryan — Disse ríspida — Vocês brigaram e a culpa é minha.

— Você não tem que se meter nisso...

— Tenho sim — Me interrompeu — Ryan está sentindo falta da sua amizade.

— Ele pediu para você falar comigo? — Perguntei.

— Não, eu vim porque quis. Ryan fica triste quando fala de você, ele está sentindo falta do melhor amigo — Ela disse com pena na voz, como se estivesse triste por ele.

—E você está fazendo isso por ele? Você está gostando do Ryan, Sam?- Perguntei com um aperto no peito. Odeio pensar ela nos braços de outro.

Quanta hipocrisia, sendo que eu estou nos braços de outra.

— Não, claro que não. Eu não gosto de ninguém, deste jeito — Deu ênfase no "deste" e deu ombros, como se não se importasse.

P.O.V Sam

— Tudo bem. Eu vou falar com o Ryan, mas tem uma condição — Disse e eu arqueei à sobrancelha, esperando ele concluir. — Quero que você se afaste dele.

—O quê? Não! — Praticamente gritei.

— Eu não gosto dessa aproximação de vocês — Ele disse indignado.

— Que ridículo, você não tem o direito de me cobrar nada. Você é casado! -Acusei.

— Não é a mesma coisa — Se defendeu.

— Nós não temos um relacionamento. Aliás, nós não temos nada, você deixou isso bem claro. — Falei, lembrando de como ele chamou Melanie, enquanto estava comigo.

— Como assim? — Perguntou franzindo a testa.

— Ah, agora não se lembra? Quando depois de transar comigo, de ter a noite mais prazerosa da sua vida, ficou chamado a sua querida esposinha? Depois de eu ter te saciado, você ficou chamando por ela — Gritei e sua expressão se enrijeceu.

— Hã? Não! Do que você tá falando? -Perguntou confuso.

— Estou falando que depois da nossa noite quentíssima, eu fui tomar um banho e quando eu volto você está lá, suspirando pelo seu amor — Disse com raiva.

— Eu sonhei sim com a Melanie naquele dia. Mas eu não estava pensando nela enquanto estava com você, eu juro — Segurou meu rosto e aproximou nossos corpos — Na verdade foi o contrário. — Sussurrou à última parte, mas eu ouvi.

— O que foi ao contrário? — Indaguei e ele sorriu corando.

— É que ultimamente, quando estou com a Melanie, a única coisa que me vem a cabeça é você, toda descabelada em baixo de mim, gemendo meu nome, enquanto eu metia com força em você — Disse malicioso e se aproximou de mim.

— Agora você me seduz? — Perguntei insinuante, empurrando-o no sofá, sentando no seu colo — Invertemos posições?

— Invertemos! — Respondeu me virando fazendo com que ele ficasse por cima.

Logo senti suas mãos voarem até os botões da minha calça. Seus lábios estavam pressionados sobre o meus, suas mãos fortes percorriam minha cintura e a apertava com força.

— Eu tenho que ir embora! — Tentei empurrá-lo de cima de mim.

— Não, fica! — Pediu, assim que eu consegui me levantar.

— Desiste. Eu não vou transar com você em cima de um sofá — Avisei e ele me olhou incrédulo.

— Quem você tá querendo enganar? A gente transou dentro de um lago — Disse exalando ironia.

— Não importa. Não vamos transar neste sofá — Disse sorrindo, ao perceber sua expressão.

— Tá bom, não transamos no sofá. Mas eu sei que você também me quer — Ele deu uma mordidinha no meu pescoço e apertou minha bunda.

— Não está errado. Eu quero — Sorri e ele me retribuiu. — Na sua cama! — Sussurrei no seu ouvido e ele se afastou.

— Não, lá não. Sam, a cama é minha e da Melanie — Falou.

— Eu sei. E você não sente o quão excitante isso pode saber — Disse maliciosa, dando beijinhos no seu pescoço — Saber que quando você estiver deitado naquela cama, vai poder se lembrar das horas deliciosas que tivemos nela.

— Eu não se...

