Doce Pecado
10 Doce vingancinha
Notas iniciais
P.O.V Da Sam
Não estava conseguindo acreditar no que meus olhos estavam vendo. Como ele ousa procurar a Melanie para se aliviar, se fui eu que o deixei duro? Isso não vai ficar assim, eu não vou deixar barato, ninguém faz Sam Puckett de besta. Fiquei o esperando por um bom tempo, até tirei a roupa para facilitar todo o seu trabalho e agora me deparo com isso? Ah, Freddie, você vai se arrepender...
Saí dali rapidamente, voltei para o quarto de hóspedes, bati a porta com força sem me importar se eles ouviriam ou não. Me deitei na cama e me enfiei debaixo do cobertor, comecei a ouvir gemidos. Gemidos da Melanie, ela gemia como se aquela fosse a primeira vez que estava sendo fodida. Malditos gemidos irritantes, nem isso ela sabe fazer direito. Gemidos tem que ser excitantes e não enojadores.
Me virei tentando me acomodar na cama, perdi até a conta de quantas vezes mudei de lado e posições. Eu só queria dormir, mas os pombinhos estavam sendo barulhentos até demais, peguei um travesseiro e o usei para abafar um grito. Eu estava com raiva, muita raiva. E a última coisa que ouvi foi um alto gemido do Freddie, com certeza aquilo anunciava que ele havia alcançado o orgasmo, isso me deixou ainda mais irada.
Era eu que deveria está dando prazer a ele e não ela... Ele vai se arrepender por não ter me procurado. Depois de algum tempinho, logo os gemidos recomeçaram.
[...]
No dia seguinte...
— Bom dia! — Fui saudada por uma sorridente Melanie assim que entrei na cozinha.
— Bom dia maninha... E cunhadinho! — Forcei um sorriso enquanto me aproximava e me juntava a eles para tomar café.
— Bom dia. — A voz dele saiu rouca, ele nem sequer me olhou e continuou comendo.
— Dormiu bem? — Melanie perguntou, como sempre exalando sua doce gentileza.
— Sim. Dormi maravilhosamente bem, feito um anjinho. — Menti enquanto começava a me servir.
" Eu dormiria bem se eu não tivesse ouvido seus gemidos, sua imprestável que nem sabe gemer direito." Pensei.
Tomei meu café da manhã em silêncio, ouvindo a Melanie tagarelar, ela estava esbanjando um bom-humor que estava me dando até náuseas. Às vezes o Freddie me olhava, e eu apenas sorria para ele mascarando a minha raiva.
Minutos depois...
— Já vou indo. Valeu pela hospedagem, o café-da-manhã estava delicioso. — Falei para a Melanie, me limitando a ser o mínimo educada e agradecer por ela ter me deixado dormir em sua casa.
— Ah, que isso Sammy? Não precisa me agradecer. Nossa casa também é sua casa! — Disse ela sorrindo.
Forcei um sorriso assentindo, e logo saí dali, subi para pegar minha bolsa lá no quarto. E quando desci, encontrei o Benson sentado no sofá, passei por ele indo direito para a porta, querendo sair daquela casa o mais rápido possível.
— Volte sempre, cunhadinha. — Ouvi ele falar num tom provocativo e malicioso.
— Claro, baby! — Falei antes de ir embora.
Ele estava me provocando, sabia que eu tinha ouvido eles ontem à noite. Não foi só uma rodada, eles haviam transado quase a noite inteira e me senti torturada sendo obrigada a ouví-los.
Assim que entrei num táxi, procurei o número do Ryan nos meus contatos.
[...]
Horas depois, às 20:15 da noite...
— Você tem um belo apartamento! — Elogiei assim que entrei no "lar doce lar" de Ryan, fui recebida calorosamente.
Oh, esse homem tem um fogo, ele exala gostosura e excitação. E também é sem dúvidas um dos homens mais lindos que já vi em toda a minha vida.
— Eu já arranjei a câmera, loirinha. — Informou me agarrando por trás, colocou todo o meu cabelo para frente do meu corpo e começou a beijar meu pescoço.
Sorri satisfeita, sentindo suas mãos firmes deslizarem por minhas curvas, ele deu um mordidinha no meu lóbulo direito, me arrancando um gemido.
— Calminha aí, gatão. — Consegui me livrar de seu agarro e me virei para ele, pondo as mãos em seu peito, mantendo um certa distância entre a gente. — Você sabe, será apenas uma encenação, certo? — Falei fitando aqueles olhos azuis, penetrantes.
— Certo. — Ele concordou desanimado, soltando um suspiro. Seu olhar desceu para o meu decote e ele sorriu maliciosamente.
