Destinos Ligados

7 3.07 - Escolhas Tumultuosas


Notas iniciais
Blaine sonda o terreno para Marley. Harmony e Hunter finalmente se encontram. O solista se pergunta pelos pais de Sam. Marley, finalmente, decidi que chegou a hora de conta sobre sua viagem com Ryder à mãe.

Era última noite do ano, Blaine, Marley, Sam, Ryder e a senhora Rose estavam reunidos na casa da doce garota. Logo, logo seria um novo ano, cheio de novas metas e decisões a serem tomadas. Para comemorar a passagem, a Sra. Rose havia feito um belo jantar. Todos se encontravam na sala, ela estava terminando os últimos pratos. O cheiro de boa comida enchia a casa, talvez desse para sentir do final da rua. Sam de vez em quando soltava alguma piada, dizendo que Marley nunca conseguiria fazer algo igual, que a mãe dela era esplêndida, ou coisas do tipo. Ela não se importava, apenas entrava na brincadeira. Ryder e Blaine se acabavam rindo com os dois.

Blaine estava entretido com os amigos quando se lembrou de que havia prometido ajudar Marley com a mãe, ele achou que aquela situação seria ideal para sondar o terreno, já que a Sra. Rose estava sozinha na cozinha e eles poderiam conversar a vontade. Foi isso que ele fez.

O solista levantou-se, disse aos amigos que iria ajudar a mulher a pôr a mesa e piscou para Má, ela entendeu o recado. Blaine então se dirigiu até a cozinha. Ao chegar ele se deparou com uma cena um tanto inusitada. A mãe de Marley estava sentada com uma foto contra o peito, ela parecia emocionada. B. não sabia do que se tratava, então pigarreou, como se para avisar que estava ali, e se aproximou.

– Tudo bem? – Perguntou ao sentar do lado da mulher. Ele observou a foto que ela tinha em mãos, era de Sam.

Na foto, o loiro estava de beca vermelha, foi feita na formatura que ocorreu há alguns dias. Ele não sabia como a mulher havia conseguido ela.

– Lindo, não é? – Perguntou mostrando a foto – Eu a consegui com a Marley. O Sam a deu, por serem melhores amigos. De vez em quando, eu me pego com ela e imagino como o tempo passa rápido... – Um olhar nostálgico tomou conta da mulher, Blaine não falou nada, apenas continuou ouvindo-a e olhando suas feições – Minha Marley mesma, lembro-me de quando era apenas um bebê e vivia em meus braços... De quando entrou para o Mckinley e para o Glee. – Um sorriso tomou conta de seu rosto – Era seu grande sonho, sabia? E ela o realizou. Lembro-me também de momentos difíceis pelo qual ela passou... – Blaine sabia que ela se referia a sua relação com Jake e à gravidez. Seu coração apertava só de pensar – E olho para ela hoje e vejo não aquela menina fraca e indefesa mais. E sim uma mulher, forte e feliz ao lado de um bom garoto. O Ryder é o genro que qualquer sogra pediu a Deus! – Brincou ela, aquilo arrancou uma risada dos dois – E, vendo essa foto, eu vejo que logo, logo um de meus grandes sonhos estará concreto. Minha filha amada estará formada próximo ano, isso não é perfeito? Ela vai forma-se, depois ir a alguma faculdade e ser uma grande mulher. Algo que eu nunca fui... – Disse, por fim, tristemente.

O solista ouviu tudo calado, então se deu conta de que a situação poderia ser pior do que imaginava. Pensou no que poderia fazer para ajudar a amiga, mas, diante daquilo, ele se via encrencado. Não só ele, mas Marley também. De um lado, sua mãe, com seu sonho de ver a filha formada e bem sucedida. Do outro, Marley que sonhava tentar uma carreira incerta de cantora em Las Vegas ao lado de Ryder, sem ao menos terminar o ensino médio. Dois sonhos totalmente opostos, mas que incidiam no destino de apenas uma pessoa, sua amiga Marley Rose.

– Senhora Rose... E se... A Marley, ela não quisesse exatamente isso que a senhora sonha, qual seria sua reação? – Perguntou temeroso.

