Destinos Ligados
13 3.13 – Vida a dois
Notas iniciais
Era tarde, Blaine havia acabado de chega da NYADA. Sam ainda não havia chegado do trabalho. De repente, o telefone tocou. Era alguém que ele não esperava falar tão cedo.
– O quê? Mas eu não posso pedir isso ao Sam! Ele vai desconf... – Ele parou, a outra pessoa falava algo do outro lado da linha – Tudo bem. – Disse triste – Se é preciso para que você convença seu marido, eu vou adiar em algumas semanas o casamento. Mas só algumas, não venha me enrolar! – Esbravejou e, em seguida desligou o telefone.
Ele sentou no sofá e levou as mãos a cabeça, depois suspirou. B. estava uma pilha de nervos desde a conversa com a Sra. Evans. O solista se sentia sujo por estar chantageando-a, mas não via outra alternativa de fazer com que Sam ficasse feliz. Aos poucos, o loiro voltava a dar indícios de que sentia falta dos pais, ele amava-os muito.
B. foi à cozinha e pôs um pouco de leite na tigela de Jon. Depois olhou para o cachorrinho e sorriu. Havia se passado algumas semanas desde que o novo integrante da família Anderson & Evans chegou, ele crescia forte e cada vez mais levado. O solista ouviu um barulho, então foi à sala. Viu que vinha do quarto e, ao chegar, ele teve outra surpresa, só que boa dessa vez.
Era uma chamada no Skype. No outro lado da linha estava Marley. O rapaz atendeu.
– Má! – Exclamou a ver a imagem da amiga no computador.
Marley estava diferente, mais sorridente e também com o cabelo mais curto e com mexas vermelhas. B. assustou-se com aquilo.
– Mas o que houve? – Perguntou depois de fazer uma cara de assustado. A doce garota riu. – Você está...
– Diferente? – Interrompeu – Sim. – Ela riu – Contarei. Só antes me conta, como vocês estão?
– Ótimo e nos amando! – Disse B. feliz. Depois ouviu um barulho, uma tentativa de latido, na verdade. Olhou para trás e viu Jon brigando com uma sandália dele. O solista sorriu.
– O que foi? O que está havendo aí? – Perguntou Marley. Blaine ajustou a câmera de modo que ela pudesse ver o cãozinho – Que lindo! É de vocês?
– Sim. Nosso filhote. – Blaine riu. Marley fez uma cara triste. Ele se tocou – Ah, desculpe-me... Eu esqueci que...
– Não vamos nos lembrar disso. – Ela o interrompeu – Deixa-me contar o porquê de minha mudança, pois, pelo que vejo, você e Sam estão ótimos mesmo.
– Nem tanto. – Blaine que exibia um semblante triste dessa vez.
– Você vai me contar tudo então. – Má não gostou do que ouviu – Mas antes, senta que lá vai a minha história!
Tudo começou em um show que Marley fez em um cassino em Vegas. No começo, quando chegou à cidade acompanhada de Ryder, eles tentaram e tentaram, mas não conseguiram emplacar nada. Fizeram shows em pequenos bares e cassinos, em escolas, em festas de aniversário, mas nada. Contudo, antes que eles desistissem e voltassem com o rabo entre as pernas a Lima, eles receberam um grande convite.
– Nós vamos conseguir. – O novato disse a namorada. Ele nunca perdeu as esperanças. Ela sorria e a beijava. – Essa noite, vamos fazer um show em um Cassino Grande! Esses locais em Vegas bombam. Se tiver alguém importante e gostar de você, pode te patrocinar. Então vamos com tudo! – Ele sorriu – Você será uma grande estrela, Marley, eu prometo.
Ao chegarem ao local, os dois foram direto a um espaço reservado para que Marley se arrumasse. Ela não tinha banda, não tinha como pagar músicos, então o cassino os pagou e descontou do cachê dela. Má estava nervosa, Ryder via isso. Ele se aproximou da namorada e se ajoelhou em sua frente.
