Destino Das Fadas
41 Capitulo 39 — Conflitos internos
Notas iniciais
Sentiram minha falta? *000* Eu senti a de vocês! Essa semana foi zuada né? Falei que ia postar de segunda e quinta e postei de terça e sexta! HSUIAHUISHAUIHSUIAH. Mas foram os dias que deram para mim postar.
E agora, que respondi praticamente todos as reviews e me sinto muito melhor por isso, estou aqui para deixar mais um capitulo para vocês! ♥
Agradeço imensamente à vocês por me deixarem reviews ♥
E também, porque DDF chegou à VINTE recomendações! UHUUL! Obrigada MorganaML por sua recomendação! AMEI, AMEI E AMEI! ♥ Pode ter certeza que vou continuar escrevendo. Fiquei super feliz por suas palavras e seu carinho. Muito, muito obrigada ♥
Boa leitura, amores ♥
Quantos corações né? HSUAHSUIAHUI
Capitulo 39 — Conflitos internos
Tantos conflitos em meus pensamentos. Uma parte de mim ainda negava tal acontecimento, outra se desesperava, outra tentava se conformar, outra pensava o que eu faria a seguir, outra me dizia que sou muito nova para isso, outra me diz que minha vida acabou, outra está feliz e outra, confusa. Como pode haver tantas partes de mim, sendo eu, apenas uma? Um filho. Quão grande é a responsabilidade contida nesse único substantivo?
É enorme. E aos poucos estou tomando noção disso. Percebo como era fácil apenas falar de Levy. Estar no corpo de uma grávida é completamente diferente. As emoções ficam a mil por hora o tempo todo e você tem que projetar a sua vida novamente por completo. Redefini-la por inteiro. Porque agora, não seria apenas eu. Seria também o meu bebê, e é incrível como tudo muda. Quero dizer, vai mudar. A partir deste momento não seria mais a minha vida, tudo será com a intenção de dar uma boa vida ao meu filho ou filha.
Com toda a sinceridade do mundo, a melhor definição para este momento é a confusão. Meu lado pessimista fica me lembrando o tempo todo, que estou sem emprego, que ainda tenho a metade de uma faculdade para terminar e que principalmente, o pai dessa criança vai se casar com outra. Meu lado otimista — do qual não é muito forte — me faz pensar como seria ser mãe. Confesso que no começo essa ideia apareceu como uma explosão na cara, mas agora... meus conceitos começaram a mudar.
Talvez eu realmente goste de ser mãe. Mesmo que nova, eu acredito em mim. E eu vou conseguir passar por isso. Apesar de toda minha vida estar de cabeça para baixo nesses últimos tempos, tenho uma motivação maior agora para lutar. O filho do Natsu que está crescendo dentro de mim. Nosso amor, agora, tão perto de mim.
— Sabe Lu-chan... — Levy voltou a puxar conversa. Pelo jeito seria algo mais sério, porque ela esperou Sting sair para ir ao banheiro para voltar a falar. E sim, eu percebi — Você... deveria mesmo contar para ele, sabe... o pai dessa criança — disse um pouco hesitante. Acho que ela está com medo de como eu posso reagir a isso.
— Levy-chan, você prometeu que não contaria a ninguém, certo? — recordei de alguns minutos antes.
Não que eu não confie nela, confio e muito. Sei que ela está apenas preocupada comigo. Mas era algo importante e forte demais. Eu queria cuidar de tudo sozinha.
— E não vou — defendeu-se rapidamente — Estou apenas te dizendo... — continuou um pouco afobada e depois respirou fundo — Você não pode esconder isso para sempre. Um dia essa sua barriga gostosa e definida vai crescer. E aí? Você sabe que ele ia gostar de saber...
— Não teria tanta certeza — rebati vagamente — Eu comecei a pensar sobre tudo o que vivemos, sabe? E sinto vontade de chorar. Mas então analisei. Fiquei esse tempo todo, com esperanças, iludida, com o nosso amor. Briguei com meu pai. Lutei. Não desisti. Mas e ele? Não estou dizendo que ele tenha que abandonar sua família e tudo mais. Mas ele se conformou tão fácil... Acho que eu não era tão importante quanto ele demonstrava.
