Destino Das Fadas

25 Capítulo 25 — Tiro certeiro


Notas iniciais
Oi pessoas amadas, como vocês estão? *00*
Eu estou com saudades de vocês! Eu não postei sexta porque não tinha recebido tantas reviews e fiquei triste, vocês me conhecem e sabem que sou dramática! KKKKKKKKK
Mas aqui estou para prosseguir a história, mas antes queria a agradecer a todos que me mandaram reviews e também a todos que leram minha one-shot, fiquei extremamente contente por ver tantos de vocês lá me incentivando! Para vocês, meu muito OBRIGADA! ♥
Boa leitura ♥

Capitulo 25 — Tiro certeiro

O sábado amanheceu tranquilo, uma brisa gostosa entrou pela janela, me fazendo encolher embaixo do cobertor. Não queria levantar, não agora. Tenho tanta coisa a fazer, mas não quero fazer nada. Essa preguiça que me mata. Aconchegava-me no colchão, estava quente por causa de meu corpo a tanto tempo ali deitado. De repente senti toda minha coberta sendo arrancada de meu corpo, tentei puxá-la de volta, mas ela continuou a sair. Mas o que está acontecendo? Abri os olhos, irritada.

— Bom dia Lucy! — Meus olhos encontraram Natsu sorrindo para mim. Não acredito. O olhei irritada e virei a cabeça para o outro lado.

— Quero dormir — resmunguei — Dê o fora daqui!

Nesses últimos dias acabamos nos aproximando mais. Desde... desde aquela conversa na janela, não me lembro muito bem. Mas desde então a gente tem conversado muito. E novamente ele tem a mania de entrar em meu quarto sem permissão. Ainda bem que pela porta. Senti seu calor vindo do meu lado, e seu peso sobre o colchão. Droga, ele não vai desistir.

— Você dorme demais, acorda logo, tá um dia lindo lá fora! — ouvi sua voz em minhas costas, e senti sua mão pousar sobre minha cintura.

— Então vá aproveitá-lo e me deixe dormir! — Continuei a enxotá-lo. Na verdade gostava de tê-lo ali, mas me sentia exausta o bastante para conseguir ser totalmente rude em minhas palavras. Infelizmente ou felizmente, ele parecia ignorar completamente esse fato.

— Vamos Lucy, já já você acorda para o almoço! — insistiu. Podia até imaginar o sorriso estampado em seu rosto. Só por me irritar. Algo me dizia que ele tinha um prazer sobrenatural nisso.

— É Sábado Natsu! — virei uma parte de meu corpo para ele. Tentando convencê-lo que meu lugar neste momento era naquela cama. Coberta. Quentinha. E sozinha. Mas então vi seu sorriso natural. Quase mudei de ideia. Mas só quase.

— Então chatinha, dia de aproveitar tudo o que não se aproveita nos dias de semana! — seu sorriso não se desfazia, apenas aumentava. Ele é mesmo teimoso. Chato. Persistente. E admito, incrivelmente sexy.

— Mas já tem a despedida da Lisanna, já não é o bastante? — me queixei, virando-me por inteira para seu lado. Inutilmente tentava manter meu olhar de quem teve sua privacidade invadida.

— Claro que não, isso é só a noite! — desfez seu sorriso apenas para parecer inconformado, mas depois o retomou. Mas de um jeito malicioso — Se quiser a gente nem precisa sair daqui — me deu um olhar carregado de perversão que me fez arrepiar por inteira. Mas ele fazia muito isso para eu ter conhecimento que era apenas uma brincadeira.

Sentei-me na cama, ainda o fuzilando com o olhar. Espreguicei-me, levando uma mão até a boca para bocejar. Ele sabe mesmo como acabar com meu humor.

— Tá tá, o que você quer? — Tirei sua mão de perto de mim e me arrastei até a beira da cama ao seu lado. Procurando pelos meus chinelos jogados ali perto. Ele deu um sorriso vitorioso.

— A Levy te ligou, estão combinando de ir a um paintball recém aberto, toda a galera vai estar lá! — explicou, procurando por meus olhos que permaneciam em meus pés. Minha cabeça estava pesada de cansaço. Mas algo me chamou a atenção o suficiente para olhá-lo.

