Doce Pecado
16 Happy Birthday, Benson - Parte 2
Notas iniciais
PDV Sam
O Benson vai amar à minha surpresa. Já estava saindo tudo perfeitamente como eu tinha planejado. Eu já estava na casa de campo, de papai. Ele e Pam, viajariam por uma semana, o que faria meu plano ser executado com sucesso.
Já estava tudo pronto, o bolo, o presente, à cama, eu já havia comprado uma lingerie perfeita, que vai deixá-lo babando.
Distraída, escitei meu celular tocar e corri para à sala pegá-lo, poderia ser o tio Carmine, dando notícias.
— Alô! — Atendi, sem nem ao menos olhar no visor.
— Mas que droga, Sam. Cadê você? — Era Ryan, e ele parecia nervoso.
— Eu precisei sair, você sabe — Disse dando ênfase.
— Que ideia maluca foi essa? Sequestrar o Freddie. Jura? — Perguntou incrédulo.
— Eu disse o que ia fazer. E você não contestou — Disse ríspida.
— Eu não achei que você tivesse coragem. Você tem noção no que tá se metendo, Sam? A Carly viu, e a Melanie chamou a polícia — Disse praticamente gritando. Ryan, porque tão escandaloso?
— E daí? — Perguntei com desdenho.
— Por favor, Sam! — Ele baixou o tom de voz — Volta pra cá. Todo mundo está desesperado, a Carly viu os caras pegarem o Freddie e o jogarem dentro do porta-malas.
— Não tem problema, está tudo planejado. Vou conversar com o Freddie, e pelo que lembro, ele é um ótimo mentiroso — Ri lembrando das mentiras que já tivemos que inventar para Melanie, e o Benson se saiu muito bem.
—Por favor, Sam. Pensa nas consequênci...
— Tchauzinho, baby! — O interrompi, cortando à ligação, e em seguida desliguei o celular, não quero que ninguém interrompa meu delicioso final de semana.
— Chegamos, pequena Sammy! — Tio Carmine gritou, assim que entrou na sala, junto com Chaz.
— O que vocês fizeram com ele? — Perguntei assim que vi Freddie desacordado sobre seu ombro.
— Você não mandou pegar o garoto? — Perguntou indiferente. E jogou Freddie em cima do sofá.
— Sim. Mas não era para machucá-lo — Me agachei ao sei lado e percebi um pequeno corte na sua testa — Precisava mesmo de tudo isso?
— Você trabalha com profissionais Sammy, foi um sequestro real.
— Mas não precisav... Deixa pra lá. Obrigada tio. Podem ir, eu me viro de agora em diante. Depois acertamos o serviçinho — Falei e eles saíram.
Fui até a cozinha e peguei uma maleta de primeiros socorros, para fazer um curativo na testa do Benson. Depois que terminei, com um pouco de dificuldade o levei para a cama. Quando finalmente consegui arrumá-lo, vi que ele estava começando a despertar. Corri até o closet e arranquei o roupão. Estava na hora.
PDV Freddie
Abri os olhos com um pouco de dificuldade. Minha cabeça estava pesada. Depois de piscar os olhos umas cinco ou seis vezes, consegui erguer à cabeça.
Que merda é essa?
Eu estava em um quarto grande e admito, muito bonito. A janela estava aberta e parecia ser um local isolado, como uma casa de campo, só havia árvores lá fora. Isso era mais que estranho. O que eu estava fazendo aqui?
Lembro de poucas coisas. Eu saí para fora de casa tomar um ar, e de repente, tudo ficou escuro.
Mas com certeza, o que mais me surpreendeu foi o bolo artificial de mais de dois metros de altura em frente à cama. Luzes vermelhas começaram a piscar, seguido da luz do quarto que se escureceu.
— Feliz aniversário, Benson! — Me surpeendi ao ouvir aquela voz.
Sam saiu de dentro do bolo. Eu estava hipnotizado. Aquela voz, aquele perfume inavadindo o quarto, aquele corpo. Coberto apenas por uma pequena lingerie vermelha e uma camisola curta e transparente, com cintas ligas e um salto preto.
