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19 3.19 - Blam!
Notas iniciais
A festa seguia, agora um DJ era responsável pelas músicas, embora os outros ainda pudessem cantar. B. havia feito uma track-list revezando entre músicas dançantes e românticas. Tocava Unconditionally quando Sam puxou Blaine para uma dança. Ele segurou na cintura do solista com uma mão e com a livre segurou uma das mãos do marido. Eles encostaram as cabeças no ombro um do outro e seguiram dançando lentamente e conversando.
– Lembra-se de quando eu a cantei para você? – Cochichou o loiro ao ouvido de B. – Aquele dia foi tão especial... Sabia que se não conseguisse você de novo ali eu estaria perdido.
O solista riu.
– E hoje está perdido... Perdidamente apaixonado por mim. – Blaine fungou no pescoço de Sam. Eles seguiram dançando, embalados no clima romântico na música e pensando no amor incondicional que um sentia pelo outro. De repente, começou a tocar Hummingbird Heartbeat, os olhos dos dois brilharam – Lembra?
– Como não? Nosso primeiro dueto. Ali eu comecei a ver o quanto você significava para mim, B. Foi ali que eu cai em sua rede, que eu me apaixonei por ti. – O loiro sorriu ao lembrar – Sorte nossa que a Marley não pode cantar. Talvez as coisas não fossem como são. Ah, o destino... – Sam suspirou após a frase, eles riram em seguida.
– Você me dá todas essas sensações, sabia? As que a Katy descreve na música. – B. encostou sua boca no ouvido no loiro – E mesmo quando as estações mudarem, nosso amor permanecerá o mesmo, eu juro.
– O gosto do seu mel é tão doce... Quando você me dá as pulsações de um beija-flor. – Sussurrou também o loiro meio que cantarolado - E quando estamos em perfeita harmonia você me faz soar como uma sinfonia.
Os dois suspiraram juntos.
– Venha, eu quero fazer um brinde com todos. – Falou o bocudo e puxou o marido para o meio do salão. – Pessoal, venha! – Gritou e chamou um garçom, que logo trouxe uma bandeja com taças e um espumante – Quero fazer um brinde!
Todos vieram e pegaram suas taças.
– Antes, gostaria de anunciar em primeira mão que eu e o B. vamos passar nossa lua de mel em Las Vegas. – Disse sem que o solista esperasse.
Blaine olhou para Sam meio assustado.
– Mas Sam... Com que dinheiro vamos fazer essa viagem?
– Eu trabalhei muito ao longo desses meses, esqueceu? Estive guardando sempre a espera desse momento. – O loiro piscou.
– Você é um idiota mesmo! – Blaine balançou a cabeça feliz e abraçou o marido, depois o beijou – Como planeja isso sem me contar nada?!
– Era surpresa, ué. – Sam riu, todos riram junto.
– Um brinde ao casal! – Gritou Marley.
– Um brinde ao casal! – Todos pegaram uma taça, gritaram depois e brindaram.
Blaine puxou Sam e o segurou pela cintura, dando um beijo com gosto de espumante em seguida. Sentir a língua aveludada do loiro já era uma sensação inestimável para o solista, o gosto do champanhe só melhorou ainda mais o ato. Eles beijaram por um tempo, segurando um na cintura do outro, sentindo e explorando cada parte da boca do oposto. Até que cessaram, Sam tinha algo a falar.
– Eu preciso cantar agora. Preparei outra música para você. – Disse e subiu ao palco. Ele pegou um microfone e fez sinal para o DJ – Ninguém, B. pode ficar entre nós. Juntos somos imbatíveis, lembra? – E sorriu – Você e eu.
I figured it out
I figured it out from black and white
Seconds and hours
Maybe they had to take sometime
I know how it goes
I know how it goes from wrong and right
Silence and sound
Did they ever hold each other tight
Like us?
Did they ever fight
Like us?
You and I
We don't wanna be like them
We can make it 'til the end
Nothing can come between
You and I
Not even the gods above
Can separate the two of us
No, nothing can come between
You and I
Oh, you and I
I figured it out
I saw the mistakes of up and down
Meet in the middle
There's always room for common ground
I see what it's like
I see what it's like for day and night
Never together
'Cause they see things in a different light
Like us
But they never tried
Like us
You and I
We don't wanna be like them
We can make it 'till the end
Nothing can come between
You and I
Not even the gods above
Can separate the two of us
'Cause you and I
We don't wanna be like them
We can make it 'til the end
Nothing can come between
You and I
Not even the gods above
Can separate the two of us
No, nothing can come between
You and I (you and I)
You and I
Oh, you and I
Oh, you and I
We can make it if we try
You and I
Oh, you and I
Blaine recebeu o loiro com outro beijo romântico.