– Não se preocupe com isso, meu querido. – Disse e levantou-se – Eu conheço minha filha. Sei que ela trilhará os mesmos caminhos que Rachel e outros integrantes que tanto ouvi falar do Glee seguiram. – Ela foi em busca de uma travessa com comida – Mas então, ajuda-me aqui?

– Claro! – B. levantou-se e foi ajuda-la.

Ele ficou pensando em como falar aquilo a Marley. Seria meio complicado, mas juntos eles tentariam achar uma solução para isso.

Na casa de Hunter Clarington, o Warbler se encontrava melhor. Ele esperava por Harmony, que tinha marcado de passar a virada ao seu lado.

O rapaz estava sentado em uma poltrona, seu gato estava no colo, quando o mordomo veio avisá-lo de que a garota havia chegado. Ele levantou-se e o gato saltou, correndo para outro cômodo em seguida. Harmy chegou a sua sala de estar.

– Eu não sabia que você morava em uma casa assim... – Disse a garota, espantada com a mansão Clarington.

O rouxinol morava em um lugar espantoso. Muros enormes rodeando um jardim e piscina esplendorosos no exterior e uma mansão de três andares cheia de quartos, banheiros e coisas caras que seus pais compravam.

– É, meus pais gostam um pouco de luxo... – Disse o rapaz meio sem jeito. – Mas você não veio aqui para inspecionar minha casa, não é? – Ele voltou a sentar e apontou o sofá para ela, que sentou em seguida – Então, diga-me, por que não foi me ver no hospital...? – Questionou.

Harmy temia aquela pergunta. Ela não podia falar a verdade, contar da proposta que recebeu, dizer que estava prestes a deixa-lo. Então resolveu ganhar tempo.

– Primeiro você. – Começou – Diga-me, como foi esse acidente? – Perguntou.

O rapaz riu. Ela não entendeu aquela reação. Hunter levantou-se.

– Eu vou te contar, mas antes, você estava esperando por uma resposta, lembra? Disse que só daria depois das nacionais. Pois bem, é hora. – Ele estalou os dedos, uma música começou.

I lost myself in fear of losing you

I wish I didn't do, but I did

I lost my own, my own identity

Forgot that you picked me for me

But now, I don't negotiate with insecurities

They always seem to get the best of me

I found I had to love myself the way I wanted you to

Love me

No more second-guessing

No, there’s no more questioning

I’ll be the one defining

Who I'm gonna be

No concealing feelings

Or changing seasonally

I’m gonna love myself the way I want you to

Love me

Sometimes I wish my skin was a costume

That I could just unzip, and strip

But who I am is who I'm meant to be

And it's who you are in love, in love with

So now, I don't negotiate with insecurities

They're going to have to take a back seat

I know I have to love myself, the way I want you to

Love me

No more second-guessing

No, there’s no more questioning

I’ll be the one defining

Who I'm gonna be

No concealing feelings

Or changing seasonally

I’m gonna love myself the way I want you to

Love me

No more standing in my own way

Let's get deeper, let's get closer

No more standing in my own way

The way I want you to love me

No more standing in my own way

Let's get deeper, let's get closer

No more standing in my own way

The way I want you to love me

No more second-guessing

No, there’s no more questioning

I’ll be the one defining

Who I'm gonna be

No concealing my feelings

Or changing seasonally

I’m gonna love myself the way I want you to

Love me

No more second-guessing

No, there’s no more questioning

I’ll be the one defining

Who I'm gonna be

No concealing feelings

Or changing seasonally

I’m gonna love myself the way I want you to

Love me

Uma lágrima escorreu pelo canto do olho de Harmy ao fim da música. Hunter aproximou-se e limpou-a com um lenço.

– Eu cantaria essa música nas Nacionais, Harmony. Dedicaria a você. Seria minha resposta. – Ele ajoelhou-se e a encarou – Minha resposta é sim, eu aceito voltar para você. Eu fui fraco, não acreditei que você poderia mudar, desculpe-me. Minhas inseguranças tomaram conta de mim... Contudo, não será mais assim, eu prometo. Amarei você da forma que amo a mim mesmo e sei que fará isso por mim. Enfim... Quer namorar comigo?

Pega de surpresa com aquilo, a garota apenas arregalou os olhos e quis fugir. Ela precisava contar a Hunter agora, ou não faria mais.

