Destiny - O Destino da Terra
2 Dias Seguintes
Notas iniciais
Dia seguinte o dia amanheceu calado, há não ser o Curt que falava sobre um vídeo — game que estava prestes a ser lançado.
– Pai você compra?
– Outro? Você já tem um!
– Mas esse é novo pai!
– Não! – gritou a Diana – Chega dessas drogas de vídeo – game!
– Desculpa mãe, não queria magoá-la, vou pro meu quarto.
A partir daquele dia ela ficou invadida de grosserias e a hora da TV era o único tempo que podíamos ficar em paz.
– Notícia urgente: os rebeldes que tomaram vários países da América do Sul estão desaparecidos, isso mesmo, mas não são 1 nem 2 são todos, um vídeo relata uma presença estranha, que presencia a morte de um rebelde e o aparecimento de um outro ser.
– Dreyk vamo invadir o que agora, o Brasil?
– Não cara o governo de lá tá com barreiras, ninguém das fronteiras entra cara, lembra não?
– É cara mas...
– Coryn não!
– Meu Deus! Ahhhh!
–Essas foram imagens que ficarão em nossas memórias, o que foi isso, um Pé Grande na América do Sul, ou até mesmo um Alien, bem ninguém sabe ainda. Então vamos para a previsão do tempo tudo bem...
– Meu Deus o que será isso? – eu me perguntava – Um Alien?
Telefone toca. –
– Computador quem é?
– O governo americano senhor!
– Como? – eu disse – Diga!
– Senhor C´orrel, vim chamá-lo para fazer parte de uma organização!
– Não ele não vai fazer nada disso!
– Fica quieta Diana!
– Precisamos de você John!
– Olha é obrigado, mas não dá, outra hora falaremos.
– Central Park 3 e 20 da manhã, prédio Tom Day .
– Tá.
Ele desligou e as reclamações começaram!
– Você não vai, John, não vai ser soldado!
– Porque esse drama todo?
– Você sabe.
E eu realmente sabia.
– Eu não quero perder você, já perdi meu pai, não quero perder você. Eu perdi meu pai com a mesma idade do Curt, tinha oito anos, e eu sofri demais, não quero vê-lo sofrer, que eu sofra também, e tem outro motivo também.
– Ah é? Então qual é?
– Não quero que ele siga seus rumos, por que ele é muito apegado a você, as histórias de guerra que você conta para ele, ele adora, e se com certeza você voltar a ser soldado acabou, por que ele vai ser também.
– Pois ele irá fazer o que ele pretender.
Acabou o assunto a partir da li.
– Pai, me ajuda!
Fui correndo em direção ao quarto do Curt.
– Curt, já te disse pra não mexer em sites de vírus, isso é perigoso, você quer ficar sem computador, hein? Eu gritava com ele.
Naquela hora eu o deixei triste e a minha esposa também.
– Perdão filho eu ...
– Não precisa falar nada com ele John, ele já está triste com você.
NOVA IORQUE – 3 E 20 DA MANHÃ ( PRÉDIO TOM DAY – DÉCIMO ANDAR)
Estava cansado, com sono, já era tarde, e eu estava meio velho pra isso, não tinha aquela vida de soldado mais.
Bati na porta do escritório do Barton.
– Faz tempo John, muito tempo que não nos vemos pessoalmente.
– Verdade, desde quando mesmo?
– Você se lembra daquela guerra da bandeira?
– Claro, sonhei com ela essas noite.
– Então, não te chamei aqui á toa John. Chamei você pra fazer parte do protocolo Destiny, onde reúne os melhores soldados do mundo para salvarem o planeta.
– Olha não estou muito a vontade com essas piadas ridículas suas.
– Você acha que eu brinco em serviço C ´orrel?
– Fale mais sobre isso.
– Tudo bem, mas você terá que fazer um favor pra mim.
– Diga.
– Não conte a ninguém.
– Tá bem.
– Então, você aceita?
– Sim.
– Aqui, toma esses arquivos do protocolo, para você ler e saber mais sobre isso.
– Obrigado.
Sai dali. Entrei no carro refletindo que a minha vida não é uma droga, ela sempre foi. Achava minha vida uma droga quando vi pessoas morrendo ao meu lado, hoje sei que sempre foi e que sempre será, pois temos barreiras e algumas delas parecem que você é incapaz de ultrapassá-las.