– Ser seu marido é a melhor coisa do mundo, sabia? – Disse após largar o bocudo.
– Não. Fazer amor com você que é. – Os dois riram – Venha, vamos voltar a dançar. – Sam puxou o solista e foram.
Santana e Dani dançavam juntas e bebiam um pouco, celebravam o casamento dos amigos.
– Lindos eles, não? Será que um dia... – Falou a loira tingida, meio envergonhada.
– Seremos assim? – Santie riu – Não, nunca! – Falou e piscou – Somos diferentes de tudo e de todos. Isso é que é torna nosso relacionamento tão bom. Não vamos pensar no que poderíamos ser, sim? Vamos apenas viver, Dani.
– Claro. – Dani sorriu e tomou um gole de champanhe – Mas lembra do que vamos fazer, não é? Minhas malas estão prontas. Amanhã mesmo quero sair por aí cantando e fazendo shows ao seu lado.
– Sairemos. Mas antes tenho que passar em um lugar, tudo bem? Falar com algumas pessoas.
– Sem problemas. Mas deixe-me adivinhar... – Dani tentou fazer uma cara de quem estava pensando muito para buscar a resposta, embora já soubesse — Lima, Ohio? Vai ver sua avó? – Ela riu.
– Sim, também. Mas não só ela. – Santie também tomou um gole de bebida. – Tenho algumas pendências em Ohio. Quero resolvê-las antes de partir de vez.
Dani assentiu. Jake e Kitty subiram ao palco, todos voltaram às atenções a eles. Blaine e Sam pareciam surpresos.
– Acharam que nós não iriamos prestar nossas homenagens? – Kitty riu – É, eu sei que tivemos problemas no passado. Espero que eles realmente tenham ficado lá, no passado. – Falou em tom de brincadeira – E para mostrar como torço por vocês preparei um dueto com o Jake.
– Acho até que o Blaine vai curtir. Tem dedo de alguém que ele gosta bastante nessa música... – E piscou.
Blaine olhou-os com curiosidade. Jake fez sinal para o DJ, uma batida bem dançante começou. Ele e a loira se posicionaram e começaram.
Kitty:
I'm gonna love you until you hate me
And I'm gonna show you what's really crazy
You should've known better
Than to mess with me harder
I'm gonna love you, I'm gonna love you
I'm gonna love you like a black widow, baby
Jake:
This twisted cat and mouse game
Always starts the same
First we’re both down to play
Then somehow you go astray
We went from nothing to something
Liking to loving
It was us against the world and now we’re just fucking
It’s like I loved you so much, now I just hate you
Feeling stupid for all the time that I gave you
I wanted all or nothing for us
Not a single place in between
By me believing what you say that you never mean
Like it will last forever, but now forever ain’t as long
If it wasn’t for you I wouldn’t be stuck singing this song
You were different from my last but now you got it mirrored
And as it all plays out I see it couldn’t be clearer
Kitty:
You used to be thirsty for me
But now you wanna be set free
This is the web, web that you weave
So baby, now rest in peace
Kitty e Jake:
I’m gonna love you until you hate me
And I’m gonna show you what’s really crazy
You should’ve known better
Than to mess with me harder
I’m gonna love you, I’m gonna love you
I’m gonna love you like a black widow, baby
(Black widow baby)
I’m gonna love you until it hurts
Just to get you
I’m doing whatever orks
You ain’t never met nobody
That’s gonna do ya how I do ya
And I’ll bring you to your knees
Praise Jesus, hallellujah!
Kitty:
I'mma make you beg for it
Plead for it
'Til you feel like you breathe for it
'Til you do any and everything for it
I want you to fiend for it
Wake up and dream for it
'Till it's got you gasping for air
And you lean forward
'Till they have a CAT scan to check on your mind
And it's nothing but me, on it (on it, on it)
Now it's me time, believe that
If it's yours and you want it
I want it, promise I need that
'Till I'm everywhere that you be at
I can't fall back, go quick
Cause this here is fatal attraction
So I take it all or I don't want shh
Jake:
You used to be thirsty for me
But now you wanna be set free
This is the web, web that you weave
So baby, now rest in peace
Kitty:
I’m gonna love you until you hate me
And I’m gonna show you what’s really crazy
You should’ve known better
Than to mess with me harder
Jake e Kitty:
I'm gonna love you, I'm gonna love you
I'm gonna love you like a black widow, baby
Kitty performou e cantou ao lado do Puckerman, eles pareciam muito envolvidos e não pouparam movimentos sensuais ao longo da canção. Ao fim, foram bastante aplaudidos. Em seguida, o DJ continuou seu trabalho.
– Será que realmente você está com o Puckerman certo? – Perguntou Marley a Kitty quando a loira desceu do palco.