Desabafei meus pensamentos. Estive pensando sobre isso por todo esse tempo. Desde que nos conhecemos. Admito que fui fraca por não ter dito meus sentimentos logo de cara, idiota por ter acreditado na armação da Lisanna e talvez ridícula em ignorá-lo por um longo tempo. Mas às vezes queria valer uma luta a mais... Acredito que depois de tudo, fiquei cansada. Cheguei até aqui, sempre chorando e desolada. Agora preciso ser forte. Não é mais apenas por mim. Talvez já esteja escrito nas entrelinhas tortas do destino. Eu e o Natsu vamos ficar separados. Estou começando a acreditar que não adianta lutar. E sinceramente, não tenho mais forças para tal.
— Você não pode estar falando sério, Lu-chan! — Levy resmungou indignada.
A porta se abriu e a conversa cessou. Sting olhou para mim, depois para Levy e de volta para mim. Vendo nossas expressões de contradição.
— Querem... que eu saía? — perguntou da porta. Provavelmente já sentiu que o clima ali dentro estava um pouco tenso.
— Não, fique — falei com um sorriso fraco.
Ele passou pela porta, demonstrando a incerteza de minha frase. Pelo jeito, eu e a Levy não conseguimos esconder que estávamos conversando de algo um tanto apreensivo. E era algo que eu não queria conversar. Natsu. Era sempre Natsu. A incógnita da minha vida. Será que por toda minha vida até o fim dela, sempre vai ser assim?
Ouvi um zumbido vindo de uma mesa perto da porta. Todos olharam para o celular que vibrava sobre a madeira. O meu celular. Meu coração saltou. Quem poderia ser? Sting que estava mais perto pegou o celular para mim, olhou a tela e depois me olhou angustiado. Então eu já soube. Era ele. Saber disso já foi o suficiente para meu coração pulsar em um ritmo anormal. O que ele queria?
O tempo passava e o celular continuava a vibrar. Os segundos pareciam durar eternidades. Levy e Sting continuavam me olhando, esperando que eu tomasse alguma reação. Depois de acordar da minha paralisação, fiz um sinal para que Sting atendesse. Ele relutou um pouco, mas logo atendeu.
— Alô? — Sting disse e ligou o viva-voz. Olhei para ele, confusa.
— Oi... — A voz de Natsu soou pelo quarto. Fazendo meu corpo estremecer — A Lucy tá aí? — perguntou com certa hesitação. Deve ter estranhado um homem ter atendido.
— Então cara, ela tá... — Sting começou a responder e me olhou esperando uma resposta, apenas balancei a cabeça negativamente — ocupada — completou com incerteza.
— Sting? — Natsu perguntou com a voz indignada. E meu coração saltou.
— E aí? — Disse de maneira descontraída.
— Onde a Lucy está? — indagou com uma voz meio irritada. Até posso entender o porquê. Fiquei com vontade de chorar. Sem motivo novamente.
— Sem agressividade por telefone, por favor. Ela está comigo e está bem, é tudo o que você precisa saber — Sting disse com uma voz calma e passiva. Provavelmente não queria brigar, não comigo ali.
— Certo... — murmurou para meu espanto. Sem brigas?
— Hm? — Sting deixou escapar sua surpresa.
— Cuida dela para mim, por favor... e diz que estou preocupado, beleza? — pediu educadamente e com uma voz gentil. Fazendo meu coração amolecer e se destroçar ao mesmo tempo.
— beleza... — sussurrou de volta surpreendido e desligou.
Ele está preocupado comigo...
—♥—
Natsu
Um clima de tensão se formou no escritório. Ele ainda parecia incrédulo, olhando para o contrato rasgado no chão. Não me arrependo nem um pouco. Quem ele pensa que é para tentar comprar os sentimentos dos outros? Prefiro viver na rua do que ter que vender meu amor pela Lucy.
