Do I wanna know?

2 "How many secrets can you keep?"


Notas iniciais
Yoo, minna-san.
Nossa, vocês não tem noção de como eu fiquei feliz com os comentários de vocês *-----* E já temos 6 pessoas acompanhando a Fic. Fiquei muuuuuuuuito muito feliz com isso.

Bom, espero que gostem. Eu levei acho que uns três dias escrevendo esse capítulo. Eu ficava o tempo todo nervosa e apagava, depois tentava escrever de novo. Ai, senhor, que nervoso UHSUAHUSHS Eu realmente espero que gostem :3

Capítulo dedicado a: Gi Bastia, Akane-chan e Kuchiki Gaby *-* Muito obrigada, suas fofas, pelos lindos reviews :333

Bom, é isso. Boa leitura.
P.S: Consegui postar o capítulo antes do meu aniversário o/ Meu presente pra vocês ^^
P.S²: Qualquer erro de ortografia, me avisem, não consegui revisar direito D:

I dreamt about you nearly every night this week

Sexta feira, 20 de setembro.

Renji deu três batidas leves e singelas à porta de Kuchiki Byakuya, ouvindo a permissão soar do outro lado e com isso adentrou a sala silenciosamente. Já conhecia o ambiente decorado com móveis de madeira bem escura, então não se preocupou em olhar ao redor durante o curto trajeto. Deixou sobre a mesa ovalada de vidro o maço de papéis e ergueu os olhos para o homem a sua frente. Não foi um choque tão impactante, visto que já estava começando a se acostumar, ver o presidente das empresas Kuchiki observando-o minuciosamente, como se retirasse mentalmente as roupas de Renji e imaginasse-os em algumas outras situações mais divertidas, digamos assim. E, complementando tudo, a fina linha de seus lábios erguida em deboche e perversão.

–– Kuchiki-sama, preciso que assine esses documentos para que eu resolva logo seu problema com o presidente da Samsung. –– Suspirou cansado, coçando a testa, naquele momento, cruelmente franzida de estresse, ignorando completamente a malícia do moreno. –– Francamente, Byakuya, você poderia ser um pouco menos impulsivo e irritadinho, não acha?! –– Bufou, impaciente com a constante indiferença do magnata, que nem piscara ou tirara o sorriso de escárnio do rosto, parecia uma estátua de mármore. –– Reaja, droga! Sabe como está sendo difícil te tirar dessa? Daqui a pouco eu vou ter que me oferecer ao homem para ver se ele muda de ideia. O cara está irredutível!

–– Por que não tenta? Eu adoraria assistir a isso. –– Provocou Byakuya, abaixando em uma oitava o tom de voz e cerrando os olhos acinzentados, criando aquela áurea de sedução que sempre surgia em sua presença. Renji engoliu uma saliva inexistente, tentando raciocinar. Era impressão sua ou a temperatura subira alguns graus? Afrouxou levemente a gravata, tentando disfarçar o nervosismo. Agradeceu-se por não estar vestindo o blazer naquele momento; seu corpo já começava a suar sob a camisa social cinza. Qual era o problema do Kuchiki, afinal? Tinha que tentar seduzir tudo e todos o tempo inteiro? Que irritante!

How many secrets can you keep?

–– Eu realmente agradeceria se você parasse de fazer merdas o tempo todo, Kuchiki. De verdade. –– Massageou as têmporas, ignorando –– ou pelo menos tentando –– o comentário infeliz do moreno. Fechou os olhos por breves instantes, voltando a focá-los em Byakuya. O dito levantava-se em uma lentidão quase ridícula se não fosse tão sensual o movimento que o corpo musculoso realizava. Renji recuou sem ao menos perceber, cruzando os braços na altura do peito tentando conter o formigamento em suas mãos. Droga, queria tocá-lo. Por mais que o Kuchiki fosse um ser repugnante, Abarai não podia evitar se sentir tentado por aquele físico impecável. Os olhos cinza pareciam transportar-lhe para outra dimensão, fazendo-o afundar cada vez mais em uma espécie de feitiço; misturava-se com o cheiro amadeirado do magnata e finalmente Renji estava perdido. Aquele presidente era um filho da puta mesmo.