– Vai dá tudo certo. – Disse olhando em seus olhos. Ela não olhou nos olhos do namorado – O que houve? – Ele sempre sabia quando havia algo errado.
– Eu não quero mais tentar. Se hoje não conseguirmos nada, Ryder, vamos voltar a Lima. – Ela disse – Eu agradeço toda confiança que tem em mim e tudo que investiu, mas chega. Isso é loucura, essa cidade é enorme e está cheia de gente igual a mim. Nunca vou conseguir nada além de cassinos e bares para cantar. – Falou exausta daquilo.
– Você é única no que faz, não existe ninguém no mundo que cante igual a você. Escute isso e levante-se, vá cantar. Faça o que sabe fazer de melhor. – Ele disse e ficou de pé – Após a apresentação conversamos sobre o que você disse. – E saiu.
Marley terminou de se arrumar e prosseguiu. Sentiu um frio em sua barriga devido ao nervosismo. Lembrou-se de quando saiu de casa, de como sua mãe temeu, mas não a impediu de ir em busca de seus sonhos. Lembrou também de toda a confiança que Ryder depositava nela, de como ele a amava. Lembrou até de Jake, aquele que estragou sua vida, mas a quem ela agradecia por ter a proporcionado alguns dias felizes. Por fim, lembrou-se de Blaine e Sam, seus grandes amigos, e de como eles a incentivariam a não desistir. Todas essas pessoas, apesar de tudo, faziam parte de sua vida. Ela iria se apresentar e usar de suas experiências para fazer o que sempre fez bem, não cantar por cantar, mas cantar com o coração. Ela tinha uma canção para isso, um trunfo na manga. Esperava que alguém importante a ouvisse, era sua última chance, talvez.
Marley chegou ao palco e olhou para frente. Era um lugar cheio de brilho realmente. Viu várias pessoas jogando cartas, algumas dançarinas com roupas bem ousadas. Alguns senhores sentavam em algumas mesas voltadas ao palco, pareciam querer vê-la cantar. Olhou mais a frente, Ryder estava sentado ali também. Ele sorriu para a doce garota e fez sinal com a cabeça, dizendo que estava tudo bem. Ela sorriu de volta e respirou fundo, depois começou.
You are my heart locker lover
Keep me walking on a wire
Don't know when you'll blow
So I tiptoe through your triggered mine
You fight me, but I'm on your side
Defeated, now retreated
Why you tryna make me your enemy?
All you really need is a little peace
I just wanna be your lover
Oh, this is not a competition
So, baby, why the ammunition?
I don't wanna be the last one standing
Choose your battles, babe
Then you'll win the war
Stop digging your own grave
When there's so much to live for
Choose your battles, babe
'Cause I'm not fighting anymore
I am not fighting anymore
I've tried to pick off your red flags
While dancing on, on broken glass
Your mind games hit like grenades
We're cursed just like the Kennedys
But you somehow get me on my knees
Defeated, now retreated
Why you tryna make me your enemy?
All you really need is a little peace
I just wanna be your lover
Oh, this is not a competition
So, baby, why the ammunition?
I don't wanna be the last one standing
Choose your battles, babe
Then you'll win the war
Stop digging your own grave
When there's so much to live for
Choose your battles, babe
'Cause I'm not fighting anymore
I am not fighting anymore
If you wanna go, then go
If you wanna stay, then stay
'Cause I don't wanna fight no more, baby, baby
I am not fighting anymore
If you wanna go, then go
If you wanna stay then stay
I don't wanna fight no more, anyway, anyway
I am not fighting anymore
Choose your battles, babe
Then you'll win the war
Stop digging your own grave
When there's so much to live for
Choose your battles, babe
'Cause I'm not fighting anymore
I am not fighting anymore
No começo, ninguém pareceu dar atenção a ela. Contudo, no refrão a doce garota explodiu, a emoção em suas palavras dava arrepios até nas pessoas mais distantes, que pararam para observá-la também. Ao fim, todos a aplaudiram de pé. Marley chorava. Parte da música lembrou Jake, outra parte Ryder. Um lutou contra ela, outro ao lado dela. Ela era feliz por estar com o novato, mas seu sonho era visitar aquela cidade ao lado do pequeno Puckerman, seu primeiro e maior amor.
