Do Not Be Afraid Of The Dark
1 Capítulo 1
Estamos chegando na cidade de Lawrence. A viagem de navio permite a mim e a Sarah ver a paisagem até chegarmos. Essas férias serão ótimas para ela esquecer sua fobia: o escuro. Ela odeia a escuridão, confesso que isso me assusta às vezes. Mas acho melhor não tocar no assunto, ai vem ela.
- Sarah: Samuel, você está bem?
- Claro, meu amor. Por que não estaria?
- Sarah: Você parece pensativo
- Não se preocupe, apenas descanse, ok? Ainda faltam algumas horas para chegarmos."
- Sarah "Estarei na cama, não demore."
Ela estava certa, eu estava pensativo, afinal. Largamos tudo para essa viagem.
11/12/2012
Finalmente chegamos, a cidade é linda! Ainda não fomos conhecer a casa em que vamos ficar. Estamos comprando tudo que é necessário para nós, no tempo que ficaremos aqui.
(Outro capítulo) Tudo estava indo bem, mas algo me chamou a atenção naquele mercado. Uma senhora idosa, não desviava o olhar da Sarah, a olhava com um olhar sombrio e assustador. Ela usava uma roupa totalmente preta, e um chapéu velho. Veio em nossa direção e sussurrou em meu ouvido algo do tipo: — "Tenha medo do escuro, ele vai consumir você"
Pegamos as compras e saímos do local. Eu nem sequer a respondi, ela realmente me assustou. Entramos no carro e fomos até a casa do lago, não muito de longe dali. Sarah não comentou o acontecido, mas aquilo a tocou. Ela ficou diferente. Achei melhor não comentar, não agora.
Chegamos na casa à noite. Sarah me agarrou forte, e pediu para eu acender as luzes. Eu liguei o gerador, e as luzes se acenderam. A casa era ótima, confortável. Eu estava cansado e fui dormir logo. Sarah ficou no computador, na sala. Na madrugada, algo me acordou assustadamente, ouvi Sarah gritando e um ruido pertubardor vindo da parte de baixo. Eu rapidamente desci as escadas, tudo estava bagunçado, e a casa completamente destruída.
Os gritos continuavam pelo lado de fora, segui o barulho que levou direto para um lago. Corri rapidamente para lá, vi Sarah afundando, algo a puxava para baixo com muita força. Sem pensar duas vezes, pulei no rio para tentar resgatá-la, sem sucesso. É apenas disso que me lembro.
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