– Eu... Eu preciso te dizer algo, Hunt.

– Espera, eu ainda não terminei. – Disse o Warbler – O acidente... Não foi um acidente, Harmy. Eu sabia o quanto vencer aquele campeonato significava para você. Eu sabia o valor do Glee em sua vida. Depois da sabotagem daquela garota, as coisas ficariam difíceis. Então eu pulei de uma sacada... E quebrei a perna. Só assim, vocês poderiam ganhar.

A primeira reação da garota foi um profundo choque por causa de tudo que ouviu. Depois, Harmony sentiu vontade de matar o cara a sua frente. Ela não queria crer no que Hunter te contou, Aquilo mudava tudo, suas escolhas já não estavam tão claras. Ela suspirou, pensou um pouco. Poderia larga-lo de novo? Mesmo depois de ter prometido que não faria mais, mesmo depois de ele provar que a amava de verdade e de constatar que o ama também? Mesmo depois de ele ter sacrificado tudo, sua vitória nas Nacionais – algo que ela nunca faria – para que ela pudesse vencer e realizar seus sonhos? Pois, graças a aquela competição ela recebeu aquela oportunidade, vinda de um olheiro na plateia. Suas ideias tumultuavam sua cabeça, Harmony não sabia o que fazer por um instante. Até que se decidiu.

– Eu aceito. – Disse e abraçou o namorado – Eu te amo tanto... – Suspirou e beijou-o na boca, um beijo longo e apaixonado – Eu te amo, te amo, te amo... – Repetiu como se quisesse provar a si mesma aquilo.

– Eu também te amo, minha garota. – Hunt beijou-a na testa – Hoje sou o homem mais feliz do mundo! E tudo graças a você. – Sorriu para ela.

Talvez Harmony se arrependesse de sua escolha depois, mas já estava tomada. Doesse ou não, ela faria aquilo.

– Posso dormir aqui hoje? – Perguntou – Quero passar o máximo de tempo possível contigo. Recuperar o tempo perdido. – Falou, por fim.

– Claro. – Hunter pegou na mão de sua garota – Vamos subir! – E conduziu-a até o quarto, esquecendo-se da pergunta inicial que havia feito a ela.

Na casa de Marley, o jantar acabou. Era hora de estourar o espumante. A contagem para a virada começou. Eles contaram dez segundos regressivamente juntos, até que a nova era começava. Ryder estourou a garrafa.

– Feliz ano novo, meu amor. – Disse a Marley e entregou uma taça – Que esse ano nós consigamos tudo que desejamos.

– Conseguiremos. Um ao lado do outro. – Beijou o namorado e depois tomou um gole.

Blaine e Sam trocaram goles e beijos apaixonados também.

– Esse ano promete... – Disse o solista, enquanto observava as estrelas.

– Tentando prever o futuro nos astros? – Brincou o loiro.

– Não, idiota! – Blaine riu e beijou o noivo – Meu destino eu já sei qual é. Não preciso de astro nenhum para falar.

– Sério? E como vai ser? – Questionou.

– Ao lado da pessoa mais extraordinária do mundo. – Disse e encostou a cabeça no ombro do bocudo – Ao lado do homem que eu amo. Meu destino está ligado ao dele. Pretendemos construir uma família, cantar juntos e seremos felizes. Coisas desse tipo, sabe? Sem arrependimentos, apenas amor.

Sam lacrimejou. Era incrível ver que sempre que Blaine falava do seu amor para ele era da mesma forma apaixonada e cheia de encanto como que da primeira vez. Ele era realmente sua alma gêmea, o cara com quem ele queria passar o resto de sua vida. E tudo começaria nesse ano novo, sua vida daria uma guinada e tanto.

O loiro estava prestes a dar seu quase centésimo beijo em Blaine quando Marley apareceu e chamou pelo solista.

– Conversa a dois? – Perguntou o bocudo.

– Isso mesmo. Nem tente ouvir. – Disse Blaine. Depois piscou e saiu para um canto com a amiga, deixando o noivo conversando com a Sra. Rose.

– Então, o que conseguiu? – Perguntou Má.