–– Está recuando por que, Abarai-kun?! –– O homem parecia um felino atrás de sua presa, avançando lentamente, o andar como uma forma de seduzir e aprisionar sua vítima em uma rede de tensão sexual. E funcionara relativamente bem com o ruivo.

Renji prendeu a respiração sem se tocar disso enquanto observava o moreno contornar a mesa e aproximar-se, sorrateiramente, arreganhando um pouco mais o sorriso de caninos à mostra, e engoliu a seco. Estava começando a ser encurralado contra uma das paredes da sala e, de alguma forma, o fato lhe trouxera um arrepio à virilha. Decidiu que era hora de se retirar antes que algo maior pudesse acontecer. Girou nos calcanhares, soltando todo o ar preso em seus pulmões e caminhou a passos apressados até a porta. No entanto, quando sua mão ameaçou girar a maçaneta, seu corpo fora bruscamente prensado contra o pedaço de madeira escura.

–– Não fuja de mim, Abarai-kun. –– Byakuya quase gemera ao pronunciar o nome de seu subordinado, já que, ao mesmo tempo, pressionara sua pélvis contra os glúteos rígidos do ruivo –– este precisando morder o lábio para conter os sons que queriam sair de sua boca. Qual é, todos sabiam que Renji era homossexual assumido, e ter Kuchiki Byakuya –– o cara mais arrogante, prepotente, gostoso e sexy que já tivera a infelicidade (ou quem sabe não) de conhecer –– apertando-se contra si era, de longe, algo enlouquecedor. Sentia-se duro em reação instantânea e sabia que precisava escapar antes que perdesse todo seu autocontrole.

–– O que pensa que está fazendo, Byakuya? –– Em uma espécie de rosnado, Renji se pronunciou, tentando soltar seus pulsos agora presos por uma das mãos do presidente. Constatou com pesar que estava sendo um esforço em vão. O homem que o segurava era obstinado e dotado de certa força superior a do ruivo. E, ainda que sua mente e seus lábios o quisessem afastar, seu corpo parecia gostar, e muito, do contato. Prova maior era sua evidente ereção. A tentação era absurda e o clima que se instalara no local era deveras incitante. Maldita libido.

Com a mão livre, o Kuchiki liberou a região da nuca do advogado, afastando o longo cabelo ruivo lentamente. Quando seus dedos ásperos tocaram uma das partes mais sensíveis de Renji, ele estremeceu, sabendo que tudo que retesara até agora, começava a ir por água abaixo. Os lábios finos e gélidos roçaram desde a base to pescoço até o lóbulo da orelha, este sendo mordiscado com leveza, arrepiando-lhe por completo os pelos. A despeito de toda a áurea tensa, sexualmente falando, que parecia fluir de uma forma assustadoramente natural, o Abarai vivenciava um conflito desesperador dentro de sua cabeça, oscilando entre se deixar levar pela lábia, admitamos, convincente de Byakuya ou recuar em prol de evitar que a situação evoluísse para algo mais drástico.

Enquanto ponderava os prós e contras, o moreno começava a investir ainda mais na linha tênue que marcava o fim do autocontrole de Renji. Sugou com vontade a pele amorenada do pescoço, observando-a avermelhar-se consideravelmente e sorriu orgulhoso de si. O ruivo estremeceu novamente e o presidente sabia que estava próximo de tê-lo rendido em seus braços. Ah, a vitória cheirava a 212 VIP.

–– O que pretende com isso, Kuchiki? –– Murmurando, Renji desistiu de tentar soltar-se, levantando sua bandeira braça ao pender a cabeça para trás e apoiá-la no ombro do magnata, tentando enxergar a verdadeira intenção em seus olhos. Byakuya sorriu, presunçoso e, em um movimento ágil, girou o corpo do advogado, podendo agora encará-lo de frente.

