Notas iniciais
Naruto de volta para vocês! E pra Hinata né(Haha)!
Beijos,

A pizzaria estava cheia, para entrar, tinha que ficar numa fila, tudo bem que é a melhor pizzaria daqui, mas eu estava sem vontade nenhuma de comer pizza hoje, não tinha necessidade deu enfrentar aquela fila.

Tirando o fato de o Kiba estar aqui, e eu não estou me sentindo muito bem perto dele, estou meio desconfortável.

- Gente... não estou me sentindo muito bem. – Tentei mentir direito, para não ter que ficar mais ali.

- O que você está sentindo? – Kiba é o primeiro a perguntar preocupado.

Penso rápido.

- Dor de cabeça, um pouco... enjoada também. – Completei.

- Quer que eu te leve para casa? – Tenten perguntou.

- Não, não precisa. Eu vou chamar um táxi. – Só porque eu não queria ficar ali, que eu ia tirar o direito das meninas se divertirem.

- Táxi? – Ela franziu a testa. – Eu te levo, para de bobeira.

- Não. Você sabe o trânsito que está eu não incomodar, por favor. Vou me sentir péssima. – Apelei.

- Ok então. – Ela concordou no final.

- Tchau gente, vejo vocês em breve. – Me despedi.

Fui andando até a saída do shopping, os carros que saem do estacionamento passam do lado para sair. E os táxis chegam do lado esquerdo, quando ligamos.

Disquei o número.

- Boa tarde, eu queria um táxi para... – Minha fala foi interrompida por uma buzina e um chamar, alguém está chamando meu nome.

Naruto...

- Senhora, táxi para onde? – O homem falava do outro lado da linha. – Senhora? Tem alguém ai ainda?

- Eu não vou querer mais o táxi, obrigada. – Desliguei.

Fui caminhando até o Jeep onde o Naruto estava.

- Oi... – Falei tímida.

Encarei os lindos olhos azuis dele.

- Você já estava indo, ou está esperando alguém? – Ele perguntou.

- Eu estava chamando um táxi. – Falei.

Os carros atrás dele começaram a buzinar, ele estava bloqueando a saída do estacionamento.

- Conseguiu? – Ele perguntou.

- O quê? – Já estava perdida nos olhos dele, o espírito da ‘’ boba apaixonada’’ já estava em mim.

- O táxi. – Ele sorriu.

- Não... – Falei.

Os carros buzinaram de novo.

- Se vai para onde? – Ele continuo.

- Pra casa. – Respondi.

- Entra ai eu te levo. – Ele firmou um sorriso.

- Não quero incomodar. – Falei, mas eu queria era aceitar logo de cara.

- Hinata, entra ai. – Ele destravou a porta da frente, para que eu pudesse entrar.

Sorri e entrei no carro. Coloquei as bolsas no banco de trás, depois coloquei o cinto.

- Coloca seu endereço aqui no meu GPS. – Ele me entregou o aparelho.

Ele saiu do shopping e fomos para a direção oposta da minha casa.

- Pronto. – Entreguei o GPS com o meu endereço nele. – E só para constar, você está indo para o lado errado.

- Eu sei. – Ele deu uma olhada sorrindo para mim. – Estou te levando para lanchar, se está com cara de quem está com fome. – Ele brincou.

- Ei! – Dei um tapinha do braço dele.

Enceramo-nos com um sorriso brotando no rosto, mas ele teve que desviar o olhar de volta as ruas.

Mas eu continuei olhando ele dirigir.

- Onde nós vamos comer? – Perguntei.

- Na minha casa, que tal? – Ele ergueu a sobrancelha.

Sorri tímida e olhei para o lado, depois voltei a encara-lo.

- Você que vai cozinhar é? – Perguntei.

- Digamos que sim, espero que você goste de brusquetas– Ele falou olhando para a rua ainda.

- Hum, um antepasto italiano. – Sorri. – Eu gosto.

- Legal. – Ele responde.

Paramos em um sinal.

- E como vai à vida na civilização? – Ele puxa assunto.

- Bem, e a sua? – Falei num tom de brincadeira.

- Nem se compara com a que eu estava tendo com você. – Ele respondeu sério.

Eu não sabia o que responder. Fiquei tímida, corada, nervosa... Um mix de emoções, nem sabia o que dizer. Só sei que gostei de escutar aquilo, por fim.

- Não fala assim... – Criei coragem em responder.