O dia amanheceu, ficou calmo, levantei em direção ao quarto do Curt, a Diana o levou para a escola, com certeza ele queria evitar falar em comigo, tanto ele quanto ela.
– Droga, cadê o meu carro?
Ele tinha sumido, eu não sabia se roubaram, ou a Diana o pegou para levar o Curt á escola. Mas espera ai, a Diana não sabe dirigir.
– Filha da mãe.
Na Escola de Curt
– Tchau mamãe!
– Tchau filho, bons estudos, e se comporte hein!
– Tá pode deixar.
Chegando em Casa
– Mas o que, que é isso, pode levar meu carro sem eu saber agora? Eu tinha dito.
– O carro e meu também e eu ando quando eu bem quiser.
Fiquei quieto. Sai para ver o meu carro e estava com multa. Fui ver melhor e estava escrito Multa: estacionou na vaga errada.
– Idosos? Você tá de brincadeira com a minha cara né?
– Nem vi.
– Me de as chaves, agora!
Ela me entregou e depois saiu com raiva.
Mais tarde fui ver o protocolo Destiny. Tinham 33 páginas de nomes de soldados especializados, e alguns que deveriam ser comandantes. Nomes chineses, espanhóis, holandeses, turcos, russos, alemães, brasileiros, entre outros. Fiquei impressionado. Eram apenas 1.898 soldados. Mas como assim? Só isso? Sabia que tinha algo errado ai.
– Mas como assim Barton, tem seis bilhões de pessoas nesse mundo e só mil e poucos soldados vivos? Eu falava no telefone.
– Poucos soldados especializados, não vivos.
– Então o resto é uma droga, é isso?
– Mais ou menos, C’orrel.
– DROGA! Eu gritei e depois desliguei o telefone na cara do Barton.
O resto do dia a casa, ficou um velório, Diana chorava porque sua mãe tinha morrido de câncer, Curt chorava, pois ele era muito agarrado á sua falecida vó, Martha. Enquanto eu pensava sobre o protocolo chamado Destiny.
Estava andando de carro até que parei na banca. Estava lotada, queria saber o que tinha acontecido de tão estrondoso assim. Enquanto um homem qu morava na rua deixou escrito em seu cartaz: O FIM ESTÁ PRÓXIMO!
– Com licença.
E eu vi. Era um jornal com um título: Aliens entre nós, nosso fim, nossos últimos dias.
– Ah não!
Corri com meu carro em direção a minha casa e avisar a todos.
– Curt! Diana!
Ninguém me respondeu olhei a casa toda, e eles não estavam lá. Até que eu vi a carta:
Querido John saímos pra não te incomodar mais, fomos na casa de minha irmã, Lisa para presenciar o velório da mamãe, pois será nessa igreja ao lado e vamos passar um tempo lá, no mínimo três meses. Qualquer coisa eu te ligo, e há estamos sabendo a notícia dos Aliens, não se preocupe aqui tem um porão e vai dar tudo certo.
Beijos;
– Droga! Minha vida está uma droga!
Fui até o escritório Tom Day, onde estava Barton, para conversar com ele.
– Como? Eu disse.
– Isso mesmo, o protocolo Destiny começará semana que vem, seu uniforme está sendo produzido, o governo de todos os países estão ajudando nas armas, tudo vai dar certo John, fique tranquilo.
– Há! Tá de sacanagem com a minha cara né? Ficar tranquilo como? Minha vida está um desastre, meu filho e minha mulher saíram de casa!
– Sinto muito John.
– Olha, desisto dessa mer...
– Senhor?
Uma secretária do Barton chegou na hora exata.
– Sim, Liza?
– Um tal de Cho Kin Go quer falar com você.
– Mande ele entrar.
E aquele ‘’ex-soldado’’ entrou.
–Hai! Olá!
– Senhor Cho, esse é John, John esse é...
– Já sei, é um prazer senhor Cho.
A tradutora dele que estava ao seu lado e traduziu.
*- Quero saber, quantos chineses terão neste tal ‘’ governo’’?
*= TRADUZIDO
– Setenta chineses senhor, por quê?
– Olha tenho que ir tá bom? Eu disse.
Tentava sair de assuntos chineses, japoneses, sei lá más queria ficar fora dessa.
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