Doce Inverno

3 Capítulo 3


Notas iniciais
Oi gente! Primeiro de tudo: Desculpe por não postar ontem. Bem, eu IA postar, era umas... 10h30. Tinha escrito as notas enormes e tal... E A PORRA DA INTERNET PARA DE FUNCIONAR QUANDO EU CLICO PRA POSTAR. AÍ QUE ÓÓÓDIO ¬¬' Aí eu fiquei com TANTA raiva que não postei de novo. '-' Porque tipo, fiquei com raiva. Aí eu pensei "quando eu voltar do oftamologista eu posto" (meu médico é mo gatênho) e sabe o que a Anta aqui faz? Perde o RG e a Carteirinha do plano de saúde na rua. e.e eu quase apanhei da minha mãe. e.e E como o clima entre meus pais está tenso (pré divórcio. Um saco total) eu cheguei de noite e fui direto dormir. Sorry. Hum... ok, retornando o que eu tinha que dizer; As notas finais do cap. anterior não foram inteiras. e.e Eu ia falar que pintaria meu cabelo de azul com rosa. '-' Mas ele continua um rosa claro desbotado porque eu não comprei a tinta e.e Ele tá muito ressecado e feio. Porque tipo, está ressecado e volumoso, e ele tá caindo muito - mas eu ainda tenho muito cabelo. e.e Deus me ama! Hum... ah, lembrei. Eu AMEEEI todos os comentários. Sorry por não responder, mas eu adorei todos eles

Não consegui deixar de pensar naquela criança, tão delicada... Tão solitária.

Suspirei enquanto me enganchava no galo de uma arvore, em frente á um sobrado de três andares, grande e com um belo jardim que estava coberto pela neve. Observei os brinquedos espalhados pelo chão, o balanço congelado e um escorregador pequeno. A criança daqui deveria ser mimada pelo jeito.

A arvore era de frente a uma janela. A janela pequena e com os vidros fechados, porém as cortinas abertas. Consegui observar o quarto rosa de uma criança repleto de brinquedos e uma cama com cortinas caindo ao redor dela, tão confortável...

Não pude deixar de me animar quando vi a mesma garotinha entrando no colo da mão naquele quarto. Foi uma bela coincidência. Tive que me controlar para não chamar a atenção da mãe da garota.

– Agora vamos tirar um cochilo. – disse a mulher.

– Não queeeero. – cismou a menina.

– Mas tem que dormir. Já tomou um banho quentinho, agora um cochilo. Meia horinha.

– Hum... – a menina resmungou, porém fora colocada na cama. As cortinas me impediram de vê-la, isso me deixou frustrado. Tive de me ajeitar na arvore até conseguir ver metade de seu corpo na cama, sua mãe a cobria.

– Que tal a historinha dos três porquinhos?

– Não. – resmungou a menina, e virou-se de costas para a mãe.

– Tudo bem, tudo bem. Vou só cantar.

Nãããão. – tive vontade de rir da teimosia da menina. – Hum...

Observei a mulher suspirar e acariciar os cabelos da filha. Fiquei observando, me esticando para ver um pouco mais. Porém não consegui.

–-Papai,que corvo enorme! – gritou um garoto abaixo de mim, não reprimi e o encarei. – Que feio.

Feio é você, gorducho. Pensei mal humorado.

–-Vamos tirá-lo dali, ele atrai doenças. Procure a pedrinha – o velho ao lado do garoto disse. Antes que me acertassem alguma coisa – e eu manchasse a neve de sangue – eu sai voando para o mais longe.

Agora sabia onde aquela linda garotinha morava, em breve estaria aqui.

(…)

Gemi baixo de prazer enquanto tomava a cabeça para trás. Pude sentir o sangue escorrendo por meu pescoço, mas nem me importei. As virgens eram as mais gostosas.

Raras de encontrar.

Voltei a encarar a garota em meus braços, quase morta e com o pescoço completamente aberto em meus braços, semi-nua, algumas marcas naquele corpo branquelo demais por viver na região mais fria do mundo. Estava tão excitado que não reprimi outra mordida em seu corpo.

– Oh... — resmungou ela baixo, a dor era demasiada para que conseguisse falar.

