Destiny Clock

26 Hospital


Notas iniciais
Voltei.. Sinto que queriam me matar no capítulo anterior. Rsrs Mas esse é leve. Super de boa. Eu acho..rsrs Bjinhos e boa leitura

Quando eu atirei no mercenário, minha única preocupação é que o Thomas sobrevivesse. Não errava um tiro aquela distância, não foi diferente naquela situação. O único problema era que, Russell, estava apontando uma arma na minha direção. Quando disparei só escutei outro tiro, mas não senti nada.

O corpo do mercenário alto, já caiu sem vida para trás, só aí me permiti virar para encarar o rosto de, Russell, mas os olhos dele estava sem vida. Foi quando ele caiu no chão que percebi, sangue em sua cabeça. Olhei para a janela e havia um pequeno buraco, agradeci aos céus por Jhonn preferir dar cobertura, ele não errava um tiro se quer.

Eu olhei ao redor, depois do alívio veio o desespero. Thomas, estava caído no chão. Fui correndo até ele, bati de leve em seu rosto.

— Não dorme, Tommy. – Ele abriu o olho, mas parecia não estar consciente totalmente. – Acabou, vamos embora. – Sorri agradecida a ele.

Ele apenas me olhou e tentou sorrir, porém foi uma careta que ele vez. Peguei minha arma, apontei para a janela e atirei. Os vidros quebraram, coloquei ele sentado e fui ver a distância para o outro prédio.

Fui atrás da minha mochila, sair pela porta da frente estava fora de cogitação. Vi que, Spencer estava no terraço no prédio da frente, era ali que deveríamos chegar. Mas esse prédio era muito alto, eu agradeci muito a esperteza da, Hastings.

— Thomas, não dorme. Vou precisar de você. – Falei alto, chamando sua atenção. – Vamos pular!

— Quer terminar de me matar? – Thomas, falou baixinho.

Coloquei o equipamento de paraquedas, esse era especial para saltos duplos ou Tandem. O olhar de compreensão passou pelo seu rosto. Ele tentou se levantar sozinho, mas tive que ajuda lo.

— Vamos precisar de um impulso. – Alertei.

Vi uma cadeira no canto, e ela tinha rodinhas, a ideia mais absurda me veio a mente. Peguei as rodinhas e coloquei para o apoio do pé da perna machucada de Thomas.

A parte boa daquela situação é que ele ainda estava consciente, só um pouco lento. Olhei para ele. E contamos mentalmente até três, demos uma corrida e nos jogamos.

Estar no ar era muito bom, mas logo abri o paraquedas, foi difícil estabilizar, mais consegui. O problema de você deixar que outra pessoa acione uma bomba, é que ela não tem noção se pode atingir você.

Escutei o barulho de explosão, mas algumas chamas atingiram nosso para quedas, olhei para onde deveríamos descer, respirei fundo e tentei manter o equilíbrio. Mas a queda não foi tão confortável, caímos de mal jeito, Spencer apagou as chamas. E fomos levados para o hospital.

{...}

Ao me aproximar vi sangue e meu mundo parecia ter desacelerado.

— Filha?! – A voz forte me despertou.

— Pegue, Quinn, do chão. Vamos levar ela para o médico, Leroy. – Ajudei ele a levantar minha pequena. Puxei a mão de, Frannie e Rachel, para o carro.

O carro acelerou, Leroy, dirigia desesperadamente, fiquei feliz por ter ele como amigo. Queria ver aonde, Quinn, estava ferida mas Rachel estava a abraçando e chorando que não conseguia ver nada.

Chegando no hospital, saímos correndo para a entrada com, a minha Quinnie. Logo ela foi pega por um enfermeiro e levada para ser examinada.

Tivemos que ser encaminhada para os bancos de espera no corredor, não podíamos entrar na sala.

— Ainda bem que vocês vieram rápidos. – Hiram, falava ao olhar uma ficha.

— Ela está muito ferida? – Perguntei em desespero.

— Alguns cortes, e a costela quebrada, ainda vamos ver se ela vai precisar operar. – Ele dá um sorriso tranquilizador. – Mas ela é forte, vai ficar bem.

— Mas que merda você está falando, Amor? – Leroy, transmiti meu pensamento. – Trouxemos, Quinn, pois ela levou um tiro.

— Quinn? – Hiram, fala confuso. – Ela está aqui?

