Doce Inverno

7 Capítulo 7


Notas iniciais
E ai, gente.. Como vão? *-* Eu estou postando HOJE por causa da Miss Snow (Antiga Miss Potter. Essa criatura tem tanta conta que irrita ¬¬') (loveyouÉrica) então... um agradecimento á esse ser insuportável. u.u Eu e a chata da Érica estamos fazendo uma fic. Survivor. É Bella-Damon-Elena e Katherine-Stefan. (Porque eles divam) e, na boa, está ficando foda :3 Bom, eu quero agradecer á TODOS os comentários. 92 reviews já :3 Muito, muito, muito obrigada. e.e Hum... não sei o que falar. '0' Boa Leitura, sweet. *-*

Era exatamente onde eu me lembrava, do mesmo jeito que eu me lembrava. Não foi necessário obrigar alguém a me contar onde Isabella morava, fui por impulso nas mesmas ruas, duvidando se eram aquelas mesmas pela qual passei antes, até encontrar a enorme casa.

Rodeei a casa em forma de corvo, tentando descobrir o que acontecia naquele lugar. Quando passei pela frente do quarto com a vista mais bonita, olhei pela janela e quase esqueci de como batia assas.

Meio trôpego, eu pousei na janela que estava aberta, em poucos segundos consegui localizá-la na cama.

Não acreditei no que via ali, deitada. Era uma garota de cabelos castanhos, os olhos marcados por um delineador e deitada somente com uma lingerie verde clara, mexendo suas pernas enquanto escutava algo com os fones.

Não consegui deixar de reparar no corpo. Nem parecia a doce garotinha que conheci, ela estava mais gostosa do que as garotas que eu costumava a levar pra cama. Não consegui sair dali tão cedo, até ela se levantar e ir ao banheiro, fiquei parado igual uma estátua a observando, reparando no quanto ela cresceu e marcando cada detalhe de seu corpo em minha mente.

– Isabella – Uma voz calma chamou a porta, dando três batidas. – Isabella?

Algumas tentativas inúteis de chamá-las irritou a senhora atrás da porta, vi a porta ser empurrada e, com isso,Isabella arrancou os fones e encarou a senhora idosa vestida de empregada.

– Sim? – perguntou tentando soar calma, embora suas mãos agarrando os lençóis deixava claro que não.

– Venha comer. Está tudo quente e na mesa.

– Estou sem fome.

– Querida, por favor.

– Eu não quero comer.

– Bom, terei de avisar á..

– Avise, ele nem se importa mesmo. – A garota deu de ombros e se deitou na cama novamente, colocando os fones. A empregada suspirou e saiu, fechando a porta atrás de si.

Dois minutos depois Isabella se levantou e colocou uma calça jeans rasgada, all star todo riscado e uma camiseta do Supernatural, colocou outros acessórios que apenas realçaram sua beleza. Pegou um livro na mesa e saiu.

Ouvi uma pequena discussão entre a senhora e Isabella, percebi que ela tinha um gato preto e um cachorros no quintal, e quando saiu, comendo um pão inteiro, Isabella jogou para eles e o único pedaço que ela havia mordido, cuspiu. E foi embora.

Não estava... exatamente preparado para encontrá-la e me juntar sua vida, eu teria de me preparar, saber quais passos dar e saber tudo sobre ela, mas quando a vi isolada na praia, lendo “Preces e Mentiras”, não resisti em virar um humano e me sentar ao seu lado.

– Esse livro é bom? – Perguntei, enquanto ela me olhava pelo canto do olho, curiosa e surpresa.

– Sim, é.

– Fala sobre o quê?

– Hã... – vi ela gaguejando, sem saber onde começar. Deveria estar confusa sobre o fato de um estranho mais velho falar com ela. Talvez ela tenha levado a sério o conselho de sua mãe “não fale com estranhos”.

– Não se preocupa, eu sou do bem. Me chamo Damon. – Estendi a mão.

– Prazer Damon. Eu... sou Izzye. — Ela me estendeu a mão.

– Izzye?

– Sim, de Isabella. – sorriu fraco, e bem rápido. Levei sua mão até meus lábios e beijei de leve.

– O prazer é meu, Izzye.

Ela sorriu, corando um pouco. Seu olhar se voltou ao livro.

– Então, sobre o que é?

– AH, sobre.. duas amigas, pequenas.

Deixei que ela me contasse a história. Ela se empolgou e falava como se já me conhecesse á tempos, mas era só em relação á história. Me contou até onde ela já havia lido e o que esperava que acontecesse.

