Doce Pecado
6 Festa - Parte 2
Notas iniciais
P.O.V Do Freddie
Prensei seu corpo ainda mais contra a mármore da pia daquele banheiro, minhas mãos estavam em sua fina e delineada cintura. Parei de inalar seu inebriante perfume e olhei para seu rosto, encarei seus olhos azuis que agora estavam mais escurecidos, meu olhar desceu para sua boca, desenhada e um pouco mais carnuda com aquele batom vermelho.
— Vamos logo com isso, eu sei que você quer, seu olhar não engana. — Falou com um pequeno sorriso malicioso brincando em seus convidativos lábios avermelhados.
— Eu não posso... — Minha voz saiu quase inaudível, eu queria soltá-la mas não conseguia. Tinha algo me prendendo a ela, e isso era forte o suficiente para mantê-la em meus braços. O que essa mulher tem? Por quê tanto me fascina? Parece que está me enfeitiçando. Seria culpa desses belos olhos azuis cristalinos? Ou é tudo coisa da minha mente?
— Sei que está me desejando agora mesmo e isso você não pode negar! — Afirmou sorrindo convencida, suas mãos estavam em meus ombros.
Encarei sua boca, os seus lábios sãos perfeitos, tão convidativos. E o resto da minha sanidade se esvaiu quando aproximei meu rosto do seu e juntei nossos lábios, seus braços foram para ao redor do meu pescoço na medida que aprofundávamos o beijo.
Nossas línguas se encontraram e começamos a explorar a boca um do outro, eu podia sentir o gosto da bebida. Apertei sua cintura, e continuamos nos beijando. Não era um beijo lento e calmo, na verdade era um beijo voraz, sedento e um tanto avassalador, pois nossas línguas não estava apenas se acariciando e sim batalhando pelo domínio.
Suas unhas roçavam em minha nuca, me arranhando e me arrepiando. A prensei ainda mais contra a pia e ela gemeu contra meus lábios.
[...]
P.O.V Da Melanie
Minha sogra havia acabado de chegar e está preocupada pois não encontramos o Freddie em lugar algum.
— Ele está com Ryan, não se preocupe. — Tentei acalmá-la.
— Mas eu queria tanto dar um abraço no meu filho! — Minha sogra falou triste.
— Eu entendo, por favor tenha calma. Logo ele vai aparecer e a senhora irá matar a saudade. — Sorri para ela e ela logo assentiu, dando um pequeno sorriso.
Pedi licença e a deixei sozinha, e comecei a andar procurando meu marido entre os convidados da festa. Onde será que ele está? Haviam pessoas importantes prestigiando a comemoração da empresa, homens bem-sucedidos e importantes ao lado de suas esposas, e o meu marido deveria estar ao meu lado. Mamãe e papai estavam entretidos conversando com alguns amigos do meu pai e finalmente avistei o Ryan flertando com uma moça loira e aparentemente nova demais para ele.
Me aproximei do casal, o Ryan se afastou da garota assim que me viu, ela me olhou e foi embora rapidamente, o deixando frustrado.
— Onde está meu marido? — Perguntei para Ryan, seus olhos azuis me fitaram e ele não respondeu. — Me responde, onde o Freddie está? — Indaguei.
— Eu não sei, Mel. — Falou coçando a nuca. Ele parecia estar tenso, suspirei e dei meia-volta.
Acabei me esbarrando numa moça, ela quase caiu, mas eu a segurei.
— Oh, meu Deus! Me desculpe. — Falei rapidamente.
— Ah, sem problemas. Estou bem! — Disse ela, soltei sua cintura e ela sorriu.
Sua pele é alva, seus cabelos são negros e levemente ondulados, seus olhos sãos castanhos escuros e um pouco puxados. Ela era mais alta que eu e estava usando um vestido azul escuro, muito bonito.
— Adorei seus brincos, são lindos. — Falou dando um sorriso meigo.
— Obrigada. — Agradeci retribuindo o sorriso.
— Prazer, meu chamo Carly Shay! — Se apresentou estendendo a mão.
— Muito prazer, sou Melanie Benson. — Apertei sua mão e ela continuou me olhando, ainda sorrindo.
[...]
A festa seguia perfeitamente, todos os convidados haviam chegado, estavam conversando e bebendo. Os garçons circulavam com suas bandejas de aperitivos e taças de Vinho e Champanhe. E nem sinal do meu marido, continuo preocupada, será que houve algum problema e ele teve que ir embora? Ah, não. Se caso houvesse, ele com certeza me avisaria.
— Sei que está preocupada com o suposto sumisso do seu marido, mas acho que ele está bem, por quê não relaxa e tenta se divertir? Beba uma taça de Vinho, a festa não está tão chata assim, certo? — Disse Carly tentando me animar e me distrair.