— Vim aqui para pedir-lhe gentilmente que aceitasse sua filha de volta, tentar encontrar o seu lado paterno, mas pelo que vejo, o senhor não tem um — comecei a falar, quebrando o silêncio criado por meus atos — Começo a pensar que talvez a Lucy nem queira voltar. Ela merece um lugar melhor do que aqui. Nem mesmo ela conseguiria suportar tamanha ganância.
Eu sei. Deveria ter apenas rasgado o contrato e ter vazado daqui. Mas o meu lado inútil e idiota não resistiu. As palavras queriam sair. E não seria eu quem iria impedir. Ele voltou seu olhar para mim. Um olhar intimidador. Mas pude ver no fundo certa confusão.
— O que significa isso? — perguntou se referindo ao contrato rasgado — Não terá outra chance como essa.
— Chance? — falei sem agüenta meu tom de deboche — Acha mesmo que essa era uma chance? — ri com sua ignorância — Só lhe direi uma coisa senhor, se um dia chegar a perder tudo, só te restaria Lucy. Aconselho a mudar seu modo de ser, porque do jeito como está a tratando, nem ela irá te receber mais. Acho que o senhor sabe disso.
Ao contrário do que eu imaginei que ele faria, ele se calou. Ficou me observando com um olhar marcado de raiva. Eu sei senhor, verdades na cara doem não é? Tive muito disso para saber como que é a sensação. Ia me retirar, quando escutei ele rir. Antes de passar pela porta o olhei uma última vez para saber do que se tratava.
— Vai se arrepender por não ter aceitado, Dragneel. Acho que nos vemos no tribunal então — disse com sua voz firme novamente e com os braços atrás do corpo, numa postura ereta.
Pelo jeito ele resolveu apenas ignorar meu julgamento. Tenho pena dele. Porque é impossível ignorar o julgamento da vida. Experiência própria.
— Até lá, Senhor — falei ironicamente, fazendo uma reverência mal feita — Ah! Sua esposa estaria orgulhosa de Lucy agora, aliás, ela se tornou uma grande mulher, mesmo tendo que sobreviver sozinha — apressei-me em falar. Seu olhar esbanjou raiva. Posso me ferrar ainda mais por isso, mas... — Sabe, às vezes tenho curiosidade em descobrir, o que ela diria vendo como você cuidou do presente mais valioso que ela lhe deixou. Apenas curiosidade.
Sorri do mesmo jeito cético dele e me retirei, lhe deixando o silêncio parar perturbar. Quando já estava no elevador, comecei a pensar. O quanto eu iria me ferrar por isso. De repente a voz de meu pai de “Não faça nada que vá piorar nossas situação” surgiu em meus pensamentos. Desculpa pai. Meu lado protetor não deixou que eu ficasse quieto. Tive que cuidar de Wendy por muito tempo. Devo saber ter um lado paterno maior do que esse idiota. Com todo respeito à Lucy, claro.
Eu queria vê-la para ser sincero. Apenas olhá-la sorrir de novo e ver que está tudo bem. Mas sinto de alguma forma que ela não quer o mesmo. Talvez seja até melhor. Não perco o controle de mim tão perto do casamento. Pelo menos estou satisfeito comigo mesmo, por ter tentado mais um pouco...
—♥—
Avisei meu pai que iria para casa, tomar um banho e ir direto para a aula. Ocultei a parte de ter discutido com o maldito Heartfilia. Se houver conseqüências, logo ele ficará sabendo de qualquer forma. Estacionei o carro do lado de fora. Teria que ir para a faculdade mesmo, não adiantaria guardar. Entrei pela casa e fui para o meu quarto.
Peguei algumas roupas no guarda-roupa e arrisquei olhar pela janela. Ela não estava ali. Estou ficando ainda mais preocupado. Ela está no hospital ainda? Não iria para a aula? Ainda tinha esperanças de vê-la hoje. É tão ruim assim querer apenas perguntar se ela está bem? Digo, para ela mesma. Ouvir a voz doce e encantadora deixar seus lábios mais uma vez. Não acho que seja ruim. O problema é olhá-la e conter a vontade de abraçá-la.