— Você atendeu o MEU celular? — o olhei pasma e totalmente abismada. Ele fez uma cara como se dissesse a si mesmo “Ops...”. Apertei o lençol em minha volta — ARGH! — grunhi irritada — Quer morrer Natsu? — disparei sentindo meus nervos a flor da pele. Ele pôs os braços em sua frente.

— Opa, opa, calma aí nervosinha, quem mandou ficar dormindo?

Suspirei desanimada.

— Você é um idiota, invasor da vida alheia — o julguei inconformada, e me levantei indo até o guarda-roupa — Vou tomar uma ducha para ver se te esqueço de vez, quem sabe seja apenas um pesadelo e quando eu sair por aquela porta você não esteja mais aqui — falei calmamente pegando algumas roupas e voltando o olhar para ele, que não parecia nem um pouco ofendido.

— Nem tente amor, sou inesquecível — disse com um ar sexy e piscou. Tentava ao máximo conter toda minha felicidade quando ele dizia coisas desse gênero, por sorte ele não podia ver que embaixo de toda aquela minha pose de garota irritada, meu coração acelerava descontroladamente.

— Convencido — murmurei desviando meu olhar e indo para o banheiro. E assim que fechei a porta, o oposto do que eu disse acontecia. Ele não saía, nem por um segundo, de meus pensamentos.

[...]

— A Levy-chan não vai sair do meu pé e a culpa é sua! — andava ao lado dele pelas ruas de Magnólia. Tive que insistir muito para o Sr. Sedentário aqui não vir de carro. Nem sei exatamente porque queria ir a pé, mas parecia uma boa coisa.

— O que não vai sair dos meus pés é a dor de andar tanto! — resmungou me olhando, e não contive o riso.

— Dramático, foram apenas três quadras até agora — dei uma breve olhada para trás, ainda avistando nossas casas.

— TRÊS? Eu vou morrer — resmungou, fingindo arfar.

— Pare de reclamar, você foi para a faculdade a pé só para poder beber depois — recordei, olhando para ele de lado, que tentou ignorar meu tom sarcástico.

— Por uma boa causa, qualquer coisa meu bem — brincou, e então nos olhamos rindo. Ele é mesmo um bobão, e ainda assim, só sinto esse calor em meu coração quando estou com ele.

— Mesmo assim, não te perdoarei por atender meus telefonemas, acha que é minha secretária agora? — olhei para frente, identificando nossa localização. Ouvi ele rir baixinho.

— Não com certeza não, talvez um psicopata perturbador — brincou outra vez fazendo uma careta como se fosse mesmo um psicopata, me fazendo rir com seus atos tão bobos. Ele me acompanhou na risada e continuamos a andar.

— Posso mandar te prenderem por isso — segurei o riso por uns instantes para dizer isso.

— Não tenho medo disso — replicou convencido — Aliás você não conseguiria ficar longe de mim e teria que ir na prisão me visitar, pensa só como seria entrar naquele lugar todo dia? — Enfatizou as últimas palavras, e mexeu as mãos dando drama para sua frase.

— Você realmente não sabe quando parar — rebati fingindo estar inconformada. E com essa frase percebi que seu olhar mudou. Sua expressão pareceu estar dura. E estranhamente depois disso a gente parou de conversar e apenas ficamos um ao lado do outro até chegar ao lugar combinado.

—♥—


Entramos em uma sala recém construída, já estava toda pintada, tinha desenhos de respingos nas paredes. Uma recepção e vários sofás espalhados ali perto, onde encontramos vários rostos conhecidos. Levy-chan foi a primeira a levantar, correu em minha direção e me sufocou em um abraço.


— Amiga, que saudade! — disse enquanto me abraçava com seus braços finos, mas que mesmo assim me deixavam sem ar. Afastei-me para cumprimentá-la – e para respirar – sorrindo animada por vê-la.

— Levy-chan! Você está ótima! — falei com a mesma empolgação que ela me olhava, depois seu olhar voltou-se para Natsu ao meu lado.

— Vejo que estão íntimos hein? Foi ele que me atendeu... — sussurrou para mim com um tom insinuador. Corei com sua frase e me afastei novamente.

— Fica quieta Levy-chan — passei a ignorar suas curiosidades e fui dar oi para o resto do pessoal.