A ex-líder limitou-se a rir.
– O que importa? É Puckerman do mesmo jeito.
– Escuta, Kitty, eu não quero me meter em sua vida, mas... Por que você é assim?
– Uma vadia? Embora do bem agora, mas uma vadia? – Ela deu um risinho – Eu não sei, sinceramente. Extinto, talvez... Meu jeito de ser é esse. Posso até mudar um pouco, mas nunca vai ser nada muito drástico.
– Eu pensei que você gostasse do Jake de verdade.
– E gosto, mas do meu jeito. E mais, ele logo irá embora, o pequeno Puckerman tem futuro. Já o grande não. Ele ficará em Lima, assim como eu. Quando o pequeno voltar, posso tê-lo de volta, não? – Kitty sorriu, Marley a olhou assustada – Não tema, Marley. Eles sabem o que eu realmente quero, pode ter certeza. Não vou ferir o Jake, se é isso que a preocupa. Na verdade, eu o amo e ele também me ama. Aprendeu a me amar do meu jeito e pensa da mesma forma que eu. E mais vale um pássaro na mão do que dois voando, não? – A loira piscou – Deixe-me ir, preciso dançar um pouco com um Puckerman! – E saiu.
– Essa não muda nunca mesmo. – Disse Má baixinho para si mesmo. A garota acabou rindo daquilo, era uma situação muito inusitada – Cada louco com sua loucura. – Pensou e saiu.
Perto de uma mesa de guloseimas estava Rachel, ela comia uns doces e bebia algo. Parecia distraída, Paolo a avistou e foi até a sua musa.
– Então, se continuar comendo assim vai ficar gorda. Estrelas não podem ser gordas, sabia? – Brincou.
– Sim, sabia. Mas eu serei uma estrela, gorda ou magra. E não nasci para ser igual às outras, meu brilho é diferente. Rachel Berry é única, baby. – Disse ela e piscou, os dois riram um pouco.
Paolo a olhou fixamente, Rachel sorriu para o homem meio sem jeito.
– Olha só, ela não corou. Isso já é um avanço.
– Pois é, acho que, aos poucos, você tem avançado muito. – Disse ela e comeu outro doce.
– Fico feliz. Espero um dia conseguir tudo que almejo.
– Um dia sim, mas esse dia vai demorar um pouco ainda. – Rachel o olhou e sorriu – Sabe, Paolo... Já avancei tanto... Parte disso deve-se a você, minha filha e Carole. Apoiaram-me e me ajudaram a enfrentar meus medos, obrigada. – Disse e abraçou o homem de supetão.
Paolo foi quem ficou sem graça dessa vez, ele não esperava por isso.
– Preciso cantar, tenho uma música nova que exprime um pouco do que sinto. Você vai gostar. – Ela piscou para ele e se dirigiu ao palco enquanto o diretor a olhava curioso. – Boa noite a todos, eu sou Rachel Berry. – Disse quando pegou o microfone, todas as atenções se voltaram a ela — Quero cantar para vocês outra de minhas músicas. Essa tem um grande significado para mim, marca o começo de uma nova era, um novo começo em minha vida. – Olhou para Paolo e sorriu – De agora em diante, eu brilharei e viverei intensamente. Chega de tristezas, chega de solidão. Eu vou ser feliz, vou recomeçar e vou voar por aí, feito uma bala de canhão. – Disse isso e sinalizou para o DJ. A música começou.
Breakdown
Breakdown
Breakdown
I was scared to death, I was losing my mind
(Breakdown)
I couldn’t close my eyes, I was pacing all night
(But now)
I think I found the light at the end of the tunnel
(Had my doubts)
I couldn’t find the truth I was going under
But I won’t hide inside
I gotta get out, gotta get out
Gotta get out, gotta get out
Lonely inside, and light the fuse
Light it now, light it now, light it now
And now I will start living today
Today, today, I close the door
I got this new beginning and I will fly
I’ll fly like a cannonball
Like a cannonball
Like a cannonball
I’ll fly, I’ll fly, I’ll fly like a cannonball
(Freedom)
I let go of fear and the peace came quickly
(Freedom)
I was in the dark and then it hit me
I chose, suffering and pain
And I live for the rain
I know, I gotta get out into the world again
But I won’t hide inside
I gotta get out, gotta get out
Gotta get out, gotta get out
Lonely inside and light the fuse
Light it now, light it now, light it now
And now I will start living today
Today, today, I close the door
I got this new beginning and I will fly
I’ll fly like a cannonball
Like a cannonball
Like a cannonball
I’ll fly, I’ll fly, I’ll fly like a cannonball
Breakdown
I was scared to death I was losing my mind
Breakdown
I gotta get out into the world again
And now I will start living today
Today, today, I close the door
I got this new beginning and I will fly
I’ll fly like a cannonball
Like a cannonball
Like a cannonball
I’ll fly, I’ll fly, I’ll fly like a cannonball
Like a cannonball
Like a cannonball
I’ll fly, I’ll fly, I’ll fly like a cannonball
Todos a aplaudiram, Rachel foi intensa e cheia de luz em sua performance, ela realmente havia renascido para uma nova vida. Depois que desceu do palco, dirigiu-se a um local um pouco isolado onde estava Paolo.