O sorriso aumentou perante a beleza máscula e diferenciada do mais jovem, sabendo que havia feito a escolha certa. Exibiu os caninos e direcionou-os ao lábio inferior de Renji, puxando-o lenta e sensualmente por entre os dentes, sentindo a respiração pesada batendo em seu rosto. –– Oe, maldito, não fique tão próximo. –– Arfou o ruivo, as maçãs do rosto adoravelmente coradas. Ah, como queria beijá-lo até deixar aquela boca avermelhada dormente.

E foi o que fez.

Com uma das mãos na cintura e a outra na nuca do Abarai, puxou-o para grudar-se a si e chocou suas bocas com fúria. Não conseguiu nem ao menos dar tempo para o mais novo reagir e já foi introduzindo a língua, explorando cada canto e deleitando-se com o gosto de menta. Suspirou quando a língua áspera de Renji acariciou a sua com a mesma violência e ambas começaram a dançar em sincronia, como se feitas para se encontrarem.

Byakuya não sabia que um beijo o deixaria excitado daquela forma, mas sentia seu membro latejar dentro da cueca, doendo de tão duro. Enfiou sua perna no vão entre as do advogado, roçando o volume presente em sua calça contra a coxa dele, arrancando-lhe um suspiro pesado. O desejo que emanava de ambos era praticamente palpável.

Mesmo que ar estivesse começando a se tornar necessário, o moreno não se rendeu ao pedido de seus pulmões e apenas aprofundou ainda mais o ósculo ensandecido. Mas Renji precisava urgentemente respirar.

Partiu o beijo ao sugar o lábio inferior do magnata, puxando todo o oxigênio possível para dentro de seus pulmões. Arfou por mais alguns minutos, tentando pôr os pensamentos em ordem, o que era de fato complicado, levando-se em conta um Byakuya ofegante fitando-o com lascívia, as pupilas dilatadas, os olhos cinza escurecidos por uma nuvem de luxúria, puxando-o, dominando-o, envolvendo-o em sua rede de sedução.

Aquele homem era o pecado em forma humana.

'Cause there's this tune I've found that makes me think of you somehow and I play it on repeat

Começando a perder-se, Renji inverteu as posições, prensando Byakuya contra a porta e atacando-lhe o pescoço. O odor amadeirado que exalava da região confundiu seus sentidos, levando-o ao derradeiro desespero de saber que era o fim da linha: estava completamente envolvido. Sentiu-se arrepiar com os fortes suspiros do homem ao pé de seu ouvido e, por um momento, achou que o tivesse em mãos.

Sonhar não custa nada, Renji.

A risada sarcástica do Kuchiki reverberou e o ruivo mal conseguiu processar o que acontecia. Quando voltou a si, estava estirado no chão, o magnata sobre si, prendendo seus pulsos acima da cabeça, enquanto, com apenas a outra mão restante, desabotoava o cinto e a calça do Abarai. E foi então que uma das sensações mais extasiantes que já experimentara percorreu o corpo do advogado.

Os dedos gélidos de Byakuya tocaram o membro quente e latente de Renji, que não conseguiu conter o gemido provindo do fundo da garganta. –– Pensou que pudesse dominar a situação, Renji-kun?! –– A mão habilidosa subia e descia. Como Renji poderia sequer formular uma resposta coerente? Sua mente estava nublada, nunca se sentira daquela forma. Esteve com diversos homens, mas nenhum deles lhe trouxera aquelas sensações inovadoras. A tortura das carícias do moreno o estava enlouquecendo, ele dominava-o com uma maestria sem igual. Não havia saída se não se render àquele homem. Relaxou o corpo e Byakuya sorriu, satisfeito. –– Ótimo, parece que alguém se colocou no lugar adequado. Eu nunca vou ser dominado, aprenda. Agora fique quietinho enquanto eu faço você ter um dos orgasmos mais intensos da sua vida. –– Sorriu perverso antes de capturar os lábios inchados do ruivo em mais um beijo apressado. Em sua mente, ponderava qual área degustaria primeiro, mas pensar estava se tornando relativamente complicado. Odiava admitir, mas aquele garoto o tirava drasticamente dos eixos. Que advogado do diabo ele era. E Byakuya adoraria apresentá-lo a um pedacinho dos pecados e calores do inferno. O pênis do Abarai latejava em seus dedos, provocando o aumento de sua própria excitação; teria que dar um jeito nisso depois.

