Doce Criminal
1 Vertigem
Notas iniciais
Espero que gostem! Comentem se possível! *-*
Por você eu vou, eu fui. Sem medo te mostrei o que o amor faz, o que o amor me fez.
A noite estava muito fria, o vento congelava meu corpo e eu já não sentia os dedos. Confesso que não era apenas o frio da madrugada, mas o medo e a adrenalina que me consumiam naquele momento a cada passo que dava. Era como uma montanha-russa subindo e descendo, cheio de vertigens.
Olhei para Tuco parado do outro lado da rua e ele me deu o sinal positivo com a cabeça, controlando o nervosismo e calculando cada movimento saquei o revolver e entrei no restaurante gritando a frase habitual da minha vida:
– Todo mundo no chão agora! Assalto, Assalto!
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