— Shiiu! — Fiz o sinal com o dedo — Só eu falo aqui. Eu gosto disso, você também. Admite Freddie, nós gostamos do pecado. Não é só atração, temos tesão em transar sob às escuras. De saber, que se alguém descobrir, vai haver uma Terceira Guerra Mundial, todos vão querer nos apedrejar — Ri e ele concordou — E fazer isso escondido, deixa cada vez mais gostoso e excitante.

— Você é maluca, mas eu quero, quero tudo com você. Eu aceito qualquer loucura para ter esse corpo novamente — Disse e selou nossos lábios.

Fomos em direção a escada e subimos em meio a tropeços. Abri a porta do quarto e cama e estava ali, grande e impecavelmente arrumada, pelo menos por enquanto.

— Você é cruel! — Ele riu, enquanto eu o jogava em cima da cama.

— E você gosta disso! — Abri os botões de sua calça, arrancando-a junto com a cueca.

Segurei seu membro, o fazendo soltar um gemido. Coloquei os lábios em volta da sua cabecinha rosada e sensível. Mordendo-a levemente, fazendo-o soltar gemidos sôfregos. Lentamente, coloquei todo o seu membro dentro da minha boca, até senti-lo na garganta. Quando fiz isso, ele apertou os músculos com força e soltou um gemido profundo, puxando meus cabelos e os apertando contra seu membro, conduzindo o oral.

Mas algumas estocadas na minha boca, e ele gozou.

Sem dar-lhe tempo de recuperação, sentei sobre sua ereção.

— Ah, que porra! — Gemi, a sensação dele dentro de mim intensificando a aquela pequena e prazerosa dor.

— Mais rápido. — Ele levantou os quadris, me incentivando a ir mais rápido.

Continuei cavalgando lentamente. Seus dedos ásperos apertavam minha cintura com força, como forma de repreensão. Atendendo a seu pedido, aumentei meus movimentos, vendo-o se contorcer.

Mais alguns minutos e nós gozamos juntos, cedi ao cansaço, caindo sobre seu peito

Mas ele inverteu nossas posições e rapidamente me penetrou novamente, enquanto chupava meus seios, os mordendo com força, recomeçando mais umas das seções, que com certeza seriam muitas.

[...]

P.O.V Freddie

Depois de uma tarde cheia de orgasmos e sexo, Sam desabou, ela estava dormindo já fazia algum tempo. E isso já começa a me preocupar, já era noite. E em qualquer momento...

— Amor, cheguei. Está no quarto? — Escutei o grito de Melanie. Tomei um pequeno susto, fazendo Sam levantar a cabeça do meu peito, assustada.

— O que foi? — Ela perguntou atordoada, puxando o lençol para se cobrir.

— Melanie está aqui — Falei puxando minha cueca, que estava no pé da cama.

— Droga! — Sam resmungou pegando rapidamente o sutiã na cômoda e o vestindo.

— Rápido. — Apressei nervoso, enquanto pegava sua blusa que estava quase na porta.

— Cadê minha calcinha? — Ela perguntou olhando ao redor.

— Eu não sei! — Olhei em volta, mexi nos lençóis e nada. — Você tem que ir embora — Disse apavorado, assim que notei uma sombra se aproximando da porta.

— Agora quer que eu vá embora? — Perguntou irônica e revirou os olhos.

— Não vai dar tempo. Você tem que se esconder — Disse apontando para debaixo sa cama.

— Quê? Eu não vou me esconder em baixo da cama. É clichê demais — Sam disse indignada.

— Por favor? Sam? — Quase implorei, ela bufou e abaixou-se, escorregando o corpo para baixo da cama.

— Oi bebê, estava dormindo? — Sam mal entrou debaixo da cama e Melanie entrou no quarto.

— Sim. Eu estava! — Respondi ainda nervoso, ao lembrar-me da loira parcialmente nua em baixo da cama — E você? Se divertiu no Shopping? — Perguntei sentando-me na cama.

— Sim, foi bem legal! — Respondeu soltando às sacolas no chão — Mas admito, fiquei com remorso por ter deixado meu amorzinho aqui sozinho a tarde inteira. — Melanie disse e sentou no meu colo.

