Doce Pecado
9 Pegando Fogo
Notas iniciais
PDV Freddie
Senti meu rosto empalidecer após Mel falar que Sam dormiria na nossa casa. Não sei se aguento esse demônio loiro na mesma casa que eu.
— Amor! Tá tudo bem? – Perguntou Melanie.Com certeza meu rosto deveria estar branco – Você bebeu demais. Está passando mal? – Perguntou preocupada.
— Nã-Não..Eu estou bem – Gaguejei e vi um sorriso travesso escapar dos lábios de Sam — Porque a Sam vai dormir lá em casa?
— Porque ela está bêbada, assim como você. Não pode dirigir, papai e mamãe já foram pra casa. E também está tarde – Mel falou e eu assenti.
Começamos a caminhar em direção a saída, Melanie na frente e Sam ao meu lado, conseguia ver ela sibilar coisas indecentes como: ‘’Vou te esperar na minha cama’’ ou ‘Quero você me fodendo com força’’. Na sua boca, aquele sorriso debochado que nunca saia de lá, enquanto levava aquela taça de champanhe aos lábios vermelhos. Ela estava tentando me provocar e estava conseguindo.
Chegamos ao estacionamento. Melanie entrou e sentou-se no banco do motorista. Abri a porta e senti Sam se jogar em cima do carro, derramando todo o líquido da taça em cima do banco.
— Sam! Quê isso? –Gritou Melanie, ao ver a irmã caída em cima do banco. Seu vestido consideravelmente levantou com isso, mostrando sua bunda. Virei o rosto, não podia me desconcentrar.
— Eu tropecei! Foi mal – Se desculpou erguendo-se. Parei de prestar atenção no seu quadril e olhei pro meu carro.
— Olha o que você fez com estofamento do meu carro – Falei indignado e ela apenas deu ombros – Você molhou o meu bebê – Choraminguei olhando o champanhe espalhado.
— Chorão! – Sam riu olhando minha expressão.
— Amanhã resolvemos isso Freddie. Vamos pra casa – Assenti, Sam entrou abriu a porta de trás e entrou – Anda Freddie, estou cansada. Entra logo no banco de trás.
— Banco de trás? – Sussurrei olhando para a loira malvada.
— Sim, o banco está todo molhado – Falou e eu assenti, entrando e sentando-se o mais longe possível de Sam, do lado esquerdo, atrás da Melanie.
— Tá com medo baby? – Sam sussurrou após ver meu nervosismo ao sentar do seu lado.
— Shii – Sussurrei levando o dedo a boca, para que ela se calasse, apesar do rádio estar ligado, temia que Melanie escutasse.
— Por que foge de mim Freddonho? – Provocante, se aproximou de mim – Eu não vou fazer nada que você não queira.
— Esse é o problema, eu quero! – Deixar escapar, sem querer.
— Eu sabia! – Se afastou batendo pequenas palminhas. Não respondi, na verdade, não sabia o que responder. Não era mentira – Você merece um presentinho, depois dessa revelação nada surpreendente! – Debochou e sentou-se mais perto de mim. Enquanto eu olhava para minha esposa, tinha um leve sorriso nos lábios e parecia estar bem longe do carro.
Senti meu corpo inteiro tremer ao ver a mão de Sam sobre a meu zíper, o puxando pra baixo. Olhei desesperado para a loira em minha frente, e ela apenas deu um sorrisinho.
Suas mãos entraram em minha cueca, tocando meu membro rígido. Ela o puxou pra fora, e ele saltou completamente duro.
— Oh, tão grande! – Gemeu apertando a cabecinha entre seus dedos. – Que delicia.
— Para com isso, sua vadia – Sussurrei com os lábios semicerrados. Sentia meu membro latejar de tanto tesão. E ela apertando a cabecinha, bem lentamente, me torturando. Minha vontade era apertar sua boca ali, até ela se engasgar!
— Você não se aguenta de tanto desejo. Eu, somente a mamãe aqui pode te fazer delirar de tanto prazer – Falou e sensualmente se aproximou do meu ouvido, dando um leve gemido. Começou a deslizar seus dedos com força sobre minha extensão. Fazendo-me inclinar a cabeça pra trás e tentar camuflar meus gemidos, a música alta também ajudava.
