Doce Inverno

13 Capítulo 13


Notas iniciais
Oiii gente :3 Como disse, postava hoje e.e Aff, to tremendo ¬¬' Enfim. '-' Eu estou adoraaaaaaaando cada comentário *-* Vocês são incríveis! Amo vocês, sério. Muito obrigada kkk' Bom, meus amados, aqui está o cap. Sou dumal :3 Boa Leitura!

Conforme o tempo foi passando, começou a esfriar. O inverno finalmente tinha chego – época em que a Bella adorava e odiava. – as vezes fazia tanto frio que até eu usava luvas e cachecol para trabalhar, não que sentisse frio, mas me sentia incomodado com o clima.

Isabella fez a festa nas lojas. Ela não parecia do estilo que gostava de moda nem nada do tipo... bem, isso até eu lhe entregar um cartão ilimitado (nunca mais entrego um cartão ilimitado pra uma mulher. Porque ela gasta sem parar) e deixá-la sozinha nas lojas. Ela voltou com tantas sacolas que demoramos pra descarregar o meu carro que ela usou enquanto eu ficava dormindo em sua casa – onde eu dormia todos os dias, até a nossa casa ficar pronta. Não que seu pai aprovasse isso, mas não era como se ele notasse, já que aparecia na casa uma vez por semana e olhe lá, preferia morar com a namorada que arrumou por aí

Eram botas, casacos caros, calças, joias, perfumes, e mais casacos, e luvas de todos os tamanhos e estilo. Tinha até pra mim. Sobretudos enormes que ela me fez usar diversas vezes. E botas. E mais calças. E tantas blusas que não cabiam no guarda-roupa dela.

O valor?

Só cinco mil e seiscentos dólares. (N/A: O que equivale á quase 11 mil aqui no Brasil)

Foi só isso que ela gastou.

Dois salários que eu recebo e que eu tenho que fingir que vou morrer pra pagar.

Quando ela me disse o valor, eu me sentei de tão assustado. Mas a felicidade dela provando as roupas foi tão grande que fingi não me importar que teria que hipnotizar aqui e ali para me sentir mais aliviado.

Fora a alta divida que ela fez – e que depois eu fiz comprando o Xbox com aquele sensor divertido e diversos jogos – as coisas corriam tranquilamente. Era uma rotina que, ás vezes, me irritava e me agradava. Levá-la na escola, trabalhar, encontrá-la de noite e sair de final de semana para algum lugar.

Não queria ainda pensar no fato de que, bem um dia ela envelheceria e eu continuaria o mesmo. Ou teria que ir embora ou contar, e talvez se ela não quisesse ser vampira, teria que vê-la morrer...Uma das coisas que eu simplesmente não suportaria.

(N/A: gravem isso que eu digo: MUAHAHAHAHAHAHA '-' tá parei)

Estava terminando de roubar a rosquinha do chefe – que me deixou participar de uma investigação de rachas – quando meu celular toca.

Stefan.

Suspirei e atendi.

– Fala.

– Preciso de sua ajuda.

Ele parecia nervoso, com uma voz de choro. Ergui as sobrancelhas e deixei a rosquinha novamente na caixa.

– O que houve?

– Elena foi sequestrada.

– E-Elena? Uma... vampira sequestrada?

– Sim, Damon. Por mais cinco vampiros.

– O que exatamente aconteceu?

– Não dá pra falar por telefone, corra pra cá.

– Onde estão?

– Flórida. Busco-te no aeroporto.

– Ok, te ligo avisando o horário do avião.

Desliguei o celular justamente na hora em que Mike Newton, meu chefe, entrou.

– Damon, ocorreu algo?

– Preciso ir pra Flórida, urgente. Assunto de família. – olhei fundo em seus olhos. – Nada de desconto. Tenho dívidas á pagar.

Com dois tapinhas em seu ombro, sai correndo do escritório até onde Bella estava trabalhando.

Não foi difícil de encontrá-la, a primeira coisa que fiz foi puxá-la para o armazém de livros e, depois, beijá-la. É claro.

– Eu to trabalhando... Damon.

– Eu... tenho que ir pra Flórida. Stefan está la, aconteceu algo que eles precisam de mim.

– Nossa, o que aconteceu?

– Não sei. Duvido que seja algo demais. – Uma vampira sequestrada. Uma vampira.–-mas ele me quer lá, vou comprar passagem pra essa noite.

– Eu vou com você.

–-Não precisa, é melhor ficar aqui. Acredite em mim. Eu volto em uma semana, espero. Por favor, se cuide, ok?

– Ok.

Ela me beijou de novo.

– Te vejo essa noite?