Após isso, a garota continuou o show. Ao fim, ela foi até Ryder, que a recebeu com um enorme abraço.
–Você é fantástica! – Disse ele enquanto rodopiava com a namorada em seus braços. – Eu não disse? Todos amaram!
– Tudo porque acreditou em mim. – Disse ela e deu beijo no rapaz. Ela o olhou bem, ele sorria – Por favor, nunca me decepcione. Eu acho que não suportaria outra desilusão. – Disse a garota que se tornava cada vez mas mulher — Prometa-me uma coisa.
– Tudo que quiser. – Falou ele.
– Prometa-me que dividirá comigo tudo, problemas e alegrias. Afinal, estamos praticamente casados mesmo. E que, caso se interesse por outra, algum dia, diga-me antes de mais nada. Para que eu não sofra depois.
O rapaz apenas balançou a cabeça e depois a beijou.
– Boba, eu amo você! Mas, se isso a faz se sentir melhor, eu prometo. – Falou a encarando — Eu nunca vou te decepcionar.
Ele olhou para o lado, eles estavam no local que preparam para Marley se aprontar para o show, havia uma mesinha ali com uma flor em um jarro. Ele a pegou, depois se ajoelhou a frente da moça e a entregou. Ela corou.
– Bobo!
Ryder levantou-se e começou a cantar.
Tell me baby what we're gonna do
I'll make it easy, got a lot to do
Watch the sun alight, coming true
Open the window, let it shine on you
Cause I've been sick and working all week
And I've been doing just fine
You've been tired of watching me
We've got to have a good time, girl
You can take it all these faces
Never keeping it real
I know exactly how you feel
When you say you've had enough
And you might just give it up
Oh, oh
I will never let you down
When you feeling lone love
I'll be what you dreaming of
Oh, oh
I will never let you down
I will never let you down
Oh, oh
I will never let you down
Oh, oh
I will never let you down
There's a million ways to go
Don't be embarrassed if you lose control
On the rooftop, now you know
Your body's frozen and you lost your soul
Cause I've been sick and working all week
And I've been doing just fine
You've been tired of watching me
We've got to have a good time, girl
You can take it all these faces
Never keeping it real
I know exactly how you feel
When you say you've had enough
And you might just give it up
Oh, oh
I will never let you down
When you feeling lone love
I'll be what you dreaming of
Oh, oh
I will never let you down
Oh, oh
I will never let you down
Oh, oh
I will never let you down
Let me take you where you never go
Have a little fun is the only we know
Let me show you what you never see
You're not hiding, love, only when you holding me
When you say you've had enough
And you might just give it up
Oh, oh
I will never let you down
When you feeling lone love
I'll be what you dreaming of
Oh, oh
I will never let you down
When you say you've had enough
And you might just give it up
Oh, oh
I will never let you down
When you feeling lone love
I'll be what you dreaming of
Oh, oh
I will never let you down
Ao fim, beijou a namorada de forma apaixonada. Havia um sofá ali, eles foram deitando e, entre carícias e beijos, aconteceu a primeira noite de amor de Marley e Ryder.
– Nossa! – Exclamou Blaine em seu quarto ao ouvir a história – Então vocês transaram a primeira vez depois de tanto tempo e ainda por cima ali? – Ele riu.
– Sim... – Falou a moça corada. – E ainda tem mais. O dono do Cassino nos contratou para cantar lá toda semana, o salário não era lá essas coisas, mas nos manteve por algum tempo.
