Doce Pecado
20 Nos braços de outro e um encontro?
Notas iniciais
P.O.V Do Freddie
Dei dois passos para trás receoso, ela estava com muita raiva e poderia me bater ou fazer algo pior a qualquer momento. Respirei fundo e encarei aqueles olhos tempestuosos que transmitiam toda a sua raiva, seu rosto estava vermelho e ela mantinha os punhos fechados. Ficamos nos encarando, ela deu três passos para frente e encurtou nossa distância, fiquei apreensivo.
— Está com medinho de mim? Fique sabendo que eu não me importo, pode "comer" a sua esposinha à vontade pois eu não dou a mínima! — Sussurrou me encarando com firmeza, batendo no meu peito com o dedo indicador.
Enguli em seco, esperando receber alguma agressão vindo dela que parecia estar querendo me matar. Ela sorriu maldosa, sa mão foi para o meu membro e ela o apertou com força, muita força. Mordi o lábio inferior prendendo o grito, aquilo doeu pra caralho.
Ela deu um sorrinho debochado e se afastou indo embora, saiu do quarto em silêncio e eu fiquei ali parado digerindo suas palavras e sentindo meu membro latejar de dor. Suspirei aliviado mesmo estando quase chorando, pensei que ela fosse arrancar o meu "amiguinho", essa mulher é louca...
"Onde está essa maldita calcinha?"
Pensei procurando-a, dei uma rápida vasculhada pelo quarto e quando já ia desistir de procurá-la acabei tropeçando em algo. Olhei para o chão e vi minha camisa que estava quase debaixo da cama, me abaixei pegando-a e para a minha surpresa encontrei a calcinha da Sam embolada nela.
"Caramba, ainda bem que estava junto com minha camisa e se tivesse jogada no chão? Eu estaria muito fodido..."
Sorri admirando a pequena calcinha preta rendada, aquela peça delicada entre os meus dedos me levou à imagem da Sam usando-a.
"Oh, tão sexy nessa minúscula calcinha."
— Por quê está demorando tanto, amor?
Era a minha mulher me chamando, me assustei quando ouvi o barulho da porta do banheiro sendo aberta e em pleno desespero, louco para me livrar daquela calcinha, eu fiz a primeira coisa que me veio em mente.
Enfiei a calcinha dentro da boca escondendo-a da Melanie,nsenti ela se aproximando e parando atrás de mim, paralisei.
— Está tudo bem? — Perguntou tocando no meu braço direito, estremeci.
Nunca pensei que pudesse passar por aquela situação, com a calcinha da minha quase amante inteirinha na boca... Com o cheiro e o gosto dela,nparecia surreal.
Assenti pois não poderia falar com uma calcinha dentro da boca, aquilo era loucura, mas foi o que eu fiz, a Melanie não poderia ver de jeito nenhum.
— Vamos para o banho, bebê. Eu preciso de você, que tal me ajudar esfregando as minhas costas, hum? — Ela me abraçou por trás, dscorregou as mãos para o meu membro dolorido dando uma leve apertada.
Me deu vontade de gritar, a dor só piorou...
Era um pedido tentador, tomar banho com minha esposa, mas no momento eu só estava pensando na Sam.
Afastei suas mãos e me virei rapidamente me livrando dos seus braços, corri para o banheiro e tranquei a porta. Retirei a calcinha da boca e pude respirar aliviado.
— O que foi, amor? Está tudo bem? — Bateu na porta do banheiro, preocupada.
— Não... Estou com dor de barriga! — Menti.
Na verdade, eu havia ficado excitado com tudo aquilo, devo estar ficando louco...
Horas depois...
— Hoje será a inauguração do novo Parque de diversões aqui na cidade. Nós vamos não,bé? — Sorriu animada quando estávamos na sala.
— Hum... Não sei, eu não gosto dessas coisas. — Falei tentando focar minha atenção na TV.
— Ah, por favor, vamos? Vai ser muito divertido, nunca mais fomos a um parque. Deixa de ser chato, bebê. — Disse toda manhosa.
Quando Melanie enfiava uma ideia na cabeça, ninguém era capaz de fazê-la mudar de ideia, pelo menos eu não. Ela sabia ser pesistente e convincente quando queria, eu sempre acabo cedendo.
— Está bem, nós vamos, linda! — Concordei, mas eu nem queria ir, não mesmo.
— Nós vamos nos divertir muito essa noite, você vai amar. Podemos voltar no tempo e curtir como adolescentes, não é? Sem preocupações, apenas você e eu... — Mel começou a tagarelar sem parar e eu me controlei para não revirar os olhos ou fazer caretas, apenas me limitei a concordar maneando a cabeça.
Não estava a fim de conversar, ainda bem que consegui me livrar daquela calcinha e a Melanie não desconfiou de absolutamente nada.
[...]