Uma música envolvente começou a tocar e a loira começou a e movimentar, mexendo os quadris sensualmente. Eu estava estupefato, ela sabia o que estava fazendo, estava me deixando louco, e principalmente, muito excitado, ela apertava seus seios com força, soltando gemidos, enquanto olhava fixamente para mim.
Logo virou-se de costas, me dando visão de sua linda bunda, que seguia o mesmo movimento, mexendo de um lado para o outro, enquanto começava a erguer a ponta da camisola, que já era curtíssima e transparente. Eu estava tendo perfeita visão de seu corpo aquela mínima peça de roupa era completamente desnecessária.
Depois de alguns segundos, Sam voltou a posição inicial, me olhando e dando uma pequena risadinha ao notar o volume na minha calça.
— Surpreso? — Ela perguntou assim que a música acabou, e me empurrou na cama, sentando nas minhas coxas.
— O quê é tudo isso? — Apontei para ela e para o bolo.
— Um bolo? — Ironizou e eu revirei os olhos — É um presente de aniversário — Apontou para a pequena fitinha vermelha em seu cabelo, que formava um lacinho em sua cabeça — Tive que te sequestrar para dar seu presente, que além de ter à mim, você também ganhou uns dias comigo nessa casa incrível.
— Você é louca! — Exclamei ainda sem palavras. Ela havia mesmo me sequestrado?
— E você é louco por mim. — Sussurrou colando seus lábios aos meus, me dando um selinho.
Sam levantou-se da cama. E saiu do cômodo, logo voltando, com uma garrafa de Champanhe na mão e duas taças na outra. Ela se sentou ao meu lado, sorrindo e entendeu a garrafa para mim.
— O que foi? — Perguntou ao perceber que eu estava imóvel.
— Meu Deus... — Sussurrei para mim mesmo — Você me sequestrou, mesmo? Como? O que nós vamos fazer? — Disparei um monte de perguntas. Só agora me dei conta do quanto isso foi maluco e inconsequente.
— É, não se preocupa. Eu tenho um plano — Disse calma — E desculpe pela cabeça... — Fez uma careta e apontou para minha testa. Levei a mão à cabeça e senti o hematoma.
— Eu não estou acreditando nisso! -Disse ainda paralisado.
— Nem eu acredito que você queira desperdiçar tudo isso — Deu ênfase apontando para o próprio corpo.
Não tive tempo de responder, pois logo senti seus lábios esmagarem os meus. Mas a consciência não me deixava, não estava conseguindo acompanhar seu ritmo. A imagem doce e inocente da minha esposa não me saiam da cabeça.
— Você estragou tudo! — Ela irritou-se e descolou nossos lábios.
— Por quê? — Perguntei vendo ela levantar de cima de mim, arrumando a camisola.
— Você está tenso. E eu cansei desse seu beijo, parece que você tá com nojo de mim — Falou irada — Não é o seu beijo. Você tá estranho.
— Desculpa, não é isso. Mas Sam, eu sou casado. Isso não é certo -Disse
— Eu cansei Freddie, cansei desse teu papo de maridinho fiel. Eu e você sabemos não é verdade. É agora ou nunca. Você me quer? Sim ou não? — Disse com uma seriedade, que eu pensei que nunca veria nela.
Droga! Eu não sei o que fazer. Eu queria mas... Não posso. Com a demora da minha resposta, Sam se virou, caminhando em passos largos até à porta.
Meu subconsciente está em conflito, a todo momento eu tentava considerar as probabilidades de me arrepender depois, e eu já sabiam que eram muitas, mas estava cansado.
Sam e eu já estávamos nesse jogo a tempo demais, e eu tinha duas opções: Cair de cabeça nessa loucura, ou dar um fim de uma vez por todas. Mas não estava preparado, não sei se conseguiria vê-la longe de mim.
Quando tomei uma decisão, caminhei até ela, puxei seu braço e fazendo seu corpo se chocar contra a porta. Selei nossos lábios, eles tinham o mesmo gosto que eu me lembrava, macios, aconchegantes e mais que deliciosos.