Perto dali, estavam quase todos de nossa sala. Abracei Erza, Cana, Juvia e então Lisanna, que me abriu um sorriso fraco. Estranho.

— E então, tudo pronto para a festa? — tentei animá-la, ainda tinha minhas mãos em seus ombros. E tentei sorrir ao máximo também.

— Sim, nada como aproveitar o resto da tarde também né? — deu um sorriso mais aberto dessa vez. O que era bom. Não gosto de ver minhas amigas tristes. Mas deve ser por ela ter que ir embora.

Continuei a cumprimentar o resto do pessoal e vejo que Natsu fazia o mesmo. Mais pessoas chegavam aos poucos e a sala se preenchia. Meu estomago começava a se revirar. Confissão do dia: Não faço a mínima ideia de como jogar isso. Sentei em um cantinho tentando conter meu nervosismo.

Todos conversavam animadamente quando por aquela porta passou Loki. Procurei imediatamente pelo olhar de Natsu, só para ver se haveria briga ou não. Vejo-o perto de Gray e Gajeel que pararam de conversar e olharam ao lado. Gray cochichou algo para Natsu e Natsu encarava Loki. Tensão no ar criada.

— Loki! — me levantei e fui cumprimentá-lo antes que o pior acontecesse. Agora convenhamos Kami-sama, de todos os dias do ano ele tinha que vir HOJE aqui também?

— Lucy — ele sorriu e me abraçou. Senti todos os olhares em nós. Afastei-me de seus braços e ele acenou para o resto de nós sorrindo — Vieram jogar também? — perguntou voltando seu olhar para mim.

— Aham, inaugurou esses dias né? — tentei parecer animada ao conversar e não completamente tensa, que era exatamente como eu me sentia.

— Sim, estou com alguns amigos, podíamos montar times para ver quem é melhor — disse e senti que deu um leve olhar para o lado. E sabia exatamente para quem era o olhar.

— Ótimo — ouvi uma voz ao meu lado, e uma mão em minha cintura. Conheço muito bem essa mão e essa voz — Veremos — Natsu sorriu e me puxou consigo. Mas o que?

Ele me arrastou até outra sala cheia de roupas e máscaras. Fedia. E muito. Chegando lá ele me soltou, não podia ver seu rosto, por estar de costas para mim.

— O que pensa que está fazendo? — falei com um tom inconformado, mas baixo, olhando para as suas costas, ele se virou aos poucos e me olhou. Sua expressão era indecifrável como tem sido esses tempos para cá. Ele não sorria, estava sério, confuso. Abriu os lábios levemente, mas não saia palavras, parecia pensar muito no que dizer.

— Desculpe, fiz de novo — disse sem me olhar com a cabeça baixa.

— O que? — fiquei sem entender, tentando encontrar a resposta em seus olhos perdidos.

— Me intrometi na sua vida — respondeu voltando seu olhar para mim. E senti um calafrio percorrer todo meu corpo. Porque ele está assim tão estranho? Tentei esboçar um sorriso para acabar com aquela tensão.

— Mas você não faz isso desde que te conheci? — brinquei, mas ele não riu. Comecei a me sentir um pouco mais péssima que o normal. Mas logo todo o pessoal veio atrás de nós, juntamente com um rapaz que nos ajudou a por aquelas roupas. E acredite fedia ainda mais quando se estava dentro.

Todos se organizaram, montaram os times. Basicamente nossa turma contra Loki e seus amigos. Alguns de nós passamos para o time deles, para ficar equilibrado. Os garotos ficaram lá discutindo sobre alguma coisa de pressão da bala, e isso já me dava arrepios.

— Vou morrer Levy-chan — admiti quando a vi se aproximar.

— Relaxa amiga, o Natsu se joga na sua frente — disse dando uma piscada. Corei por alguns instantes sabendo que era esse o objetivo dela com aquela frase. Não duvidava que ele fizesse algo assim antes, mas ele tem agido estranho.