Me ajoelhei na cama por cima de seu corpo e mordi meu pulso, deixando que algumas gotas pingassem em seus lábios e ela engolisse. O suficiente para fazê-la curar em um minuto.

Antes que ela recuperasse a consciência e gritasse, arranquei-lhe o resto da roupa e a mordi novamente, enquanto me afundava por inteiro nela, invadindo sua mente.

Sua mente estava tão aberta que não foi dificil me alimentar de suas emoções, meio inconsciente, eu consegui fazê-la se manter quieta e concentrar no prazer que lhe proporcionava, buscando o mais fundo de sua mente e me alimentando de meus segredos. Um segredo que poucos vampiros sabem: Além do prazer do sangue e do sexo, o prazer mental deixava você mais fortes para usar seus outros poderes.

Enquanto chegava na melhor parte, como sempre, a garota morreu. Seu cérebro fora danificado demais para continuar a trabalhar, pouco sangue circulava para que seu coração batesse. Então ela morreu em meus braços, e novamente fiquei frustrado por não chegar ao climax.

Saí da cama do hotel e pensei em que fazer com o corpo. O aquecedor barulhento me deu ideia de incêndio. Joguei alcool na garota e ateei fogo nela, pulando a janela e deixando que ela morresse. Ninguém me viu entrar, então não poderiam me ver sair também.

Transformei-me em um corvo e voei sem rumo pela cidade, até perceber aonde meus instintos me levaram: Para a casa daquela garotinha, que brincava animada e sozinha no tapete de seu quarto, repleta de bonecas, ursos e lápis de cor, fazia vozes diferentes para as bonecas e lhes ofereciam chá e chocolate quente.

– Senhor Tedy, gostaria de mais uma xícara de chá? — Perguntou gentilmente, com uma voz aguda que seria da boneca que tinha uma estrela tatuada no rosto. – Sim, por favor – sua voz foi grossa.

Eu senti vontade de rir, me aconcheguei na árvore e apreciei sua brincadeira inocente de criança.

(…)

Eu estava dormindo na árvore, quando o choro da garotinha me despertou e eu perdi o equilíbrio, mas consegui me agarrar no tronco da arvore antes que me transformasse em humano.

– MAMÃE, MAMÃE. PAPA, PAPA. – gritava a menina, desesperada. Busquei perigo em seu quarto e quis rir por ver que era uma barata perto de sua boneca loira. A garotinha chorava e tremia, acarrava-se na cama e gritou ainda mais alto quando a barata voou para o lençol da cama.

Eu queria entrar, tirar o inseto dali e fazê-la se acalmar, mas o vidro fechado era o principal obstáculo. E antes que eu pensasse em quebrá-lo, a mãe da garota entrou desesperada.

– O que foi? Oh Deus! Uma barata. Charlie, Chloe! – a mulher chamava. – Venha aqui princesa, vem.

Mas a pequena não foi. Ficou chorando com medo, até uma senhora com roupa de empregada, cabelos curtos e enrolados cor de mel, pele enrugada e branca aparecer, com uma colher de pau na mão.

– O que foi, senhora? – perguntou delicada, com sua voz grossa de velhice.

– Uma barata, ali.

– Oh, é por isso que a pequena chora? Tia Chloe vai matá-la.

A senhora retirou o sapato preto dos pés, e com um nhac nojento, esmagou a barata na cortina da cama.

– Venho que Suzan odiará lavar isto.. – suspirou.

A pequenina se levantou e correu até o colo da mulher, que a pegou no colo e a beijou delicadamente.

– Vá com sua mamãe enquanto a tia cuida disso, ok?

Ela foi embora, eu estava com sono e então me lancei ao céu, em busca de algum lugar confortável para dormir. Penetrei em uma casa, me alimentei de comida humana e então dormi por mais de doze horas seguidas, queria ficar com bastante energia para acompanhar os passos daquela garotinha que tanto me fascinava.

Notas finais
Espero que as notas vão inteiras... Bom, geeente, eu postei uma one-shot, baseada na música da Avril: http://fanfiction.com.br/historia/476974/Im_With_You/ (A notas finais tão de putaria, não vão completa ¬¬') Bom, comentem negos, próximo capítulo nos falamos melhor ^.^