—Eu fiquei bem! — Respondi, com um sorriso torto.

"Bem até demais" — Pensei.

— Coitadinho, eu sei que andei meio chatinha essa semana, não te dando atenção, eu estava com com muito trabalho na cabeça, Desculpa amor — Disse, dando um beijinho no meu pescoço.

— Não é você quê tem que pedir desculpas, linda — Falei sem pensar. A consciência bateu a porta novamente. O que eu estava fazendo com esta criaturinha romântica e doce? E que me ama.

— Como assim? Por que você tem que me pedir desculpas? — Franziu a testa, confusa.

— Não. É que eu também andei meio disperso ultimamente — Não era totalmente mentira, passei muito tempo pensando gêmea malvada, esta semana.

— Então, eu acho que agora possamos nos redimir um com o outro — Mal terminando de falar, Melanie colou seus lábios aos meus. Seus lábios macios e aconchegantes, doces e com sabor de morango. Não posso negar, ela ainda me fascina.

— Eu acho melhor não! — Separei nossos lábios, assim que senti seus dedos tocarem minha cueca.

— Você não quer? O que tá acontecendo, Freddie? Você anda muito estranho ultimamente, e nunca antes negou sexo. — Disse levantando-se do meu colo.

— Deve ser porque é você que sempre faz isso — Me exaltei e seu olhar se tornou magoado imediatamente.

— Eu achei que você me entendesse, eu tenho um trabalho, tenho uma casa que cuido praticamente sozinha. Nem sempre estou com disposição para transar — Disse triste.

— Me perdoa, Mel. Eu me exaltei sem motivo — A abracei de lado, não era culpa dela eu estar nervoso.

Quando me soltei dela, Melanie me surpreendeu, se virando e me dando um beijo.

— O que foi? — Perguntei quebrando o beijo.

— Eu preciso de você — Ela respondeu e levou a mão até o fecho de seu vestido, fazendo-o escorregar até seus pés — Quero fazer amor com você — Desabotoou o sutiã e o deixou cair junto com o vestido.

Merda! O que a Melanie estava fazendo?

À esta altura, eu já estavacompletamente apavorado. Melanie está nua bem na minha frente. E Sam está se semi-nua debaixo da cama.

É, eu vou para o inferno.

Se eu não transar com a Melanie agora, ela vai ficar brava comigo. E se eu transar com a Melanie, Sam vai ficar brava comigo.

Que porra! Estou literalmente, entre a cruz e a espada.

Sem ter tempo de raciocinar, Melanie se agarrou no meu pescoço, me fazendo desequilibrar e cair na cama.

— Amor, eu acho melhor não — Tentei tirá-la de cima de mim.

— E eu acho que sim. Eu vou começar a achar que você não me deseja mais.

— Não, não é isso. É que...

— Então, faz amor comigo — Pediu manhosa.

Droga. Eu sei que vou arrepender disso. Selei nossos lábios com força, e girei nossos corpos, arrancando sua calcinha com rapidez.

Quando mais rápido eu fizesse, mais rápido isso acabaria. E talvez, eu disse talvez, Sam não quisesse me matar.

[...]

Minutos depois, desabei sobre seu corpo, estavamos ambos ofegantes. Mas nesse momento minha única preocupação era a loira que estava embaixo da cama.

— Mel, porque você não vai tomar um banho, eu já te encontro lá — Disse para tentar fazer com que ela saísse da cama.

— Tá bom! — Ela sorriu e levantou-se enrolada no lençol.

Assim que Melanie entrou dentro do banheiro e ligou o chuveiro, eu vesti minha cueca rapidamente e o roupão que estava na beira da cama, era bem capaz da loira querer arrancar meu "menino".

Assim que levantei da cama escutei um grunhido de raiva, seguido de Sam, que se levantou, já vestida e com um cara nada boa, ela estava furiosa. Me olhava como se quisesse me devorar vivo.

A fera acordou...

Notas finais
E aí gostaram? Judiei da Sammy. Mas ela merece, não é? Haha Quero comentários! Bjos... P.S.: Ainda vou responder os comentários ;)