- Não fala o que? O que está escrito na minha testa? – Ele solta um riso sem som. – Mas você não sente isso né?

- Acho que... eu devo ter escrito em outra língua na minha testa. – Revelei.

O sinal abriu, ele queria continuar olhando para mim, e eu para ele. Porem, ele tinha que voltar a prestar atenção na rua.

Mesmo eu revelando meu sentimento para ele de uma forma diferente. Eu não estava me sentindo envergonhada, nem nada do tipo, eu estava era me sentindo subitamente bem.

Ele virou, mas duas ruas, sem parar.

- Chegamos. – Ele parou o carro, enfrente ao uma típica casa, daqui dos U.S.A.

- Bonita a sua casa. – Desci do carro, e fechei a porta.

- Vem, vamos entrar. – Ele vai até a porta para abri-la.

Ele a abriu, e fez um sinal para que eu entrasse primeiro.

- Licença. – Entrei na casa.

Eu pensava que ia ver tudo desarrumado, pôsteres de banda espalhados pela sala, latas de cerveja no chão... Mas não! Estava tudo no seu devido lugar, era uma casa muito bem arrumada, me senti logo aconchegada.

- Senta lá. – Ele apontou para o sofá. – Vou pegar a nossa comida e os nossos refrigerantes.

- Ué, se não vai cozinhar? — Perguntei.

- Eu já tinha preparado para eu comer quando voltasse, mas se você for gulosa e comer tudo ai sim eu vou ter que fazer mais. – Ele me zoa.

- Ai, seu filho da mãe! – Retruquei brincando também.

Enquanto ele estava na cozinha, olhei para os detalhes da sala, e reparei um porta-retratos, era uma mulher ruiva muito bonita, e um homem loiro, parecia com o Naruto. Logo pensei que deveria ser os pais dele.

Ele logo voltou com um prato com as brusquetas, e um refrigerante 600 ml com dois canudos dentro.

- Aqui. – Ele estendeu o prato para mim.

Peguei uma.

- Obrigada.

Olhei para o refrigerante na mão dele.

- Cadê os copos? – Perguntei.

- Pra que copos se eu tenho esses dois canudos que não me darão o trabalho de lavar. – Ele brincou.

- Preguiçoso. – Sorri.

- Nem sou. – Ele deu uma mordida. – Quer ver algo na TV? – Ele falou após mastigar.

- Pode ser. – Dei os ombros, e mordi a minha brusqueta.

- Nem sou. – Ele deu uma mordida. – Quer ver algo na TV? – Ele falou após mastigar.

- Pode ser. – Dei os ombros, e mordi a minha brusqueta.

Estava dando um seriado, Revenge.

- Conhece? – Ele perguntou, já comendo outra unidade.

- Sim, já assisti uns três episódios. – Respondi tomando um gole do refrigerante que estava na mão dele.

- É boa? – Ele perguntou.

Fim um sinal positivo com a cabeça, pois estava engolindo o gole.

- É maneirinha. – Respondi depois.

Ficamos assistindo o seriado, nos revoltando com as atitudes dos personagens, e comendo as brosquetas.

Eu estava tão à vontade, nem percebi que já estava de lado, com minhas pernas estavam encima das no Naruto, e minha cabeça no ombro dele. Seu braço envolto de mim, passando os dedos suavemente do meu braço.

Ele tomou um gole do refrigerante com os dois canudos, depois me ofereceu, já estava do final, então eu tomei até acabar.

Já não tinha mais nada. O seriado tinha acabado e a comida também.

Ele esticou o braço para colocar a garrafa encima da mesa de centro.

- Então. O que vamos assistir agora? – Ele me perguntou encarando-me.

Olhei para ele ainda com a cabeça aconchegada no seu ombro.

A distancia entre os nossos lábios era pequena, e eu já estava com vontade de beija-lo. Mas não era só eu que queria beijar ali.

Num movimento já esperado, ele juntou nossos lábios. Levei minha mão até o rosto dele, acariciando-o.

O beijo estava ficando quente. Eu estava meio atiçada por um desejo insano pelo Naruto. Acabei indo parar encima dele ainda nos beijando.

Nós descolamos os nossos, lábios, e demos um sorriso cafajeste ao deparar com nossa posição. Mas eu não estava nem ai, eu só queria beija-lo novamente. Matar a saudade dele.

Dessa vez, fui eu que juntei nossos lábios de novo, minhas mãos estando em ambos os lados do rosto dele. O beijo estava tão envolvente e nós já estávamos ofegantes. Ele passou as mãos nas minhas costas, e senti meu corpo arrepia.