O gosto era único, gosto de Sam, uma mistura doce e absurdamente sensual.
Ela elevou seus braços ao meu pescoço, enlaçando os mesmos em meu pescoço e raspou suas grandes unhas pretas na minha nuca, e tinha certeza que eu sairia com as mesmas marcas do dia do banheiro.
E sinceramente estava pouco me importando. Arrepiei-me com suas unhas subindo e descendo pelas minhas costas, e soltei um suspiro pesado quase que automaticamente.
Ela riu quando percebeu o efeito que tinha sobre mim com um simples gesto. Ela era uma droga, um veneno, que eu tinha certeza que sucumbiria cada vez mais.
Segurei seus cachos loiros com uma mão. Enquanto com a outra empurrava Sam pra trás, até que sofresse o baque contra a parede.
O contato de seu corpo com o meu era a única coisa que mantinha a camisola presa ao seu corpo, quando consegui abaixar as finas alças, e logo tratei de quebrar o beijo e me afastar. Ainda a segurando contra a porta.
Fiz o tecido deslizar pelo seu corpo, lenta e gradativamente.
Ela estava maravilhosa com o conjunto vermelho, que se destacava em sua pele extremamente branca. Os seios deliciosamente guardados no sutiã de renda, a calcinha pequena, também rendada. Somente com essa primeira visão que tive, pude sentir meu interior começar a esquentar.
Ela era mais que gostosa, mais do que eu havia imaginado, uma verdadeira beldade. Puta que pariu! porque eu tinha demorado tanto?
Quando vi seu sorriso se amplificar, foi impossível não abocanha-los novamente. Pareciam ainda melhores. Mordi seu lábio inferior a sentindo gemer suavemente.
Tudo nela conseguia me excitar de uma forma surpreendente, quase surreal. Percorri as mãos sobre seu corpo, parando no seu quadril, movimentando minhas mãos ali. Seus carinhos em minha nuca não cessavam. Cravava suas unhas e arranhava agressivamente.
Me abaixei até alcançar a curvatura de seu pescoço, sua cabeça pendeu para o lado no mesmo segundo. Rocei meu nariz em sua pele, aspirando todo seu aroma impregnado nela, que me embriagava.
Meu corpo inteiro se eletrizou quando sua mão desceu, tocando meu abdômen. Ela subiu e o tecido saiu calmamente.
— Isso não é justo, também quero te ver. Eu mereço ver esses músculos – Sussurrou em meu ouvido, dando um mordida sensual.
Me soltei dela arrancando minha camisa. Colando seu corpo ao meu, levei minhas mão diretamente para suas costas. Desprendendo o fecho de seu sutiã. Seus seios saltaram assim que soltei o sutiã, seus seios fartos e macios, seus mamilos completamente enrijecidos pela excitação. Eu não me cansava de olhá-los. Seu rosto estava neutro, apesar de continuar com seu costumeiro sorriso travesso.
— Tão gostosa...Você é uma delícia – Sussurrei no seu pescoço, recebendo uma gargalhada dela.
Minha boca salivou, aproximei-me de seus seios e rodeei a auréola com a língua. Suguei sua pele vendo-a ficar avermelhada. Eu poderia ficar ali pelo resto da vida, sentia ela curvar as costas, quando eu mordia, sabia que era doloroso. E isso tornava tudo tão mais sexy.
Sabia que ela estava adorando, seus gemidos comprovavam isso, me deixando cada vez mais excitado e com vontade de fodê-la até amanhã.
Toda essa atração que senti por ela nas últimas semanas, suas provocações me ficavam ficar cada vez mais louco. Eu queria concretizar cada pensamento insano e erótico que tive todo esse tempo.
Eu iria transar como nunca, e estava pouco me fodendo para às consequências que viriam. Quero foder essa mulher a noite toda e vou fazer isso.
— Já está molhada, Sam? – Perguntei provocante apertando sua bunda, ainda puxando seus mamilos entre os dentes.
— Talvez. Você não quer ver ? – Falou provocante e sensual. Eu não podia mais me segurar, eu queria isso.