Logo algumas armas foram entregues para nós. Meu corpo tremia de ansiedade. Explicaram alguma coisa de quantas balas tinha e tudo o mais, mas eu só pensava o quanto deve doer aquilo. E como foram os garotos que escolheram, deve ser quase mortal. Entramos todos juntos no campo de batalha, a luz era fraca, e o local grande, com vários obstáculos para se esconder, blocos de palha, carros velhos, casinhas de madeira. Era um lugar fechado e escuro. O que me deu ainda mais medo.

— Não queria dizer nada, mas você tá tremendo — alguém veio ao meu lado e pelo tom sarcástico sabia que era ele.

— Cala a boca — rebati sabendo que aquilo era verdade, só não sabia que era tão visível assim. Ele riu e deu um passo a frente.

— É simples, se ver alguém mirando em você, se esconda, se ver alguém distraído atire, e se estiver livre corra até o tambor inimigo e ganhe — explicou. Mas se a intenção foi me acalmar, não deu certo.

— Natsu, sério, cale a boca — falei demonstrando o quanto ele estava piorando a situação. Me esconder? Atirar? Tambor? Que tambor? Sabia que tinha perdido algo importante nas explicações. Ele gargalhou e pôs a mão livre em minha cabeça.

— Na pior das situações, me sacrifico por você — brincou, fazendo meu rosto avermelhar, ainda bem que aquela máscara não deixava ele ver, pelo menos servia para alguma coisa além de me asfixiar.

Todos de nosso time ficaram juntos, e parece que o outro time começava do outro lado. Vi um tambor do nosso lado, provavelmente eles tem outro do lado deles. A adrenalina tomava conta de mim. Olhei para a arma em minha mão. Como que atira? Ai, estou ferrada. Um som estridente ecoou pelo local, e todos começaram a se movimentar. Acho que começou. Era tudo tão escuro. E com medo parece ainda mais escuro. Tentei seguir o passo deles, que se escondiam. Olhavam em volta. Parecia filme.

— Cuidado Lucy! — uma voz feminina gritou e pulou em cima de mim — Preste atenção, isso não é um jogo! — Erza prosseguiu. Bom, na verdade é sim. Pensei, assim que ela saiu de cima de mim. Ela realmente leva isso a sério.

Fiquei atrás de uns troncos, ergui a cabeça e vi alguém se aproximar. Hora de tentar. Ergui meu corpo e atirei desesperadamente. E voltei ao lugar. Será que acertei? Será que acertei? Alguém veio ao meu lado se escondendo também.

— Lembrando Lucy... não é uma metralhadora e você paga pelas balas — Era Gray. Será que todos vão me dar lição de moral?

— Isso é difícil demais — falei em um tom de desespero. Ele deu risada e se ergueu atirando algumas vezes e voltando. Parecia tão fácil olhando. De repente em um único pulo ele saiu dali e correu. Ergui o olhar de leve e vi ele pulando em cima de Juvia. Que lindo.

Será que tem problema ficar escondida aqui até o jogo acabar? Pensei comigo mesma, enquanto ouvi pessoas rastejando, passos, tiros, gritos de dor. Acho que não tem problema não. Apenas me ergui e me escondi atrás de outra coisa, só para fingir que participava. Minha ansiedade era tanta que nem percebi que alguém se aproximava, e pegou no meu pulso.

— Perdida loirinha? — Ouvi a voz de Loki. ELE É INIMIGO, ELE É INIMIGO! Minha mente se perturbava, mas meu corpo não se mexia. Ele não parecia ter intenção de atirar em mim. Pelo contrário começou a acariciar meu braço. Quando em um flash vi algo passar diante de meus olhos e acertar em cheio na máscara de Loki, deixando uma coloração azul espalhada sobre ela.

— Não se preocupe, estou cuidando dela — Natsu apareceu na direção que vinha aquela bala, com um sorriso sacana. Meu coração acelerava. Loki arrancou a máscara e levantou uma mão mostrando que tinha sido atingido e estava fora do jogo. Deu um olhar furioso para Natsu e se retirou.

Olhei para Natsu confusa. Ele estava mesmo me olhando todo esse tempo? Ele se aproximou se escondendo habilmente e encostou no mesmo lugar que eu.

— Você dá trabalho hein?