Until I fall asleep

Você achava que Byakuya foderia Renji ali, naquele momento? Não, o magnata não daria ao ruivo o gostinho de tê-lo dentro de si. Ao menos, não agora. Ele precisaria implorar. Segurar-se-ia o máximo que pudesse para que, quando chegassem às vias, de fato, tudo fosse ainda mais prazeroso.

Renji sentia espasmos perpassando seu corpo alucinadamente e perguntava-se se aquele homem era realmente humano. Agarrou-se aos cabelos do Kuchiki, tentando controlar as reações a cada carícia. Não era normal alguém ter um toque tão preciso. A mão dele ainda se movimentava ao redor de seu membro, a cabeça sendo pressionada, vez ou outra, pelo polegar. Mas, no lugar dos dedos, ele queria a boca do Kuchiki fazendo o trabalho. “Merda, Renji! Você está ficando pervertido como ele. Se bem que não seria uma má ideia...” Seus pensamentos foram interrompidos por uma respiração entrecortada, porém muito mais compassada que a sua própria, batendo em seu pescoço. Estremeceu. O movimento da mão parou, recebendo um grunhido insatisfeito por parte do Abarai como resposta.

–– Você quer mais, Abarai-kun?! –– A imensidão acinzentada faiscou quando o Kuchiki entrou em seu campo de visão. Aqueles olhos o faziam prender a respiração. Porra, será que tudo naquele homem o deixaria sem ar e terrivelmente excitado? Sua mente implorava aos berros para que a carícia continuasse, mas e o orgulho de Renji? Ele ainda tinha algum restante!

O moreno sorriu com escárnio, soltando os pulsos do ruivo e desabotoando a camisa social cinza do mesmo. Quando o peito largo estava exposto, mordeu os lábios, descendo-os a altura do pescoço de pele levemente bronzeada e mordiscou a região, deixando os dentes acariciarem bem lentamente, enquanto seus dedos brincavam com um dos mamilos enrijecidos. Byakuya queria devorá-lo, possuí-lo, domá-lo e tê-lo para si de todas as formas possíveis. E conseguiria, ou não se chamava Kuchiki Byakuya.

Sua língua agora rodeava o mamilo esquerdo e suas mãos, ambas, apertavam a bunda do ruivo, suspendendo-o. Renji pendeu a cabeça para trás, arfando e então enlaçou suas pernas da cintura do magnata, movimento o corpo para que as ereções se roçassem. O magnata precisou parar o que estava fazendo para suspirar. Fitou o Abarai em seguida, engolindo-o com os olhos. Renji estremeceu loucamente. O Kuchiki voltou a tomar o membro do advogado, começando a masturbá-lo paulatinamente, observando atentamente as expressões de prazer que pintavam o rosto de Renji. Céus, como desejava aquele ruivo maldito.

Beijou-o com vontade, aumentando o ritmo das mãos, quase gemendo junto ao Abarai. As línguas se chocavam com fúria dentro das bocas, enquanto um agarrava-se ao corpo do outro. Ter Renji revirando-se de prazer sob si era a realização de seus desejos mais íntimos.

Sorriu de forma maldosa e partiu o beijo, descendo os lábios até alcançar o pênis enrijecido do mais jovem. Abocanhou-o e sugou lentamente, revirando os olhos ao ouvir Renji grunhir. Aquilo era música para seus ouvidos. Sua língua fez uma leve pressão sobre a cabeça e então desceu até a base, enquanto suas mãos massageavam os testículos. Renji agarrou os cabelos de Byakuya como última forma de descontar os espasmos ensandecidos que o fazia torcer até os dedinhos do pé.