– E a que devemos toda essa mudança radical no visual? – Perguntou o solista.
– Um dia, quando eu estava cantando, vi que tinha um cara me olhando muito... No fim, ele veio até mim e adivinha...? – Ela riu – Ele era um representante de uma grande gravadora! – Blaine olhou-a surpreso, Má riu da reação do amigo, que esbugalhava os olhos do outro lado da tela – Isso mesmo. Ele disse que faria de mim uma diva. Que eu tinha talento, bastava eu querer e assinar um contrato. Disse também que mudanças no visual eram necessárias. Uso roupas mais ousadas agora e também pintei os cabelos. Estou trabalhando em meu primeiro álbum, B.! – Falou cheia de orgulho. Ela observou o amigo, ele parecia um pouco triste – E você, o que o aflige?
– É que eu fiz algo terrível, Marley. Tudo para ajudar o Sam. Mas fui egoísta, sabe? Sinto-me como ele quando fez tudo aquilo ao Kurt, ou ao Finn, só para me ter. Vou te contar... – E ele disse sobre a conversa com a Sra. Evans. – O Ryder prometeu nunca te decepcionar, agora, depois que ouvi isso, temo que possa decepcionar o Sammy. – B. suspirou.
Marley parecia pensar do outro lado da tela. Ela o olhava aflito.
– Acha que fiz mal? Que fui muito sujo? – Perguntou com medo da resposta.
– Não. O que você fez foi um pouco diferente do que o Sam fez, B. Na verdade, você deu uma escolha a mãe dele antes de partir para essa chantagem. Ele não, ele jogou sujo com você, Kurt e Finn. Contudo, isso não vem ao caso mais. – Ela suspirou – Só acho que ele pode se sentir traído de uma forma diferente por você estar interferindo assim na vida dele. Seria bom você conversar com o Sam antes de remarcar a data do casamento. Afinal, o casamento é de vocês dois. Quando vivemos a dois, devemos saber compartilhar as coisas com nossos parceiros. – Explicou a doce garota. Ela parecia tão mais madura, Blaine sentia um pouco de inveja de sua evolução. Marley estava crescendo.
– Obrigado pelos conselhos. Mas... E sobre a mãe dele? Acha que eu deva contar tudo?
– Não sei... Essa é a parte mais complicada. Acho que deve pensar bem antes de tudo. Afinal, ela é a mãe dele, seria terrível ele saber disso. – Ela suspirou – Acho que também têm coisas que devemos guardar para nós, B. Mesmo vivendo uma vida a dois, como eu disse há pouco.
– Você tem razão. – Ele sorriu – Obrigado. – Jon grunhiu ao seu lado em outra tentativa de latido – Acho que meu bebê está com fome. – Ele riu e o pegou no colo, depois o mostrou a Má – Diz “oi” para a tia, diz. – E depois o beijou – Preciso ir. Obrigado, de verdade.
– Por nada. – Ela sorriu – Vai. E não esquece, eu te amo, tá? – Ela piscou. Ele riu. Os dois desligaram.
No trabalho de Santana, ela limpava algumas mesas, era fim de expediente. Dani a ajudava, só que a moça estava diferente, parecia triste. Santie não a importunou, elas acabaram o serviço e saíram. Lá fora, ela resolveu perguntar o que houve.
– Hey, tudo bem? – Perguntou olhando para o rosto dela, notou que ela tinha olheiras – Você esteve chorando?
Dani ficou calada.
– Não quer conversar?
Ela permaneceu calada de novo.
– Ok, tudo bem. – Disse a morena – Eu só queria ajudar.
– A culpa não é sua, não se preocupe. São problemas familiares. – Disse Dani com um semblante triste no rosto – Outra coisa... Não poderemos sair mais no fim de semana como prometi. – Elas chegaram à rua, Dani deu com a mão chamando um táxi – Até mais. – E foi.