– Então, gostou? – Perguntou.
– Você foi magnífica, como sempre. – Disse ele com um sorriso no canto da boca. Estava pensativo.
– Obrigada, você que é esplendido. – Disse meio sem jeito — No que está pensando? – Perguntou Rach
– Quer mesmo saber? – Ela assentiu com a cabeça – Tudo bem então. – Ele riu baixinho – Estava pensando nisso. – Paolo avançou, segurou na cintura de Rachel e a beijou.
Por um momento, a moça sentiu-se culpada, envergonhada, lembrou-se de Finn. Mas só por um momento. Depois, lembrou-se de Carole, lembrou-se de sua filha, do sonho com Finn e do que ele a pediu. Rachel sentiu-se estranha nos braços de Paolo, mas aquilo era bom, então ela deixou que ele a beijasse e ainda retribuiu o gesto. Só pararam depois de ficaram um pouco sem fôlego.
– Nossa, isso foi... – Começou Rachel ainda recuperando o fôlego.
– Insano, louco, insensato... Eu sei, Rachel. Desculpe-me. – Falou o diretor meio sem graça.
– Sim, tudo isso mesmo. – Rachel riu – E ainda melhor, foi bom, gostoso e agradável. Eu adorei. – Disse ela sorrindo.
Paolo a olhou confuso a princípio, pensou não ter ouvido direito, até que Rachel fez um movimento com a cabeça, assentindo, e ele percebeu que não era sonho. Sorriu e riu, depois a pegou nos braços e a beijou de novo.
– Venha, vamos dançar! – Disse a Rachel e depois foram.
Ambos estavam felizes, era um belo recomeço para Rachel e um dia sem igual para Paolo. Ela tinha algo diferente, ele podia ver isso e adorava essa característica. O que eles queriam um do outro não sabiam, mas se empenhariam e descobririam, ou pelo menos tentariam. Victória havia conseguido um novo pai.
Em outro local do salão, Blaine e Sam dançavam. Eles continuavam com todo o entrosamento do começo da festa, dançavam cheios de cumplicidade e carinho.
– Será que vai ser para sempre assim? – Brincou Sam e riu em seguida – Sempre estarei em seu coração?
– No coração, na cabeça, em tudo. – Disse B. e sorriu – Não percebe que agora que eu me apaixonei por você nunca mais vou me recuperar? Você me envenenou com seu amor. – B. o beijou, depois olhou nos olhos do loiro – Se hoje estou com você depois de tudo é porque você tem algo especial que me enfeitiçou, algo que o torna diferente de todos. Algo que o torna meu.
Sam suspirou, ouvir aquelas coisas de boca de Blaine sempre o deixava todo derretido.
– Eu sou arriado por você, sabia? Seu viado desgraçado! – Eles riram juntos.
Por um tempo, ficaram se olhando enquanto a música tocava e ecoava pelos cantos do salão. Não existia ninguém ali, pelo menos não cabeça de ambos. Para Blaine só existia Sam e para Sam só existia Blaine. Eles trocaram olhares e carícias e, por um momento, o amor os consumia como fogo grego, não parava de queimar.
– Eu te amo. – Disse Blaine.
– Disso eu já sei. – Falou Sam sorrindo – E sabe do que eu também sei? Que eu também te amo. – E o beijou.
Após um tempo, o beijo cessou. Ambos estavam satisfeitos com o dia, a festa já estava quase acabando.
– Meu. – Disse o solista.
– Seu. – Falou Sam, em seguida.
Marley então chegou e cochichou algo ao ouvido de B., depois saiu.
– O que ela queria? – Perguntou o bocudo.
– O Grand Finale – Respondeu e piscou, depois saiu e foi até o palco.
Sam ficou o olhando, os outros se reuniram ao redor do local.