— Sim. – Rachel, respondeu rapidamente. – Pode ver como ela está, papai?

— Lógico. – Ele nos olha apreensivo. – Vou precisar que você vá doar sangue, estrelinha.

— Mas você nem viu como Quinn está. – Rachel, respondeu sem entender nada.

— Bem. – Ele olhou apreensivo para, Francine. – Thomas, vai para a sala de cirurgia agora. Precisamos de bolsas de sangue.

— Como? – Frannie, o olha desesperada.

— Shelby e Thomas, deram entrada no hospital. Quase agora, achei que vocês tinham vindo por causa deles. – Hiram, pega uma ficha. – Preciso que você assine e filha pode acompanhar a enfermeira?

— Sim. Mas queria saber de, Quinn. – Rachel, já se levanta para seguir a enfermeira.

— Eu vou atrás dela, e já vou falar com você. – Ele deu um sorriso acolhedor.

— Como esta o, Tommy? – Frannie, levanta rápido e tremendo.

— Ele vai operar para tirar o projétil de bala que se alojou no braço. – Ela respirou mais calma. – Mas ele tem um corte na perna, que sangrou muito. Está fraco. Além de ter caído de mal jeito. – Hiram, falava de forma calma. – Mas ele é forte, vai ficar bem.

— Podemos ver eles? – Perguntei.

— Ainda não. Pois ainda tem mais alguns raios x, exames e provavelmente sala de cirurgia. – Ele saiu para uma sala.

Sentei na cadeira, meio desnorteada.

{...}

Estava funcionando no automático, acompanhei a enfermeira para doar sangue.

Tudo se passava como um borrão, a única coisas que conseguia notar era uma mancha de sangue em minha camisa e sabia que aquele sangue não era meu.

Lembro de sentir ela saindo do meu lado. E indo conversa com sua irmã, quando ela saiu de lá para ir em direção a casa, sabe aquela sensação de que algo ruim ia acontecer e foi isso que houve. Senti meu coração parar de bater, quando vi ela correndo e sendo seguida por aquele homem.

Tudo aconteceu tão rápido, ela corria muito rápido e estava vindo em minha direção. Me levantei e apontei a arma na direção dele. Mas ela acabava entrando na frente, mas ele notou e apontou a arma na minha direção, vi uma flecha ser acertada nele. Mas ainda disparou um tirou. Foi quando, Quinn, caiu no chão e não pensei duas vezes.

Meu corpo funcionava no piloto automático como naquele momento, atirei duas vezes. Ficando na mesma posição, para caso alguém aparecesse já estar preparada, percebi que um carro chegou e passou por cima daquele monstro. Não abaixei a arma, podia ser algum aliado. Mas senti uma mão tirando ela de mim e me puxando para aonde meu amor estava.

A pior sensação é ver sua vida caída, com sangue e não poder fazer nada. Escutei a voz do meu pai, mas não tive reação. Foi quando me conduziram para o carro que enfim percebi, eu podia perder, Quinn Fabray. E foi a pior sensação do mundo, eu não controlei mais as lágrimas que estava prendendo sem perceber. E essa cena se repetia várias vezes na minha mente, era como se eu estivesse novamente naquela situação.

— Ei... Minha pequena. – Os braços acolhedor me envolveu. – Vai ficar tudo bem. – E me colocou em seu colo.

— Eu posso perder ela, papai. – Minha voz estava embargada pelas lágrimas que já caiam.

— Ela está bem. – Hiram, se afastou um pouco para me encarar nos olhos e limpar minhas lágrimas. – Eu fui ver ela, se quiser posso te levar. – Foi quando tentei sair do seus braços e levantar correndo. – Mas esse vai ser nosso segredo.

Foi quando notei que já haviam tirado meu sangue. Ele me deu uma bolacha, iria recusar mais sabia que se não engolisse, não sairíamos daquela posição. Como sem vontade e ganhei um sorriso com a atitude. Ele permitiu que saísse do seu colo, e passou seus braços por meu ombro. Aqueles corredores era a mesma coisa, não entendi aonde estávamos indo. Chegamos no quarto e lá estava a razão do meu viver, parecia dormir feito um anjo.

Eu olhei para meu pai que apenas assentiu me permitindo ir até ela, segurei suas mãos, mas não estava tão quentes como de costume. Tinha um soro do outro lado, um pequeno curativo em sua testa e o braço direito enfaixado.