Santana ficou parada, olhando para o carro saindo com cara de quem não entedia nada. Será que ela é louca? , pensou. Depois saiu, pois não tinha o que fazer, embora furiosa.
Em seu apartamento, Blaine ainda pensava sobre a conversa com Marley. Sam estava prestes a chegar, ele discutia consigo mesmo sobre o que era melhor fazer. Temia contar ao loiro o que pretendia e ele, de alguma forma, arrancar a verdade sobre sua mãe. Seria muito doloroso. O solista queria poupá-lo. E mais, ele podia não querer adiar o casamento por causa disso. Seria muito esforço em vão. Blaine decidiu não contar, pelo menos não antes de adiar. Era preciso, ele queria trazer os pais do bocudo ao casamento. Depois daria um jeito de contar a verdade, mesmo que incompleta, a Sam.
Um pouco de tempo depois, Sam chegou em casa. Blaine estava no sofá. O loiro estava visivelmente cansado. Ele chegou, beijou o solista e jogou uma mochila no chão. Depois deitou no colo do noivo.
– Saudades de você, sabia? – Falou e riu. B. sorriu. Jon logo chegou fazendo barulhos, o loiro riu e o pegou no colo. – De você também, pinguinho de “gente”. — E o beijou. – Minha família. – Falou cheio de felicidade.
Eles ficaram vendo TV juntos por um tempo, trocando carícias e vários “Eu te amo”. Blaine também contou sobre a ligação de Marley mais cedo. Depois puseram Jon em sua caminha, que ficava na sala, e foram para o quarto.
Blaine tirava a blusa e colocava uma calça de um pijama quando decidiu questionar o noivo sobre algo.
– Sam, se algum dia, eu deixasse de contar algo, que você julgasse importante, somente para te proteger. Você me perdoaria? – Perguntou.
O loiro franziu a testa.
– Tem algo que quer me contar? – Perguntou o bocudo.
– Não... Quer dizer, não no momento. – Blaine mentiu – Mas sei lá... Eu temo por isso, sabe? Vivemos juntos, embora não sejamos casados, temos uma vida a dois. Sei que não devíamos ter segredos, mas, mesmo casais, tem que guardar coisas para si, entende? – Isso deixou o loiro mais tenso.
Sam sentou na cama e bateu no espaço ao lado com a mão, chamando o noivo. Blaine foi e sentou. O loiro abraçou o solista e o beijou.
– Eu te amo, vivemos juntos. Quero que sempre seja franco comigo, tudo bem? Sinceridade faz bem a uma relação. – Ele sorriu – Eu te amo incondicionalmente, como já disse várias vezes. Sei que nunca faria algo que me feriria. Relaxa. – E beijou B. no rosto.
Blaine se sentiu extremamente aliviado com isso. O loiro deitou, ele deitou em seu peito e começou a beijá-lo de novo. Beijava e chupava os lábios carnudos e vermelhos de Sam. Chupava seus lábios e mordia, também levava a língua até a boca do bocudo e brincava rodeando e língua do loiro e também a chupando. Eles se beijavam de forma intensa, Sam já sentia o cansaço indo embora.
O loiro começou a puxar B. para cima dele, levou as mãos a bunda do noivo e apertou-a. Depois subiu o acariciando no dorso, seguiu arranhando as costas nuas do rapaz e posou a mão em sua nuca, onde ficou enquanto os beijos prosseguiam. Ele também ficava movimento o quadril, fazendo seu pau roçar no de B., os dois ficavam duros juntos.
Blaine tirou a camisa do loiro e levou a boca até seu mamilo esquerdo e mordeu. Estava duro, ele distribuiu beijos no peitoral, na região entre os dois mamilos. Sempre que chegava a um dos peitinhos de Sam, ele ficava rodeando com a língua e arrancando suspiros do loiro. Sentia o pau do namorado pulsando encostado em sua barriga enquanto isso, então resolveu descer também. Com a língua, Blaine ia do inicio da virilha do bocudo até o queixo dele. Mordia de vez em quando, sempre provocando o noivo.