– Bem, pessoal, está acabando. Já, já é hora de irmos nos preparar para viajar, será um momento só nosso. – Disse o solista olhando para Sam – Para encerrar, tenho que cantar uma música. Pensei bastante sobre o que cantar até encontrar a música que definisse o momento. Acho que essa é perfeita, espero que goste. Mas, antes de cantar, quero agradecer a todos vocês por terem vindo. Principalmente, quero agradecer a você, Sam. – Olhou diretamente para o bocudo – Por estar comigo e me fazer tão bem. Nunca me canso de acordar ao seu lado e deitar ao fim do dia contigo. Muito pelo contrário, todos os dias, minha única vontade é me aproximar mais e mais de você, descobrir e explorar todos os seus mundos. – B. se emocionava ao dizer aquilo, seus olhos brilhavam devido às lágrimas que já se acumulavam neles — Você me virou do avesso, desgraçado! – Disse meio rindo e choroso, a plateia riu junto. B. levou a mão ao canto de um dos olhos para aparar uma lágrima – Fez-me rever muitos dos meus conceitos. Não sei que poder você tem, só sei que o efeito dele sobre mim é devastador. – B. suspirou, ficou um pouco de tempo em silêncio, pensativo sobre tudo que estava acontecendo naquele dia – Enfim, te amo. Espero que goste dessa canção. – Ryder trouxe uma guitarra para ele, Sam olhou sem entender. B. riu da reação do marido – É, estive treinando escondido para essa performance. – A pegou e tirou a primeira nota – Os céus têm inveja do nosso amor, os anjos choram lá de cima comovidos com ele, lembra? – E sorriu – Já as estrelas, elas fazem amor com o universo reverenciando nosso amor, Sam. – A música começou.
Take off all of your skin
I'm brave when you are free
Shake off all of your sins
And give them to me
Closer, let me back in
I wanna' be yours, wanna' be your hero
And my heart beats
Like the empires of the world unite
We are alive
And the stars make love to the universe
You're my wildfire every single night
We are alive
And the stars make love to the universe
And you touch me
And I'm like, and I'm like, and I'm like
Oooooh
And I'm like, ooh
And I'm like, ooh
And I'm like, ooh
I will follow you down wherever you go
I am, baby, I'm bound to you
And you know
Closer, pull me in tight
I wanna' be yours, wanna' be your hero
And my heart beats
Like the empires of the world unite
We are alive
And the stars make love to the universe
You're my wildfire every single night
We are alive
And the stars make love to the universe
And you touch me
And I'm like, and I'm like, and I'm like
Ooh, we are alive
And I'm like, oooh
We are alive, oooh
I'm just gonna raise my head
Walk up to the final edge
And I'm gonna fall
(And the stars make love to the universe)
I'm just gonna raise my head
And hold you close
Like the empires of the world unite
We are alive
And the stars make love to the universe
You're my wildfire every single night
We are alive
And the stars make love to the universe
And you touch me
And I'm like, and I'm like, and I'm like
Ooh
And I'm like,ooh
And I'm like, ooh
And I'm like, ooh
Durante a canção, B. tocou guitarra e cantou divinamente. Empolgou-se em vários momentos, jogando a cabeça para frente e para trás. Ao fim, fogos saíram de locais estratégicos do palco, a luz tomou conta do ambiente, todos ficaram boquiabertos. Após isso, foi a vez dos fogos de artifício do lado de fora. Sam subiu ao palco, pegou o solista nos braços, o rodopiou no ar e o beijou. A festa havia acabado, eles estavam casados e haviam compartilhado sua felicidade com os amigos, com o mundo. Não havia mais volta.
Do lado de fora, eles encontraram alguém antes de pegarem um táxi para voltar.
– Tina. – Disse Sam – Espero que ela não estrague meu dia perfeito. – Pensou e fez uma cara feia para a moça.
– Relaxe, Sam. Eu só vim para desejar tudo de bom para vocês. – Falou e sorriu – O Artie veio morar comigo, sabiam? A Santana vai embora, ele veio para que eu não ficasse só. Ele é um amor, vai me ajudar muito a controlar minhas mudanças de humor... – Falou olhando para o chão, mas com o olhar longe — Foi tudo lindo. – Continuou — Não fui madrinha, mas senti cada momento da cerimônia como se fosse especial tanto para mim como para vocês. – Ela suspirou – Enfim, sejam felizes. Vocês merecem depois de tudo que passaram – Disse e saiu.
O casal se olhou, não sabiam como agir diante daquilo.
– Tina, espere! – Sam gritou – Blaine olhou para ele temoroso, Tina olhou para trás e dirigiu também o olhar ao loiro – Eu te perdoo. – Falou.
Os lábios da asiática tremeram, ela segurou o choro, mas não chorou. Olhou para os dois, assentiu e sorriu, depois se foi. Eles também, estavam quites com a antiga amiga.
Blaine e Sam foram para o seu apartamento, essa noite teria que ser inesquecível.