– Consegui descobrir que não vai ser nada fácil, Marley... – Ele então explicou tudo, desde a cena com a foto de Sam ao discurso – Eu sinto muito, minha amiga. – Disse B. com imenso pesar.

– Tudo bem, eu imaginei que não seria fácil. Mas não desistirei. Eu não posso abrir mão de meus sonhos.

– Mas tenta pegar leve, Má. Afinal, ela é sua mãe. Ela te trouxe ao mundo e criou inúmeras expectativas com isso. Vai ser duro ela apenas descobrir que a filha quer sair por aí cantando com o namorado, ter um futuro incerto. De certa forma, eu a entendo, Marley.

– Não se preocupe, B. Você já me ajudou. Agora, deixa comigo, amigo. – Ela o beijou no rosto – Vamos voltar para festa? Está na hora já.

– Vamos. Só pensa, tá? – Pediu B. Ela assentiu com a cabeça e eles voltaram.

Após festejaram a chegada do novo ano, Blaine e Sam decidiram ir para a casa do loiro. Era manhã já, o sol já nascia. Eles vinham um pouco mexidos pela bebida.

Quando entraram, Sam jogou as chaves em uma mesinha de centro que havia na sala. Blaine entrou na cozinha e bebeu água. Ele então voltou e Sam estava sentado no sofá. Sentou-se ao lado do noivo.

– Seus pais trabalham até na virada do ano? Por que eu nunca os vi por aqui? – Perguntou.

A verdade é que fazia tempo que Blaine queria perguntar aquilo ao loiro. Sam quase nunca falava dos pais, só que eles trabalhavam em outra cidade e haviam levado os irmãos. E que ele não foi por causa do colégio e do Glee. Entretanto, voltavam nos fins de semana para ver o filho. Só que B. nunca havia os visto lá, pelo menos não nos fins de semana que ele ia até a casa do noivo.

– Sam, fala a verdade... Eles sabem de nós? – Perguntou.

O loiro engoliu em seco.

– B... Não quero falar sobre isso, pelo menos não agora... Mas sim, eles sabem que namoro você...

– Mas não somos namorados, somos noivos.

– Sim, eles sabem de tudo... – Sam puxou Blaine e o beijou, como se quisesse mudar de assunto – Eu te amo, o resto não importa. – Puxou mais o solista e fez com que ele sentasse em seu colo. Depois mordeu o lábio – Quero começar o ano bem, topa? – E apertou o pau do noivo, que gemeu.

– Se eu topo? Só se for agora! – Disse isso e levou a mão até a camisa do bocudo, arrancando-a em seguida.

Blaine pegou a camisa e cheirou-a. Depois rebolou no colo do loiro, sentindo seu pau pulsar e crescer. Beliscou um de seus mamilos, arrancando um gemido. Desceu com a boca e mordeu o queixo do bocudo, sugando-o.

Sam gemeu e sentiu a boca do noivo tomando conta de si. Primeiro o queixo, onde passou alguns minutos chupando e mordendo, deixando-o um pouco roxo até. Depois pescoço, onde foi mais delicado e apenas chupou de leve, arrancando suspiros do loiro.

– Vamos subir? Talvez lá seja melhor. – Disse Sam que segurava a cabeça do solista enquanto tinha seus mamilos chupados.

– Claro. – Respondeu B. e riu. Depois mordeu um dos mamilos – Eu só queria abusar um pouquinho de você mesmo. – Riu de novo e pegou a camisa do loiro. Cheirou-a novamente e correu para o quarto.

Chegando ao cômodo, Blaine se jogou na cama. Sam pulou em seguida, em cima dele. Os dois riram e depois iniciaram um beijo cheio de calor e paixão. Suas línguas se encontravam e batalhavam por espaço um na boca do outro. Até que cessaram e Blaine decidiu agarrar a língua do noivo com os lábios e chupá-la. Fez isso até que o loiro não tivesse mais forças. Depois partiu para os lábios carnudos e vermelhos de Sam, que B. amava tanto chupar. Ele mordia e chupava, descia para o queixo e voltava à boca. Sammy só gemia e suspirava.