Soltei seus seios. Repousei minhas mãos em seu quadril e me ajoelhei, ficando de frente com sua barriga lisa. Coloquei meus lábios ali dando leves mordidas, seus gemidos soavam altos, misturados com as
palavras obcenas que saia de sua boca.
Quando cheguei a sua virilha, senti meus cabelos sendo puxados de forma violenta. Empurrando minha cabeça ao local onde ela realmente queria. Não demorei a tocar sua calcinha, beijei o local completamente molhado, em cima de seu clitóris sedento.
— Tão molhadinha... Delícia – Mirei seus olhos azuis, ela se mantinha completamente focada em mim.
Pressionei novamente meus lábios no local, ouvindo-a gemer enquanto puxava meus cabelos com força. Prendi sua calcinha entre os dentes e desci o tecido até o meio de suas coxas, terminando de tirará-la. E até esse momento só tinha certeza de uma coisa.
Essa garota seria minha ruína.
Fiquei de pé novamente, olhando seu corpo nu. A empurrei com força a fazendo encostar novamente na parede.
— Você já comandou por muito tempo. Eu não sou o tipo de mulher que se deixa ser dominada – Riu, virando-me e me empurrando contra a parede – Eu domino!
Me surpeendi, quando vi o quão diferente ela era, eu não havia transado com muitas mulheres. Não, que eu não quisesse, eu não tivesse opções mas comecei a namorar Melanie muito jovem. E estava acostumado com sexo casual, simples, tipo papai e mamãe, além do mais Melanie não gostava muito de preliminares, fazia um boquete quase pedindo pra sair.
Sam era diferente de todas as mulheres que eu havia transado, sexy, sensual, sem medo de explorar. Eu estava adorando isso.
Suas mãos escorregaram pela minha calça jeans, logo descendo o zíper edeixando o tecido escorregar de forma livre pelas minhas pernas. Tocou minha boxer que a esta altura estava mais que apertada, e logo tratou de desce-lá.
Meu membro pulou pra fora do tecido. Duro como pedra. Minhas veias saltadas, eu sentia um pequeno incomodo, estava começando a doer.
— Melhor do que eu me lembrava. Parabéns, Benson – Sorriu maliciosa, envolvendo meu membro com suas pequenas mãos. Apertando a glande e esfregando dois de seus dedos.
Desceu suas mãos, subindo em seguida, começando com movimentos dolorosamente lentos. Eu estava me segurando pra não gozar agora mesmo. Fechei meus e logo senti sua boca o envolvendo. Dei um gemido alto ao sentir sua boca se movimentar com força.
— Vadia desgraçada! – Falei alto. Fechando meus punhos e batendo com força contra a parede. Fechei meus olhos firmemente, escutando sua risada. Eu estava delirando de prazer.
— Fala de novo! – Gemeu olhando para mim insinuante – Adoro ser chamada assim no meio de uma transa. Sua voz é tão sexy!
— Minha vadia – Rangi os dentes. E vi o sorriso travesso apossar seus lábios.
Antes de explodir tirei meu membro de sua boca, a deixando surpresa e a fiz entrelaçar as pernas em minha cintura. Senti meu membro se chocar com sua intimidade depiladinha. Levantei seus braços prendendo-os em cima da cabeça, a encostando na parede, segurei fortemente meu membro, o apertando em cima de seu clitóris.
— Gosta de ser chamada de vadia? Então irei te tratar como uma – Rosnei apertando mais seus braços contra a parede vendo-o ficar vermelho.
Girei meu pênis de forma dura em sua intimidade completamente molhada. Queria que ela implorasse por mim. Sam havia me torturado por malditos dias, era o mínimo que ela merecia. Bati minha glande em sua intimidade a fazendo gritar.
— Para de brincadeira, Benson! – Sussurrou irritada com a minha provocação. Em um rápido movimento pulou de meu colo, me empurrando pra cama que estava do nosso lado, me fazendo cair deitado.
— Eu não imploro por ninguém, querido – Sussurrou provocante, sentando em minhas coxas – Os outros imploram por mim! — Riu
— Mas apela, não é? – Retribui a provocação, vendo-a resmungar.