Quando chegaram, o loiro pegou o solista nos braços e o beijou, depois, aos risos, se dirigiram para o quarto. Ele jogou B. na cama e sorriu. Em seguida, calmamente, Sam foi tirando os botões do terno, um a um, enquanto B. o observava com um sorriso sacana no rosto. Ele tirou por completo, rodopiou e o jogou para trás. Blaine estava deitado, Sam pulou e sentou em seu colo, mergulhando para um beijo em seguida.
Ambos os lábios se tocaram e começaram movimentos intensos de fricção. Os lábios carnudos e aveludados do loiro eram deliciosos, Blaine adorava chupá-los e morde-los, e foi isso que o solista fez. Sam, por sua vez, invadia a boca do marido com sua língua e a usava em cada local que podia alcançar. Eles beijaram-se e trocaram mordidas nos lábios, aquilo era o que a noite havia reservado para eles, fazer amor. Beijaram até que ficaram sem fôlego.
Devagar, Blaine começou a desabotoar seu terno também. Fazia isso enquanto olhava para o loiro, que estava deitado por cima e friccionando seu volume sobre o de B. Botão a botão, o solista encarou o marido fazendo caras e bocas a cada vez que os volumes juntos davam sinal de vida. B. tirou a parte de cima da roupa e jogou, ficando com o peitoral nu. Sam levou a boca até o mamilo esquerdo do marido e chupou de leve, B. gemeu alto e contorceu o corpo inteiro, aquilo incitou o bocudo ainda mais.
Sam revezou entre um mamilo e outro, chupando e rodeando a aureola com a língua, sempre arrancando suspiros e gemidos do outro. Blaine segurou na cintura do loiro e aumentou o movimento de ambos, seus paus estavam extremamente duros e marcando suas calças, então o solista arrancou primeiro a do loiro e depois a sua, deixando-os de cueca. Sam voltou a beijar o marido, língua se entrelaçava com língua enquanto sentia suas coxas baterem nas de B. e sua pica esfregando na do solista. Eles gemiam, gritavam, urravam e sentiam um ao outro.
– Deixe-me te chupar, amor. – Disse Sam ofegante entre um beijo e outro.
Blaine assentiu e levou a mão até a cabeça do bocudo, guiando-a até sua cueca.
O loiro beijou, mordeu e cheirou o volume na cueca. O cheiro das partes íntimas de Blaine tomou conta do ar, aquilo enlouqueceu Sam. Ele atacou a cueca e a arrancou, abocanhando a pica do solista quase que ao mesmo tempo. B. gemeu e fez pressão com as mãos sobre a cabeça de Sam, fazendo-o engolir mais e mais seu cacete.
O bocudo chupou, chupou e chupou. Sugou a cabecinha vermelhinha do pau de Blaine e lambeu suas bolas deixando-as todas babadas. Brincou com o saco de B. com os dentes, puxando os pelinhos ralos, arrancando risinhos do solista. Voltou a pica, lambeu e lambeu a cabecinha, sentiu o gosto do pré-gozo e o cheiro de macho que Blaine exalava. Era maravilhoso.
Sam, após deixar o pau do marido todo babado e ter sua boca toda melada dos líquidos que fluíam dali, desceu um pouco mais. Segurou as pernas de B. e as levantou, deixando-o na posição de frango. Em seguida, levou a boca até a bunda dele e a beijou bem no local do seu anelzinho.
Blaine sentiu seu mundo estremecer. De repente, suas pernas ficaram bambas e a sensação de prazer tomou conta do seu corpo, era algo que ele nunca havia sentido antes. Sentia os dedos de Sam, dois apenas, irem e voltar, fazendo fricção na região anterior do seu cuzinho e tocando sua próstata.
Sam enfiou e tirou, enfiou e tirou, enfiou de novo e tirou de novo. E assim ia. O bocudo chupava os dedos de vez em quando para lubrificar, e enfiava de novo. B. gemia, parecia ser um prazer nunca sentido antes. Sempre que tocava na próstata do marido, o bocudo fazia questão de fazer movimentos ao redor da glândula. O solista sempre revirava os olhos, Sam havia achado seu ponto fraco. Ele riu daquilo e investiu mais. Até que Blaine fez sinal para que parasse, ele estava prestes a gozar.
– Ainda não. – Disse o loiro.
Ele levou a boca até o cuzinho de B. Com a língua, brincou bastante ali. Lambeu por cima do anelzinho e por vezes o penetrou, deixou-o todo molhadinho. Às vezes, quando estava muito envolvido pelo prazer e calor do momento, Sam dava umas tapinhas na bunda do solista e sussurrava coisas sacanas ao ouvido dele, mas logo voltava a pôr a boca lá, e logo Blaine gemia de novo.
– Minha vez. – Disse B. e saltou da cama – Não pode se divertir sozinho hoje!