Natsu



Assim que soou o alarme todos começaram a se movimentar. Menos Lucy que parecia petrificada. Era engraçado olhá-la assim. Comecei a andar meio agachado e me esconder. Sem tirar os olhos daquela loirinha que parecia completamente desnorteada. Movimentava-se sem jeito algum, alvo fácil demais. Vai dar trabalho. Vi alguns caras do outro time mirar para ela. Me ergui, mirei neles e atirei, antes que pudessem atirar nela. Eles se esconderam, não foi na cabeça, mas foi o bastante para não atirarem nela, que parecia nem saber o que acontecia.


Nosso time continuou a avançar. No momento em que me distrai vi um tiro em direção a Lucy. Droga. Corri até lá, mas vejo Erza pulando sobre ela. Ufa. Nunca chegaria lá a tempo, voltei a me esconder, procurando pela sombra dos inimigos. Dei alguns tiros, acertando alguns e outros que passavam raspando. Sorte ter jogado muito isso na outra cidade. Voltei meu olhar para Lucy e a vi escondida atrás de uns troncos. Ela respirou fundo e se ergueu atirando várias vezes desesperada. E voltou ao seu lugar, parecendo se orgulhar por errar tanto. Comecei a gargalhar internamente com aquela cena. Ela é ruim demais. Mas parei quando vi muitas armas apontadas para ela. Atirei em todos eles, deixando alguns fora de jogo. Gray foi ao lado dela e atirou no restante.

Tentei deixá-la um tempo por conta dele e avancei, procurando por mais pessoas do time adversário. Erza monstro estava mais a frente atirando em todos que aparecia. Quase acertou Juvia em sua euforia diabólica. Gray saltou para salvá-la. O que quer dizer que Lucy está novamente sozinha e desprotegida. Ela ficou um tempo, parada no mesmo lugar. Ela tá mesmo pensando em ficar lá até acabar? Pensei inconformado, atirando em todos que tentavam se aproximar, até Lucy se mover atrás de um pilar grosso e uma sombra a pegar pelo lado.

Olhei a cena por alguns instantes, sabia exatamente quem era e isso fez meu sangue ferver. Ele a pegou pelo pulso e sussurrou algo. Nunca tive tanta vontade de dar um tiro certeiro como dessa vez. Juntei toda minha habilidade com os anos de paintball para mirar em sua máscara, me distrai um pouco vendo ele a acariciar. Voltei a mirar. Morra. Atirei e me enchi de orgulho quando vi sua máscara sendo acertada por minha bala.

[...]

— Nossa não é tão difícil né? Não fui atingida nenhuma vez! — Ouvi Lucy comentando toda sorridente para a Levy. NÃO É TÃO DIFICIL? Pensei comigo mesmo me lembrando de todas as vezes que atirei para que não atirassem nela. Fala sério.

— Foi um bom jogo — Loki se aproximou de mim — Mas da próxima eu vou ganhar — sorriu e por um momento achei que ele estava tentando ser legal até ele completar: — E acredite, não vai ser no paintball — disse lançando um olhar em direção a Lucy antes de se retirar.

Acredite Natsu... você vai ter que deixá-lo ganhar e não pode fazer nada quanto a isso.

—♥—


— Pronto para a festa no navio? — ela perguntou animada enquanto voltávamos para a casa.


Depois do paintball todos fomos em uma lanchonete, conversamos e tudo o mais. Até nos darmos conta que a tarde tinha passado e que tínhamos que arrumar nossas coisas para a festa de Lisanna que correu desesperada para sua casa.

— Sempre estou pronto — respondi correspondendo seu sorriso.

— Sinto que vai ser bom! — continuou ignorando meu comentário desnecessário.

— É... — murmurei. Sinto que... aquele dia está se aproximando. E estou fazendo tudo errado. Ela me olhou e sorriu.

Droga. Não posso dar para trás agora.

Notas finais
A conversa da janela vai ficar para o outro capitulo! KKKKKKKKK E aí o que acharam do desastre da Lucy no paint ball?
O próximo capitulo já é a festa da Lisanna, o que vai rolar? Bom amores, se eu não estiver errada a fic acaba nesse mês, espero ver todos até lá (:
Me deixem reviews onegai ~

Ps. perceberam que meus capitulos estão cada vez maiores? Oh god, isso é muito ruim? Tenho estado inspirada hihi, me deixem opiniões sim? ♥