Eles resolveram apimentar as coisas. B. tirou a calça e Sam também. Depois o loiro arrancou a camiseta do noivo e o empurrou. B. caiu deitado e o bocudo avançou contra os mamilos do moreno. Enquanto B. amava os lábios carnudos do loiro, Sam, por sua vez, amava chupar dois locais. Um era o mamilo, que ele beliscava com a pontinha dos dentes e chupava de tal forma que B. ficava duro e orgástico só de pensar. O segundo era para onde ele estava se dirigindo agora.

Sam deitou e puxou Blaine, fazendo com que ele deitasse por cima no sentido contrário. O solista abocanhou logo a cabecinha rosada e molhadinha de pré-gozo do pau do loiro, que pulsava enquanto ele a sugava em sua boca. B. chupou, chupou e chupou. Depois ficou passando a língua ao redor, arrancando gemidos do noivo. Até que sentiu a língua de Sam o invadindo. O bocudo estava, finalmente, onde tanto queria.

O loiro abriu as pernas de B., que chupava seu cacete com maestria. Quase no ápice do prazer, ele resolveu parar o solista e só havia um forma, dando-o prazer também. Ele abriu o cuzinho do noivo e enfiou a pontinha da linguinha, fazendo-o ter um espasmo. Blaine parou no mesmo instante o que estava fazendo e esperou. Sam sorriu e começou. Ele começou a girar a língua dentro do anelzinho do solista, enquanto alisava sua bunda redonda e deliciosa. Sam distribuiu algumas mordidas e tapas ao redor e depois voltou até a área que tanto gostava. Lambeu até que deixou o namorado molhadinho. Estava pronto. Blaine então sugou mais um pouco a pica do loiro, que enfiava e tirava o dedinho devagar de dentro do noivo. Ambos gemiam.

Blaine mordeu a coxa peluda de Sam e fez sinal para que ele levanta-se. Foi o que o bocudo fez. Ele levantou-se e Blaine se ajeitou na cama. O solista ficou de quatro, empinando bem a bundinha. Sam babou ao ver o anelzinho vermelhinho de B. piscando para ele. Aproximou-se da bunda do namorado e deu uma tapa de leve. Em seguida, pegou e deu mais uma mordida. Depois abriu e começou a esfregar seu cacete duro na abertura de Blaine. O solista rebolava, mexendo a bunda de forma que enlouquecia o noivo.

Sam continuou ali, apenas esfregando o pau por um tempo, até que não aguentou mais e meteu. A princípio, só a cabecinha. B. soltou um gritinho abafado de prazer. Ele sentiu um espasmo que apertou o pau do loiro, fazendo-o quase gozar ali. Mas Sam se segurou e voltou a enfiar mais. Entrou até quase a metade, então foi deitando por cima do solista. O loiro encostou a boca na nuca do noivo e começou a distribuir beijos lá. B. gemia, sentindo o cacete do bocudo adentrá-lo devagar. Com tudo dentro, Sammy começou a metralhar o cuzinho do namorado. Ele pulava, enquanto mordia a nuca de B.

Blaine foi então se movimentando, ela queria tomar conta da situação. Foi levantando, devagar. Até que os dois estavam sentados, B. em cima da pica de Sam. O solista foi virando, até que ficou de frente para o loiro, isso sem que o bocudo saísse de dentro dele. B. beijou-o na boca, um beijo molhado. E começou a pular devagar. Aos poucos, foi aumentando a velocidade. Sam arquejou, ele apenas mordeu os seus lábios carnudos e o segurou. Voltou a pular no colo do noivo. B. pulou, pulou e pulou. Sentiu a cabeça da pica de Sam pulsar mais, então viu que ele havia chegado ao ápice dentro dele. Levantou-se e sentiu a porra de Sam escorrer por entre suas pernas. O loiro riu e B. desceu de novo, beijando-o vorazmente.

Sam empurrou Blaine, que caiu deitado. Ele agarrou o pau do solista e começou a chupar. Mamava como uma criança com fome sedenta pela mamadeira que acabava de chegar. Ele chupava sugando a cabecinha, depois descia para as bolas de Blaine. E ficava assim, subindo e descendo, até que o pau de B. estava todo babado. Com isso, ele concentrou-se só em cima, na glande do cacete do solista. Ele sugou, sugou e sugou, até que sua boca foi preenchida por seu líquido. O bocudo engoliu tudo, depois beijou o namorado.