— Chegamos! – Mel gritou desviando minha atenção do teto do carro. Olhei para Sam que já havia se endireitado no banco. Ela tinha a atenção na irmã, como se nada tivesse acontecido, me ajeitei rapidamente, guardando meu membro dentro da cueca. Sentindo-o latejar de dor.
Entramos em casa, Sam e Melanie seguiam na frente, conversando animadamente sobre a festa, enquanto eu vinha atrás, praguejando com todas as minhas forças Samantha Puckett. Como era descarada, depois do que tinha feito, conversava com a Melanie na maior cara de pau.
O que estou dizendo? Eu sou mais culpado disso, mais do que a Sam. Eu sou casado, eu devo fidelidade á minha esposa. Eu, somente eu!
Melanie não merece passar por isso. Tenho que cortar o mal pela raiz, antes que eu acabe envolvido nele. Como se eu já não estivesse...
— Freddie! – Escutei um grito atrás de mim – Amor! Você já vai dormir? Eu vou subir e tomar um banho. Sam foi na frente, está no quarto de hóspedes.
— Pode ir Mel! Eu não comi nada na festa. Vou fazer umas panquecas – Ela assentiu sorrindo e subiu as escadas. Senti-me aliviado, Sam já tinha ido dormir. Não teria ela atrás de mim, e isso seria ótimo, principalmente porque não sei se conseguiria resistir dessa vez.
[...]
— Benson! – Escutei uma voz me chamando e virei. Tendo certamente, a visão mais perturbadora e deliciosa da minha vida — E aí gostou? – Perguntou Sam dando uma voltinha. Ela estava vestida com a minha camisa, que ficou extremamente curta em seu corpo.
— Pra mim tanto faz – Menti dando de ombros, e me virei para o fogão, virando á panqueca. Tentei me controlar, respirei fundo e tentei me concentrar á panela em minha frente, e não na loira seminua atrás de mim. Senti suas mãos em meus ombros e me virei, dando de cara com o enorme decote, ela estava sem sutiã.
— Porque foge de mim? – Fez um beicinho, se apertando ao meu peito.
— Você é louca! – Empurrei suas mãos e me afastei – Eu sou casado! – Gritei, me arrependendo em seguida, Mel poderia ter escutado.
— Eu sou casado e blá, blá, blá! – Debochou revirando os olhos – Chega dessa mesma conversinha. Nós dois sabemos o que você quer, o que nós queremos – Sorriu e se aproximou de mim.
— Para Sam. Qual é o seu problema? Por que faz isso? Eu não entendo o porquê desta tua atitude – Gritei as perguntas rapidamente, realmente tinha muita curiosidade de saber por que ela estava fazendo isso.
— Você não precisa saber de nada! – Respondeu desviando o olhar e se afastando de mim.
— Então realmente aconteceu alguma coisa? – Perguntei e ela permaneceu calada – Me fala Sam! – Chacoalhei seus ombros.
— Você só tem que saber de uma coisa! – Sussurrou calma.
— O quê? – Perguntei rapidamente, vendo-a caminhar até mim.
— Estou sem calcinha! – Respondeu cínica e colou seus lábios nos meus com força.
Não resisti em nenhum momento. Apertei sua cintura com força, nem lembrava mais sobre o que estávamos falando. Sua língua explorava toda minha boca, senti-a dando mordidinhas em meus lábios. Desci minha boca por seu pescoço, sentindo seu aroma natural que me fazia delirar.
Ela arranhava minhas costas com força, Desci minhas mãos por suas costas erguendo minha camisa, que admito, ficou bem melhor nela que em mim. Apertei sua bunda, e ouvi um gemido alto escapar por seus lábios. Tateei mais suas coxas e percebi que ela não estava brincando. Realmente estava sem calcinha.
Coloquei as mãos para trás e senti a bancada da cozinha. Virei rapidamente sentando-a na bancada. Comecei a abrir os botões da camisa, quase rasgando. Terminei de abrir e finalmente vi seu corpo nu. Seus seios fartos e redondos, que eu ansiei tanto ver após o ocorrido da piscina.