Era hora de parar, se não, eu não aguentaria me segurar.

Descolei os nossos lábios.

- O que foi? — Ele falou ofegante.

- Tenho que ir pra casa, estão me esperando. – Falei.

Ele tentou. Mas não conseguiu disfarçar seu descontentamento em parar o beijo.

O que me deixou feliz.

- Eu te levo.

Sai de cima dele, e dei uma leve ajeitada em mim.

Saímos da casa dele, e entremos no Jeep.

- Me seu número. — Ele pede.

- Verdade, me da o seu também. — Falei já pegando meu celular na bolsa, que eu havia esquecido no banco de trás do carro dele.

Tinha 10 chamadas perdidas. Era da minha mãe.

''Ai vem." Pensei.

Trocamos os nossos números de telefone.

- Pronto, agora que eu tenho seu endereço e telefone já fico mais feliz. Contato é tudo. — Ele sorriu salvando o número.

- Você vai na formatura, e no baile? — Quis perguntar.

- Na formatura sim, no baile eu não sei. — Ele ligou o carro.

Seguimos a viajem até a minha casa, só falamos um pouco sobre o seriado. Nem parecia que nós pegamos ''fogo'' lá no sofá da casa dele. Nos conversamos como melhores amigos no carro.

Quando estava silêncio, eu ficava olhando ele dirigir, e ele pegava na minha mão sempre que podia. Para conferir se esse sonho era real, bem, foi isso que ele disse para justificar. Que Fofo.

- Chegamos, né? — Ele perguntou, pois só seguiu o GPS, não sabia não era a casa ao certo.

- Sim, essa é a minha casa. — Sorri.

- Então, boa noite. Já são seis horas né? — Ele franziu as sobrancelhas na dúvida.

- Pera. — Olhei no relógio do meu pulso. — Sim, são seis e meia.

Fiquei olhando para ele, e ele para mim. Não queríamos nos despedir.

Peguei as minhas bolsas de compras ainda sentada no carro.

- Deixa que eu levo até a porta. — Ele saltou do carro, e pegou as bolsas na porta de trás.

Era como um príncipe pra mim, esse garoto.

Fechei a porta do carro, e fui até a porta de casa. Ficamos frente a frente, na frente da minha porta.

- Bom, ta entregue. — Ele sorriu e me entregou as sacolas.

- Vai no baile comigo. — Não exitei em falar.

Ele sorriu.

- Não era eu que deveria te convidar? — Ele brincou.

- Mas eu não te convidei, eu afirmei, que você vai comigo. — Retruquei na brincadeira.

- Como negar uma ordem sua.

- Então você vai? — Queria certeza.

- Com você? É claro, não perderei por nada a oportunidade de estar com a menina mais bonita, e incrível da escola. — Ele terminou elogiando-me.

Sorri sem graça. Nunca sei o que fazer quando me elogiam.

- Então, ta fechado. Eu te ligo para falar as horas. — Terminei.

- O.k.

- O.k.

Ele chegou a cabeça para perto de mim, e me deu um selinho. Eu retribui assim que ele descolou os lábios.

- Tchau. — Ele foi se afastando.

- Tchau. — Respondi já abrindo a porta de casa.

Ele entrou no carro, me deu um tchau com a mão, e foi embora.

Entrei em casa, e tranquei a porta. Subi até o meu quarto e deixei as sacolas encima da cama.

Não tinha ninguém em casa.

Então mandei uma mensagem para minha mãe dizendo que eu já havia chegado em casa. Não liguei porquê eu sabia que ela ia me dar um esporro por algo, pra que ganhar dois, certo?

Meu celular apitou, era mensagem.

- Nossa, minha mãe está digitando rápido agora em.

Abri e era uma mensagem do Naruto.

"Já te falei que eu amo os olhos, a sua boca, o seu cabelo, a seu jeito gulosa de ser(haha), já? Já disse que amo você?"

Um sorriso brotou de ponta a ponta na minha face quando eu acabei de ler.

Não exitei em responder.

"Sim, já disse. ú.u P.s: E eu já disse? Preguiçoso! ♥ (Amei a mensagem,quero te ver logo)."

Enviado.

Notas finais
Ta ai, como prometido o Naruto fofo apareceu ♥
Eu também estava com saudades dele, mas tinha que desenrolar a história, nos capítulos anteriores. T.T
Enfim, agora ele está de volta!