Sam inverteu o jogo, depois de tantas brincadeiras sacanas vindas do noivo, ele resolveu ficar por cima. Primeiro beijou Blaine forte, deixando seus lábios e língua doendo um pouco. Depois desceu até o queixo e mordeu. Seguiu até chegar ao pau do solista. Por cima da calça, mordeu-o. Depois tirou calça e cueca de B. Levou a mão até o cacete duro do noivo, Blaine gemia a cada espasmo de sua pica. O bocudo levou seus lábios carnudos até a cabecinha vermelha do cacete do noivo e beijou, Blaine urrou de prazer. Depois levou a língua e começou a rodear. Ele brincou bastante, deixando a cabeça do pau de Blaine toda babada. Desceu lambendo toda a extensão do membro, até chegar às bolas. Engoliu-as e babou-as bastante, em seguida subiu. Engoliu o pau do noivo e chupou. Sam sugava a cabecinha de B., que apenas gemia de olhos fechados. O loiro começou um vai e vem frenético ali, levando o pau de B. até a garganta, o solista segurou a cabeça do noivo e começou a metralhar a boquinha quente e molhada dele. Sam, após um tempo, ficou sem fôlego, então desceu e levou a linguinha até a região entre as bolas e o cuzinho de Blaine, ele ficou atiçando o noivo, subindo e descendo com a língua naquela região.
O loiro então desceu mais e deitou com a boca próxima ao cuzinho de B. Ele pediu para que o namorado deitasse de costas para ele, o solista o fez. Sam abriu a bundinha do amante e levou a linguinha até o anelzinho vermelhinho dele, o cu de B. piscava, o bocudo ficou rodeando-o com a língua. Depois enfiou, ficou tirando e colocando, Blaine gemia e Sam o fodia com a boca.
Sam subiu, levou sua pica até o cuzinho de Blaine que piscava. A cabecinha rósea pulsava. Ele, a principio, deitou por cima do noivo e ficou esfregando o pau no rabinho dele. Depois cuspiu na pica e levou a cabecinha até o anelzinho do solista. Aos poucos, foi entrando. A cada centímetro Blaine gemia. O loiro beijava as costas do rapaz enquanto metia. Com todo cacete dentro, o bocudo começou a estocar. Ele meteu, meteu e meteu. Metralhava o cuzinho do noivo. Blaine suspirava e gemia, ambos estavam muito suados.
– Ah... Ah! – Blaine exclamava. Sam metia sem dó.
– Hoje você está disposto, hein? – Sussurrou ao ouvido do noivo.
– Sempre estou. – Blaine respondeu com um sorriso sacana.
– Vamos ver... – Sam estocou com força, B. abriu a boca e urrou.
O loiro saiu de dentro de Blaine. Depois deitou e apontou para sua pica, que estava dura apontando para o teto. B. se aproximou, ficou em pé na cama e foi descendo com a bundinha aberta. Aos poucos, foi sentando no pau do loiro. O bocudo segurou os ombros do noivo para ajuda-lo a descer os últimos centírmetros. Em seguida o próprio Blaine tomou conta.
O solista começou a mexer. Ia para um lado e para o outro. Para frente e para trás, sentia seu cu piscando e abraçando toda a extensão do membro do loiro. A cabecinha do “Big Sam” tocava sua próstata, ele urrava sempre. Começou a pular então. O loiro o olhava mordendo os lábios, Blaine descia e subia no seu pau sem parar. O barulho do choque entre as nádegas de Blaine e a virilha de Sam os excitava ao extremo, ambos estavam com os paus muito duros e chegando em seus ápices.
– Assim você me mata. – Sam riu. Seus cabelos estavam molhados, sua testa brilhava de suor.