P.O.V Da Sam
E lá estava eu novamente no apartamento de Ryan, ou melhor nos braços dele. Não posso negar, eu gosto de ficar com ele, às vezes me identifico com o seu jeito. Temos bastante coisas em comum, Ryan é um cara muito legal, sei que com ele nunca ficarei no tédio, sua companhia é agradável,nindispensável e realmente boa para mim.
Vejo que somos mais que bons amigos, nossa amizade é regada de beijos e amassos. Não posso dizer que temos uma amizade colorida, mas o que temos se assemelha à isso, é um pouco complicado. Nunca chegamos à um "acordo", as coisas simplesmente rolam naturalmente...
— O que foi, loira? Tem algo te incomodando? — Perguntou quando saí do seu colo.
"Oh, ele já me conhece..."
— Não... — Menti e forcei um sorriso.
Os gemidos do Freddie e da Melanie não saiam da minha cabeça, como ele pôde transar com ela sabendo que eu ainda estava ali no quarto, debaixo da cama? Eu não deveria ter me incomodado, mas aquilo me desagradou e muito. E mais uma vez fui obrigada a ouvir eles transando, os gemidos da Melanie são tão irritantes,nenojadores.
— Então,nvem aqui para o colo do papai. — Me chamou batendo nas coxas.
Sentei em seu colo novamente, ataquei seus lábios. O beijei com toda a minha vontade, descendo as unhas por sua nuca sentindo sua ereção se formando abaixo de mim. Passei a rebolar arrancando alguns gemidos abafados, ele começou a levantar minha blusa. Desgrudei nossos lábios,nlevantei os braços e ele tirou minha blusa rapidamente.
Ergui o meu corpo permitindo ele desabotoar minha calça, saí do seu colo e me livrei dela depressa, ficando apenas de lingerie. Ryan estava apenas de bermuda, a puxei para baixo, ele estava sem cueca e seu membro saltou semi-ereto.
Me abaixei agarrando seu membro, o coloquei na boca sem perder tempo. Suguei sua glande devagar, a contornei com a língua e comecei a chupá-lo.
— Oooh... — Gemeu alto e rouco, agarrando meus cabelos.
Senti seu membro crescendo em minha boca na medida em que eu o chupava. Relaxei a garganta e o enguli até onde podia, seus puxões em meu cabelo estavam me excitando.
Comecei a masturbar o que não cabia em minha boca, ele era grande e grosso na medida certa. Voltei a sugar sua glande, ergui meu olhar para admirar suas expressões, ele gemia de olhos fechados, aquela visão me deixava ainda mais animada.
Massageei seu membro que estava completamente ereto, pulsando em minhas mãos. Lambi e soprei sua glande, rocei meus dentes levemente ali.
— Aaaaah, porra que boca maravilhosa! — Gemeu dessa vez mais alto.
Voltei a chupá-lo com mais vontade, ele finalmente chegou ao limite se aliviando em minha boca.
[...]
Tirei minha lingerie, deitei no sofá e abri as pernas. Ryan sorriu malicioso,nencaixou a cabeça entre elas e começou a retribuir o sexo oral que fiz nele. Agarrei seus cabelos com força, sentindo seus dedos me abrindo e dando espaço para a sua língua, alternando entre lambidas, chupadas e sugadas em meu clitóris, me levando ao paraíso...
Minutos depois...
Voltei a sentar em seu colo. Ryan novamente já estava ereto sentado no sofá, ergui meu corpo e peguei seu membro direcionando até a minha entrada, eu estava pronta para ele. Desci deslizando seu membro para dentro de mim...
— Ah, porra, você é grande... — Gemi sentindo ele todinho dentro de mim.
A sensação era deliciosa,.ele agarrou minha cintura com firmeza e eu comecei a me movimentar,nsubindo e descendo sem pausas.
— Caralho! Você é muito gostosa, tão apertadinha...
Gemi alto sentindo ele apertar minha cintura, ele passou a se movimentar junto comigo. Movendo os quadris para cima, me penetrando com firmeza do jeito que eu gosto. Seu olhar se fixou em meus seios que pulavam freneticamente de acordo com meus movimentos, cravei minhas unhas em seus ombros. Nossos corpos se chocavam deliciosamente,nestava sendo tão prazeroso transar com ele, melhor do que eu imaginei...
[...]
— Já vai, loira? — Perguntou me observando a vestir minhas roupas.
— Sim. — Respondi.
— Foi uma das melhores transas da minha vida. — Admitiu sorrindo, satisfeito.
— Eu sei... — Sorri convencida, calçando meus sapatos.
"Igualmente..." Pensei.
— Quer sair comigo? Hoje à noite vai inaugurar um Parque de diversões, topa? — Perguntou me acompanhando até a porta.
— Claro que topo! — Concordei e ele abriu a porta para mim.
— Te pego às oito, ok?
— Okay. — Nos despedimos com um selinho e eu fui embora.
E no final das contas, fui embora para casa muito satisfeita, completamente saciada. Se eu soubesse que transar com o Ryan fosse tão bom, já teria feito isso antes...
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