Passei o olhar sobre a gaveta onde eu joguei a aliança. Droga. Preciso deixá-la livre. Ela está com o Sting agora. Não que eu goste dessa ideia. Mas apesar de já ter tido muitas desavenças com ele, naquele dia da cafeteria, ele estava sério. Ele se preocupa com ela de verdade. E tenho certeza que não fará ela sofrer, como eu sempre faço. Como aceitar o fato de estar concretizadamente perdendo a mulher da minha vida? Não deve ter como. São apenas duas opções: Se conformar ou sofrer. Como sou idiota, escolho o sofrer.
[...]
Quando cheguei à faculdade, confirmei minhas suspeitas. Ela não vem. Respirei fundo e vi uma cena inédita e perturbadora. Loki com outra garota. Pelo jeito sou o único que insiste em viver no passado. Tentei ignorar essa cena e me sentar. Olhando para a carteira vazia na minha frente e pensando... se ela também está pensando em mim.
—♥—
Lucy
Olhando aquele quarto vazio chegava a me deixar angustiada. Odiava ficar sozinha. Apesar de eu não poder reclamar muito. Muitas pessoas gostariam de estar neste mesmo quarto que eu. Quero dizer, todas as pessoas que estão internadas também. Por eu pagar convênio, o quarto é bem melhor. Mas não apaga as frustrações que estou sentindo. A porta se abriu para melhorar minha auto-estima.
— E aí, está com fome? — Sting apareceu com uma bandeja, sorridente.
Ele puxou uma mesinha que ficava ali do lado para este fim. Colocando a bandeja em cima dela, bem diante de meus olhos. Sorri com seu ato, e olhei para a comida. Uma refeição básica e saudável, cheio de legumes e verduras. Acompanhada de um suco natural. Meu estômago embrulhou.
— Não sei não. Acho melhor eu não comer — falei arrastando um pouco a mesinha para longe.
Não era por pirraça. O cheio estava me dando um enjôo terrível. Sting se sentou ao meu lado e me olhou se fazendo de bravo.
— Nem pensar, você tem que comer. Não escutou o que o médico disse? — bronqueou. Empurrando a mesinha novamente para perto.
Olhei para ele, até encantada. Ele ficou o dia inteiro aqui comigo. Está faltando na aula. E cuidando de mim. Achei mesmo que na hora em que o médico disse que eu estava grávida, ele iria virar as cosas e me abandonar. Mas ele não fez isso.
— O que foi? — perguntou sorrindo, percebendo que eu estava o olhando.
— Obrigada — falei sorrindo e ele arqueou uma sobrancelha — Obrigada por estar aqui comigo.
— Me agradeça comendo, pode ser? — brincou. Não agüentei e ri baixinho.
Aceitei de uma vez por todas. Ele tem razão, eu não tenho comido direito. E agora não era apenas para me sustentar. Era por meu filho também... Essa palavra ainda soa pesada, mas já estou me sentindo feliz. Eu cuidaria bem dele, o amaria ainda mais do que amei o pai, e seria uma boa mãe. Ou tentaria ser. Assim como minha mãe foi comigo.
Comi vagarosamente, me acostumando com a sensação de ter algo a mais preenchendo meu estômago. E não estou me referindo ao bebê. Faz tempo que eu não como algo decente. Sting ficou apenas do lado, mexendo no celular, enquanto eu comia. Às vezes trocávamos algumas palavras entre as colheradas que eu levava até a boca. Por último tomei o suco, que estava delicioso.
— Para quem não estava querendo comer, até que você devorou a comida hein? — alegrou-se por eu ter comido tudo. Tirou a bandeja dali e a colocou em uma mesa lá no canto.
— Confesso, a comida estava maravilhosa. Isso, com certeza, atiçou a minha fome — admiti, sorrindo.