– Não. Ate logo.

Com um beijo em sua testa, eu sai. Fui fazer as malas e, duas horas antes de Bella chegar, eu fui em direção ao aeroporto.

(…)

– Houve um mal-entendido. Acharam que estávamos invadindo o território deles. Não sabíamos que era ocupado. – Stefan deu de ombros. Assenti. – Antes foi só Elena... Eles torturaram ela. Bonnie descobriu onde estavam, e fomos buscá-la. Mesmo com a Bonnie, eles eram 10, pegaram as duas e eu consegui fugir para te chamar.

– Eles estão no mesmo local?

– Mudaram o endereço, mas eu sei onde é.Eles estão numa cabana numa pequena floresta. Pouco povoado ao redor, deu para ouvir os gritos dela. Eles.. a torturam.

Stefan parecia torturado. Falava como se engolisse lâminas, estava sofrendo por sua preciosa garotas e suas amigas estarem sendo torturadas.

– Deveria ter saído na hora. Batido o pé contra as meninas e ido embora...

– Pare de se culpar, Irmão. Vamos salvá-la.

Ele me encarou, querendo acreditar nas palavras. Até que parou no canto da estrada e saiu do carro. Eu ouvi o grito fino da loira, suspirei.

– Vamos... cortar algumas gargantas. – assenti.

– Espera, qual o plano?

– Entrar, conversar, atacar.

– Vamos morrer!

– Somos fortes. – sorri pra ele, bati em seu ombro e segui os gritos. Ele veio atrás de mim. Com raiva, porém decidido á salvar Elena.

A casa era velha e caindo aos pedaços. Chutei a porta e entrei, me encostando na parede. Observei as três garotas.

Elena estava pendurada no teto só de lingerie, Caroline estava com um vestido roxo todo rasgado e ensanguentado, também pendurada. Bonnie era a única sentada e amarrada na cadeira, estava desmaiada com uma faca cravada na perna.

– Ora, ora, ora, o namoradinho veio e chamou reforço.

– Quantos covardes no mesmo lugar. – falei, colocando o braço para impedir que Stefan atacasse. Eles eram em 11, ao total. Todos novatos. – 11 contra 3 garotas? Quanta covardia...

–Vamos acabar com ele logo ou amarrá-lo ali? – O que parecia o líder perguntou. Sua jaqueta de couro tinha um broche dourado, o destacando.

– Não gosto de homens. – respondeu um ruivo. – Essas aqui são uma delícia de torturar, não?

O moreno, alto, sorriu olhando diretamente para Stefan e apertou a bunda de Elena, que resmungou mesmo fraca. Tive que segurar Stefan com mais força.

– Me expliquem, o que houve?

– Invasão de território. – respondeu o líder. Os outros se colocaram em posição de defesa.

– Hum... houve um mal entendido.

– Expulsamos eles. Avisamos que não daríamos trégua mesmo que não fosse caçar. Só nós residimos aqui! – Respondeu o moreno irritado. Revirei os olhos.

– Há quanto tempo estão aqui?

– De que importa? – pergunta alguém do fundo. Não me dei o trabalho de procurar quem foi.

– Vinte anos. – respondeu o líder. – Chegamos primeiro.

Eu ri e me aproximei dois passos, eles já tinham os olhos negros.

– Estou nessa terra há quase 2 séculos, residindo no mesmo país. Já passei por torturas, guerras, experiências em vampiros e tudo que possam imaginar. Então, se vocês não querem que eu tenha o coração de vocês em minha mão, proponho que soltem as garotas que vamos embora, na paz. E vocês vivem mais vinte anos para aprenderem algo interessante.

O líder riu.

– Mas nem sonhando.... – ele deu um passo á frente. – Nosso lugar, e agora, nossas garotas. Vocês não são úteis, velhotes.

Me aproximei mais de Elena, soltando Stefan aos poucos. O loiro irritadinho foi o primeiro a avançar – primeiro e único em seu ato. – Assim que ele chegou perto, Stefan simplesmente arrancou o coração dele e soltou ao lado do corpo.

– Quem é o próximo? – perguntou olhando todos.

– Vamos fazer a festa, Estripador. – olhei pra Stefan, e então, ataquei os dois mais fracos do fundo.

Foi um banho de sangue á luz da lua. Corações, cabeças voando, pescoço rasgados, tripas e, no fim, uma casa cheia de vampiros mortos. Alguns arranhados e membros feridos de mim e Stefan, mas nada demais.

A primeira coisa que meu irmão fez após a matança, foi retirar Elena e a enrolar com sua blusa. Ela suspirou com dor, fiz o favor de tirar Caroline e então, fui tratar da bruxinha.