– Ah, não. Não pode morrer. Não antes de casar comigo. – Disse Blaine com um sorriso no canto da boca. Ele puxou o loiro e o beijou – E não ouse me desobedecer.
Blaine saiu de cima do loiro, depois foi com a boca em direção ao seu membro. Arregaçou o pau de Sam até onde podia, fez uma trilha de saliva das bolas até a abertura na cabecinha rosada do amigão de Sam. Abocanhou aquele cacete todo meladinho de pré-gozo, e chupou. Chupou e babou, chupou e sugou, chupou, mamou. Até que recebeu seu prêmio, alguns jatos quentes de porra em sua boca. O loiro gritou e contraiu todo o corpo no momento.
– Satisfeito? – Perguntou Blaine.
– Não. – Ele piscou – Só me satisfaço quando você também estiver satisfeito.
Sam levou a mão até o pau de Blaine e apertou, depois desceu e o engoliu. Abocanhando completando o caralho de Blaine, o loiro começou a ir e voltar. Ia até que sentisse o cacete em sua garganta, voltava até que visse que tinha babado o suficiente. Assim foi, mamando e chupando a pica de Blaine, até que o solista também gozou na boca do noivo.
Eles beijaram-se e deitaram.
– Isso é que é amor. – Brincou Sam limpando o suor do rosto.
– Você ainda não viu nada. – Blaine riu e piscou.
– Terei tempo para isso. Afinal, nossa vida a dois está só começando. – O loiro piscou de volta, depois beijou o noivo.
Ambos dormiram, Sam tranquilo e feliz, Blaine com alguns peso na consciência.
No outro dia, o bocudo acordou e viu que Blaine havia trazido café para ele.
– Café na cama? – Ele riu – Assim você me deixa mal acostumado!
– Você merece. – Blaine piscou – E não é só isso. – Pegou um violão – Tem algo que eu queria te dizer.
– Vá em frente. – Sam sorriu.
Blaine cantou para o amado.
What would I do without your smart mouth
Drawing me in, and you kicking me out
Got my head spinning, no kidding, I can’t pin you down
What’s going on in that beautiful mind
I’m on your magical mystery ride
And I’m so dizzy, don’t know what hit me, but I’ll be alright
My head’s under water
But I’m breathing fine
You’re crazy and I’m out of my mind
‘Cause all of me
Loves all of you
Love your curves and all your edges
All your perfect imperfections
Give your all to me
I’ll give my all to you
You’re my end and my beginning
Even when I lose I’m winning
‘Cause I give you all, all of me
And you give me all, all of you
How many times do I have to tell you
Even when you’re crying you’re beautiful too
The world is beating you down, I’m around through every move
You’re my downfall, you’re my muse
My worst distraction, my rhythm and blues
I can’t stop singing, it’s ringing, I my head for you
My head’s under water
But I’m breathing fine
You’re crazy and I’m out of my mind
‘Cause all of me
Loves all of you
Love your curves and all your edges
All your perfect imperfections
Give your all to me
I’ll give my all to you
You’re my end and my beginning
Even when I lose I’m winning
‘Cause I give you all of me
And you give me all, all of you
Cards on the table, we’re both showing hearts
Risking it all, though it’s hard
‘Cause all of me
Loves all of you
Love your curves and all your edges
All your perfect imperfections
Give your all to me
I’ll give my all to you
You’re my end and my beginning
Even when I lose I’m winning
‘Cause I give you all of me
And you give me all of you
I give you all, all of me
And you give me all, all of you
Sam chorava ao fim da canção, Blaine sorria.
– Idiota! Viado desgraçado! – Disse e abraçou o solista forte. Blaine riu.
O loiro foi trabalhar depois do café, feliz e ainda mais apaixonado pelo solista. Blaine colocou comida para Jon e depois o levou para uma creche de cachorros. Depois da faculdade seria hora de fazer algo que ainda não tinha certeza se deveria. Blaine iria remarcar o casamente sem o consentimento de Sam.
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