— Com você? – Riu debochada – Não chega a tanto!
— Eu não teria tanta certeza, baby – Ri também apertando com força seu quadril, e ela ergueu seu corpo por alguns segundos, deslizado meu pênis pra dentro de si.
Ela gemeu alto, mordendo os lábios com força. Eu também tentei reprimir ao máximo um gemido, sentindo o gosto de sangue em meus lábios.
— Porra... você é tão apertadinha – Grunhi. Ela estava quente e úmida, me apertando dentro de si de forma alucinante e prazerosa. Me enterrei nela até sentir o som de seu corpo se chocando com o meu.
Me sentei e dei a primeira investida. Segurei suas nádegas e levantei seu corpo, deixando seu peso cair em seguida.
Sam espalmou as mãos em meu abdômen e me ajudou com os movimentos, indo pra cima e pra baixo. Apoiou suas mãos em minhas coxas, jogando seu corpo pra trás e continuou cavalgando maravilhosamente bem.
Sam era experiente, e isso de certa forma era maravilhoso, ela sabia o que fazer. Seu corpo esticado, o suor escorria em pequenas gotas por seus seios rosados, que balançavam de forma insistente em minha frente. Não consegui me segurar e inclinei meu corpo dando uma mordida forte em um deles, eu sabia que aquilo se transformaria em uma marca horrenda, mas sinceramente não ligava.
Ela se contorceu, gemendo de dor. Mas continuou cavalgando rapidamente, eu sabia que com ela não teria essas frescuras, ela era violenta. Uma vez Melanie parou uma transa por causa de uma mordidinha no pescoço, eu fiquei puto, nem era para tanto.
Ela queria comandar, mas hoje seria o meu dia. Levantei seu corpo a tirando de cima de mim, e a mesma soltou um resmungo de insatisfação.
Com violência a fiz virar rapidamente de costas pra mim, afastei seus cabelos claros para o lado beijando seu pescoço, dando uma mordida.
— Empina pra mim – Sussurrei no seu ouvindo a sentindo gemer e se enrijecer empinando aquela bunda perfeita e redondinha pra mim.
Também pude analisar suas costas nuas, perfeita e lisa, os cabelos caiam perfeitamente por suas costas, em lindas ondas douradas.
Me aproximei e guiei meu membro para sua entrada encharcada. Com uma de suas mãos repousadas em sua barriga.
— Não gostei disso! Não sou do tipo que fica por baixo – Sussurrou com um sorriso enquanto eu me esfregava nela.
— Não se mexa, você vai ficar
assim! – Dei um tapa forte em sua nádega, a sentindo estremecer – Vou te foder de quatro – Mordi onde havia batido dando uma beijinho e em seguida dando um outro tapa mais forte que o primeiro, sentindo suas pernas tremerem.
Meti com força arrancando um gemido seu, com a mão livre segurei um de seus seios, apertando o bico, enquanto continuava estocando com força, escutava nossos corpos se batendo.
— Awn... Aahhhhh, Freddie – Gemeu alto – Mais rápido! – Suplicou e com isso não consegui me segurar. E lancei outra tapa em sua bunda. Sua pele tomou uma coloração avermelhada na hora.
— Bate de novo – Quase delirei quando ela pediu. Dei outro tapa e senti minha mão arder. Seu corpo se sobressaltava a cada tapa.
Escorreguei minha mão de sua cintura, acariciando seu clitóris, que estava ainda mais molhado. O prendi entre os dedos, enquanto metia forte nela.
— Caralho! – Gritou quando belisquei os mesmos – Freddie, não para – Seus gemidos estavam cada vez mais constantes e altos.
— Goza pra mim Sam... Goza pra mim. – Estoquei rapidamente enquanto a sentia tremer.
Quando senti seu corpo desabar, a soltei, deixando-a cair. Enquanto continuava a estocar frenético, até que sentir uma onda de prazer me atingir.
Urrei, sentindo todo meu esperma preenche-la de forma rude. Caí para o lado, sentindo seu corpo cair em cima do meu peito.
Estava feito. E eu só tinha certeza de uma coisa.
Eu não iria parar.
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