— Gostosa! – Sussurrei abocanhando seu seio esquerdo, enquanto massageava o direito com a mão. Sam estava gemendo alto, com as mãos apoiadas para trás da bancada.
—Aahh ...aahh Freddie! – Gemeu ao sentir meu dedo tocando seu clitóris. Massageei seu clitóris com força com o polegar, enquanto meu indicador penetrou sua intimidade.
Sabia que isso era errado. Mas quem liga para o certo ou errado? Eu tenho uma loira gostosa nua e louca pra me dar sentada em minha frente. Continuei penetrando meus dedos em sua intimidade enquanto chupava seus seios.
PDV Sam
O Benson estava fazendo um trabalho maravilhoso em meus seios, os mordia com força, eu estava tão excitada. Conseguia sentir seu membro duro apertando minha coxa. Seus dedos faziam um vai e vem rápido em minha intimidade, enquanto dada mordidas em meu pescoço e seios.
— Vamos logo com isso. Quero que me foda! – Falei ofegante sentindo seus dedos me abandonarem e irem a sua calça, abrindo o fecho e puxando o zíper. Seus olhos estavam negros de luxuria, ele me queria tanto quanto eu á ele.
— Espera! Que cheiro é esse? — Sussurrou enquanto tirava a boca do meu pescoço.
— Não é nada! – Respondi, puxando seus lábios e colando aos meus. Continuei beijando-o com desejo, prazer.
— É sério Sam! – Desgrudou nossos lábios. Suspirei frustrada e ergui a cabeça.
— AI, MEU DEUS! – Gritei arregalando os olhos, a panela que estava no fogão estava encoberta pelas chamas. O fogão também já começava a se encobrir pelas chamas.
O alarme de incêndio disparou como um zumbido agudo, seguido dos hidrantes que explodiram, olhei para a sala e vi Melanie descendo ás escadas rapidamente. Virei para trás, fechando rapidamente os botões da minha camisa encharcada pela água.
— O que aconteceu aqui? — Perguntou incrédula, ao entrar na cozinha e vê-la completamente alagada.
— Pelo menos o fogo parou! – Suspirei aliviada ao ver que as chamas já tinham sido consumidas pela água.
— Vocês estão bem? Se machucaram? — Perguntou aproximando-se de Freddie preocupada.
— Estamos bem. Me distraí vendo o jogo e esqueci o fogão ligado – Respondeu vendo seu olhar interrogativo. Mentiroso, até que tá aprendendo rápido Benson.
— Que bom que não se machucaram! – Abraçou Freddie pela cintura.
— Ótimo. Vamos dormir, amanhã chamamos alguém pra limpar isso tudo! – Freddie falou puxando Melanie pela mão, eles subiram escada acima. Não pude evitar uma risada, ele estava fugindo de mim.
— Mas isso não fica assim Benson! – Sussurrei olhando para a bancada onde a minutos eu estava sentada – Você ainda me deve um orgasmo – Ri e subi as escadas.
O tempo estava acabando, em pouco tempo ele estaria na minha cama.
— E não na sua, irmãzinha! – Gargalhei e entrei no quarto, tirei a camisa e deitei na cama. Esperaria ele assim, nua.
[...]
Passaram-se mais de trinta minutos e confesso, já estava ficando frustrada. Como ele pode ser tão idiota: Eu sou lindo, sou gostosa. E ele insistindo em manter o casamento patético. Por que eles estão juntos? amor? Não acredito no amor.
— E nem deveria – Completei em voz alta – Pois o casamentozinho perfeito está desmoronando. Pedra sobre pedra, cada vez vai afundar mais – Gargalhei maldosa.
Levantei da cama irritada, peguei a camisa que estava jogada no canto do quarto e a vesti. Segui pelo corredor e cheguei à porta do quarto do deles, coloquei minha mão na maçaneta. Mas o que diria se entrasse ali. Abaixei-me e coloquei o olho na fechadura, meus olhos não puderam acreditar no que estavam vendo.
Eles estavam transando.
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