–– Caralho, By-Byakuya. –– Arquejou, sôfrego, arqueando as costas para que seu membro entrasse ainda mais em contato com a boca macia e gélida do mais velho. Sentiu-o chupar com mais firmeza e seu corpo entrou em ebulição. Aproveitando-se da situação, Byakuya passou uma das mãos para as nádegas do ruivo, afastando-as e, com o dedo médio, rodeando a entrada apertada. –– Oe, mal-maldito, não fa-faça is-isso.

O Kuchiki retirou o membro da boca e começou a massageá-lo com a mão livre. A outra foi levada em direção aos próprios lábios e ele chupou três dedos, não desviando os olhos dos do Abarai, que teve certeza de uma coisa: aquela era a cena mais erótica e excitante que já vira em toda sua vida.

Era definitivo: queria Kuchiki Byakuya dentro de si com força.

Ao terminar, o magnata lambeu os lábios –– fazendo Renji arfar baixo –– e desceu-os de encontro novamente ao pênis enrijecido que latejava contra sua mão. Fitou o ruivo, subindo e descendo a boca em movimentos ora lentos, ora velozes enquanto, sorrateiramente, levou os dedos umedecidos ao orifício quente que tanto desejava violar. Lentamente, introduziu um, sendo seguido pelo segundo e iniciou um estocar torturante. Renji se remexeu, um pedido silencioso por mais, mas o moreno decidiu que brincaria mais um pouco.

Ergueu os olhos para o rosto suado e franzido do Abarai e observou-o revirar os olhos. O homem sob si estava enlouquecendo, mas não era como se estivesse muito diferente. Enfiou o terceiro dedo e começou a movimentá-los em um ritmo quase alucinado, conciliando-os com seus lábios e sua língua. Os gemidos de Renji, gradativamente, aumentaram de volume, fazendo o presidente, fora de controle, gemer junto.

–– Po-porra, Kuchiki, eu v-vo-vou...

Spilling drinks on my settee

Renji arqueou o corpo e, com um gemido lânguido e extenso, derramou-se na boca de Byakuya. Este o sugou com vontade, levantando a cabeça e sorrindo malicioso, esbanjando presunção e orgulho próprio. O olhar ensandecido do ruivo comprovava que seu trabalho havia sido muito bem feito. Lambeu os lábios e curvou as costas, capturando a boca do Abarai, beijando-o lenta e sensualmente. Renji arfava e buscava por ar, mas decidiu dar preferência ao ósculo que se consumava no momento.

O ritmo voltava a se tornar furioso, mas tudo precisou ser bruscamente interrompido por três singelas batidas na porta.

Merda.

–– Kuchiki-sama, o senhor tem uma reunião agora, às quatro. –– A voz do assistente de Byakuya, Grimmjow Jaegerjaquez, se fez ouvir. Renji arregalou os olhos, sendo assolado pela realidade, enquanto o Kuchiki apenas revirou os olhos, bufando irritado.

–– Okay, eu já estou indo! –– Gritou em resposta, massageando as têmporas e saindo de cima de Renji. Dirigiu-se à própria mesa, revirando alguns papéis, mas desviando os olhos quando o ruivo começou a ajeitar as roupas. –– É uma pena ter que ver você vestido novamente.

O Abarai fuzilou-o com o olhar, ajeitando a gravata e soltando os cabelos longos e ruivos, para em seguida prendê-los novamente. Virou as costas e caminhou em direção à porta, mas sua mão fora parada na altura da maçaneta. “Aqui vamos nós de novo.” Pensou, resignado.

–– Isso não acabou aqui, lembre-se disso. –– Byakuya sussurrou ao pé do ouvido de Renji, soltando-o e voltando para sua mesa. Observou o ruivo soltar a respiração, as costas arriando e sair, batendo a porta atrás de si. Sorriu vitorioso, retornando ao trabalho como se nada houvesse acontecido. Mas o gosto de Renji em sua boca o atormentaria por um bom tempo.

(Do I wanna know?)
If this feeling flows both ways

Notas finais
E ai, meus amores? Ai que vergonha USUAHUSHUSH ficou bom? Espero que tenham curtido.
Bom, deixem um review, se quiserem. E nos vemos no próximo capítulo o/

Beijos
Amo vocês ♥