– Você gosta de ler, Damon?

– Gosto, sim. – eu não era como Stefan, que vivia com um livro embaixo do braço, nem fazia questão de comprar muitos. Mas já li muitos e muitos livros ao longo de minha pequena eternidade e havia adorado todos. Embora não fosse um “viciado”, eu era um leitor ativo. Então não menti para a garota. – Terminei de ler esses dias “Carrie, a Estranha”, já viu o filme?

– Sim, os dois. E também já li. O autor é incrível. Depois desse vou ler “O Cemitério” que também é um ótimo livro.

– Imagino, ele escreve muito bem. Foi... espetacular.

Ela riu fraco e então olhou para o mar.

A praia estava quase vazia. Poucas pessoas apenas fazia caminhada por ali, algumas com seus namorados ou sozinha mesmo. Duas crianças brincavam longe com uma garota que parecia a babá, enquanto um cara caminhava visivelmente bêbado e catando conchinha na beira do mar.

– Desculpa se... posso invadir sua privacidade, mas.. Porque veio pra praia com tanta roupa? Está calor.

– Você também veio cheio de roupa.

– Bom... Eu não pretendia ficar na praia. Eu tinha só... ido dar uma volta no centro, e acabei parando aqui.

– Ah, não gosto de.. sei lá, mostrar meu corpo e essa futilidade inteira. Gosto de me cobrir.

– E não tem calor?

– Um pouco, mas já acostumei. – sorriu de leve, fechando o livro.

– Bom, se quiser ler, não vou te interromper.

– Hã... ok.

Ela abriu o livro novamente. E não pude deixar de acompanhá-la na leitura, embora muitas vezes meus olhos passassem eu seus rosto e em seu corpo, marcando cada detalhe da mudança que eu estava acostumado. Ela não era mais uma garotinha pequena, que eu deixei chorando pela mãe, mas sim uma adolescente que já havia visto muita coisa, e parecia lutar consigo mesma.

Quando escureceu um pouco mais, ela parou de ler. Seu estômago roncou bem alto e ela riu.

– Acho que estou com fome.

Revirei os olhos.

– Eu também estou faminto. E muito triste o que aconteceu com a mãe das garotas...

– Estava lendo também?

– É claro. – eu ri. – Vamos, vou te pagar um lanche.

– Não precisa, eu...

– Tem problemas alimentares?

– Eca, não! – ela riu. – É que fico sem graça, sério.

Revirei os olhos e me levantei, limpando a areia da calça. Estendi a mão.

Foi o primeiro contato nosso, e eu me sentia feliz ao tocá-la. Ela sorria tímida enquanto eu ajudava a se levantar, depois a levei para um pequeno restaurante em frente á praia. Nos sentamos na janela, observando o mar e as pessoas na rua.

– É o que mais gosto aqui. A paisagem.-- ela disse depois de mastigar um pedaço do lanche.

– Também a acho incrível.

Ela sorriu e mordeu outro pedaço.

Uma conversa lenta e calma rolou entre nós, foi tão natural que quando percebi, já estava escuro. Saímos do restaurante e paramos na avenida.

– Bom, eu vou pra casa. Obrigada pela janta, Damon.

– Que isso, espero encontrá-la em breve. – sorri. – Cuidado do caminho.

– O mesmo.

Ela me deu um beijo na bochecha e foi embora, devagar e brincando na beirada da calçada, fiquei parado até ela virar a esquina, depois a vi voltar e observar se eu já tinha ido, e riu quando viu que eu ainda a olhava, depois finalmente foi embora.

Caminhei até encontrar um hotel, no qual me hospedei, depois de um belo banho, não resisti em me transformar em corvo e ir observá-la á noite, só para ter certeza de que ela chegou bem em casa.

Notas finais
Eu to com dor de garganta ¬¬' Aff, isso é ruim, Gente, eu estou reescrevendo "Smile", estou mudando algumas coisas, então terei que postar de novo. :3 Eu estou tão empolgada com a reforma de fics, se vocês já leram, leiam de novo. Além da escrita estar melhor (Calma, ainda não postei) eu mudei algumas coisinhas. e.e Ah, o link da minha nova fic: http://fanfiction.com.br/historia/482587/Forgive_Me/ Era aquela fic antiga, A New Story, agora essa fic vai ter 5 capítulos. *-* Bom, é isso. Comentem, ok? Vou ficar em casa hoje (Embora eu queira sair para algum lugar... mas estou com preguiça de me arrumar. :S ) e ai consigo responder os reviews. Beijos, até terça-feira. *-*