– Pronto, iniciamos o ano com o pé direito! – Disse Sam.

– Sim. E esse é o primeiro de muitos dias de felicidade. Juntos. – Falou B., que depois beijou o noivo de novo, virou e dormiu.

Era tarde quando Marley levantou-se. Dormiu e apagou feito pedra, mas acordou com as pernas doendo. Era como se tivesse dormido, mas não descansado. Sua cabeça também doía. Contudo, ela sabia o porquê. Era chegado o momento. Ela tinha que contar a sua mãe. Em alguns dias, iria embora com Ryder. O tempo acabou, sua escolha havia sido tomada. Agora era preciso comunica-la.

Má caminhou, foi até o quarto da mãe. Ela estava lá, deitada, mas não dormindo. Estava no celular, talvez mandando algum SMS. A garota pediu licença e entrou. Sua mãe, sempre a melhor mãe do mundo, a mais carinhosa e amistosa, recebeu-a com um imenso sorriso. Por isso Marley a amava tanto. Criou-a só, entre tantos obstáculos e penúrias, mas a alegria sempre estampava seu rosto. Não havia tempo ruim para a matriarca da família Rose.

A garota sentou-se na cama, ao lado da mulher.

– Tudo bem, querida? – Perguntou e esperou. Ela sabia que Marley queria contar algo. Era sempre assim, ela tinha que começar a conversa. Mas não se importava, conhecia a filha muito bem para saber que ela não ia decepcioná-la. – Quer me contar algo, não é? Eu a conheço. Pode falar, meu amor. – De repente lembrou-se de quando a filha ficou grávida. Fez uma prece silenciosa para que não fosse nada do gênero.

Marley tomou coragem. Respirou fundo e tentou articular as palavras.

– Mãe... O Blaine esteve falando com você, não foi? – Começou Má.

– Sim, sim. Falamos sobre meu sonho de vê-la formada e graduada. – Explicou.

– Bem, mãe... E se, de repente, seu sonho não se tornasse realidade? E se eu tivesse outros planos para minha vida?

A mulher respirou fundo e olhou para filha. Não exprimia sentimento algum, tristeza ou alegria.

– Blaine também me questionou sobre algo do tipo. Eu o enrolei, disse algo para despistá-lo. Eu sabia que ele estava apenas colhendo informações, se é que posso dizer assim. – A mulher sorriu – Tinha inúmeros sonhos para você, Marley. A questão é. Eram meus sonhos, não seus. Entende? Eu só quero uma coisa, que você seja feliz. É isso que me importa. Há vários caminhos para se tornar uma grande mulher, mas só aqueles em que a felicidade está são importantes.

– E se eu disse a você que vou para Las Vegas com o Ryder em alguns dias para formamos uma dupla e sairmos cantando por aí, com futuro incerto. Tentar ganhar a vida dessa forma...?

– Bem... – A mulher respirou fundo. Parecia meio chocada – Eu diria que não é o que eu sonhei para você. Mas nunca tentaria impedir seus sonhos, meu amor. Apoiaria você. E faria uma festa de despedida. Pois é o que uma filha tão especial e querida como você merece.

Marley apenas abraçou-a e beijou. Depois deitou em seu colo.

– Você é a melhor mãe do mundo.

– Você que é tudo em minha vida, minha querida. Prometa-me só uma coisa.

– Claro. – Disse e sorriu.

– Se as coisas ficarem pesadas, você volta para mim? Não suportaria imaginar você sofrendo.

– Sim. Você sempre vai ser a primeira de qualquer escolha que vá tomar, mamãe. Eu te amo, dói-me ter que deixa-la. Mas prometo sempre vir quando puder.

– Meu bem, nossos destinos estão ligados pelos laços mais fortes que existem no mundo, os de sangue. Sei que voltará. E voltará como uma grande estrela, que é o que você é.

– Assim será. – Disse Marley, quase que como um juramento e ficou lá, embalada no calor do colo materno, sonhando com os frutos que colheria por meio dessa sua escolha.

Notas finais
Músicas: Love me - Katy Perry Espero que gostem e comentem, pessoal. Com esse capítulo, estão postados todos os atrasados do mês passado! Esse mês, tentarei manter o ritmo. Abração e até o próximo!