— Me mostre o seu quarto... Ainda precisamos arranjar um bom ângulo para poder filmarmos nosso vídeo pornô caseiro. — Falei arrancando um risadinha dele.
— Seria um pornô caseiro mesmo se tudo não passassem de uma encenação! — Resmungou.
Alguns minutos depois...
— Prontinho, achei um ângulo perfeito. — Avisou Ryan arrumando a câmera em cima do criado-mudo que ele arrastou tirando do lugar e posicionou o móvel de maneira que a câmera pudesse capturar a imagem da cama.
Me levantei da cama e logo tratei de me livrar do meu vestido, o Ryan se aproximou com aquele sorrisinho malicioso que só ele tem. Me agarrou pela cintura, roubando-me um beijo, agarrei sua nuca dando passagem para sua língua. Aprofundamos o beijo quando ele agarrou minha bunda, apertando-a me fazendo dar um impulso, enlacei minhas pernas ao redor de seus quadris. Eu estava apenas de lingerie e ele estava apenas usando uma boxer preta que por sinal já estava ficando apertada.
Minutos depois...
Ele programou a câmera, voltou para cama e eu já estava o esperando apenas de calcinha, o puxei fazendo com que ele se deitasse sobre mim, em seguida puxei o cobertor nos cobrindo apenas da cintura para baixo. Não tirei minha calcinha e nem ele tirou a cueca, não havia necessidade, só seria uma encenação.
Quando ouvimos o barulhinho da câmera ligando automaticamente, iniciamos nosso vídeo erótico.
[...]
Arranhei suas costas enquanto gemia sentindo sua boca fazer um ótimo trabalho no meu seio esquerdo, meus seios estavam expostos para que a câmera capturasse a imagem de Ryan os chupando. Ele estava entre minhas pernas, esfregava com vontade sua ereção coberta pela cueca na minha intimidade ainda coberta, ele estava duro e soltava gemidos prazerosos e sôfregos enquanto imitava movimentos rápidos e fortes de uma penetração.
E claro, eu também estava fazendo minha parte, marcando suas costas com minhas unhas, recebendo suas chupadas com prazer e gemendo loucamente.
— Porra... — Gemi quando ele prendeu meu mamilo direito entre os dentes, puxando-o.
Aquilo estava me excitando, já era nítida toda a umidade que devia está marcando minha calcinha, deixando-a molhada. Depois de longos minutos soltando gemidos e palavrões, movimentando nossos corpos e fazendo uma bela encenação de sexo, finalizamos nosso vídeo.
[...]
— E aí? Como o vídeo ficou? — Ryan perguntou saindo do banheiro.
— Ficou ótimo. 10 minutos foram o suficiente! — Respondi. — Fizemos um bom trabalho! — Falei erguendo meu olhar para vê-lo.
Puta merda! Ele nu é um verdadeiro deus grego, encarei seu membro que ainda estava um pouco ereto. Caralho, que delícia... Ele é grande do jeito que eu gosto.
— Pode admirar já que você não soube aproveitar! — Afirmou terminando de enxugar o cabelo, colocou a toalha no ombro. — Eu tive que me aliviar no banho! — Falou me fazendo rir.
Deixei a câmera de lado e me levantei da cama, indo até ele.
— Eu deixei você chupar os meus seios, pode ficar tranquilo, eu ainda vou te recompensar. — Avisei colocando as mãos ao redor do seu pescoço, seu olhar desceu pelo meu corpo semi-nu.
— Por quê não recompensa agora? — Indagou me agarrando pela cintura, senti seu membro duro encostar na minha barriga.
— Já disse que não. Tudo ao seu tempo, hoje não é o momento. Acredite, eu cumpro com minhas palavras. — Falei antes de capturar seus lábios juntando-os aos meus.
Seus beijos são bons, na verdade são maravilhosos, mas não podem ser comparados aos beijos de um certo moreno.
[...]
— Espero que se delicie com esse vídeo, tenho certeza que você vai amar, Benson. — Murmurei irônica, tenho essa mania de falar sozinha.
Mexi no meu Notebook, havia anexado o vídeo que já estava pronto para ser enviado.
Por fim, mandei o vídeo diretamente para o seu E-mail. Graças ao Ryan, sem ele eu não saberia como cumprir minha doce vingancinha.
— Prontinho, vídeo enviado. — Sussurrei sorrindo, desliguei meu notebook e o deixei em cima do criado-mudo.
Me joguei na minha cama rindo ao imaginar sua reação quando assistir o vídeo em qual estou supostamente transando com seu melhor amigo.
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