Sam riu, depois ficou em pé em cima da cama. Blaine estava de joelhos a sua frente. O loiro foi dançando devagar, rebolando e fazendo movimentos com o pau, até que o encostou ao rosto de B. e começou a esfrega-lo lá, mexendo o quadril devagar.
Blaine riu baixinho enquanto mantinha o rosto ligado ao volume na cueca do marido. Cheirou-o e sentiu arrepios. Ele já conhecia aquele cheiro, e gostava. Mas a circunstância era diferente agora. Sam não era mais um simples namorado, ou noivo, era seu homem de verdade. Eles tinham o mesmo sobrenome agora e partilhariam uma vida juntos até o fim. Por isso aquele cheiro era tão especial, vinha misturado a perspectivas e sonhos para um futuro em comum. O solista arrancou, devagarzinho e com a boca, a cueca do loiro. Sempre olhando para cima e dirigindo o olhar para o marido, queria captar todas as suas reações. Com a boca, desceu até os pés do loiro. Foi empinando a bundinha, só para provocar Sam.
– Ulala! – Exclamou o loiro e deu uma tapa na bunda de B.
O solista riu. Depois jogou a cueca de Sam para trás e subiu. Agarrou o marido, deixando os dois paus bem colados. Ali mesmo, enquanto beijava Sam e chupava seus lábios, B. começou a esfregar as picas uma na outra. Era uma guerra de espada como eles nunca haviam travado antes, os dois mexiam o quadril em sincronia, movendo um membro contra o outro com violência e arrancando um enorme prazer daquilo. Já em cima, as duas bocas também trabalhavam com violência. Blaine desceu até o queixo do loiro, onde chupou e mordeu até deixar uma enorme marca vermelha na região.
Blaine desceu, foi lambendo os gomos do abdômen do loiro um por um, desceu lentamente fazendo movimentos com a língua sobre a pele do marido, até que chegou ao fim do caminho e mordeu o pé de sua barriga, Sam suspirou. Fez sinal para que o bocudo deita-se, ele o fez. Na cama, Blaine deitou-se ao lado oposto do de Sam, segurou o pau do marido e levou a boca até sua cabecinha rosada. Ele sentiu os espasmos do loiro, seu pau se enchia de sangue e de vida, crescia mais a cada momento em que B. usava a língua para excitá-lo. O bocudo gemia baixinho e, para melhorar a situação, puxou o quadril de Blaine para perto, abriu suas pernas e enfiou a cabeça lá, levando a boca até o cuzinho do solista e o chupando também. B. chupou toda a extensão da rola do bocudo, sempre babando bastante e sugando tudo em seguida. Vez ou outra, ele puxava o bocudo para um beijo bem molhado, em seguida voltava a chupar e chupar sua rola.
O solista cessou o trabalho, depois deitou com o peitoral para cima e bateu nele, fez sinal para que Sam viesse. O loiro entendeu e foi. O bocudo sentou no peito de B. com a bunda voltada para o rosto dele. Blaine segurou no quadril do loiro e o ajustou, levou a boca até as nádegas brancas e peludas dele e mordeu. Ficou distribuindo beijinhos e mordidas por toda a bunda de Sam até que encontrou o anelzinho rosado dele. O beijou, Sam suspirou e seu cuzinho piscou. Era hora de investir lá, e foi o que B. fez. O solista levou a língua até a região desejada e começou com movimentos circulares. A medida que o loiro gemia, Blaine aumentava a intensidade do movimentos. Rodeou e rodeou a linguinha ao redor do cuzinho rosado do marido, que piscava e clamava por mais e mais. B. chupou, chupou e chupou. Enfiou a língua vez ou outra e chupou de novo. Sam investia com a mão na pica do solista, indo e voltando, masturbando o marido.
– Chega! – Disse Blaine que já não suportava mais os movimentos de Sam. O loiro masturbava-o enquanto era chupado e rebolava na cara de B., foi literalmente uma surra de cu – Vou...
Sam continuou, só que com a boca. Levou os lábios até o pau de B. e sugou a cabecinha, enquanto ainda batia punheta para ele. Chupou e bateu, chupou e bateu. Sua língua brincava com o pau do solista enquanto sua mão descia e subia, e Blaine gemia. O bocudo viu que a hora ia chegar, manteve a boca lá e logos os espasmos vieram, seguidos da mais deliciosa porra do mundo, a de Blaine. O loiro engoliu tudo enquanto B. se contorcia na cama com a boca no anelzinho dele. Ele puxou Blaine para si e o beijou depois.
– Você não devia, estava muito cedo ainda – Disse o solista sorrindo.
– E quem disse que acabou? A noite está apenas começando. – O bocudo o beijou de novo.