— Você me deu um susto enorme, Amor. – Falei, olhando para seu rosto.

— Pelos remédios, acredito que ela vai demorar a acorda. – Papai, quebrou o silêncio e ganhou minha atenção. – Vou chamar, Judy e Frannie. – Já foi saindo.

Fiquei ali, acariciando a mão dela e olhando cada centímetro de seu corpo, era como se em algum momento eu fosse piscar e ela não tiver mais ali.

A porta se abriu e não precisei me virar para saber quem eram, pois logo senti as duas ao meu lado.

— Ela ficará bem, só irei deixar em observação hoje. – Hiram, sorriu ao olhar a ficha. – Bem, ela deve ter levado um tiro de raspão, mal encostou nela, por ter caído de frente ter acertado alguma pedra na testa, tem esse curativo. – Ele, olhou para alguma anotação. – Conseguiram falar com ela, descobriram que não tinha dormido e ela chamava por você filha, toda a adrenalina e tudo que falei pode ter ajudado ela a chegar a exaustão.

— Então ela não corre perigo? – Judy, falou mais calma e mesmo assim tinha um tom de preocupação.

— Não. – Ele abaixou a ficha. – Agora vou para sala de cirurgia. Se eu souber de qualquer coisa, aviso.

— Obrigada, Hiram. – Judy, agradeceu.

— Não me agradeça ainda. Tenho que voltar com mais duas notícias para vocês. – Ele deu um sorriso confiante. – Tenho certeza que vai dar tudo certo, e você fará um almoço de agradecimento. – Ele piscou e saiu.

{...}

Eu estava sem chão. Como minha vida havia chegado a esse ponto? Francine Fabray Corcoran, deixou que a vida chegasse a esse ponto. Eu era a menina bem sucedida, que finalmente tinha encontrado alguém, consegui um emprego que gostava, fiz amizades e voltei para ajudar minha família. Agora estou apenas sentada nesse banco, na sala de espera da cirurgia da pessoa mais importante na minha vida.

Não conseguia controlar as lágrimas, pois depois do susto com minha irmã e agora nessa angustia elas vinham sem permissão. Senti braços me puxarem para um abraço acolhedor, mãos que começaram a fazer carinho no meu cabelo.

— Estamos aqui com você, Fran. E não vamos sair daqui até a cirurgia acabar. – A voz calma e suave falou.

— Emily, está certa. Não vamos de deixar aqui sozinha. – Spencer, falou continuando o carinho no meu cabelo. – Tommy, é forte. É a pessoa mais forte e corajosa que conheço. – Spencer, falou confiante.

— E muito teimoso. – Emily, sorriu. – Vai estar com medo de enfrentar a sua fúria, por te deixar preocupada.

— Eu só queria ele aqui. – Sussurrei. – Ele é tudo para mim.

Senti o abraço ficar mais apertado, e descansei minha cabeça no ombro de, Emily. Elas foram minhas testemunhas de casamento, e fomos os delas. Uma amizade que ficou firme e forte, abri meus olhos e vi um senhor sentado no final do corredor. Demorei para conseguir reconhecer quem era, mas minha fúria foi ao nível máximo.

Pulei do colo de Emily e sai a passos firmes e rápidos na direção daquela pessoa. Parei em frente a ele, ficou surpreso ao me ver, e dei um tapa bem firme em seu rosto.

— Escute muito bem, Juan. – Minha voz saiu ameaçadora. – Se acontecer qualquer coisa com alguém da minha família, eu vou até o inferno e te mato.

— Você.. – Juan, ficou surpreso e meio chocado com minha atitude.

— Sei que você fez essa missão de, Merda. E tudo começou com você. – Olhei firme nos seus olhos. – Eu juro, eu te mato. – Era a única convicção que tinha naquele momento. – Agora suma da minha frente.

Notas finais
Viuu.. Sem suspense. Quero ver se vão comentar ou vai precisar alguém levar um tiro e parar na melhor parte. Kkkkkkkkkk Mas falando sério agora, vcs tem uma ideia de como eles tem alguma ligação familiar? E por que, Frannie culpa o Juan? E quem é o Juan? kkkkkkkkkk São coisas que joguei no ar e queria saber se alguém conseguiu entender.. Obrigada pelos comentários, me incentivou a voltar mais rápido.. Bjinhos e se cuidem ;)