Notas iniciais
O primeiro capítulo espere que gostem!

CAPÍTULO 1

- Vai anda John! Pegue a droga da bandeira e enfie lá!

Tiros, e gente morrendo na guerra, já disse o que aconteceu.

- Já vou! Eu gritava.

- Tem que ser agora novato anda! Esse lugar tem que nos pertencer agora!

Fui correndo más parece que não deu tempo. Levei um tiro. Acordei e me disseram que perdemos. Aqueles rebeldes ficaram com a Venezuela.

NOVA IORQUE — 2105

- AH! Ai que droga!

- O que foi amor?

Ela já sabia nem sei por que perguntou.

- Aqueles sonhos de guerra! — Eu respondo.

- Nossa mais que saco hein, é todo dia!

Pior que Diana estava certa.

- Ah não, tenho que acordar o Curt! Vou levar ele pra escola.

- John, enquanto você acorda, ele eu arrumo o café da manhã.

Sai da cama me arrumei e fui chamá-lo.

- Curt acorda!

- Fala pai!

- Oi filho, acorda anda, você tem escola vai se arrumar!

- Ah que saco hein!

- Anda Curt, vai se atrasar!

- Já vou pai!

- Tchau meus amores — diz a Diana – vão com Deus!

- Tchau mãe!

- Tchau querida! — eu digo – e pode deixar não iremos atrasar!

E dentro do carro Curt que já quis conversar.

- Pai?

- O que?

- Você gosta da mamãe?

- Claro por que você disse isso meu filho?

Um silêncio tomou conta do carro, mas não foi tão curto assim.

- Ah sei lá, porque vocês vivem brigando por causa de guerras.

- Filho por favor ,olha, esquece isso tá legal, isso daí é bobagem da sua mãe tá bem?

- Aham sei.

- O que foi agora Curt quer que eu brigue com você até mesmo dentro do carro?

E de novo o silêncio tomou conta do carro, mas dessa vez foi mais longo, foi até a escola.

- Tchau pai!

- Tchau!

Chegando em casa...

- Olha isso!

- O que?

- Obrigada nem repara na minha roupa nova.

De nada. Era o que eu estava pensando aquele momento.

- Desculpa, por que eu estava pensando aqui.

Aquele momento estava pensando sobre eu e a Diana.

- O que é que você está pensando John, na guerra ? Ah me poupe né?

- Chega! – eu gritei – Você acha que eu só penso em guerra, que droga, eu sou uma pessoa normal não mais um soldado qualquer, você sabe mais que todo mundo, que eu me aposentei por causa de você, por causa do nosso casamento!

- Ah então a culpa é minha né, eu sou a culpada!

Minha vontade era de sumir dali, mas não dá, de uma hora pra outra saio que nem um doido.

- Quer saber de uma coisa Diana? Eu vou descansar, e não ouse em me acordar, me ouviu bem?

Fui até a minha cama, rolava e nada até que caiu o sono e tive mais um daqueles sonhos de guerra.

- Soldados, sentido!

- Senhor?

- Diga soldado C´orrel!

- Posso fazer uma pergunta?

- Você acha que sou babaca? Você acabou de fazer!

- Eu tinha uma outra pergunta!

- Cala a droga dessa sua boca ou eu corto sua língua soldado!

Fiquei quieto depois daquela resposta do capitão.

- Agora vocês vão...

O capitão morreu foram os rebeldes que atiraram nele.

Acordei já era hora de buscar o Curt. Passei pela Diana mas fingi que não vi, ela fez a mesma coisa.

Chegando na escola dei de cara com o Curt com o olho roxo.

- Curt o que houve com você ?

- Eles me chutaram pai.

Tinham alguns garotos rindo, com certeza eram eles. Sai do carro com os punhos fechados.

- Posso saber do que estão rindo?

- Claro que não velhote – disse um ruivo babaca – haha.

Eles acharam graça, mais eu não.

- Estão olhando pra esses punhos?

- Claro, não somos cegos ... velhote!

- Quer que eu cegue vocês?

- Para de zoeira vô!

- Vô é o seu pai!

- O que? ARGHH!

Ele tentou socar, segurei os punhos dele e estalei alguns dedos, só isso.

- Bornet você tá bem cara?

- Bornet? — perguntei – Isso é nome de gente? Tá mais pra nome de bode.

Todos riram até mesmo o Curt.

Dentro do carro ficamos conversando sobre “o cara com nome de bode: Bornet .”

- Pai você foi demais, graças a você não vou ser espancado, sabe por quê? Por que vou ser popular! Vou ser popular!

Assim, repetiu isso até chegarmos em casa.

Notas finais
Continua!