O loiro, depois de beijo, fez sinal para que B. se posicionasse, ele obedeceu. Blaine ficou de quatro e empinou a bunda, Sam a apreciou por alguns momentos. Era seu, todinho seu e somente seu. Essa era a concepção que o loiro tinha do solista, eles eram um do outro para sempre. Sam aproximou-se e começou a esfregar de leve a cabecinha rósea do seu pau no anelzinho de B. Ambos respondiam um ao outro com gemidos.
O bocudo começou, enfiou o comecinho. B. sentiu sua entradinha se alargar um pouco. Um pequeno incômodo tomou conta dele, mas nada que atrapalhasse. Sam enfiou mais, deixou que entrasse toda cabecinha, B. gemeu e o loiro mordeu os lábios. Ambos fecharam os olhos, o loiro enfiou mais, entrou até metade. O solista urrou, sentiu a pica de Sam invadindo-o e batendo nas paredes do seu cuzinho, era um mistura de prazer, dor e tesão. Blaine empinou a bundinha e gemeu, Sam entendeu o que ele queria e enfiou seu cacete por completo dentro de B.
O loiro começou a estocar, ele segurou o quadril de Blaine e iniciou um vai e vem frenético. Os quadris de ambos dançavam na mesma sincronia e seus gemidos e suspiros eram expressos com a mesma frequência. O prazer consumia ambos. Sam meteu, meteu e meteu. Tirava por vezes o pau de dentro do marido e brincava um pouco esfregando-o ao redor do anelzinho vermelhinho e piscante de B. Depois enfiava de novo, estocava e bombava com seu caralho no cu de Blaine, que gemia e empinava a bundinha sentindo o corpo nas nuvens.
Passou alguns minutos metendo em B., seus corpos estavam suados e cansados, as pernas de ambos estavam bambas e todos os seus pelos eriçados. Agora era a vez do loiro, ele não suportava mais. Sam chegou ao ápice do prazer dentro de Blaine, enchendo-o com o seu líquido vital, deixando uma sensação de umidade deliciosa escorrer pelas pernas do solista. Blaine caiu na cama, Sam caiu por cima dele. Os dois estavam acabados.
– Gostou? – Perguntou o loiro sorrindo.
– Amei. – Disse o solista meio ofegante – Amo tudo que diz respeito a você, seu idiota.
– As surpresas não acabaram ainda. – Falou o bocudo.
Blaine o olhou sem entender.
– É isso mesmo. – Sam riu – Amanhã vamos a Ohio, tenho que resolver umas coisas lá antes de irmos a Vegas. Já falei com minha mãe e com a Marley, elas nos acompanharam.
– Tudo bem, garotão. Você quem manda! – Disse B. e riu.
– Viado. – Sam riu também, depois o olhou por alguns instantes.
Blaine estava ali, suado e ofegante ao seu lado, depois de uma das inúmeras noites de amor que tiveram. Era uma cena que Sam, antes de entrar no Glee, nunca imaginaria ver ou viver. Ele viu ali a grandeza e a importância que Mr. Shue e o Glee representavam para sua vida. Sem eles, ele nunca conseguiria aceitar e ser quem era. Sufocaria seus sentimentos, assim como fez quando era mais jovem, e viveria uma vida de mentiras. O loiro suspirou e agradeceu por tudo.
– Eu te amo. – Disse a Blaine.
– E eu te amo também. – B. sorriu – Muito, muito e ainda mais! — E o beijou. – Meu. – Disse olhando para o marido com um olhar bobo e apaixonado.
– Seu. – Disse Sam e sorriu.
Os dois dormiram.
No outro dia, na estação de trem, estavam Blaine, Sam, Marley, Ryder e a Sra. Evans.
– Bem, acho que é nossa deixa. – Disse B. quando todos estavam juntos.
– Não ainda, falta alguém. – Disse Má e olhou para o lado – Ali! – Apontou para frente, todos olharam.
– Não iriam sem mim, não é? – Perguntou Santana, que vinha acompanhada de Dani.
Todos se olharam buscando por respostas.
– O que vai fazer de volta em Lima? – Perguntou B.
– Resolver pendências, assim como vocês. Vamos. – Disse chamando Dani – O trem já vai partir.
Blaine e Sam se olharam, deram com ombros e riram. Deram um último beijo, olharam para trás, estavam deixando Nova Iorque, a cidade que tão bem os acolheu por algum tempo. Mas voltariam para ela, para Jon e para o resto. Era ali seu ninho de amor, era o lugar que escolheram para passar o resto de suas vidas. Enquanto isso, Rachel cuidaria do cãozinho, seu apartamento continuaria fechado, Blaine faltaria a algumas aulas, mas, no fim, eles sempre seriam felizes ali.
Blaine olhou para Sam e sorriu.
– Blam! – Gritou e correu para o trem.
Sam riu.
– Blam! – Gritou também e correu em seguida.
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