— Eu não bebo. — Avisei. — Talvez esteja certa, acho que estou me preocupando à toa, Freddie deve estar aqui em algum lugar, conversando com alguém que conheceu agora ou até mesmo com algum conhecido nosso. — Falei dando um leve sorriso, deve ser isto, esse lugar é enorme e há tantos convidados.
Carly assentiu, e pegou duas taças de Vinho da bandeja de um garçom que parou perto de nós, nos oferecendo as bebidas.
— Tome, apenas uma tacinha não faz mal a ninguém. — Disse me entendendo a taça, era Vinho Rosé, aceitei para não fazer desfeita.
Beberiquei um pouco do Vinho, achei suave e gostoso. Ela abriu um belo sorriso e continuou tomando o Vinho dela.
[...]
Sei que conheci a Carly à poucos minutos, mas já me simpatizei muito com ela. Ela é tão meiga, simpática e alegre. Acho que seremos grandes amigas e eu nunca erro nas minhas intuições.
— Até que enfim uma música que não é tão brega ou muito chata. — Comentou quando uma música começou a tocar.
Uma melodia suave, uma mistura de romantismo e sedução. A voz da cantora era perfeitamente afinada, calma e doce, um incrível tom lírico. Piano e Violino eram os instrumentos que complementavam a música, faziam parte de seu belo arranjo musical.
Vimos alguns casais jovens começarem a arriscar alguns passos, dançando colados, estes estavam desinibidos diferentes dos mais velhos ali presente entre conversas, apenas os mais jovens decidiram dançar para se distrairem.
— Vamos dançar? — Convidou animada.
— Ah, Eu não... Er... — Tentei recusar gentilmente, mas ela não me deixou terminar de falar. Segurou minha mão direita e saiu me puxando em direção aonde estavam os jovens casais dançando.
— Ah, qual é? É só uma dança. Relaxe! — Falou sorrindo, puxou minhas mãos e colocou meus braços ao redor do pescoço dela. Suas mãos contornaram minha cintura, me senti tão tímida, e ela começou a mover o corpo lentamente e portanto começou a me guiar, conduzindo-me no ritmo de seus passos.
Sorri relaxando,e aos poucos fui me soltando, perdi totalmente a vergonha e começamos a dançar ao som da bela música que tocava.
[...]
P.O.V Da Sam
Finalmente eu consegui seduzir de vez meu querido cunhado, ele cedeu aos meus encantos. Ninguém consegue resistir a mim, sou linda, sexy e muito gostosa. A Melanie jamais chegará aos meus pés, ela não passa de uma tonta, certinha demais, perfeitinha demais para o meu gosto e agora já virou chifruda.
Ele me suspendeu e me colocou sentada em cima da pia, passei minhas pernas ao seu redor. Sua boca estava no meu pescoço, dando chupadas e beijos calorosos.
— Ahn... Você é tão quente, baby. Aahh! — Falei entre gemidos, suas mãos acariciavam e apertavam minhas coxas. Ele tem muita pegada, ele é muito gostoso e seus beijos são divinos, viciantes.
Minhas mãos que estavam em suas costas desceram lentamente para a sua bunda, apertei com vontade aquela bunda durinha e gostosa que ele tem. Suas chupadas em meu pescoço se intensificaram, estávamos excitados. Loucos de desejo, e ele começou a levantar meu vestido, eu já estava em chamas. Louca para tê-lo dentro de mim, me fodendo com força ou me chupando todinha.
Sua boca, seus beijos e seus toques estavam me enlouquecendo, e ele já está me fazendo gemer e olha que ainda nem iniciamos as preliminares e imagina quando estivermos transando? Com certeza ele me fará gritar de tanto prazer. Sei que já estou marcada com seus chupões, e suas mãos fortes estão deixando marcas avermelhadas em minhas coxas, eu não me importo, estou amando isso. Também já deixei minhas marcas nele, arranhões em sua nuca e uma bela chupada em cima do seu sinal localizado no pescoço.
— Gostosa, muito gostosa. — Sussurrou parando de distribuir beijos e chupadas em meu pescoço.
Nos encaramos, seus olhos estavam negros, domados de luxúria. Sei que ele quer me foder, tanto quanto eu quero que ele me foda, aqui e agora. Não importa se estamos no banheiro de uma empresa.
— Você também é uma delícia. — Sorri maliciosa. — Oohh! — Gemi quando ele apertou minhas coxas com força e continuou suspendendo meu vestido, minha calcinha já estava à mostra e eu já estava molhadinha, prontinha para ele.
Fomos interrompidos por batidas na porta, ele se afastou de mim rapidamente e me olhou assustado.
— Droga! — Sussurrei frustrada e comecei a praguejar mentalmente a até a última geração do infeliz que está batendo na porta do banheiro, justo agora? Puta merda!
— Freddie e Sam, eu sei que vocês estão aí... — Ouvimos Ryan falar parando de bater na porta e o Freddie me olhou desesperado.
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