Ele voltou à poltrona do meu lado. Era estranho. Estar só ali com ele. Não acredito que ele vá me agarrar ou coisas desse tipo. Mas era estranho. Eu não sabia o que falar. Enquanto a Levy permaneceu ali estava tudo bem. Porém assim que ela teve que ir para a aula, depois de certificar-se mil vezes se eu estava bem, ficamos sós. O silêncio se prolongou por mais alguns minutos.
— Então... — ele começou — Não vai contar para ele?
Porque todo mundo tem que ficar me lembrando disso? Quero dizer, dele. Não que ele tenha abandonado meus pensamentos por todo esse tempo. Porque algo que tenho certeza é que... ele nunca, nunca, me deixa em paz. Sempre aparece com aquele sorriso idiota, os cabelos bagunçados e a voz mansa em meus sonhos.
— Eu... vou esperar um pouco — respondi sem pensar. Querendo acabar com o assunto.
— Esperar o que? Ele se casar? — ironizou. Lancei um olhar irritado em sua direção. Mas não pareceu causar efeito — Qual o seu medo?
— Medo? — repeti sem entender — Não estou com medo.
Sting suspirou. Provavelmente vencido por meu orgulho e teimosia. Voltou seu olhar para mim, após respirar fundo.
— Sabe... eu não ligo... — começou hesitante — de cuidar de você e do seu filho...
Hm? Cuidar de mim e do meu filho? O que ele está... Continuei a olhá-lo. Ele estava sério e me olhava de maneira terna e profunda. Não pode ser o que estou pensando...
—♥—
Natsu
A aula foi terrível. Sinto-me péssimo. As horas passaram devagar pra cacete. E Lucy... não deixou meus pensamento nem por um momento. Pensei em pegar o carro e passar em cada hospital de Magnólia. Só para encontrá-la. Mas acho que não seria uma boa ideia. Se ela quisesse me ver, não estaria me evitando tanto. Olhei para o meu celular antes de entrar em casa. Olhei para a foto dela na minha lista de contatos. Pensei em chamar. Mas não o fiz. Não adianta, terei que esperar até ela vir falar comigo. Correr atrás dela que nem cachorro nunca deu certo.
Passei pela porta principal de casa. Não havia ninguém. Nem mesmo Wendy para pular em cima de mim. Happy estava em sua almofada no cantinho da sala. Suspirei fundo. Gato velho, nem me recebe mais. Comecei a subir as escadas e enxerguei algumas luzes fracas vindo do meu quarto. Hã? O que é isso? Abri a porta de meu quarto vagarosamente.
E meu coração parou. Estava todo decorado com velas e incensos. Que porra é essa? Logo a porta do meu banheiro se abriu. E Yukino saiu de lá com um vestido preto, agarrado ao corpo. Seu rosto avermelhou e ela me olhou assustada.
— Natsu, você já chegou! — disse surpresa.
— Bom... é — respondi ainda mais surpreso.
O que tá rolando aqui? Vão fazer algum tipo de ritual no meu quarto e não estou sabendo? Pensei passando o olhar por todo meu quarto até parar sobre Yukino novamente. Fiquei esperando por alguma explicação que fosse coerente.
— E-eu pensei em te fazer uma surpresinha — disse tímida e mordeu os lábios.
Ah! Tudo fez sentido agora. “Surpresinha”. Sei. Engoli a seco. Continuamos a nos olhar por mais algum tempo. Fiquei completamente sem reação. Aonde ela quer chegar com isso? Porque pelas roupas dela, sinto que essa tal surpresa, será bem íntima.
— Surpresinha? — repeti ainda perdido no meio de tantas velas.
Ela sorriu se virando de costas, e as mostrando nua. O vestido tinha um mega decote atrás. Ela virou a cabeça apenas o suficiente para me olhar.
— Quer tirar?
Puta que pariu. Estou ferrado.
Notas finais
Acho que os pares estão trocados. Será que deixo assim? haha
Quero suas reviews, agora que as mereço de novo! Espero. SHUAIHSUIAHSUIA ♥
Beijinhos, e atéee segunda se tudo der certo ~
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