A perna dela ficou com um corte feio, mas nada tão preocupante. Embora precisasse caçar para repor as energias, mordi meu pulso e coloquei na boca da bruxinha, vendo sua perna se curar. Mesmo com uma ferida ainda aberta, ficou quase 90% melhor que antes. Ela sussurrou um 'obrigada' bem baixo e desmaiou de novo.

– Entre mortos e feridos, salvaram-se todos. Stefan, cuida do fogo. – fui para o carro, carregando Bonnie nos braços.

(…)

– Obrigada, Damon. – Bonnie disse me olhando. Revirei os olhos.

O sol já entrava pela janela. Após um belo assalto no hospital local, todos estavam inteiros e bem, apenas cansados mentalmente pelo ocorrido.

– Vamos sair daqui.

– Agora que matamos a gangue dos idiotas? – perguntei. Revirei os olhos. – vocês que sabem, mas é um bom lugar.

Elena se enroscou em Stefan, ela ainda estava traumatizada, de certa forma. Revirei os olhos.

Uma conversa sobre qual lugar eles poderiam conhecer fluiu, embora Bonnie dissesse que deveria voltar pra Mystic Falls com seu pai e continuar sua vida normal, mesmo sendo bruxa. Ela envelheceria e morreria. Não tinha porque ir embora...

Estava bem, até que meu celular tocou. Me afastei um pouco, achei que era Isabella, mas me surpreendi com o nome “Ângela”, amiga de Bella.

– Ângela?

– Damon, graças a Deus! Tentei te ligar mais cedo, mas estava fora de área no hospital.

– Hospital? O que houve? – A conversa entre os quatro foi diminuindo, prestando mais atenção em mim. Stefan se endireitou na cama do hotel, me observando com mais atenção. Pensei em sair, mas não consegui.

– Eles encontraram.... ela tá internada Damon... ela tá horrível e eu não sabia pra quem falar e, Meu Deus! Eu nem acredito nisso, é um horror! Você tem que voltar, eles.... ela tá aqui no hospital... eu não sei o nome, é aquele perto do parque! Damon, por favor, eles... ela está...

– Ei, ei ei ei, calma. Explica devagar, respira fundo.

O nervosismo dela, o choro, Tudo passava pelo telefone e me atingia, eu estava ficando assustado de uma forma que nunca fiquei.

– Aconteceu uma tragédia.

Ela está morrendo.

Ela não pode morrer...

Porque eu a deixei sozinha?

– Que tragédia?

Stefan já estava próximo de mim, o ignorei e fui pro corredor do hotel. Ele me seguiu, deixando as meninas no quarto.

– Bella... ela... ela estava saindo do trabalho, de noite. E ela iria de ônibus porque foi você que tinha deixado ela aqui.

Porque eu não a deixei com o carro? O que diabos aconteceu?

– E aí ela foi para aquele ponto mais deserto. Ela não chamou o táxi porque estava sem dinheiro, e achou que... que nada aconteceria e...

– Para de enrolar, droga. – eu queria socar a parede, queria sair quebrando tudo, matando todos.

– E eu não sei se foi no ônibus, se tiraram ela de lá ou se puxaram ela antes, mas... Encontraram ela hoje, no beco. Ela estava... congelando. – EU não conseguia respirar direito – e estava nua, toda machucada e... ela estava quase morrendo, Damon. Eu estava lá quando tiraram ela da rua, foi horrível, ela dormia de tão frio que estava, Damon.

Ângela mais chorava do que podia falar. Stefan segurou meu braço quando percebeu que eu estava irritado. Eu não conseguia respirar, era como se cada golada de ar fosse facas que me rasgavam inteiro por dentro.

– Eles a estupraram, não se sabe direito. Pela câmera do prédio vizinho, eram uns 7 homens. E eles estavam armados. Pelo local, ela deve ter sido tirada do ônibus. Damon, pelo amor de Deus, ela precisa de ajuda...

Eu não conseguia falar, respirar ou me mover. Bastou uma noite fora para que acontecesse uma tragédia com ela.

Notas finais
Minha mão direita não para de tremer '0' Meu Deus!1 O que é isso? Socorro!!! Ela fica tremendo, vou morreeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeer '-' Bom, hum.... o cap está aí. Crueldade com a Bells. Sou dumal e.e Calma, isso é só o começo. '--------------' Bom, é isso. Comentem meus divos, vou tentar fazer minha mão parar de tremer e.e Ah, vou atualizar a fic só domingo ou segunda, ok? E eu já estou no cap. 8 de Survivor. e.e Fic nova. e.e E é isso, até breve ^.^